19:12

Meditação do Desconforto

by Hugo Rosa Silva

Type
guided
Activity
Meditation
Suitable for
Everyone
Plays
1

A Meditação do desconforto diz-nos que: - é tempo para simplesmente Ser - é tempo para estar com o que está e não para fazer - é tempo de cultivarmos a atenção para estarmos ainda mais presentes neste momento

MeditationMindfulnessDiscomfortBody AwarenessBreath AwarenessGroundingNon JudgmentPresent MomentRelaxationCuriositySafe SpaceDiscomfort ExplorationGrounding TechniqueMindfulness Of MovementNon Judgmental AwarenessPresent Moment AwarenessFacial RelaxationCuriosity Cultivation

Transcript

Meditação do desconforto Nesta meditação vamos recordar que é tempo para simplesmente ser,

Para não fazer,

Para estar com o que está.

Sem querer mudar nada e seguindo as instruções,

O melhor que pudermos,

Embora possamos naturalmente escolher o que é melhor para nós.

Vamos cultivar a atenção de forma a estarmos ainda mais conscientes da atividade da mente,

Estando mais presente neste momento e experienciando o que surge tal como é.

Podemos ajustar a posição,

Sentindo-nos apoiados na nossa prática,

Com tudo aquilo que está,

A cadeira,

O chão,

O ar,

Talvez até notando as sensações de contacto.

De pressão ou de toque.

E direcionamos a atenção para a base da coluna,

Imaginando um fio em raiz no sacro e que cresce ao longo da coluna,

Sentindo-nos alongados e sem tensão.

Podendo repousar o olhar à nossa frente ou até fechar os olhos.

Suavizando os músculos da face,

Testa,

Os ombros e o corpo.

E notamos o espaço à nossa volta.

Em cima,

À frente,

De lado e atrás.

Enraizados como uma montanha,

Em contacto com a terra,

Abertos e envolvidos.

Ou espaço à nossa volta.

Cultivando a presença,

Aqui e agora.

Tomando consciência da respiração,

A cadeia-inspiração e a cadeia-inspiração.

Escolhendo onde vamos pausar a atenção.

Sentindo a passagem do ar frio à cadeia-inspiração.

E do ar quente à cadeia-inspiração.

Ficando com a experiência direta de respirar.

Vamos simplesmente deixar que o corpo respire,

Permitindo que a respiração seja o que é.

Olhando para ela com curiosidade,

Budeza,

Tranquilidade.

Explorando e saboreando a respiração.

E vamos notando a qualidade de cada respiração.

Lembrando que,

Para respirar,

Não precisamos de fazer nada.

Apenas de estarmos conscientes do movimento e das sensações da respiração.

E se em algum momento a mente se dispersar com uma emoção,

Pensamento,

Uma sensação,

Um som.

Notamos o que a atraiu,

Trazemos a mente de volta à respiração.

Usando a respiração como âncora,

Como um lugar seguro,

Nos traz este momento.

Pode acontecer que sintamos a respiração mais numa zona do corpo do que na outra.

Podem eventualmente surgir sensações.

Ou podemos sentir a respiração no corpo todo.

Pode inclusive surgir alguma sensação mais forte.

Que nos leva a afastarmo-nos das sensações do corpo como um todo.

Se acontecer,

Notamos esse primeiro pensamento sobre o movimento e a intenção do corpo se mexer.

Apercebendo-nos dessa experiência do movimento e o efeito que notamos em relação ao desconforto e à agitação.

Lembrando que o movimento faz parte da prática.

E conservamos a experiência do movimento ao repousarmos a consciência deste instante,

Aqui e agora.

Ou então podemos voltar para o desconforto,

A dor ou a agitação.

Que forem surgindo.

O que quer que seja de intenso que surja,

Ficamos com isso o melhor que conseguimos.

E gentilmente,

Pousamos a atenção nesse desconforto e vamos explorá-lo.

Notando onde se manifesta no corpo,

Mantendo-nos o mais perto dela possível.

Sem querermos mudar a intensidade nem aquilo que estamos a sentir.

Podemos até respirar aí,

Usando a respiração para trazermos consciência dessa zona.

Criando espaço a cada inspiração.

E suavizando o espaço à sua volta,

A cada inspiração.

E vamos explorando o que formos sentindo.

Podemos notar se tem sempre a mesma intensidade.

Se se move.

Notar também se fica mais forte.

Ou se o desconforto vai desaparecendo.

E sentimos esse desconforto,

Se houver,

Simplesmente estando com ele o melhor que conseguirmos.

Talvez encontremos a quietude,

A aceitação e mesmo um espaço no meio desta intensidade.

E observamos,

O melhor que conseguirmos,

Que é estar com esta experiência instante em instante.

Se o desconforto deixar ser tão intenso,

Voltamos à respiração como um todo.

E se o desconforto não desaparecer,

Podemos decidir se mantemos a atenção nas sensações desagradáveis,

Explorando-as.

Ou soltamos a atenção para a respiração.

E plenamente presentes de nós,

De cada um de nós,

Tal como somos.

Instante em instante.

Aqui e agora.

Sem julgamentos.

Conscientes,

Abertos e com espaço para tudo.

E à medida que nos aproximamos do final da prática,

Lembramos que a respiração nos traz de volta à casa,

Onde quer que estejamos.

Mantemos presente que podemos trazer para a nossa vida este sentido de ser o que somos.

Completamente presentes,

Conscientes,

De cada experiência instante em instante.

E gradualmente podemos ir começando a mexer,

Talvez espreguiçar ou mexer alguma parte do corpo que mais precise.

Terminando assim esta prática,

Levando-a para o dia-a-dia.

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Hugo Rosa SilvaQueluz, Portugal

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