
Meditação Guiada Para Dormir – Supere Seus Medos
Essa meditação guiada foi preparada com uma sequência de afirmações positivas para te ajudar no processo de superação de medos, fobias e traumas. Essa prática deve ser realizada em ambiente calmo e silencioso.
Transcrição
Agora,
Deite-se confortavelmente.
Encontre a melhor posição para descansar.
Tome consciência da temperatura do seu corpo,
Do ar ao seu redor.
Deixe o peso do seu corpo ser acolhido por essa superfície que te acolhe,
Te sustenta,
Te mantém.
Nada precisa ser feito agora,
Apenas entregue-se à sensação de estar aqui.
Respire e sinta segurança.
Enquanto o corpo repousa,
Imagine que à sua volta há uma névoa translúcida,
Feita de tudo que a mente tentou controlar,
Preocupações,
Tensões e lembranças.
Essa névoa não é sua inimiga,
É apenas um resíduo das batalhas internas que você travou por querer se proteger.
E agora,
Nesse instante,
Você pode simplesmente observar.
Cada respiração que entra traz uma luz,
Uma suavidade.
Cada respiração que sai dissipa a névoa um pouco mais.
Sinta o ar entrando pelos pulmões,
Se expandindo pelo peito e depois saindo,
Levando embora fragmentos de medo,
Angústia e ansiedade que já não pertencem ao presente.
A sua mente pode compreender algo simples e profundo.
O perigo já passou,
O que resta é um eco de uma defesa que já não é mais necessária.
Enquanto você respira,
Imagine que o ar percorre o corpo como um rio claro,
Lavando cada parte do corpo.
A água interna do seu ser carrega para longe os vestígios de alerta,
O coração desacelera e o corpo relaxa profundamente.
E você começa a lembrar como é se sentir seguro.
Não porque o mundo mudou,
Mas porque dentro de você há um centro que não se abala.
Esse centro nasce agora,
Silencioso e firme.
Você pode se manter em segurança e tem a capacidade de agir.
A certeza pulsa devagar,
Emitindo uma sensação de calma e se espalha em ondas suaves,
Alcançando a mente,
Os músculos,
A respiração.
Quanto mais você sente essa luz,
Mais o medo se transforma em presença.
Você pode perceber que é fácil relaxar e se sentir cada vez mais inteiro nesse momento.
Agora que o corpo repousa,
Inquietude e o coração pulsam num ritmo tranquilo,
Imagine se caminhando para dentro de uma antiga sala de cinema.
Uma sala que existe apenas dentro da sua mente.
As poltronas são confortáveis,
A luz é confortável,
Há um silêncio acolhedor que envolve tudo.
Você se senta e diante de você há uma grande tela e nela começam a surgir imagens que talvez um dia provocaram medo,
Desconforto ou ansiedade.
Você observa de um novo ponto,
Você está na sala,
Não está nas imagens,
Não está dentro da cena,
Mas está diante dela,
Com uma distância segura e consciente.
Perceba como é diferente assistir ao invés de reviver.
A mente,
Quando se sente segura,
Começa a reinterpretar o passado com novos olhos.
Você está reinterpretando o passado com olhos de segurança,
De abertura e liberdade.
O corpo permanece calmo,
O peito aberto e a respiração livre,
Enquanto observa algo curioso acontece.
As imagens começam a mudar,
Os sons perdem a cor e a intensidade,
As cores se tornam mais suaves,
Os rostos se desfazem em luz.
Você percebe que cada medo era apenas uma tentativa da mente de protegê-lo,
Uma forma imperfeita de cuidado.
Com essa compreensão você pode olhar para cada cena e dizer mentalmente,
Obrigado por tentar me proteger,
Agora você pode descansar.
Ao pronunciar estas palavras,
Algo se dissolve,
O antigo medo se transforma em aprendizado,
A fobia perde a forma,
O pânico perde a voz,
A ansiedade perde a urgência e no lugar do medo nasce a clareza.
