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Meditação Avançada - Experienciando o Corpo Como Vibração

by Willy Mona

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Esta é uma meditação avançada para explorarmos que a nossa sensação do corpo ser algo sólido e concreto não é real. Nós somos pura consciência e nós apenas entendemos isso através da investigação. Eu agradeço a sua atenção obrigado.

Transcrição

Olá,

Seja bem-vindo a este momento.

Eu sou o Willie e eu vou conduzir você nesta meditação de Rupert Spira.

Essas meditações que ele chama de Yoga Meditations,

Elas servem para ajudar a purificar este corpo e mente da colonização do eu separado.

Por mais que a gente desperte para a realização de que eu sou a consciência,

Esse corpo e mente ainda responde muitas vezes a sensação de ser um eu separado.

Então,

Essas Yoga Meditations que eu estou traduzindo,

Elas servem imensamente para esse trabalho de purificação do eu separado que está colonizado no corpo.

Então,

Sente-se e aproveite esta meditação.

Permita que a sensação do corpo venha à sua atenção.

Veja que,

De fato,

Você não é uma sensação do corpo.

O corpo é um rótulo que é adicionado pelo pensamento à nossa experiência.

É apenas um rótulo,

O corpo.

De olhos fechados,

Você não sabe o que é.

É apenas uma sensação,

Mas não a sensação de algo.

Seja agora como um recém-nascido,

Feito de pura sensibilidade.

Tudo o que sabemos da experiência do chamado corpo é a sensação atual em si.

Então,

Você agora,

Como uma criança recém-nascida,

Abandona o rótulo corpo e veja que é apenas uma sensação,

Uma vibração crua,

Amorfa e formigante.

E veja que essa vibração está suspensa e sem peso,

Em um espaço sem fronteiras,

Aberto e vazio.

A relação dessa vibração com o espaço sem fronteiras em que ela aparece é semelhante à relação de uma nuvem com o céu.

A nuvem é amorfa,

Mudando lentamente,

Flutuando sem peso no céu,

Sem contorno ou contorno claramente definido.

Sinta que o corpo é uma vibração amorfa que suspensa sem peso no espaço da consciência vazia.

Agora visualize e sinta que toda a superfície frontal dessa vibração começa a se expandir para o espaço à frente.

Essa expansão ocorre com uma qualidade semelhante com o que uma nuvem se expande e evapora no céu.

A vibração lentamente começa a se dissolver no espaço à frente e tudo isso é feito com o mesmo sentimento barra imaginação.

Visualize e sinta que essa vibração amorfa se expande em um espaço a cerca de 100 metros na frente do corpo.

Agora visualize e sinta que toda a superfície posterior dessa vibração se expande em uma distância semelhante no espaço atrás.

Às vezes é mais difícil expandir para o espaço atrás,

Porque o espaço ali parece ser desconhecido,

Então pode haver uma resistência a essa expansão,

Mas experimente.

A resistência pode assumir a forma de um pensamento como não quero fazer isso,

Isso não faz sentido,

Isso não é a pura não dualidade.

Ou a resistência pode assumir a forma de um sentimento,

Não sei como fazer isso,

Não consigo fazer isso.

E essas existências são na verdade a exposição de um velho hábito do qual não tínhamos consciência,

Um velho hábito de sentir que o corpo é algo sólido,

Denso,

Feito de matéria e localizado em um lugar específico.

A tentativa de expandir o corpo para o espaço ao redor confronta esse velho sentimento de forma visceral.

Ele expõe a raiz de um eu separado no corpo.

Normalmente não temos consciência de que nos sentimos sólidos,

Densos,

Localizados,

Até que façamos o esforço de sentir o corpo dessa nova maneira.

E assim que fazemos o esforço de sentir o corpo dessa forma,

Ou seja,

Expandir a sensação para o espaço ao redor,

O velho hábito de se sentir sólido,

Denso,

Limitado e localizado é exposto.

Então,

Se você sentir essa resistência surgindo,

Não sinta que a sua meditação está falhando.

