
Seus Aparelhos Te Hipnotizam?
by João Alencar
Mídias sociais, jogos e outros entretenimentos eletrônicos podem treinar nosso cérebro a atuar da forma contrária à atenção plena: o piloto automático de acessar informações em excesso num processo que nos anestesia cada vez mais. Aprender a lidar com nossos aparelhos pode nos ajudar a ter uma vida mais rica.
Transcrição
Olá pessoal,
Está começando aqui mais um episódio do AlmaLivreCast,
Seu podcast sobre espiritualidade universalista independente.
Eu queria falar aqui com vocês hoje sobre hipnose eletrônica,
É isso mesmo,
A gente ficar viciado aí nas mídias sociais,
Jogos eletrônicos e o que mais né,
Netflix e tudo mais.
Eu costumo dizer que o contrário da atenção plena,
O contrário do estado meditativo constante,
Geralmente a gente fica ali perdido nas mídias sociais ou nos jogos.
Na atenção plena,
O interessante é que a gente está constantemente prestando atenção nas sensações,
No ambiente,
Em nós mesmos,
No nosso estado interior,
Nos nossos sentimentos,
Nas nossas emoções,
Pensamentos e tudo mais.
E a gente está naquele domínio né,
De nós mesmos e da vida em si,
Do que está acontecendo ao nosso redor.
E quando a gente vai aí então para a mídia social,
O efeito geralmente é o contrário,
É você perder a noção do tempo,
Perder a noção de si,
Das suas sensações,
Sair da sua percepção e passar a entrar para o seu julgamento,
Pensamento,
A avaliação do cenário que você está construindo ali,
Reconstruindo o cenário virtual na sua cabeça e saindo da realidade do aqui e agora para se distrair e sair às vezes do seu estresse né.
Tem gente que fala assim,
Ah,
Porque eu gosto de usar um joguinho ou usar um,
Sei lá,
Entrar nas mídias sociais para poder relaxar.
E,
Na verdade,
A pessoa não relaxa,
O que ela faz é se distrair né,
E colocar a cabeça em outra questão.
Por que ela pensa que ela está relaxando?
Porque geralmente ela está com a cabeça presa ali num problema,
Numa situação do trabalho ou no problema até de relacionamento e tudo mais,
E ela não consegue tirar a cabeça daquilo,
Ela se esgota pensando nessa situação e aí ela vai lá para mídia social ou vai para o jogo,
Vai para mídia em geral e tira a cabeça daquele foco ali mais pesado,
Estressante e coloca a cabeça em uma coisa mais lúdica,
Mas ela não está deixando de gastar energia,
De gastar a sua concentração,
Atenção,
Pensamento,
Julgamento,
Cálculo,
Muitas vezes no jogo então,
Gasta mais ainda ali a sua energia mental né.
Então,
Ela acha relaxando porque está tirando a cabeça dos problemas,
Mas ela está,
Na verdade,
Botando a energia,
Gastando energia com outra coisa que não o problema,
Mas ainda continua ali criando cenários mentais que não são cenários de problema né,
Mas são outras avaliações,
Julgamentos e tentativa de controle de um cenário que não está no aqui e agora.
Então,
A gente sai do domínio da consciência plena de sentir e perceber e vai para o controle ali da situação,
Controlar o jogo,
Controlar ali o que eu estou postando,
Controlar a reação do público né,
Que estou colocando ali os meus posts,
Meus comentários e tudo mais e vendo o que está saindo do que eu estou colocando né,
E gastando energia ali naquilo,
Mas não é necessariamente um relaxamento.
E aí tem um probleminha por trás dessas mídias sociais e dos jogos que eles são construídos para te manter botando ali,
Para criar o hábito em você de ficar ali voltando a executar aquela ação,
De acessar aquela mídia ou de acessar aquele jogo.