A luz da tela agora se expande e sai dos limites do quadro,
Preenchendo toda a sala,
Ela toca sua pele e envolve seu corpo,
Entra pela sua respiração,
É uma luz silenciosa que está reprogramando cada circuito mental ligado ao medo,
E o inconsciente,
Sábio,
Atento começa agora a registrar esse novo padrão de segurança.
Tudo em você se reorganiza,
O sistema nervoso vai se acalmando e entende que é seguro sentir,
É seguro existir,
É seguro relaxar,
E nessa certeza suave a mente adormece em paz.
Enquanto essa nova luz preenche todos os espaços internos,
A mente respira em outra frequência e as células absorvem esse novo código de segurança e o corpo inteiro descansa sem medo.
Respire fundo e absorva a ideia,
Dizendo para si eu compreendo que o medo era um reflexo do meu desejo de viver,
Agora eu escolho viver com consciência,
Sem alarmes e sem medo,
Em mim o que antes tremia se transforma em uma sabedoria,
Eu aprendo a confiar na força que permanece quando tudo se aquieta.
Cada lembrança que um dia doeu agora se torna uma fonte de clareza e compaixão por quem eu fui,
Eu permito que a coragem não vem do esforço,
Mas do simples ato,
Permanecer presente.
Minha mente já não reage mais,
Ela observa,
Entende,
Dissolve com a mesma suavidade que o vento dispersa a névoa.
O que um dia me assustou agora é apenas uma história antiga sendo recolhida pela luz da compreensão.
Eu descanso na certeza de que meu corpo sabe se curar,
Que minha mente pode se refazer.
Cada medo se converte em um degrau de autoconhecimento,
Cada sombra numa janela de luz.
Eu aceito o medo como um visitante,
Mas não como um morador,
Ele vem,
Eu escuto e deixo ir.
A calma e a serenidade se instalam em mim como uma nova linguagem e meu corpo inteiro aprende a pronunciá-la.
Eu me torno maior do que qualquer pensamento,
Mais profundo do que qualquer emoção.
A segurança que eu buscava fora sempre esteve em mim,
Silenciosa e constante como o bater do meu coração.
Agora meu inconsciente grava um novo caminho,
O da serenidade,
É inabalável e eu me reconheço como uma presença que acolhe,
Transforma e liberta.
O medo perde o sentido quando eu descubro que o amor é a base de tudo o que eu sou.
Eu compreendo que o medo era um reflexo do meu desejo de viver,
Agora eu escolho viver com consciência,
Sem alarmes e sem medo.
Em mim o que antes tremia se transforma em uma sabedoria e eu aprendo a confiar na força que permanece quando tudo se aquieta.
Cada lembrança que um dia doeu agora se torna uma fonte de clareza e compaixão por quem eu fui.
Eu permito que a coragem não venha do esforço,
Mas do simples ato,
Permanecer presente.
Minha mente já não reage mais,
Ela observa,
Entende,
Dissolve com a mesma suavidade que o vento dispersa a névoa.
O que um dia me assustou agora é apenas uma história antiga sendo recolhida pela luz da compreensão.
Eu descanso na certeza de que meu corpo sabe se curar,
Que minha mente pode se refazer.
Cada medo se converte em um degrau de autoconhecimento,
Cada sombra numa janela de luz.
Eu aceito o medo como um visitante,
Mas não como um morador.
Ele vem,
Eu escuto e deixo ir.
A calma e a serenidade se instalam em mim como uma nova linguagem e meu corpo inteiro aprende a pronunciá-la.
Eu me torno maior do que qualquer pensamento,
Mais profundo do que qualquer emoção.
A segurança que eu buscava fora sempre esteve em mim,
Silenciosa e constante como o bater do meu coração.