Pelo contrário,

A meditação,

A Yoga Meditation está funcionando perfeitamente.

Parte do propósito desta Yoga Meditation é revelar o sentimento previamente não detectado de ser sólido,

Denso,

Limitado e localizado.

Por outras palavras,

O propósito dessas meditações é expor o sentimento do eu separado no corpo e então permitir que ele se dissolva gradualmente.

Simplesmente reconheça a resistência que surgir e gentilmente persevere com o esforço de expandir a vibração para o espaço na frente e atrás do corpo.

Agora,

Inclua os dois lados,

Permitindo que a sensação ou a vibração semelhante a uma nuvem dissolva-se para o espaço de cada lado.

E agora para o espaço acima.

E agora a vibração se expande para o espaço para baixo.

Não projete a ideia de um espaço sólido,

Denso e impermeável abaixo do corpo.

Com os nossos olhos fechados,

Não temos a experiência de um espaço sólido e denso abaixo do corpo.

Tudo o que existe é uma sensação.

É apenas o céu vazio,

O espaço vazio e essa vibração afunda sem esforço neste espaço vazio que não oferece nenhuma resistência.

Podemos notar que apesar de nossos melhores esforços,

Continuamos saltando para trás ou contraindo de volta para uma maneira familiar de sentir o corpo como sendo sólido,

Denso,

Bem definido e localizado em um lugar específico.

Este é apenas um velho hábito que temos ensaiado por décadas,

Afirmando-se repetidamente.

Toda vez que percebemos que nos contraímos de volta para um objeto sólido,

Denso e localizado,

Gentilmente fazemos o esforço de expandir a sensação em todas as direções para o espaço ao redor.

Nós nos acostumamos tanto a nos sentir como uma entidade sólida,

Densa e bem definida e localizada que sentimos que precisamos fazer um esforço para expandir a sensação em todas as direções no espaço vazio.

Sentimos que é natural ser uma entidade sólida,

Densa e bem definida,

O que é estranho ou não natural sentir que estamos expandidos em todas as direções no espaço vazio.

Na verdade,

Ao contrário,

Nós nos acostumamos tanto a essa sensação contraída do corpo como sólido,

Denso,

Claramente definido e limitado que nos tornamos insensíveis ao fato de que essa contração na verdade requer um esforço quase contínuo e sutil.

Nós nos acostumamos tanto a esse estado contraído que achamos que é natural e qualquer tentativa de sentir o corpo de outra forma,

De uma forma nova,

De uma forma que seja consistente com a nossa nova compreensão de que a consciência ilimitada é a realidade de toda experiência,

Pode a princípio parecer estranha ou não natural e,

Portanto,

Exigir algum esforço.

Esse novo esforço que parecemos ter que fazer para expandir o corpo em todas as direções não é,

Na verdade,

Um esforço novo.

É a exposição do antigo esforço que fazíamos anteriormente para nos contrairmos em uma entidade sólida,

Densa e localizada.

Alguém que está serrando o punho por algum tempo sentirá que o punho contraído é a posição natural da mão e não perceberá que está tendo que manter um esforço para mantê-la nessa posição.

Quando alguém lhe pede para abrir a mão,

Ele sentirá que tem que fazer um esforço para abrir a mão.

Ele não percebe que o esforço para abrir a mão é,

Na verdade,

O relaxamento do esforço anterior para fechá-la,

Do qual ele estava até aquele momento inconsciente.

Toda vez que fazemos o esforço simples e honesto de expandir a vibração do corpo em todas as direções,

Estamos expondo e dissolvendo esse velho hábito de sentir eu sou uma entidade sólida,

Densa e localizada.

Estamos apagando um hábito profundamente arraigado e cada vez que fazemos esse esforço para visualizar e sentir a vibração expandida no espaço,

Em todas as direções,

Enfraquecemos o poder que esse velho hábito exerce sobre nós.