Então,
Eles têm ali estrategistas,
Gente que está constantemente pesquisando como que a empresa pode fazer para fidelizar ainda mais os seus usuários,
Os seus clientes né,
E a gente acha que está tudo de graça ali né,
Nessas mídias sociais ou nos jogos até,
Mas a gente sabe que nada é de graça né,
A gente está ali consumindo uma coisa de graça entre aspas,
Mas tem uma troca,
Tem um porém né,
A gente está vivendo hoje aí na era da economia da atenção,
Ou seja,
As empresas estão disputando a sua atenção para vender para você,
Mostrando para você propagandas,
Mostrando para você várias situações ali para tentar atrair o seu clique,
Para você deixar um dinheirinho lá né,
Para eles,
E aí você faz isso e eles estão ganhando dinheiro em mostrar aquela propaganda para você,
E na verdade você está sendo vendido para aquelas empresas,
Vou explicar melhor,
Digamos que você está lá no Facebook,
E aí o Facebook tem os seus dados mais ou menos do que você curte,
O que você gosta,
O que você compartilha né,
E aí ele pega esses dados e direciona para as empresas que querem fazer propagandas,
Então a empresa paga o Facebook para ter acesso a um público,
Que esse público é você,
Que tem o perfil X,
Para poder mostrar a propaganda para você,
E aí então o Facebook está ganhando para mostrar essas propagandas para você,
E a empresa está lá captando seus dados também,
E ganhando de repente um dinheirinho do seu clique lá,
Que vai de repente comprar um produto que está adequado aos seus interesses e ao seu gosto né,
Mas muitas vezes o problema vai muito além disso,
Porque esses dados podem ser utilizados para manipulação consciencial também,
O que eu estou chamando de manipulação consciencial?
A gente viu a história da Cambridge Analytica que pegou dados de pessoas que iam votar nas eleições dos Estados Unidos e direcionou ali propaganda eleitoral para aquelas pessoas que estavam indecisas ainda,
Falando nisso eu recomendo para vocês assistirem um filme relacionado a isso,
Que é Privacidade Hackeada da Netflix,
Em inglês é The Great Hack,
Que fala muito da Cambridge Analytica,
Mas vai um pouco mais fundo do que isso,
Vai mais nessa questão mesmo de ética e de como que os dados estão sendo utilizados às vezes contra os usuários,
Tem duas falas interessantes lá,
Dá um pouquinho de spoiler né,
Mas é um documentário então acho que é tranquilo né,
Que é o seguinte,
Dados né,
Bancos de dados sobre os usuários já são mais valiosos do que o petróleo hoje em dia,
Por isso que as grandes empresas da atualidade são grandes empresas de comunicação,
Que elas são as que têm mais bilhões de dólares aí né,
E o que que eles fazem com esses dados né,
Eles monetizam,
Eles utilizam esses dados dos usuários né,
Dos consumidores para direcionar para empresas e as empresas vão ali ter os seus alvos sobre possíveis compradores e tudo mais,
E então é muito disputado esse tipo de dados,
E aí a gente vai sofrendo então questões de ideologia que a gente vai entrando muitas vezes numa bolha,
Numa câmara de eco,
Mas como assim né,
Porque os dados que estão pegando da gente são coisas que a gente fez online né,
Ou seja,
A gente curtiu,
Compartilhou,
Comprou,
Tá tudo sendo lá registrado,
Mais ou menos conectado conosco,
Com o nosso perfil,
Com o nosso nome,
O nosso número de identidade,
E aí as empresas então vão captando,
Compartilhando entre elas essas informações e vão mostrando para nós propagandas e outras coisas e tudo mais,
Que nos direcionem mais aquilo do que nós já mostramos,
Que já consumimos,
Porque aí eles têm mais chance de que nós vamos acessar esses dados,
Vamos acessar essas propagandas né,
Vamos entrar lá,
Clicar e comprar alguma coisa,
Então eles mostram mais do mesmo para a gente,
E é por isso que a gente vai entrando numa bolha social,
Numa câmara de eco,
Porque a gente acha que está bem informado por entrar na internet que tem todo tipo de informação,
