
Mindfulness Escaneamento Corporal 30 min
by Thai Ribeiro
Esta prática de mindfulness envolve direcionar a atenção intencionalmente e sem julgamentos para diferentes partes do corpo, promovendo relaxamento, conexão mente-corpo, e uma percepção mais profunda das sensações físicas. Isso ajuda a cultivar maior consciência do momento presente e equilíbrio emocional.
Transcrição
Prática de escaneamento corporal.
Para essa prática,
Encontre uma posição confortável,
Podendo ser sentada ou deitada,
Deixando o corpo a repousar sobre a superfície em que está em contato,
Da maneira mais confortável possível,
Imaginando o corpo sendo totalmente sustentado pela superfície de apoio neste momento.
Se estiver na posição deitada,
Deixe os braços repousarem ao lado do corpo ou sobre a barriga,
Acomodando da melhor forma para que não haja tensões desnecessárias.
As pernas também permanecem alongadas,
Com os pés inclinados confortavelmente para os lados,
E se possível,
Fechando os olhos gentilmente ou deixando-os entreabertos se preferir.
A intenção é permanecermos acordados durante o escaneamento corporal.
Portanto,
Se surgir sonolência em qualquer momento,
Saiba que temos a escolha de mantê-los abertos.
Durante a prática,
Vamos trazer atenção plena ao corpo,
Explorando sensações ou mesmo a ausência delas,
Com curiosidade e aceitação.
Se sua mente se distrair,
Isso é natural.
Apenas reconheça e volte gentilmente sua atenção para o corpo,
Ou,
Se preferir,
Para a respiração,
Notando o que surge na experiência,
Momento a momento,
Sem a expectativa de atingir algum objetivo ou chegar a algum lugar,
Cultivando a curiosidade e abertura ao que se apresenta.
Agora,
Tendo uma sensação do corpo como todo,
Deitado ou sentado,
Percebendo o espaço que o corpo ocupa e que o corpo está respirando.
Gentilmente,
Trazendo consciência às sensações que surgem na inspiração e na expiração,
No próprio ritmo do corpo,
Notando o ar entrando,
O ar saindo,
Permitindo que o corpo respire naturalmente,
Sem tentar controlar a respiração.
Aproximando-se da respiração onde está mais proeminente,
Talvez na barriga,
No peito ou nas narinas.
Permita-se simplesmente estar aqui,
Respirando,
Nada para fazer,
Nenhum lugar para ir.
Apenas repousando na sua própria presença.
E agora,
A partir da observação mais consciente da respiração,
Movendo a consciência para as partes do corpo,
Começando nos dedos do pé esquerdo,
Trazendo a consciência às sensações nos dedos do pé,
Explorando as sensações em cada um deles.
Do maior ao menor.
Talvez percebendo a temperatura,
Formigamentos ou adormecimentos.
Sem a necessidade de criar sensações movendo os dedos,
Notando o que está presente,
Seja lá o que for.
E permitindo que as sensações sejam como são.
E se não houver sensações,
Está tudo bem,
Cultivando a atitude de abertura e permanecer com a experiência de não ter muito o que sentir.
E permitindo que seja assim.
Aos poucos,
Ampliando e deslocando o foco da consciência dos dedos do pé para outras partes do pé esquerdo,
Como a planta do pé,
O calcanhar,
As laterais,
Talvez sensações da pele do pé e quaisquer sensações dos ossos,
Músculos,
Tendões dentro do pé.
Explorando detalhadamente,
Sem pressa.
Aos poucos,
Deixe o pé ir para o plano de fundo e direcione a atenção para o tornozelo esquerdo,
Explorando as sensações do tornozelo.
Talvez você sinta tensão,
Suavidade ou nada específico.
Apenas esteja com o que surgir.
E à medida que expira,
Gentilmente deixando o tornozelo e movendo o foco da atenção para a região entre o tornozelo e o joelho.
Movendo o foco para a região da panturrilha esquerda e canela esquerda.