Já fizemos a descoberta de que eu sou essencialmente esse espaço aberto,

Empírico,

Sem fronteiras,

Conhecedor ou consciente,

No qual toda experiência aparece,

Com o qual é conhecida e a partir da qual é feita.

O que estamos fazendo aqui é tentar alinhar a maneira como sentimos o corpo com esse novo entendimento,

Para que o nosso entendimento não permaneça simplesmente em um nível intelectual,

Mas realmente penetre na maneira como sentimos o corpo.

Agora,

Não queremos apenas sentir o corpo de uma forma que seja consistente com a nossa compreensão,

Quando o corpo está em uma posição confortável,

Estática e relaxada.

Queremos nos sentir assim quando estamos andando pela rua,

Viajando para o trabalho,

Cozinhando uma refeição ou conversando com os amigos.

Em outras palavras,

Queremos nos sentir assim quando o corpo está ativo e não apenas quando está passivo.

Se a paz da nossa verdadeira natureza só é acessível quando o corpo está em circunstâncias perfeitamente pacíficas e confortáveis,

Então essa é uma paz frágil que provavelmente será perturbada pela menor provocação.

Por exemplo,

Quando as circunstâncias se tornam difíceis ou desafiadoras.

Essa paz não é a verdadeira e imperturbável paz da nossa verdadeira natureza.

Então sugiro agora que a gente traga atenção para a nossa posição sentada.

E sinta novamente que a vibração do corpo é expandida em todas as direções.

E agora essa vibração cai lentamente para frente.

E a parte superior do corpo,

Você pode fazer isso agora,

A parte superior do corpo se move para frente até repousar sobre os nossos joelhos ou o que for confortável para nós.

Tenha em mente que a única coisa importante é a qualidade do nosso movimento.

Seria bom mover apenas alguns centímetros.

O quão longe nos movemos não é importante.

Agora,

Nas minhas próprias palavras,

Sinta essa vibração indo para frente lentamente,

Mas não sinta que é um corpo se movendo para frente.

O espaço ilimitado ainda está ali.

O quão longe nos movemos não é importante.

Isso não tem nada a ver com esticar o corpo.

Queremos não apenas sentir o corpo,

Mas movê-lo de uma forma que seja consistente com a nossa compreensão da consciência.

Então,

Primeiro de tudo,

Entre em contato com essa vibração expandida em todas as direções.

E então,

Essa vibração lentamente,

Muito lentamente se move para o espaço à frente.

E nós nos movemos com a mesma qualidade de uma nuvem se expandindo para o céu.

A parte superior do corpo cai para frente.

Mas a sensação é apenas essa vibração se expandindo para o espaço.

Não é a sensação de um corpo indo para frente.

É a sensação de uma vibração indo para frente.

Nós nos movemos com a mesma qualidade de uma nuvem se expandindo para o céu.

Com a mesma qualidade de uma nuvem se expandindo para o céu.

Quando a parte superior do corpo encontra o chão,

Não sobrepõe a ideia que você encontrou um chão sólido e denso.

Tudo o que acontece é uma nova sensação inominável que aparece na consciência.

Essa sensação é simplesmente outra nuvem.

É uma extensão da vibração do nosso corpo.

Nada sólido passa a existir.

Não existe chão.

Não existe corpo.

Então sentimos que essa vibração continua flutuando no chão.

Sinta que a vibração do corpo continua se expandindo,

Embora o corpo físico pare,

Visualize e sinta que a vibração continua se derramando no chão.

Agora a vibração flutua de volta para a posição sentada,

Mas não temos realmente a sensação de que eu estou movendo o corpo.

É como se uma brisa suave começasse a soprar e a nuvem fosse simplesmente soprada de volta para a posição sentada.

Tente sentir e mover o corpo de uma forma que seja consistente com essa visualização.

Primeiro,

Evocamos a sensação de uma nuvem sendo soprada suavemente para uma nova posição.

E então voltamos para a posição sentada novamente,

Movendo-nos com a mesma qualidade.

Na verdade,

O asana,

A posição do corpo,

Não é uma posição,

É uma qualidade de movimento.