Agora meu inconsciente grava um novo caminho,
O da serenidade,
Que é inabalável e eu me reconheço como a presença que acolhe,
Transforma e liberta.
O medo perde o sentido quando eu descubro que o amor é a base de tudo que eu sou.
Eu compreendo que o medo era um reflexo do meu desejo de viver.
Agora eu escolho viver com consciência,
Sem alarmes e sem medo.
Em mim,
O que antes tremia se transforma em uma sabedoria e eu aprendo a confiar na força que permanece quando tudo se aquieta.
Cada lembrança que um dia doeu agora se torna uma fonte de clareza e compaixão por quem eu fui.
Eu permito que a coragem,
Não venha do esforço,
Mas do simples ato,
Permanecer presente.
Minha mente já não reage mais.
Ela observa,
Entende,
Dissolve com a mesma suavidade que o vento dispersa a névoa.
O que um dia me assustou agora é apenas uma história antiga sendo recolhida pela luz da compreensão.
Eu descanso na certeza de que meu corpo sabe se curar,
Que minha mente pode se refazer.
Cada medo se converte em um degrau de autoconhecimento,
Cada sombra numa janela de luz.
Eu aceito o medo como um visitante,
Mas não como um morador.
Ele vem,
Eu escuto e deixo ir.
A calma e a serenidade se instalam em mim como uma nova linguagem e meu corpo inteiro aprende a pronunciá-la.
Eu me torno maior do que qualquer pensamento,
Mais profundo do que qualquer emoção.
A segurança que eu buscava fora sempre esteve em mim,
Silenciosa e constante como o bater do meu coração.
Agora meu inconsciente grava um novo caminho,
O da serenidade,
Que é inabalável e eu me reconheço como a presença que acolhe,
Transforma e liberta.
O medo perde o sentido quando eu descubro que o amor é a base de tudo o que eu sou.
Eu compreendo que o medo era um reflexo do meu desejo de viver.
Agora eu escolho viver com consciência,
Sem alarmes e sem medo.
Em mim o que antes tremia se transforma em uma sabedoria e eu aprendo a confiar na força que permanece quando tudo se aquieta.
Cada lembrança que um dia doeu agora se torna uma fonte de clareza e compaixão por quem eu fui.
Eu permito que a coragem não venha do esforço,
Mas do simples ato,
Permanecer presente.
Minha mente já não reage mais,
Ela observa,
Entende,
Dissolve com a mesma suavidade que o vento dispersa a névoa.
O que um dia me assustou agora é apenas uma história antiga sendo recolhida pela luz da compreensão.
Eu descanso na certeza de que meu corpo sabe se curar,
Que minha mente pode se refazer.
Cada medo se converte em um degrau de autoconhecimento,
Cada sombra numa janela de luz.
Eu aceito o medo como um visitante,
Mas não como um morador.
Ele vem,
Eu escuto e deixo ir.
A calma e a serenidade se instalam em mim como uma nova linguagem e meu corpo inteiro aprende a pronunciá-la.
Eu me torno maior do que qualquer pensamento,
Mais profundo do que qualquer emoção.
A segurança que eu buscava fora sempre esteve em mim,
Silenciosa e constante como o bater do meu coração.
Agora meu inconsciente grava um novo caminho,
O da serenidade,
Que é inabalável e eu me reconheço como a presença que acolhe,
Transforma e liberta.
O medo perde o sentido quando eu descubro que o amor é a base de tudo o que eu sou.
Eu compreendo que o medo era um reflexo do meu desejo de viver.
Agora eu escolho viver com consciência,
Sem alarmes e sem medo.
Em mim,
O que antes tremia se transforma em uma sabedoria e eu aprendo a confiar na força que permanece quando tudo se aquieta.
Cada lembrança que um dia doeu agora se torna uma fonte de clareza e compaixão por quem eu fui.
Eu permito que a coragem não venha do esforço,
Mas do simples ato,
Permanecer presente.
