24:35

Mindfulness - Movendo pelas Dificuldades

by Mário Rodrigues

Rated
4.6
Type
guided
Activity
Meditation
Suitable for
Everyone
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1.1k

Esta prática irá convidá-lo a explorar dificuldades através das sensações presentes no seu corpo. Em vez de resistir a emoções/sensações difíceis ou tentar escapar delas, esta prática convida-o a ir ao encontro dessa dificuldades, levando-lhes curiosidade e abertura. Muitas vezes, o que dificulta as emoções/sensações difíceis é a narrativa que as acompanha, onde constantemente se deseja que a experiência seja diferente. Com esta meditação poderá cultivar a aceitação e o desapego. Boas práticas

MindfulnessDifficultiesBody AwarenessBreath AwarenessCompassionEmotional RegulationGroundingPostureCuriosityPain ManagementStressAcceptanceDetachmentMeditationMindful ObservationCompassion PracticeGrounding TechniquesPosture AlignmentDesire ObservationStress Reduction

Transcript

Nesta prática,

Iremos nos direcionar para algumas dificuldades.

Começando por chegar aqui,

Chegar a este momento,

Um começar,

Um despertar.

Talvez se eu tenha estado a realizar alguma tarefa,

Mas eu possa me permitir a pausar,

A parar.

Talvez dando uma respiração bem profunda,

Possa escolher esta intenção.

Cuidar de mim,

De tirar os próximos momentos,

Para praticar o aqui e agora.

Talvez com a expiração permitir que o corpo possa chegar à cadeira,

Ao colchão,

À almofada.

Chegar de forma completa aqui.

Os pés no chão,

O contato dos pés com o chão,

E o corpo no assento.

Permitindo que a própria gravidade nos acolha aqui.

Talvez sentindo a estabilidade na parte inferior da nossa postura,

Da nossa posição.

Desde o assento,

Também há a sensação da coluna que se ergue,

Sustentada,

Com sua curva natural.

E no topo,

A cabeça balanceada.

E aqui as costas e a cabeça que possam transmitir esta intenção de estar desperto,

Estar vívido aqui.

Confortável,

Estar presente.

Sentindo aqui também,

Estar acordado,

Estar desperto.

Permitindo aos ombros suavizarem com a expiração.

Deixá-los soltos.

Os músculos da face também aqui relaxados,

Permitir que possam suavizar.

O maxilar solto,

O peito e os músculos da barriga também aqui possam suavizar.

Não batalhar ou querer alcançar uma sensação de relaxamento,

Mas apenas estar aqui,

Presente com este corpo,

A respirar.

Aperto,

A cada momento que subes.

Uma sensação de alerta.

A cada inspiração e a expiração.

E a cada inspiração,

Um chegar aqui.

Este assento,

Este momento.

Convidando também para esta prática uma sensação de curiosidade,

Paciência,

Compaixão.

E trazendo estas qualidades através da respiração.

Convidando-a que estejam presentes na nossa respiração,

Neste momento.

Talvez observando a zona,

O local onde a respiração possa estar mais presente no nosso corpo.

Talvez possa ser na zona das narinas.

A sensação do ar que entra e que sai.

Talvez frio à chegada.

Mais quente na expiração,

À saída do ar.

E sintonizando-se com a respiração.

A respiração aqui,

No seu corpo.

O movimento da respiração talvez no peito.

A barriga que cresce e que diminui.

Movimento cíclico da inspiração e da expiração.

Movimento ondular da respiração da barriga.

E a mente que por vezes ficará presa em pensamentos.

Num pensar,

Num estar acordado.

A sonhar acordado.

Notando talvez que isto aconteça de tempos em tempos.

Talvez possam convidar a atenção.

Ou a regressar ao aqui.

Talvez à respiração novamente.

A âncora está sempre presente.

Talvez com uma respiração profunda.

Convida esta intenção.

Fazendo uma e outras vezes.

Às vezes necessárias.

Sempre de forma gentil.

Convidando a atenção a regressar aqui.

A este momento.

E aqui a atenção como uma espécie de amiga.

Que nos ajuda a estar presentes a cada momento.

A cada respiração.

Nos segura a mão.

Nos permite observar cada momento.

E regressando novamente.

Uma e outra vez.

E outra vez.

Uma e outra vez.

E outra vez.

Talvez sintonizando com o corpo.

Ou observando o corpo.

Ou a respiração.

E notando ainda talvez os ecos da respiração.

No resto do corpo.

O movimento da respiração no resto do corpo.

Talvez nos ombros.

Nas costas.

As sensações físicas.

O movimento da respiração no corpo.

Um convite.

A toda esta sensação do corpo estar aqui.

A mover-se a cada respiração.

A sensação dos pés à medida.

Que o ar entra e que o ar sai.

O equilíbrio da cabeça a cada respiração.

Nosso corpo presente.

À medida que inspiramos e inspiramos.

E sem nada de especial.

Apenas o corpo aqui.

Apenas este meu corpo aqui.

A respirar.

A mente que divaga de vez em quando.

A planear coisas.

A lembrar-se de coisas.

E um chegar aqui novamente.

Com clareza.

Ou com paixão.

Chegando aqui novamente a este momento.

