
Meditação para o Autoperdão - Especial Ho'oponopono
Essa é uma meditação guiada para o auto perdão junto a sua criança interior. Você será preenchida(o) de amor, compaixão e acolhimento durante toda a jornada durante a sua conexão. Essa meditação tem como base a filosofia de vida Ho'oponopono Original através dos ensinamentos de Camila Loveworker.
Transcrição
Respire profundamente.
Ajeite o seu corpo.
Permaneça em uma posição bem confortável.
Vá respirando lenta e profundamente.
Relaxando a sua respiração.
E seu batimento cardíaco.
Vai sentindo o seu coração.
Percebendo a vida que há dentro de você.
Perceba o ar leve que bate na sua pele.
De maneira tão sutil que é quase imperceptível.
Perceba os movimentos do seu corpo.
Perceba enquanto o seu corpo é inteligente.
Lembre de todas as vezes que na sua infância,
Adolescência e na fase adulta.
Todas as vezes em que o seu corpo se recuperou de algum descuido.
Perceba que o seu corpo é a morada da sua alma.
Que ele está aqui para te servir.
Ele está aqui como um veículo para que a sua alma possa.
Se expressar na vida.
Então,
Do centro do seu coração.
Você começa a transmitir amor.
Para cada um dos seus órgãos.
Que trabalham incansavelmente.
Para te manter vivo.
Com saúde.
Para todas as suas células.
Seu DNA.
Que arquiva.
Toda a sua genética.
Toda a sua história.
Toda a história dos seus antepassados.
Abençoe também.
Seus outros corpos mais sutis.
A energia que existe.
Dentro.
E em volta de você.
A energia.
Que permite com que a sua alma.
Possa se expressar.
Agradeça o seu corpo.
Por todas as vezes em que ele te sinalizou.
Quando existia algo para ser cuidado.
Todas as vezes que o seu coração acelerou.
Te avisando sobre uma situação ou uma relação.
Agradeça o seu corpo por todas as vezes.
Em que ele se recuperou.
Quando você foi.
Não tão cuidadoso.
Ou quando estava doente.
Antes de trabalhar o auto perdão.
É preciso trabalhar a gratidão.
Pelo veículo.
Que te permite estar aqui.
Vivo.
E que também te dá a oportunidade.
De se perdoar.
Por qualquer que tenha sido.
A sua escolha do passado.
Ou a situação que você viveu.
Eu quero agora que você se dê um abraço.
E transmita essa gratidão.
Ao seu corpo.
E você vai respirando profundamente.
Com esse sentimento de amor e gratidão.
Você começa a se visualizar.
Em um lugar da natureza.
Esse é um lugar.
Que é conhecido por você.
Conhecido pela sua alma.
É um lugar onde você se sente em casa.
Acolhida.
É como se todo aquele lugar.
Fosse feito especialmente para você.
E você.
E você vai caminhando.
Você começa a visualizar.
A visitar.
Uma criança.
Bem à sua frente.
E você vai se aproximando.
E observando essa criança.
E ela está vestida.
Exatamente.
Como você.
Você se aproxima dela.
Com curiosidade.
E ela também te olha da mesma maneira.
Até que vocês estão.
Frente a frente.
Você se abaixa.
Para ficar na altura dessa criança.
E você olha ela nos olhos.
E você sente.
Que é como se você estivesse olhando para uma grande amiga.
Um grande amigo.
Você se sente tão à vontade com essa criança.
Que você se senta ao lado dela.
Respira profundamente.
Soltando o ar como um alívio.
Como se você estivesse na companhia.
De alguém que você realmente pudesse confiar.
E ser exato.
Exatamente.
Como você é.
E você diz a ela.
A essa criança.
Quão você se sente confortável na presença dela.
E ela te olha.
E te pergunta.
Por que você parece tão preocupada?
E ela diz.
Que consegue sentir o seu coração.
E ela te pergunta.
Por que o seu coração pesa tanto?
Então você respira.
Como se trazendo memórias.
De todas as situações em que você guardou.
Como remorso.
Como culpa.
Dentro de você.
E esses sentimentos que você não quis olhar.
Começaram.
A se transformar em pedras.
E você confia muito nessa criança.
Você sente que você pode se abrir.
Pra ela.
Você fala pra ela coisas.
Que você nunca disse nem a si mesmo.
Conte pra ela.
O que faz pesar o seu coração.
Qual a culpa.
Que você carrega.
Dentro de você.
E você não precisa se justificar pra ela.
Ela só quer saber.
O que aconteceu.
Abra o seu coração.
E conforme você conta pra essa criança.
É como se existisse uma portinha.
Na frente do seu peito.
E você consegue retirar.
Cada uma dessas pedras.
E você vai mostrando pra essa criança.
Como que aquele sentimento.
De culpa.
De remorso.
De vergonha.
Se cristalizou dentro de você.
Você mostra pra ela.
O que é cada uma dessas pedrinhas.
Conforme você fala com essa criança.
E conta pra ela.
Você vai inspirando profundamente.
E expirando através da sua boca.
Como se cada pedra que você tira do seu coração.
Você pudesse liberar.