Lentamente explorando as sensações,
Talvez sensações da pele,
Músculos e ossos.
Permitindo que sua consciência esteja totalmente presente para qualquer sensação nessa área.
Quando perceber que a mente divagou,
Apenas registre onde ela foi,
Pacientemente a conduza de volta às sensações da canela e da panturrilha esquerda.
Agora,
Lentamente,
Movendo o foco da atenção para o joelho esquerdo,
Se abrindo ao que está surgindo sem mudar nada.
Reconhecendo e acolhendo.
Investigando o joelho com curiosidade,
Como a parte de trás do joelho,
A parte da frente,
As laterais.
Inspirando e expirando naturalmente.
Aos poucos,
Soltando o joelho e movendo a consciência à coxa esquerda.
Percebendo os contatos da coxa esquerda,
Talvez sentindo seu peso,
Talvez sensações musculares.
Não acerta o errado ao que se apresenta a cada momento.
Apenas permita-se sentir as sensações que surgirem,
Sem julgamentos.
Se abrindo a sentir as sensações neste local.
De maneira consciente,
Neste momento,
Deixando a coxa esquerda e direcionando a atenção descendo pela perna direita até os dedos do pé direito.
Explorando as sensações nos dedos do pé direito.
Do maior ao menor.
Com curiosidade,
Investigando o que está presente.
Talvez sentindo a temperatura,
Formigamentos ou qualquer outra sensação presente.
E se não houver nada,
Está tudo bem.
Aos poucos,
Ampliando e deslocando o foco da consciência dos dedos do pé para outras partes do pé direito.
Como a planta,
O calcunhar,
As laterais,
Talvez sensações da pele ou quaisquer sensações dos ossos,
Músculos,
Tendões dentro do pé direito.
Observando tudo com a presença aberta.
Não há nada para forçar.
Apenas permita-se estar com o que surgir.
Aos poucos,
Deixe o pé ir para o plano de fundo e direcione a atenção para o tornozelo direito.
Explorando as sensações que possam estar presentes.
E lentamente,
Vai subindo a sua atenção.
Sentindo a canela e a panturrilha direita.
Talvez percebendo as sensações na pele,
Músculos ou ossos.
Se a mente ir devagar,
Reconheça isso e,
Gentilmente,
Traga a atenção de volta às sensações na perna.
Agora,
Mova a sua atenção para o joelho direito.
Para todo o joelho direito.
Parte de trás do joelho,
Laterais,
Parte da frente.
E conhecendo o que está presente,
Sem tentar mudar nada.
Lembrando que,
Às vezes,
A mente devagará por apenas um instante e,
Outras vezes,
Por vários minutos.
E tudo bem.
Sem certo ou errado.
Sem julgamentos ou críticas.
Apenas tomando consciência que a mente está devagando e voltando a dirigir a atenção e a observação para o joelho direito.
Aos poucos,
Deixando o joelho e sentindo a coxa direita.
Percebendo o seu peso,
Contato e,
Talvez,
Sensações musculares.
Gentilmente,
Deixando a coxa direita e trazendo a atenção agora para toda a região da pelve.
Toda a região do quadril.
Talvez notando sensações mais superficiais e outras mais profundas.
Permitindo que as sensações sejam como são.
Agradáveis,
Desagradáveis ou neutras.
Aceitando o que surge,
Da forma como surge.
Expandindo um pouco mais,
Chegando à região baixa das costas.
É comum que essa parte do corpo acumule tensão e estresse.
Então,
Na medida do possível,
Permitindo que suavize,
Enquanto imagina a respiração entrando nessa área e a tensão saindo com cada expiração,
Se possível.
Aos poucos,
Soltando essa parte,
Movendo-se para a barriga.
Percebendo as sensações que surgem enquanto a respiração acontece naturalmente.
Subir da barriga com a inspiração.
E o descer com a expiração.
Expirando e expirando.
E sempre que a mente ir devagar,
Apenas trazendo-a de volta com gentileza.
Voltando às sensações deste momento.
Talvez notando movimentos internos.