Mas muitas vezes a gente entra nos meios que estão mostrando mais do mesmo para a gente,
Mostrando mais daquilo do que a gente já acessou antes,
Então a gente vai limitando a nossa realidade,
Nosso acesso aí online,
Principalmente nas mídias sociais,
Nessas câmaras de eco,
Porque elas estão tentando ganhar mais cliques,
Tentando colocar para a gente mais daquilo do que a gente já consome,
Justamente naquilo que eu estava tentando falar de criar o hábito né,
Eles estão tentando criar o seu hábito de voltar a ficar ali,
Voltar a ficar consumindo,
Passando mais tempo naquela mídia social,
Que mais tempo você passar,
Mais você vai ver propagandas,
Mais eles vão ganhar mostrando propagandas para nós,
E maior possibilidade da gente clicar numa propaganda ali,
Comprar alguma coisa também,
E a gente vai entrando então no processo aí muitas vezes de vício,
Além da alienação,
Que eu falei que cria uma câmara de eco,
Que a gente acha que está se informando super bem,
Mas a gente só está ouvindo a nossa própria opinião refletida muitas vezes,
Sem ouvir nada muito diferente,
Muito distoante daquilo que a gente já acredita,
Que já acompanha,
E além dessa alienação,
A gente pode acabar entrando aí também no vício né,
Nessa hipnose eletrônica como eu falei,
Porque como a ideia é criar o hábito,
Essa ideia de criar o hábito,
Eles não têm um controle muito assim ético digamos,
De como que esse hábito está sendo criado,
O limite dessa criação de hábito,
E o hábito quando se torna compulsivo ou muito frequente,
Ele pode se tornar um vício,
E a gente pode estar pegando aí o celular e abrir e utilizar uma mídia social,
Da mesma forma como pessoas antigamente eram viciadas de cigarro,
E pegava o cigarro e começava a fumar,
E não percebiam o processo todo né,
Não tinham a atenção plena,
Como eu falei aqui,
De que estavam fazendo aquilo,
Porque já estavam fazendo meio que no piloto automático,
Se acostumaram tanto a fazer aquilo,
Que já está ali,
De repente,
Ups,
Estou no instagram,
Ups,
Já estou no facebook,
E você não acompanhou esse movimento com muita lucidez,
Nem com muita consciência,
Que é mais ou menos o que acontece quando a gente vai até a geladeira,
Abre a geladeira,
Passam cinco segundos,
E você se dá conta e pensa,
O que eu estou fazendo,
O que eu vim fazer aqui na geladeira mesmo,
Você foi meio que na hipnose ali,
No modo automático,
No sonambulismo,
E executou aquela ação,
Porque você já está acostumado a ir lá pegar alguma coisa para comer,
Ou para beber e tudo mais,
E aí a mesma coisa vai sendo criada então com os hábitos no celular,
Ou no computador,
Que a gente executa meio que no piloto automático,
Automaticamente,
Sem perceber o que a gente está fazendo,
A nossa real intenção,
E muitas vezes a gente ia fazer uma coisa no celular,
Ia verificar alguma coisa,
E foi fazer outra,
Esqueceu o que eu ia fazer,
Deixou de usar o celular e não fez aquilo que você ia fazer,
Porque se distraiu ali nas notificações e tudo mais,
Que estão te chamando a atenção,
Disputando a sua atenção nessa economia da atenção,
Como eu falei aqui antes,
E aí então eles criam esse processo das notificações também,
Estudado cada vez mais para deixar a sua atenção à mercê dessas mídias,
Por isso que é interessante também a gente ir desligando cada vez mais as notificações do celular,
Dos aplicativos que são mais de entretenimento,
Digamos,
Essas mídias sociais,
E quanto menos você deixar o celular roubar a sua atenção do momento presente,
Melhor.
Falando em alienação,
Em anestesia,
Nessa hipnose,
Eu gosto de fazer uma comparação muitas vezes com uma palavra inglesa chamada pacifier,
Essa palavra pacifier,
Ela é a palavra utilizada para chupeta,
Chupeta de criança,
Sabe?
Bico,
Aquele lá que a criança está chorando,
Porque quer mamar,
E aí você dá aquela chupeta.
