
Práticas sobre os Yamas e Niyamas. 3 - Asteya, O Não-Roubo
by Tales Nunes
Essas meditações fazem parte de um conjunto de 10 meditações sobre os Yamas e Niyamas, os valores do Yoga. Foram elaboradas para que você possa fazê-las diariamente, refletir sobre a importância desses valores e incorporá-los em sua vida. Os valores são um caminho para que você descubra o seu valor fundamental, a verdade amorosa que você é. Bom proveito!
Transcrição
Essa meditação faz parte de uma sequência de meditações sobre os yamas e niyamas.
A meditação que nós vamos fazer agora é a terceira e é sobre o não roubo.
Busque então uma postura que seja estável e ao mesmo tempo confortável para o seu corpo sentado.
É importante que você sinta a sua coluna firme,
Mas ao mesmo tempo leve,
Crescendo.
Entre em contato com as sensações no seu corpo agora.
Apenas testemunhe qualquer sensação que surja no corpo.
Perceba o fluxo natural da sua respiração.
Sinta o seu corpo relaxar um pouco mais a cada exalação.
Permaneça presente e atenta.
Aos poucos você vai reconhecendo um espaço de silêncio na sua mente.
Nós só conseguimos verdadeiramente escutar a vida,
Escutar o outro,
Escutar a natureza,
Quando reconhecemos um espaço mínimo de silêncio em nossa própria mente.
Perceba esse espaço de silêncio agora.
Você não precisa eliminar os sons,
Eliminar os pensamentos para perceber esse espaço de silêncio.
Esse espaço de silêncio é onde todos os sons acontecem,
Nesse exato momento.
Então escute essas palavras a partir da profundidade desse silêncio.
O meu coração pleno não precisa tirar nada da vida e do outro para ser feliz.
O meu corpo é limitado.
A minha mente é limitada.
As minhas emoções são limitadas.
Eu sou plena.
Não preciso tirar nada do outro para me preencher.
Seja tempo,
Palavras,
Elogios,
Reconhecimento ou bens de qualquer tipo.
Aceitando quem eu sou,
Sendo quem eu sou,
Eu posso ser mais para os outros.
A inveja e a sensação de inferioridade são ilusões de uma mente que confunde o eu com as posses.
O eu com as limitações do corpo.
O eu com a impermanência da mente.
Eu faço um voto de ser quem eu sou,
De me aceitar como sou.
Para que não apenas não precise tirar nada do outro,
Mas para que me alegre com as suas conquistas.
Não se doar é roubar.
Não se entregar é roubar.
A prosperidade é a expressão natural da vida.
O oferecimento é a expressão natural da vida.
A prosperidade verdadeira é ajudar o outro a enriquecer.
Eu abandono completamente a desconfiança na vida e ajudo o outro a ser rico.
Rico da verdadeira riqueza.
O oferecimento.
Que essas palavras possam descansar na profundidade do seu silêncio.
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