Minha mente já não reage mais,
Ela observa,
Entende,
Dissolve com a mesma suavidade que o vento dispersa a névoa.
O que um dia me assustou agora é apenas uma história antiga sendo recolhida pela luz da compreensão.
Eu descanso na certeza de que meu corpo sabe se curar,
Que minha mente pode se refazer.
Cada medo se converte em um degrau de autoconhecimento,
Cada sombra numa janela de luz.
Eu aceito o medo como um visitante,
Mas não como um morador.
Ele vem,
Eu escuto e deixo ir.
A calma e a serenidade se instalam em mim como uma nova linguagem e meu corpo inteiro aprende a pronunciá-la.
Eu me torno maior do que qualquer pensamento,
Mais profundo do que qualquer emoção.
A segurança que eu buscava fora sempre esteve em mim,
Silenciosa e constante como o bater do meu coração.
Agora meu inconsciente grava um novo caminho,
O da serenidade.
É inabalável e eu me reconheço como uma presença que acolhe,
Transforma e liberta.
O medo perde o sentido quando eu descubro que o amor é a base de tudo o que eu sou.
Eu compreendo que o medo era um reflexo do meu desejo de viver.
Agora eu escolho viver com consciência,
Sem alarmes e sem medo.
Em mim o que antes tremia se transforma em uma sabedoria e eu aprendo a confiar na força que permanece quando tudo se aquieta.
Cada lembrança que um dia doeu agora se torna uma fonte de clareza e compaixão por quem eu fui.
Eu permito que a coragem não venha do esforço,
Mas do simples ato,
Permanecer presente.
Minha mente já não reage mais.
Ela observa,
Entende,
Dissolve com a mesma suavidade que o vento dispersa a névoa.
O que um dia me assustou agora é apenas uma história antiga sendo recolhida pela luz da compreensão.
Eu descanso na certeza de que meu corpo sabe se curar,
Que minha mente pode se refazer.
Cada medo se converte em um degrau de autoconhecimento,
Cada sombra numa janela de luz.
Eu aceito o medo como um visitante,
Mas não como um morador.
Ele vem,
Eu escuto e deixo ir.
A calma e a serenidade se instalam em mim como uma nova linguagem e meu corpo inteiro aprende a pronunciá-la.
Eu me torno maior do que qualquer pensamento,
Mais profundo do que qualquer emoção.
A segurança que eu buscava fora sempre esteve em mim,
Silenciosa e constante como o bater do meu coração.
Agora meu inconsciente grava um novo caminho,
O da serenidade,
Que é inabalável e eu me reconheço como a presença que acolhe,
Transforma e liberta.
O medo perde o sentido quando eu descubro que o amor é a base de tudo o que eu sou.
Eu compreendo que o medo era um reflexo do meu desejo de viver.
Agora eu escolho viver com consciência,
Sem alarmes e sem medo.
Em mim o que antes tremia se transforma em uma sabedoria e eu aprendo a confiar na força que permanece quando tudo se aquieta.
Cada lembrança que um dia doeu agora se torna uma fonte de clareza e compaixão por quem eu fui.
Eu permito que a coragem,
Não vem do esforço,
Mas do simples ato,
Permanecer presente.
Minha mente já não reage mais.
Ela observa,
Entende,
Dissolve com a mesma suavidade que o vento dispersa a névoa.
O que um dia me assustou agora é apenas uma história antiga sendo recolhida pela luz da compreensão.
Eu descanso na certeza de que meu corpo sabe se curar,
Que minha mente pode se refazer.
Cada medo se converte em um degrau de autoconhecimento,
Cada sombra numa janela de luz.
Eu aceito o medo como um visitante,
Mas não como um morador.
Ele vem,
Eu escuto e deixo ir.
A calma e a serenidade se instalam em mim como uma nova linguagem e meu corpo inteiro aprende a pronunciá-la.