Na verdade,

O asana,

A posição do corpo,

Não é uma posição,

É uma qualidade de movimento.

A postura é a qualidade de movimento,

E não a posição do corpo.

Não há posturas fixas neste yoga.

A única postura é a qualidade do sentimento.

Ou do movimento do corpo.

E essa é uma sensação,

Uma qualidade de abertura,

Transparente,

Sensível,

Ausência de peso,

Vazio.

E essa é a única postura que realmente adotamos neste yoga.

Não existe sensação estática.

Uma sensação estática é um conceito que não encontra correspondência em nossa experiência.

Uma sensação é sempre suavemente vibrando,

Ondulando,

Inchando.

A brisa continua soprando suavemente,

A vibração,

E a cabeça cai para trás.

Nós arqueamos entre as escápulas e a parte superior do corpo se arqueia para trás.

Apoie-se nas mãos,

Mas não chegue a um extremo.

Devemos sempre sentir,

Eu poderia ir um pouco mais longe se quisesse,

Mas não quero.

Em outras palavras,

Resista à atitude convencional do yoga de querer esticar o corpo o máximo possível.

O objetivo deste yoga não é uma postura extrema.

O objetivo é alcançado a cada movimento,

Na qualidade do sentimento.

Permita que o corpo descanse e observe como esse movimento ou esforço tende a nos contrair de volta ao velho hábito de nos sentirmos sólidos,

Densos e localizados.

E observe como esse movimento ou esforço tende a nos contrair de volta ao velho hábito de nos sentirmos sólidos,

Densos e localizados.

Então,

Uma vez que o corpo tenha descansado,

Expanda a sensação novamente em todas as direções.

Permita que a vibração se expanda mais para o espaço,

Através das paredes da sala.

Não há limite para essa expansão.

Essa expansão se expande infinitamente.

E agora,

A sua vibração é expandida e assoprada suavemente para trás.

Mas não é apenas assoprada de volta para a posição sentada.

Ela é assoprada para a frente novamente até atingir os seus joelhos ou o chão.

E então,

Em um movimento ondulado,

Ondulatório,

Nós nos curvamos as costas e permitimos que a cabeça caia para a frente e permitimos que a sensação seja assoprada para cima e para trás.

Continuamos a nos mover com esse movimento ondulatório e evocamos a sensação de uma onda.

E nos movemos com a mesma corda.

Somos feitos de água.

Todo o caminho para a frente.

Todo o caminho para o chão.

Todo o caminho para o chão.

Todo o caminho para o chão.

Todo o caminho para o chão.

Todo o caminho para o chão.

Todo o caminho para a frente.

Encurve a cabeça.

Curve a coluna para cima.

A cabeça cai para trás.

A coluna arqueia entre as escápulas.

E então a vibração cai para a frente novamente em um movimento rítmico,

Ondulatório e transparente.

Nós simplesmente nos movemos para frente e para trás dessa forma lenta e rítmica,

Dando a nossa atenção apenas à qualidade do movimento e não ao movimento em si.

Nós nos movemos da mesma forma que uma onda ondula no oceano.

Liquidez movendo-se em liquidez.

Transparência movendo-se através da transparência.

E então invertemos a direção.

Se notarmos que o movimento tendeu a contrair o corpo de volta a um objeto sólido,

Denso e localizado,

Apenas pausamos e permitimos que a vibração se expanda novamente em todas as direções.

Evoque o ritmo ondulante de uma onda e então continue o movimento.

O corpo agora repousa na posição ereta.

E permita que as energias que foram agitadas por esse movimento gradualmente descansem,

Mas não as deixe repousar como um objeto sólido,

Denso e localizado.

Permita que essas energias permaneçam expandidas,

Flutuando sem peso em um espaço transparente e vazio.

Agora permita que a sensação dos seus braços venha à sua atenção.

Sinta que a sensação não tem borda,

Contorno ou forma claramente definida.

É apenas uma vibração amorfa,

Formigante.

