Miquel.
A prática de hoje foi criada a pedido de muitas pessoas.
Que queriam aprofundar.
A experiência do Body Scan.
Ortação da consciência.
Por isso,
Hoje vamos dedicar bastante tempo a explorar esta técnica em particular.
Merulhando profundamente no corpo físico.
Então encontre agora a posição que deseja.
Confortável.
Acomoda-te reunindo todas as almofadas,
Mantas ou apoios de que possas precisar.
Para oferecer ao teu corpo.
O máximo conforto possível.
Ao longo desta prática,
Se em algum momento sentis desconforto ou o impulso de te mexeres,
Permite-te fazê-lo.
Ajustando o corpo sempre que precisares.
E procurando uma posição que te ofereça.
Maior conforto.
E tranquilidade.
E confirma também se estás.
.
.
Suficientemente quente.
Para,
Se o corpo se sente seguro.
Completamente à vontade.
E depois.
.
.
Convidam.
E instalar-se no que é tudo.
Se ainda não o fizeste.
Convido aos olhos a fecharem-se suavemente.
E pergunte-te.
Será que ainda consiga encontrar?
Mais um pequeno grau de conforto.
Talvez exista um micro movimento.
Um pequeno ajuste.
Uma dobra da roupa.
Algo quase imperceptível.
Que permita ao corpo relaxar.
E ainda mais.
Faz agora esses últimos ajustes.
E enquanto o corpo se instala.
Traz uma intenção silenciosa.
Permite-te permanecer aberta às sensações.
Disponível para sentido.
Sem precisar de analisar.
Sem precisar de mudar nada.
Apenas sentir.
E vamos laçar o corpo.
Convite para relaxar.
Através da respiração.
Inspira profundamente pelo nariz,
Enchendo completamente os pulmões.
Faz uma pequena pausa.
E expira pela boca lentamente.
Mais uma vez,
Inspira profundamente pelo nariz.
Pausa por um instante.
E expira lentamente.
Sentindo o corpo tornar-se cada vez mais pesado.
Amdi The QR.
Abandona os pulmões.
Uma última vez,
Inspira profundamente.
Sem esforço,
Sem tensão.
E expira muito devagar.
Permitindo que todo o peso do corpo seja entregue à Terra.
E deixe agora que a respiração volte ao seu ritmo natural.
Respira pelo nariz,
Sem controlar.
E a outra.
.
.
Apenas observa.
Talvez leves a atenção às narinas.
Acompanhas o suave movimento do ar entrar.
E a saída.
Talvez notes alguma tensão ainda presente no rosto.
E se impressa.
Permites que ela comece a dissolver-se.
E lanças o convite ao maxilar para relaxar.
Deixas a língua repousar suavemente.
Suavizes as témporas.
Solte-se.
Até isto.
Todos os pequenos músculos da face.
Como se a expressão desaparecesse completamente.
As pálpebras tornam-se macias.
Salve!
E atrás delas acolhes simplesmente a luz.
Ou a escuridão.
Tal como ela se apresenta neste momento.
E das permissão aos olhos.
Para descansarem profundamente.
Dentro das órbitas.
Como se recuassem suavemente.
Em direção ao centro da cabeça.
E talvez sintas o toque sutil do ar sobre a testa.
E continuas a libertar.
De cada pequeno musgo.
Desta região.
E agora imagina que os dois hemisférios do teu cérebro São como dois punhos.
Fortemente fechados.
Cheios de tensão.
E ao expirar.
Os espunhos começam lentamente a abrir-se.
A mente relaxa.
Descontrai.
Liberto.
E pouco a pouco.
Convidas a atenção.
A descer da mente.
Até ao coração.
E convida.
A repousar.
Um espaço silencioso.
No centro do teu peito.
Observa as sensações que aqui existem.
Talvez com amor.
Talvez espaço.
Talvez emoção.
Ou apenas presença.
Reconhece a inteligência tranquila.
Que evita a curação.
A saboria silenciosa.
Que está.
Esteve.
Sempre aí.
E agora?
Traz suavemente a tua consciência.
A tua intenção para esta prática.
E recebe-a com todo o teu coração.
Com todo o teu ser.
Pode ser algo comum.
Estou a relaxar profundamente.
Ou cultivo calma.
Ou até protejo a minha paz interior.
Repete estas palavras silenciosamente.
Por três vezes.
Como se fossem sussurradas pelo teu coração.
E vamos agora.
Começar a mover.
Atenção,
Suavemente.
Pelo corpo.