Pacifier,
Por que significa isso?
Por que é pacifier?
Se você pensar bem nessa palavra,
Se você traduzir ao pé da letra,
Significa pacificador,
E aí a criança está lá,
Irritada,
Querendo,
Desejosa de mamar ou de colocar qualquer coisa na boca,
E você vai lá e dá a chupeta,
Que é um pacifier,
E aquela criança fica pacificada.
Você pacifica ali uma ânsia,
Uma necessidade enorme com uma simulação da realidade,
Que aquela chupeta vai simular o seio da mãe,
Mas ela vai ficar chupando aquilo ali,
Aquilo ali não tem nada,
Mas,
Mesmo assim,
Ela está acostumada a fazer aquele movimento,
E ela vai se tranquilizar e parar de chorar.
Eu considero mídias sociais,
Os jogos,
Um tipo de pacifier,
Ou seja,
Você está lá no tédio,
Digamos,
Você está lá,
Não tem nada para fazer,
Eu estou aqui entediado,
Eu estou querendo me distrair,
Querendo fazer alguma coisa,
Eu estou com essa ânsia,
E aí eu entro na mídia social ou no jogo,
Entro naquela simulação da realidade também,
E fico pacificado naquela ânsia que eu tinha de fazer alguma coisa,
De realizar alguma ação.
E aí a gente vai ficando anestesiado,
Pacificado com esses brinquedos,
Com esses jogos e tudo mais,
Que são remetentes,
Que remetem à realidade lá fora,
Mas estão aqui numa realidade controlada,
Na mídia ali,
Na virtualidade,
E o que eu faço é abrir mão da realidade,
Dou aqui e agora,
Para ir para a virtualidade e ficar pacified,
Pacificado,
Anestesiado,
E muitas vezes,
Como eu falei,
Viciado,
E se não tomar cuidado,
Alienado também.
Ah,
Mas o que a gente pode fazer então?
Então vamos tentar tomar cuidado com as informações que chegam até nós,
Ver os canais de se manter informado em termos de notícias e tudo mais,
Porque muitas vezes é interessante a gente pegar,
De preferência,
Duas fontes opostas.
Por exemplo,
Se você pensar em política,
A gente pega uma que está analisando mais,
Puxando para um viés da direita,
E outra que está analisando mais,
Puxando para o viés da esquerda.
Então,
O mesmo problema,
Uma mesma problemática,
E você fica com uma visão de conjunto ampliada sobre aquela questão.
Prestar atenção também nessas questões de câmara de eco,
E a gente precisa prestar atenção,
Será que está alguém me vigiando?
Tem,
Tem um algoritmo constantemente registrando tudo o que você faz ali nas mídias sociais para jogar mais para você,
Como propaganda,
Para você se manter utilizando aquilo ali.
Então,
Medir o tempo de uso seria interessante também de ficar nessas mídias.
Uma outra coisa que eu queria terminar falando,
Então,
Que essa ânsia de viver que a gente tem,
Digamos que é a nossa chama interna de fazer algo,
De fazer acontecer,
Que muitas vezes a gente está deixando de fazer e deixando de viver a coisa real,
Na prática,
Na experiência da vida,
De estar saindo e realizar alguma coisa,
Estudar ou fazer.
Aula do que quer que seja,
Aula de inglês,
Aula de música,
Capoeira,
Dança,
Luta,
E estar em contato com pessoas ao vivo e a cores,
E a gente está aí vivendo e experienciando essas coisas,
Que é essa chama interna de estar lá realizando,
E a gente está aqui na preguiça muitas vezes,
A gente está aqui,
Poxa não,
Mas vai dar trabalho,
E aí a gente entra nas mídias e fica lá assim,
Bom,
Na simulação da coisa,
E a gente vira o telespectador e a coisa está acontecendo lá,
Muito lá distante,
Lá por trás de quem filmou ou quem fez aquela mídia,
E a gente está aqui consumindo passivamente,
Pacificadamente aquela mídia,
E aquelas pessoas realizando aquilo tudo lá,
E a gente acha,
Nossa,
Muito bacana,
Muito massa,
Aquela vida,
Aquela experiência,
Lá longe,
Lá na tela,
Mas eu não,
Eu não vou fazer aquilo,
Eu não vou me arriscar,
Eu não vou me dar o trabalho,
Não vou me esforçar,
Já estou aqui satisfeito bastante,
Pacificado com essa simulação de vida atrás da minha telinha.