Talvez sons.
Investigando com curiosidade e sem julgamentos.
Da barriga subindo em direção ao peito.
Acolhendo gentilmente os movimentos da respiração.
Talvez sentindo os batimentos do coração,
Se possível.
Talvez sentindo o inflar e o desinflar dos pulmões.
Subindo e descendo.
Com uma sensação de abertura,
Suavidade e gentileza.
E agora,
Lentamente,
Deslocando a consciência para a parte superior das costas.
Chegando aos ombros.
Imaginando que está respirando dentro destas regiões dos ombros.
E em cada expiração,
Soltando-os.
Talvez permitindo que a tensão seja liberada com cada expiração.
Aos poucos,
Deixando ir esta parte do corpo e movendo o foco da consciência agora para os braços.
Braço direito e braço esquerdo,
Simultaneamente.
Para os cotovelos,
Antebraços e punhos.
Notando o que está presente em ambos os braços.
E,
Gentilmente,
Chegando até as mãos.
Ambas as mãos ao mesmo tempo.
Percebendo os dedos e o espaço entre eles.
Talvez notando o formigamento,
Pulsação,
Frio,
Calor.
Peso,
Leveza.
Ou qualquer outra coisa.
Abandonando qualquer ideia sobre o que deveria estar sentindo.
E permitindo que a experiência esteja exatamente como está.
Agora,
Deixando o campo da consciência expandir-se novamente.
Retornar aos punhos,
Antebraços,
Cotovelos e braços.
Chegando com atenção agora ao pescoço.
Tendo consciência da estrutura,
Da pele,
Do pescoço como um todo.
Talvez sentindo o ar passando pela garganta à medida que respira.
Sempre que alguma distração,
Pensamento,
Sensação ou preocupação vier à tona.
Gentilmente apenas perceba,
Deixando passar sem julgamento,
Sem se empreender.
Voltando novamente para a parte do corpo que está explorando.
Aos poucos,
Deixando o pescoço e movendo para a face e cabeça.
Começando com o queixo e a mandíbula.
Quais sensações estão presentes nessa parte do rosto?
É possível respirar e soltar essa parte?
Prosseguindo,
Investigando suavemente as bochechas,
Os lábios,
Dentro da boca,
Céu da boca,
Dentes,
Gengivas,
Língua.
Expandindo agora a atenção para a superfície do nariz,
Narinas,
Parte de dentro do nariz.
Observando se algo muda ou não na experiência.
Incluindo agora os olhos,
As pálpebras,
Sobrancelhas e sentindo a testa,
O meio da testa.
Veja se é possível respirar nessa região da testa,
Suavizando a expressão.
Mais uma vez,
Expandindo o campo da consciência para as laterais da cabeça e orelhas.
Notando as sensações na parte de trás da cabeça,
Couro cabeludo e o topo da cabeça.
Notando qualquer sensação ou ausência dela.
Agora,
Expanda sua atenção para o corpo inteiro,
Como uma única unidade.
Trazendo consciência do topo da cabeça até os dedos dos pés.
Sentindo o corpo.
Abrindo-se as sensações de toda e qualquer parte do corpo.
Consciente do corpo como todo.
E talvez imaginando que é possível inspirar e expirar por todo o corpo.
Como se o corpo inteiro estivesse respirando.
E lentamente,
Na medida do possível,
Se preparando para finalizar esta experiência.
Consciente de estar aqui neste momento,
Permitindo que está presente sem esperar algo diferente.
Talvez movendo os dedos das mãos e dos pés suavemente.
Permitindo que o corpo retorne ao movimento.
Abrindo os olhos devagar,
Se eles estiverem fechados.
E sentindo-se ancorado no momento presente.
Lembre-se,
Esta prática não é sobre alcançar algo,
Mas sobre estar com o que é.
Tudo já está aqui,
Exatamente como deveria estar.
Conheça seu professor
More from Thai Ribeiro
Meditações Relacionadas
Trusted by 35 million people. It's free.

Get the app
