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Respiração Consciente: Da Energia à Presença

by Patricia de Abreu

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Meditação
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Nesta aula aprofundamos a respiração como ponte para estados mentais mais estáveis, atentos e meditativos. Ao longo da prática, a respiração vai sendo refinada até se tornar mais espaçosa e silenciosa, sustentando um estado de clareza, escuta interna e alinhamento entre corpo e mente, possibilitando o contato com a quietude do Ser. Uma jornada de menos esforço e mais escuta. De mais presença e menos ruído interior. Uma boa prática. Namaste.

Transcrição

Olá!

Namastê!

Bem-vinda,

Bem-vindo a essa prática de Pranayama,

Do Prana à Presença.

Nessa aula vamos nos aprofundar na respiração,

Usando a respiração como uma ponte para a mente.

Para que a respiração consciente conduza naturalmente a nossa mente a estados mais equilibrados e meditativos.

Então vamos lá,

Vamos começar.

Primeiro de tudo,

Você precisa encontrar uma postura agradável.

Se escolher sentar-se em uma cadeira,

Lembra que a coluna tem que estar alinhada.

Girou os ombros para trás e para baixo.

Se preferir,

Pode se sentar num bloquinho,

No teu tapetinho de yoga,

Na tua almofada de meditação.

O importante é que você realmente escolha a tua postura meditativa e consiga relaxar nela.

Nós vamos usar a Inhana Mudra nas mãos,

Mas antes disso,

Palma das mãos,

Frente do coração.

Fecha os olhos um pouquinho.

Observa como você está nesse momento.

Hoje vamos permitir que a respiração nos conduza a essa experiência de quietude,

Paz interna,

Conexão interna.

Consente a tua respiração nesse momento.

Inspira profundo.

Respira devagar pela boca.

Relaxando um pouquinho mais.

Mais uma vez.

E agora,

Se fizer sentido,

Abrimos a prática com Mantra A.

Inspira.

Conecta então agora os polegares e indicadores.

Relaxa as mãos sobre as pernas.

Pode ser com as palmas para cima ou para baixo.

Vamos começar a sair desse ruído,

Desse estado maior de ruído.

Começar a reduzir os ruídos e até abrir espaço para a presença,

Para o estado de yoga,

Para a união total.

E para começar o primeiro exercício,

Se fizer sentido,

Você pode usá-lo,

Aquele que a gente já aprendeu na outra aula,

Que é a respiração vitoriosa.

Então,

Leva a atenção para a tua garganta.

Ativa a glote e faz um mudiai bem baixinho,

Sem forçar.

Apenas usando a ativação da glote para te ajudar a regular a entrada e a saída do ar.

O som se transforma em um mantra interno de concentração.

Se essa respiração for difícil,

Não tem problema.

Apenas se mantenha ali presente,

Sentindo o ar entrando e saindo.

Desce dessa respiração tranquila e se você está fazendo o mudiai,

Vai manter o mudiai.

A primeira técnica é Pratiloma,

Pranayama e Pranayama oposto.

Nessa respiração,

Nós vamos inspirar de forma alternada e vamos exalar por ambas as narizes.

Juntas,

Juntos,

Inspiramos.

Expira e esvazia por completo os seus pulmões.

Então,

Com a mão direita,

Dedo médio,

Fecha a nariz na direita e inspira só pelo lado esquerdo.

Faz uma pausa.

Abre as duas narinas e exala por ambos os lados.

Então,

A gente alterna.

Fecha a narina esquerda e inspira pela direita,

Diferente da respiração alternada.

Pulmões cheios,

Uma pausa.

E expira por ambas as narinhas.

Agora,

Vamos colocar ritmo.

Fecha a narina direita e inspira pela esquerda.

Um,

Dois,

Três,

Quatro.

Extra o pulmão em cheios.

Tantara Kumbhaka.

Dois,

Três,

Quatro.

Exala por ambas as narinas e agora tenta entrar no padrão Langana,

Exalação mais longa.

Cinco,

Seis tempos ou sete,

Se for possível o dobro.

Oito tempos para esvaziar completamente os pulmões.

E agora,

Eu quero te convidar para continuar sozinha,

Sozinha.

Troca o lado e inspira quatro.

Retenção com pulmões cheios,

Quatro.

Expira até o dobro,

Não precisa forçar.

Se for um segundo a mais,

Já está valendo,

Por ambas as narinas.

Exalação lenta,

Devagar e silenciosa.

Relembrando de alternar as narinas na inspiração.

Reter o ar com os pulmões cheios.

Exalar por ambas as narinas de uma forma mais lenta que a inspiração e a exalação.

Continue no teu próprio ritmo.

Agora você vai completar mais um ciclo.

Então,

Vai deixar a respiração por alguns instantes simplesmente acontecer.

Percebendo os efeitos dessa técnica sobre o corpo mente.

Então,

Nós vamos equilibrar a inspiração e a exalação.

Samavitra,

Samavrita,

Pranayama,

A respiração simétrica.

Essa sequência combina ciclos respiratórios que alterna retenções com e sem ar,

Com ciclos de respiração sem retenção.

E o objetivo é aquietar o pensamento.