E deixe a vibração se expandir em todas as direções.

Agora,

Sem mover os seus braços físicos,

Deixe esses braços imaginários feitos de vibração pura flutuarem até a posição horizontal.

Tudo isso é feito com a nossa imaginação barra sentimento.

Esses braços de vibração apenas pendem sem peso na posição horizontal.

E agora esses braços de vibração afundam de volta.

Mas prestemos muita atenção sensível à qualidade dessa vibração conforme ela afunda de volta em nosso colo.

Fazemos isso mais uma vez.

Os braços imaginários de vibração pura flutuam para cima até a posição frontal.

É tudo sobre a qualificação do sentimento,

Como uma brisa se movendo pelo espaço vazio,

Transparente,

Se movendo em pura transparência.

E agora,

Os braços de vibração afundam lentamente de volta em nosso colo,

E o vazio se movendo no vazio.

E agora fazemos isso de novo,

Desta vez permitimos que o nosso corpo se mova em direção ao espaço vazio.

E agora fazemos isso de novo,

Desta vez permitimos que os braços físicos façam essa jornada.

Em teoria não deveria haver diferença na qualidade de sensação entre os braços imaginários de vibração que se movem em direção ao horizonte,

E os braços físicos,

Porque os braços físicos são apenas feitos de vibração.

Infunda os braços físicos enquanto eles se movem com a qualidade do movimento que estava presente quando estávamos apenas movendo aqueles braços imaginários de vibração.

Fique apenas com a qualidade do movimento,

A vibração transparente flutuando através do espaço aberto e vazio.

Quando os braços estiverem na posição horizontal,

Verifique novamente se a sua única experiência dos braços é uma vibração amorfa,

Que formiga.

E visualize e sinta que esses braços de vibração começam a flutuar para frente,

Expandindo-se para o espaço em sua frente,

Até que as pontas dos seus dedos toquem a parede na sua frente.

E tudo isso é feito com o sentimento barra imaginação.

Os braços imaginários de vibração se expandem para o espaço a sua frente,

E os braços físicos não se movem.

Mas sentimos que os nossos braços se moveram,

Porque tudo que há em nossos braços físicos é essa vibração,

E essa vibração se expandiu e se alongou até a parede a sua frente,

De modo que sentimos que os nossos braços físicos também são vibrações longas,

Fluindo para o espaço a sua frente.

Nossos braços imaginários de vibração tocam a parede da frente,

E nossas mãos acariciam suavemente como se estivesse acariciando a bochecha de um ente querido.

E muito lentamente começamos a caminhar com nossos dedos imaginários de vibração pela parede da frente,

E ao fazê-lo,

Os braços começam a subir.

Permitimos que os braços físicos também façam essa jornada.

Os braços físicos lentamente começam a subir para a posição vertical,

Mas visualizamos e sentimos que nossas mãos e dedos de vibração estão subindo pela parede à nossa frente.

Esses longos fluxos de energia vibrantes estão gradualmente subindo pela parede.

Em algum momento,

Nossos dedos encontram o canto entre a parede e o teto,

E então,

Lentamente voltamos pelo teto,

Os braços gradualmente se estendendo para a posição vertical.

A postura é apenas a qualidade do movimento,

É o vazio se movendo no vazio,

Uma corrente se movendo no oceano,

Feita apenas de água.

E quando nossos braços alcançam a posição vertical,

Permitimos que as palmas das nossas mãos fiquem voltadas para o teto,

E com as mãos de vibração acariciamos o teto.

Nossas palmas se abrem para fora e para o lado,

Acariciando o teto inuciosa e sensivelmente conforme avançamos.

Nossas mãos de vibração atravessam o teto até chegarem às dobras,

Onde o teto encontra a parede em ambos os lados do corpo.

Então,

As palmas de vibração descem lentamente pela parede de cada lado até encontrarem o chão.

E então,

Muito lentamente,

As mãos de vibração viajam de volta pelo chão até o nosso corpo,

Acariciando tudo e todos com quem entram em contato.