Eu me torno maior do que qualquer pensamento,
Mais profundo do que qualquer emoção.
A segurança que eu buscava fora sempre esteve em mim,
Silenciosa e constante como o bater do meu coração.
Agora meu inconsciente grava um novo caminho,
O da serenidade é inabalável e eu me reconheço como uma presença que acolhe,
Transforma e liberta.
O medo perde o sentido quando eu descubro que o amor é a base de tudo o que eu sou.
Eu compreendo que o medo era um reflexo do meu desejo de viver.
Agora eu escolho viver com consciência,
Sem alarmes e sem medo.
Em mim o que antes tremia se transforma em uma sabedoria e eu aprendo a confiar na força que permanece quando tudo se aquieta.
Cada lembrança que um dia doeu agora se torna uma fonte de clareza e compaixão por quem eu fui.
Eu permito que a coragem não vem do esforço mas do simples ato,
Permanecer presente.
Minha mente já não reage mais,
Ela observa,
Entende,
Dissolve com a mesma suavidade que o vento dispersa a névoa.
O que um dia me assustou agora é apenas uma história antiga sendo recolhida pela luz da compreensão.
Eu descanso na certeza de que meu corpo sabe se curar,
Que minha mente pode se refazer.
Cada medo se converte em um degrau de autoconhecimento,
Cada sombra numa janela de luz.
Eu aceito o medo como um visitante mas não como um morador.
Ele vem,
Eu escuto e deixo ir.
A calma e a serenidade se instalam em mim como uma nova linguagem e meu corpo inteiro aprende a pronunciá-la.
Eu me torno maior do que qualquer pensamento,
Mais profundo do que qualquer emoção.
A segurança que eu buscava fora sempre esteve em mim,
Silenciosa e constante como o bater do meu coração.
Agora meu inconsciente grava um novo caminho,
O da serenidade,
Que é inabalável e eu me reconheço como uma presença que acolhe,
Transforma e liberta.
O medo perde o sentido quando eu descubro que o amor é a base de tudo o que eu sou.
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Agora eu escolho viver com consciência,
Sem alarmes e sem medo.
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Eu permito que a coragem,
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O que um dia me assustou agora é apenas uma história antiga sendo recolhida pela luz da compreensão.
Eu descanso na certeza de que meu corpo sabe se curar,
Que minha mente pode se refazer.
Cada medo se converte em um degrau de autoconhecimento,
Cada sombra numa janela de luz.
Eu aceito o medo como um visitante,
Mas não como um morador.
Ele vem,
Eu escuto e deixo ir.
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Eu me torno maior do que qualquer pensamento,
Mais profundo do que qualquer emoção.
A segurança que eu buscava fora sempre esteve em mim,
Silenciosa e constante como o bater do meu coração.
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Que é inabalável e eu me reconheço como uma presença que acolhe,
Transforma e liberta.
O medo perde o sentido quando eu descubro que o amor é a base de tudo o que eu sou.
Eu compreendo que o medo era um reflexo do meu desejo de viver.
Agora eu escolho viver com consciência,
Sem alarmes e sem medo.
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Eu permito que a coragem não vem do esforço,
Mas do simples ato,
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Ela observa,
Entende,
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O que um dia me assustou agora é apenas uma história antiga sendo recolhida pela luz da compreensão.
Eu descanso na certeza de que meu corpo sabe se curar,
Que minha mente pode se refazer.
Cada medo se converte em um degrau de autoconhecimento,
Cada sombra numa janela de luz.
Eu aceito o medo como um visitante,
Mas não como um morador.
Ele vem,
Eu escuto e deixo ir.
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Eu me torno maior do que qualquer pensamento,
Mais profundo do que qualquer emoção.
A segurança que eu buscava fora sempre esteve em mim,
Silenciosa e constante como o bater do meu coração.
Agora meu inconsciente grava um novo caminho,
O da serenidade,
Que é inabalável e eu me reconheço como uma presença que acolhe,
Transforma e liberta.
