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Meditação Para Dormir | A Cabana Da Montanha

by Jorge Dias

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Avaliação
5
Group
Tipo
Atividade
Meditação
Indicado para
Plays
6

Uma pequena cabana protegida pelo silêncio da montanha. Lá fora, o mundo vai ficando distante; cá dentro, existe apenas um espaço tranquilo onde já não há nada para resolver nem nenhum lugar onde tenhas de chegar. Nesta meditação para dormir, vais sendo convidado a deixar o ritmo do dia para trás, permitindo que o corpo se torne mais pesado e confortável e que os pensamentos abracem, pouco a pouco, a quietude. A montanha permanece lá fora, imóvel e serena. E tu podes simplesmente descansar, sentindo a segurança e o aconchego deste lugar enquanto te aproximas suavemente do sono. Esta meditação integra a coleção 21 Noites para Dormir Melhor.

Transcrição

Da cabana da montanha.

Meditação guiada para um sono profundo.

Nota a tua respiração.

Sem alterar o ritmo.

Sem a tentar controlar.

O teu corpo já conhece este caminho.

E conhece este caminho desde o primeiro dia da tua vida.

Ele sabe descansar.

Relaxar.

Contrair Hoje apenas lhe estás a dar permissão.

Sente o peso do teu corpo.

Não precisas sustentar nada.

Nem o teu corpo,

Nem as tuas preocupações,

Nem os pensamentos que ainda insistem em aparecer.

Tudo pode repousar.

Tudo pode esperar.

Imagina agora que estás numa montanha.

E o final da tarde.

O céu começa lentamente a mudar de cor.

Os últimos raios de sol tocam suavemente O topo do zarro.

O ar é fresco.

Silencioso.

E mesmo à tua frente existe um pequeno caminho de pedra.

E do sexo esquemim.

Sem pressa.

Cada passo abranda um pouco mais a tua mente.

Cada respiração torna-se mais profunda.

Mais tranquila.

Longe avistas uma pequena cabana de madeira.

Luz de uma janela ilumina o caminho.

Não é o mal no chifre.

Ou uma luz acolhedora.

Como aquela sensação de chegares finalmente a casa.

E tu me prossemes-te.

Abres lentamente a porta e entras.

Dentro dessa cabana existe apenas simplicidade.

Uma cadeira.

O mamãe da Messiah.

Uma vara era acesa.

Ou crepitar.

Tamadair.

Nada mais.

Nada falta.

E tu sentes-te junto ao fogo.

Calor envolvido lentamente.

Sente-se os pés aquecerem.

As pernas relaxam.

E o resultado é qualquer tensão.

Os ombros descem.

Rosto fica tranquilo.

Toma nota da tua respiração enquanto observas as chamas da lareira.

Para como o fogo nunca tem pressa.

Que deixa-me apreço.

Brilha.

Transformes e desaprés.

Tal como os pensamentos.

Eles chegam,

Ficam por instantes e partem.

Não precisas de os apagar.

9 de janeiro.

Basta deixar-os dançar.

Como as chamas da lareira.

Lá fora começa a cair uma neve muito leve.

Não faz frio dentro da cabana,

Pelo contrário.

Nunca te sentiste tão progido ou progida.

Silêncio da montanha de frente.

É um silêncio que abraça.

Silêncio que cuida.

Talvez seja por isso que tantas pessoas procuram as montanhas.

Porque nelas o mundo parece lembrar-se de respirar devagar.

E agora?

Você também respira assim.

De fugar.

Naturalmente.

Sem esforço.

Escutas apenas o fogo,

O crepitar.

Desa respiração.

E escutas também esse silêncio majestoso.

Oh,

Duas linhas!

Existe uma pequena chávena de chá quente.

Segura aí em tuas mãos.

O calor precorre lentamente todo o teu corpo.

E compreendes uma coisa muito simples.

Nem sempre precisamos de mais.

Muitas vezes.

Precisamos apenas de menos.

Menos Ruiz.

Menos pressa.

Menos exigência.

Menos peso.

E mais presença.

Mais silêncio.

Mas te canso.

O fogo continuou a arder serenamente.

A neve continua a cair lá fora.

A montanha permanece imóvel.

Nada precisa de mudar.

Tudo está exatamente como era.

Onde deve estar?

Também tu.

Neste momento.

Não precisas ser melhor.

Não precisas de resolver nada.

Não precisas de provar nada.

És suficiente tal como és.

Deixa que esta ideia permaneça contigo por alguns instantes Respiração.

Muito lentamente.

Talvez os teus pensamentos já estejam mais distantes.

Talvez a minha voz comece a misturar-se com o silêncio.

Talvez o sono já esteja a aproximar-se.

Não chames.

Não procures.

Ele sabe encontrarte.

Tal como a noite encontra sempre a montanha,

Sem esforço,

Sem ruído,

Sem pressa.

O fogo da lareira continua.

A neve continua.

A caverna permanece quente.

E tu?

Permaneces seguro.

Cada vez mais tranquilo ou tranquila.

E os efeitos mais leves.

Cada vez mais profundamente entregue ao descanso.

Daqui a pouco.

A não precisarás das minhas palavras.

Porque o silêncio continuará a cuidar de ti.

E a montanha permanecerá contigo.

Durante toda noite.

Respire.

Isso.

Isso mesmo.

Descanse.

© 2026 Jorge Dias. All rights reserved. All copyright in this work remains with the original creator. No part of this material may be reproduced, distributed, or transmitted in any form or by any means, without the prior written permission of the copyright owner.

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