A energia.
Que ela tinha deixado aí.
Através da sua expiração.
Então expire soltando todo o ar.
Soltando toda a memória.
Soltando toda a dor.
E você também percebe.
Que ao contar pra essa criança.
Ao se abrir pra ela.
Abrir o seu coração pra ela.
O seu coração começa a ficar mais leve.
Você começa a sentir.
Confiança.
E essa criança só te olha.
E te ouve.
Ela te vê.
E ela te ouve.
Ela está ali pra você.
Então.
Ela se aproxima.
Ela estica os braços.
E as mãos bem pequenas.
E passa a mão.
Pela sua cabeça.
Pelos seus cabelos.
Te fazendo um carinho.
Um cafuné.
E ela te diz.
Você não precisa.
Carregar isso dentro de você.
Você não precisa.
Deixar o seu coração pesado.
Porque cada uma.
Das coisas.
Que você decidiu na sua vida.
Te serviram.
Como aprendizados.
Cada experiência que você passou.
Serviram apenas.
Pra transformar.
O seu ser.
Pra te fazer mais consciente.
Ela te diz.
Que do lugar de onde ela vem.
Ela se transformou.
Ninguém mais.
Carrega essas dores.
E que se você quiser.
Ela pode pegar suas pedrinhas.
E levar.
Lá pro lugar.
Da onde ela veio.
Ela te conta.
Que nesse lugar.
Existe um jardim lindo.
Cheio de flores.
E ela diz.
Que o que você chama de pedras.
Nesse lugar.
Eles chamam de semente.
E que todas as vezes.
Que uma alma entrega.
As sementes.
A ela.
Ela tem a oportunidade.
De plantar.
Essas sementes nesse jardim.
E ela te conta.
Que dessas sementes.
Nasceram as flores mais lindas.
Que ela já viu.
E ela te conta.
Que a raiz dessas flores.
Ficam conectadas.
Ao coração.
De quem entregou.
Essas sementes.
Você entrega.
As suas sementes a ela.
Confiando.
De que o que vai nascer.
No seu coração.
São flores.
Que vai nascer no seu coração.
Vida.
E você sente mais leve.
Você abre um grande sorriso no seu rosto.
E se sente tão abençoado.
De ter encontrado aquela criança.
E ela pega.
Essas sementes.
E ela coloca em um pequeno saquinho.
Que ela tinha levado.
Especialmente para te encontrar.
Ela guarda.
As suas sementes.
Em cima dele.
Ela coloca uma pena.
E ela te olha com um sorrisinho no rosto.
Falando.
Essa pena.
É uma pena.
Do seu anjo da guarda.
Que ele doou aqui para mim.
Agora.
Para te levar.
E te lembrar.
Que ele está sempre.
Com você.
Então ela.
Dá um pulo no seu colo.
E te dá um grande abraço.
Você percebe que ela fica muito feliz e agitada.
E ela te diz.
Agora está na minha hora.
Está na minha hora.
De plantar.
Essas sementes para você.
Então desse abraço apertado que você dá nela.
Ela se transforma em luz.
E desaparece.
E você.
Com seu corpo e seu coração mais leves.
Preenche.
Todo esse espaço.
Com gratidão.
E você repete para si mesmo.
Eu me perdoo.
Por todas as escolhas que fiz no passado.
Eu me perdoo.
Por ter vivido as consequências.
Das minhas escolhas.
Eu me amo.
Por ter passado.
E ter vivido todas as minhas histórias.
E eu sinto muito.
Corpo.
Eu sinto muito.
Mente.
Eu sinto muito.
Minhas emoções.
Minhas memórias.
Por ter carregado essas dores por tanto tempo.
Eu sou grata.
Por todas as novas escolhas.
Que eu faço.
A partir de agora.
E eu sei.
Que eu ainda posso.
Tomar decisões.
Ter ações.
Pensamentos.
Ou palavras.
Que podem ainda me ferir.
Ou até mesmo.
Ferir o outro.
Mas eu me comprometo.
Em sempre consertar.
Corrigir.
Qualquer pensamento.
Palavra.
Ação.
Que eu possa ter.
E sempre buscarei.
O equilíbrio.
E o amor.
Dentro de mim.
Porque eu me amo.
E eu mereço.
Eu me perdoo.
Então.
Eu sou livre.
Eu me perdoo.
E eu sou livre.
Eu me perdoo.
E eu sou livre.
E assim está feito.
E assim é.
Então você respira profundamente.
Sentindo o seu corpo no aqui e agora.
Retornando.
Em três.
Dois.
Um.
Sentindo o seu corpo novamente.
Você pode se espreguiçar.
Movimentar os seus braços.
Os seus pés.
Suas mãos.
Esticar todo o seu corpo.
Colocar as suas duas mãos no coração.
E agradecer.
A si mesmo.
Por tomar essa decisão.
De se perdoar.
Nesse momento.
E eu desejo que você.
Tome grandes e boas decisões na sua vida.
E que mesmo quando você.
Não tomar essas boas decisões.
Você possa sempre.
Reencontrar o seu equilíbrio.
E se perdoar.
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