Imaginamos que o chão é a cabeça do nosso gato ou a barriga de nosso amante,

E permitimos que as mãos repousem no chão ao nosso lado.

E uma nova sensação aparece,

Mas essa sensação é apenas uma vibração transparente,

Não há nada sólido ali,

E permita que a sensação se derrame no chão.

Visualize e sinta duas cachoeiras fluindo para a terra.

A água se infiltra na terra,

Os braços de vibração são como água líquida escorrendo para o espaço abaixo,

E a terra não oferece nenhuma resistência.

Tudo o que há é uma vibração porosa.

Sinta o relaxamento em seus braços e ombros aquosos enquanto a vibração desce para o espaço abaixo.

E a água está lavando as tensões e contrações nos ombros,

Cotovelos,

Pulsos,

Mãos e dedos.

E agora,

Mantendo essa sensação de seus braços feitos de água jorrando no espaço abaixo,

Permita que a vibração da cabeça venha até a sua atenção.

Imediatamente,

Abandone o rótulo cabeça.

Tudo o que há em nossa experiência real é uma vibração amorfa,

Formigante e sem fronteiras.

E sinta que é feito de vapor,

Um tipo de vibração vaporosa,

E o vapor começa a se expandir para cima como uma pluma suavemente ondulada de fumaça que sobe de uma vela recentemente apagada.

Permita que essa pluma de fumaça leve a cabeça física conforme ela vai subindo.

A cabeça cresce milímetro por milímetro para cima enquanto esse vapor ondula suavemente em direção ao teto.

E ao mesmo tempo,

Sentimos que nossos braços aquosos estão se derramando para baixo no espaço abaixo.

Em algum momento,

Nossa cabeça chega ao limite de seu movimento,

Mas visualizamos e sentimos que a nossa cabeça continua flutuando para cima com o vapor evaporando de uma chaleira que está fervendo.

E nossos braços são feitos de água e estão jorrando para baixo.

Nossa cabeça é feita de vapor flutuando para cima e nossa cabeça imaginária de vapor continua flutuando para cima até tocar o teto.

Para começar,

Apenas o topo da cabeça toca o teto,

Mas então essa vibração da cabeça começa a se espalhar por toda a superfície do teto.

Visualize e sinta como se toda sua cabeça estivesse se espalhando por todo o teto acima e nossos braços aquosos estão ainda derramando para baixo,

Derramando-se na terra,

No chão,

Em si filtrando nele,

Percolando-o cada vez mais profundamente.

Sinta agora que suas pernas e coxas são feitas de água,

Elas estão se derramando no chão.

Primeiro visualize e sinta que suas pernas estão balançando abaixo de você no espaço abaixo,

Feitas de água,

Se derramando na terra.

Sinta que sua cabeça vaporosa se expande através do teto para o vasto espaço acima,

Misturando-se e fundindo-se com ele.

Agora sua cabeça feita de vapor começa a se fundir e voltar para baixo,

As águas em seus braços e pernas param de se derramar na terra e nós apenas voltamos para nossa experiência atual do corpo.

Paramos de visualizar ou fazer qualquer coisa e apenas deixamos a experiência atual do corpo ser como ela é.

A próxima postura é chamada de vida cotidiana.

Continue sua vida normalmente,

Mas não se deixe persuadir a pensar que esta meditação de yoga,

Esta yoga meditation chegou ao fim.

O yoga que começa e para é o yoga de um corpo físico,

Mas o verdadeiro yoga,

O yoga do corpo transparente não é algo que começa e para.

Tudo o que acontece é um fluxo de sensações e percepções em constante mudança.

Feito apenas de conhecimento imutável,

Vazio e transparente.

Feito apenas do nosso eu verdadeiro.

Muita gratidão,

Eu sou.

© 2026 Willy Mona. All rights reserved. All copyright in this work remains with the original creator. No part of this material may be reproduced, distributed, or transmitted in any form or by any means, without the prior written permission of the copyright owner.

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