Começa por sentir o corpo como um todo.
Sem julgar,
Sem tentar mudar o que quer que seja.
Apenas observa as sensações presentes.
Imagina que esta prática como uma massagem profunda.
Para todo o teu sistema nervoso.
Talvez haja áreas em que sentes calor.
Talvez formigueiro.
Peso ou leveza.
Ou talvez não sintas praticamente nada.
Tudo é válido.
Tudo é perfeito tal como é.
Não existe uma forma certa de sentir.
Apenas permanece presente.
E convida a tua atenção.
Dirigir-se ao interior da tua boca.
Senta a superfície da língua.
Segura o volume.
Seu peso.
E a temperatura.
Observe o céu da boca.
Os dentes superiores.
Gengibres superiores.
Repara como estas zonas.
.
.
São cheias de pequenas sensações.
Às vezes muito subtis.
Sente os dentes inferiores.
As engenheiras inferiores.
Leva atenção.
À bochecha,
Ao interior da bochecha direita.
E observa todas as pequenas sensações presentes.
Ao interior da bochecha esquerda.
E talvez notes diferenças entre um lado e outro.
Sem procurar.
Apenas recebendo.
Sinto o lábio em frio.
O lábio superior.
Percebe o volume de ambos os lábios.
O espaço entre eles.
O toque sutil do ar sobre o lobby superior.
A pele logo acima do lábio.
A ponta do nariz.
Ambos os lados do nariz.
E depois lentamente.
Observa o interior da narina direita.
Sente a passagem do ar.
Frescura da inspiração.
Calor.
Da inspiração.
As sensações delicadas.
Que talvez nunca tenhas reparado.
E agora a nariz na esquerda.
Sinta o movimento do ar.
Temperatura.
O espaço.
As pequenas vibrações produzidas pela respiração.
E agora sente o nariz por completo.
Sua forma.
O seu volume.
Topo do nariz.
Eu preciso disso.
O toque do ar sobre a pele do rosto.
Permite que a tensão suba até os olhos.
Sento o olho direito.
Globo ocular.
Pequenas micro-movimentações que continuam a existir.
Mesmo quando os olhos estão fechados.
Palpebra direita.
A sobrancelha.
A têmpora.
O gozo,
Da face.
As pertenas.
Todo o olho direito.
Vivo.
Suave.
E convida todos os pequenos músculos escondidos atrás do olho.
A relaxarem profundamente.
E passa a atenção ao olho esquerdo.
Sobrancelha esquerda.
Da têmpora.
Gozo do Fós.
As pestanas.
A PAUPURA.
Do olho esquerdo.
Observa a vitalidade presente.
O calor.
Sou viva.
E deixa que todos os músculos escondidos atrás do olho.
Libertem também.
Qualquer tensão.
Agora sente as cavidades dos seios perinasais.
O espaço por trás do nariz.
As zonas ocas da face.
Sem visualizar.
Apenas sentindo.
Leva atenção ao ouvido direito.
Primeiro o fio interno.
Canal auditivo.
As pregas da orelha.
Love you.
A parte superior da orelha.
E percebe simplesmente.
Que o ouvido está a ouvir.
Sem esforço.
Os sons chegam até ti.
Não precisas desprocurar.
Apenas os recebos.
Passe a atenção para o ouvido esquerdo.
O vidro interno.
Canal auditivo.
A urina.
As suas pregas.
Obrigada.
A parte superior.
E nota como também estou vivo.
Permanece aberto.
Disponível.
Recetivo.
E sente os dois ouvidos.
Abertos.
A receberem naturalmente todos os sons presentes.
Sem preferência.
Sem resistência.
Apenas escuta.
E deixa que a atenção se expanda.
Ao corco-bluto.
Acabiu.
A toda a superfície da cabeça.
Sinto tudo pela cabeça.
Percebe como toda esta região está viva.
Com pequenas sensações.
Como se milhares de pequenos pontos.
Despertassem suavemente.
Sobre a tua atenção.
Depois deixa essa presença.
Escorrer lentamente.
Até à terça.
Sinto a pele da testa.
Cada músculo,
Cada fibra.
E todos eles se começam a suavizar.
Ainda mais.
Permite que a atenção repouse por um instante.
No centro da testa.
Como se observasses silenciosamente o espaço escuro.
Por trás da testa.
Sem procurar imagens.
Sem imaginar nada.
Apenas repousando.
Na presença.
E deixa a tensão descer lentamente.
E até a garganta.
Sinta a voz da língua.
Maxilard.
Toda esta região.