Talvez permitindo que os músculos da face uma vez mais possam estar suavizados.

Os dedos suavizados.

Sem estarem contraídos.

As mãos.

E à medida que vamos prosseguindo nesta prática.

Hidrodizindo da melhor maneira possível.

A forma como os pensamentos surgem na nossa mente.

Como eles surgem e desaparecem.

Num momento seguinte.

Deixando aqui também que a respiração possa ser uma espécie de companheiro presente.

Pensamentos que surgem e que vão.

Ou até mesmo o pensamento de que não temos nenhum pensamento num momento.

Até estes pensamentos podem ser notados.

Imagens que surgem.

Também elas podem ser notadas.

Memórias.

Dúvidas.

Cultivar aqui uma presença aberta.

Para qualquer pensamento que surja.

Sempre tendo a respiração e o corpo como âncora.

Onde eu posso recorrer sempre.

E onde se encontra a minha mente neste momento.

E gentilmente notando.

Talvez até catalogando como futuro,

Passado.

Dúvida,

Preocupação.

E deixando por fim que o pensamento possa ir.

Como uma nuvem.

Que aparece no céu e que vai.

E talvez agora.

Movendo a atenção.

Para que possa incluir alguma experiência difícil.

Qualquer forma de dificuldade que possa estar a acontecer neste momento.

Talvez seja um desconforto físico,

Uma dor.

Talvez um pensamento que não nos larga.

Que esteja presente.

Talvez uma preocupação.

Uma dúvida.

E caso não haja nenhuma dificuldade neste momento.

Talvez possa ser útil aqui como uma escolha.

Convidar alguma dificuldade a surgir.

Talvez uma dificuldade do trabalho.

De casa.

Do corpo.

Aqui numa tentativa.

Numa forma de aprendizagem.

De cultivar a prática.

E sem apressar esta parte da prática.

Apenas.

Questionar talvez ao corpo.

Se existe alguma sensação.

Se existe alguma sensação.

Alguma dor,

Alguma tensão.

Que estejam a evitar.

Com a qual não queiram contactar.

Talvez uma tensão no pescoço,

Nos costas.

Ou não no estômago.

Talvez este tipo de sensações.

Possam ser trazidos.

À atenção.

E apenas gentilmente notando.

O que está presente no corpo.

A sensação do corpo a segurar.

Esta dificuldade.

Uma espécie de eco da dificuldade.

E talvez aqui numa forma gentil.

E compassiva.

Respirar talvez até esta zona do corpo.

Esta tensão,

Esta dor.

Inspirando até esta zona,

Até esta área.

E na inspiração libertando,

Suavizando esta zona.

Talvez suavizando os contornos desta zona,

Desta dor.

Desta tensão.

E através da inspiração permitir acolher esta dor,

Esta dificuldade.

Não mudá-la.

Apenas inspirar até ela.

E na inspiração suavizando.

Libertando.

Não há necessidade alguma de alterar a experiência.

É como se a respiração fosse aqui também uma espécie de sussurro.

Que chega até esta dor,

Até esta tensão.

Permitindo suavizá-la.

Talvez dizendo.

Dizendo,

Ok,

Eu posso trabalhar com isto.

Eu posso estar com esta experiência neste momento.

Acolher esta experiência,

Esta dificuldade.

Iniciar o pensamento,

O distrair.

Talvez convidar novamente à tentação.

A vir até à respiração.

Inspirando até essa zona de tensão,

Essa dificuldade.

Talvez explorando os seus contornos.

A sua geografia.

Não há problema algum.

Eu posso estar com esta dificuldade nesta respiração.

E caso esta dificuldade,

Esta dor se torne demasiado intensa.

É importante lembrar que existe sempre a escolha.

Dar a atenção para outra parte do corpo.

Escolher fazê-lo.

Não tanto evitar contactar com a dor.

Mas escolher prestar atenção a outra parte do corpo.

Talvez aos pés,

Em contacto com o chão.

A respiração que se move na barriga.

E se continuar a ser confortável para mim.

Observar esta dificuldade.

Talvez trazendo até alguma curiosidade.

As características desta dificuldade.

A sua dimensão.

A sua geografia,

Os seus contornos.

A sua temperatura.

As suas características.

As características da minha dificuldade.

Não tanto aqui alterá-la uma vez mais.

Mas apenas observar esta dificuldade.

Talvez dando uma respiração bem profunda.

Que é inspiração.

Um abraço que chega a esta dificuldade.

Uma colher.

E permitindo-me também que nos próximos momentos desta prática.

Eu possa regressar à minha respiração.

Talvez com uma respiração bem profunda.

Para que possa novamente sintonizar-me com a minha respiração.

Neste momento.

Deixando-lhe ir estas dificuldades.

E regressar à respiração.

Sabendo que posso sempre regressar a ela.

E antes que os sinos toquem.

Finalizando esta prática.

Talvez tirar estes últimos momentos.

Agradecendo a mim próprio por ter conseguido estar aqui.

Com estas dificuldades.

Com estas sensações.

Com estas dores.

Com estas preocupações.

Dando talvez uma respiração bem profunda.

Traga gentileza e compaixão a este exercício.

E a intenção de estar com a minha experiência.

A cada momento.

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Mário RodriguesLisbon, Portugal

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