O medo perde o sentido quando eu descubro que o amor é a base de tudo o que eu sou.
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Agora eu escolho viver com consciência,
Sem alarmes e sem medo.
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Entende,
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Eu aceito o medo como um visitante,
Mas não como um morador.
Ele vem,
Eu escuto e deixo ir.
A calma e a serenidade se instalam em mim como uma nova linguagem e meu corpo inteiro aprende a pronunciá-la.
Eu me torno maior do que qualquer pensamento,
Mais profundo do que qualquer emoção.
A segurança que eu buscava fora sempre esteve em mim,
Silenciosa e constante como o bater do meu coração.
Agora meu inconsciente grava um novo caminho,
O da serenidade.
É inabalável e eu me reconheço como uma presença que acolhe,
Transforma e liberta.
O medo perde o sentido quando eu descubro que o amor é a base de tudo o que eu sou.
Eu compreendo que o medo era um reflexo do meu desejo de viver.
Agora eu escolho viver com consciência,
Sem alarmes e sem medo.
Em mim o que antes tremia se transforma em uma sabedoria e eu aprendo a confiar na força que permanece quando tudo se aquieta.
Cada lembrança que um dia doeu agora se torna uma fonte de clareza e compaixão por quem eu fui.
Eu permito que a coragem,
Não vem do esforço,
Mas do simples ato,
Permanecer presente.
Minha mente já não reage mais.
Ela observa,
Entende,
Dissolve com a mesma suavidade que o vento dispersa a névoa.
O que um dia me assustou agora é apenas uma história antiga sendo recolhida pela luz da compreensão.
Eu descanso na certeza de que meu corpo sabe se curar,
Que minha mente pode se refazer.
Cada medo se converte em um degrau de autoconhecimento,
Cada sombra numa janela de luz.
Eu aceito o medo como um visitante,
Mas não como um morador.
Ele vem,
Eu escuto e deixo ir.
A calma e a serenidade se instalam em mim como uma nova linguagem e meu corpo inteiro aprende a pronunciá-la.
Eu me torno maior do que qualquer pensamento,
Mais profundo do que qualquer emoção.
A segurança que eu buscava fora sempre esteve em mim,
Silenciosa e constante como o bater do meu coração.
Agora meu inconsciente grava um novo caminho,
O da serenidade,
Que é inabalável e eu me reconheço como uma presença que acolhe,
Transforma e liberta.
O medo perde o sentido quando eu descubro que o amor é a base de tudo que eu sou.
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Sem alarmes e sem medo.
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Que minha mente pode se refazer.
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Eu aceito o medo como um visitante,
Mas não como um morador.
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A calma e a serenidade se instalam em mim como uma nova linguagem e meu corpo inteiro aprende a pronunciá-la.
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O da serenidade,
Que é inabalável e eu me reconheço como a presença que acolhe,
Transforma e liberta.
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Eu compreendo que o medo era um reflexo do meu desejo de viver.
Agora eu escolho viver com consciência,
Sem alarmes e sem medo.
Em mim o que antes tremia se transforma em uma sabedoria e eu aprendo a confiar na força que permanece quando tudo se aquieta.
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Eu permito que a coragem não venha do esforço,
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Permanecer presente.
Minha mente já não reage mais.
Ela observa,
Entende,
Dissolve com a mesma suavidade que o vento dispersa a névoa.
O que um dia me assustou agora é apenas uma história antiga sendo recolhida pela luz da compreensão.
Eu descanso na certeza de que meu corpo sabe se curar,
Que minha mente pode se refazer.
Cada medo se converte em um degrau de autoconhecimento,
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Eu aceito o medo como um visitante,
Mas não como um morador.
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Eu me torno maior do que qualquer pensamento,
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Silenciosa e constante como o bater do meu coração.
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Transforma e liberta.
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