Então,
Interessante mesmo a gente tentar abolir a hipnose eletrônica das telas,
Abolir não,
Porque a gente precisa se informar e se manter conectado ao que está acontecendo no mundo,
Mas prestar atenção nos excessos,
Prestar atenção nessa situação de que a gente está cada vez mais sendo empurrado para consumir mais,
O consumismo de antigamente que era muito de comprar coisas,
De acumular coisas,
Materiais,
Bens materiais,
Hoje está transferido para a área da informação,
A gente está com aceleração de informação,
Muito pensamento,
Muita informação,
Que muitas vezes não são de qualidade.
Quantidade não quer dizer qualidade,
A gente está gastando muita energia,
Muito tempo com coisas que muitas vezes não vão trazer nenhum crescimento,
Nenhum aprimoramento,
Não vão acrescentar em nada na nossa vida e vão,
Pelo contrário,
Fazer a gente perder tempo com situações inúteis,
Que parecem interessantíssimas muitas vezes,
Chamam muita atenção,
São empolgantes,
São excitantes e a gente vive,
Então,
Nessa emoção do telespectador de curtir aquela realidade com um clique,
Dar uma curtida e achar que está vivenciando aquilo,
Mas,
Na verdade,
A gente está vivenciando a nossa simulação mental daquela coisa lá e não está na vida em si.
Então,
Mais uma ideia que eu recomendo é escolha momentos em que você não vai estar com a sua telinha,
Com o seu celular,
Não vai ter ninguém para chamar você,
Mas e se acontecer alguma coisa?
Se acontecer alguma coisa,
Você vai estar disponível depois,
Você não tem que sair correndo,
A não ser que você seja um médico de plantão ou um bombeiro de plantão,
Alguma coisa do tipo,
Você não precisa estar ali à disposição 24 horas por dia de quem queira te lançar uma notificação para você sair correndo e entregar a sua atenção àquela pessoa ou àquela mídia.
Então,
Você pode escolher momentos do seu dia que você vai se desintoxicar dessas situações,
Desses hábitos que a gente está arraigando em nós,
De ficar constantemente buscando ali informação como se fosse uma roleta.
Tem muita gente que compara o vício nas mídias,
Nos celulares hoje em dia com o vício na roleta,
Aquela que você coloca lá no caça-níquel,
Você põe lá,
Puxa a alavanca e espera surgir o que tem ali de bom.
E muitas vezes a gente abre o celular e as notificações funcionam como um joguinho nesse sentido de opa,
Tem coisa aqui,
Vamos ver o que eu ganhei aqui,
O que tem de bom aqui.
E nessa expectativa que também eles calculam lá com os psicólogos que estão ajudando a produzir o melhor aplicativo,
Melhorias nos aplicativos para manter a sua fidelização,
A sua volta a utilizar os aplicativos,
Que eles sabem desses mecanismos todos de vício e utilizam de forma não muito ética,
Eu diria que não é muito para o nosso melhor,
Para a nossa saúde mental,
Digamos,
Para os nossos melhores hábitos de utilização do nosso tempo.
Então,
Eu deixo aqui para vocês apenas algumas informações nesse sentido sobre como a gente pode utilizar a nossa energia mental de uma forma mais produtiva,
Saudável e sair dessa hipnose que a gente vai caindo muitas vezes sem perceber que está caindo.
E não deixe de assistir o filme Privacidade Hackeada,
Que é um filme excelente para a gente ficar mais alerta para o que está acontecendo no mundo e como que movimentos sociais estão se levantando através de manipulação de informações.
Então,
Eu vou ficando por aqui.
Um abraço para vocês e até o próximo episódio!
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