Nós vamos fazer com quatro tempos,

Mas depois se você quiser repetir um pouquinho mais profundamente ou seguir no teu próprio ritmo,

Você pode.

Solta todo o ar e esvazia por completo os pulmões.

Começamos com três respirações sem retenções.

Inspira,

Um.

Dois.

Três.

Quatro.

Exala,

Quatro.

Três.

Dois.

Um.

Inspira,

Quatro.

Exala,

Quatro.

Mais uma vez.

Inspira,

Quatro.

Exala,

Quatro.

Continua.

Inspira,

Quatro.

Exala,

Quatro.

Retém o ar com os pulmões vazios,

Vai acúmular,

Tá?

Dois.

Três.

Quatro.

Inspira,

Quatro.

Exala,

Quatro.

Retém sem ar,

Quatro tempos.

Inspira,

Quatro.

Inspira,

Quatro.

Mais uma vez.

Exala,

Quatro.

Retém sem ar.

Inspira,

Quatro.

Retém agora pulmões cheios em Tarakumba,

Tá?

Respira.

Expira,

Quatro.

Não vai mais ter retenção vazia.

Exalou.

Inspira,

Quatro.

Retenção cheia.

Exala,

Quatro.

Respira,

Quatro.

Último ciclo.

Inspira,

Quatro.

Com a retenção.

Retenção cheia.

Expira,

Quatro.

E a gente termina com três ciclos sem retenções.

Inspira,

Quatro.

Respira,

Quatro.

Exala,

Quatro.

Inspira,

Quatro.

Exala,

Quatro.

Mais uma vez.

Inspira,

Quatro.

Exala,

Quatro.

Respira,

Quatro.

Inspira livre.

Expira livre.

Observa como você está.

Então,

Entramos na última fase desse processo com a caixa para a nariz.

Leve a atenção para a ponta do nariz.

Para esse local que define o limite interno e externo do ar.

E comece a observar o ar entrando e saindo.

Expandindo e recolhendo.

Consciência total no fluxo natural da respiração.

E na observação das sensações vinculadas a ela.

O crescimento quando inspiro,

Expansa.

E o recolhimento que naturalmente leva a sua atenção para o coração.

Observe então como quando você inspira,

Acontece uma compressão natural dentro dos pulmões.

E quando você expira,

Um deslocamento do ar para fora das nariz.

Então,

Deliberadamente agora,

Você vai suavizar a respiração.

De maneira que ela fique mais sutil,

Mais lenta.

Até o ponto em que quando você inspirar,

Já não vai ser mais possível perceber a expansão.

Ou para que não aconteça mais aquela compressão de ar dentro dos pulmões.

E para quando você expirar,

Não haja mais deslocamento do ar fora das nariz.

Até o ponto tão sutil,

Até o ponto que você já não sabe se está inspirando ou exalando.

Isso se chama a caixa pranayama.

O pranayama bem sutil,

O pranayama do universo,

Do espaço.

No qual,

Deliberadamente,

De forma suave,

Você torna a respiração cada vez mais sutil.

Até reduzir ao mínimo todos os movimentos de esconder e recolher.

A caixa é o espaço,

Você e o espaço em união.

Perceba,

Você é a testemunha silenciosa da respiração.

Você está presente,

Experienciando a vida no agora.

Agora,

Vamos concluir esse pranayama.

Se quiser respirar um pouquinho mais profundamente.

Deixe que a respiração,

A partir desse ponto,

Aconteça de forma espontânea,

Natural.

Vamos começar a observar a paisagem interna.

Observando os pensamentos e a maneira como estes se movimentam na tela mental.

Você vai experimentar deixar a língua solta na boca,

Sem tocar as estruturas,

Sem forçar o rosto.

Mantenha-o relaxado.

E vai direcionar o olhar com os olhos fechados para o Ajna Chakra,

O terceiro olho.

Fazendo o Brumadi Drishti,

Como se você voltasse o olhar para dentro da cabeça.

Sem julgar,

Sem reprimir os pensamentos,

Você é Sati,

É a testemunha que observa.

Percebendo atentamente o silêncio que está sempre presente,

Que é a base da mente.

Que acontece entre os pensamentos.

Você é esse silêncio.

Esse silêncio que a verdade sobre a natureza do ser se manifesta.

É nesse silêncio que você reconhece Sati,

A verdade,

Chit,

A consciência.

Ananda,

A felicidade,

Porque você é Sati,

Ananda.

A verdade,

A consciência,

A felicidade,

A atentude.

Que a gente possa realizar,

Reconhecer essa natureza e viver consciente,

Se lembrando dela.

Mas agora é hora de terminar.

Volta a atenção para a respiração.

Respira mais profundo,

Sinalizando para o teu corpo que é hora de voltar.

Toma a consciência das suas mãos e traz as mãos unidas onde,

Ali no grão,

Frente ao coração.

Se quiser sentir,

Depois você inspira.

Namastê.

© 2026 Patricia de Abreu. All rights reserved. All copyright in this work remains with the original creator. No part of this material may be reproduced, distributed, or transmitted in any form or by any means, without the prior written permission of the copyright owner.

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