Cheia de sensações.
E liberta qualquer necessidade de pensar.
Permite-te simplesmente sentir.
A garganta.
O pescoço.
Toda a cabeça.
Como um único campo vivo.
De consciência.
Radiante.
Cruzeiro.
Sonho de vida.
E deixa que a tensão desça suavemente até a base da garganta.
Sente a pequena cavidade entre as clavículas.
Clavícula direita.
A clavícula esquerda.
O centro do peito.
Como se toda esta região despertasse.
Sob a luz tranquila da tua consciência.
E move lentamente a atenção para o lado direito do peito.
Ombro direito.
Sinto profundamente a articulação do ombro.
Não só a sua superfície.
Mas o seu interior.
Como se conseguisses sentir a esfera da articulação.
Encaixada.
Suavemente na cavidade.
Observe os músculos que envolvem o ombro.
Os tendões.
Os ligamentos.
O calor.
A vida.
As sensações presentes neste lugar.
E deixa que a tensão desça para o braço direito.
A primeira parte superior.
Sentindo os tecidos mais profundos.
Como se atravessasses lentamente os músculos.
Descansou-se.
Sinto os tecidos vivos,
Escondidos.
No interior do braço.
Tudo pulsa silenciosamente com a vida.
Deixa até o cotovelo.
Observe a articulação por dentro.
Como se estivesse a sentir desde o seu centro.
Sem visualizar.
Apenas sentir.
Recorre lentamente o antebraço.
Parte da frente.
A parte de trás.
Os músculos,
Os tendões.
Os ossos.
Os vossos.
Todo o antebraço vivo.
De pequenas sensações.
E chega a chegar ao pulso.
Observa-o por dentro.
E depois deixa a atenção penetrar a palma da mão.
Sente o interior da mão.
Como se.
.
.
Milhões de células.
Despertassem suavemente sob a tua consciência.
Uma mão viva.
Cheia de presença.
Leva atenção ao pulgar direito.
Sente toda a sua extensão.
Te aponta o medo.
Percebo a enorme sensibilidade que existe nesta pequena área.
Que sente o dedo indicador.
Toda a sua extensão.
A ponta do dedo.
Vermelho.
Viva no ar.
Verde-Mendim.
Que percorre cada dedo,
Lentamente.
Sem pressa.
Agora sente os cinco dedos ao mesmo tempo.
O interior dos dedos.
Jóssu.
Os tecidos vivos.
Do urso da mão.
O espaço entre os dedos.
O espaço à volta da mão.
Como se a própria mão respirasse.
Dentro de um campo de consciência.
Observa as unhas.
As pontas dos dedos.
Toda mão.
Tudo graças.
Todo o ombro direito.
Como uma única universe.
Sinto todo o volume do braço direito.
Não apenas a superfície,
Mas também o espaço interior.
A forma completa do braço.
E regressa ao lado direito do peito.
Sinto o pulmão direito.
É uma plata pousada sobre o chão.
Observa o ar a mover-se suavemente dentro do pulmão.
Sem esforço.
Apenas respiração.
E deixa a tensão descer pela cintura.
Até o lado direito do abdômen.
Sente os órgãos internos.
Desempanhe o seu trabalho silenciosamente.
Tudo acontece sem que precises de controlar nada.
Agora desce até a bacia.
Sente a articulação da anca direita.
Os músculos profundos.
Os tecidos.
Os ligamentos.
Toda esta região viva.
E percorre lentamente a coxa direita.
Primeira frente.
Depois a parte de trás.
Depois,
O interior profundo da coxa.
Sinta os jossos.
A sua densidade.
O fluxo constante da circulação.
Calorias.
Ridoliba.
Sinta o joelho direito.
A rotura.
Todo o interior da articulação.
Como se observasse o joelho por dentro.
Curiosidade.
Sem qualquer necessidade de mudar o que existe.
E continuas até a parte de baixo da perna.
A barriga da perna.
A canela.
Todos os tecidos vivos desta região.
Milhares de milhões de células cheias de vida.
Centro do Museu.
O lado interno,
O lado externo.
O tendão daqueles.
O calcanhar.
A planta do pé.
O pai do pé.
O interior profundo do pé direito.
E percorre lentamente cada dedo do pé.
Deus te abençoe.
Segundo dedo.
O terceiro dedo.
Quarto dedo.
E o dedo mais pequeno.
Sente todos os dedos ao mesmo tempo.
As unhas.
O espaço entre os dedos.
E agora sente todo o pé direito completo.
Sinto o tornozelo,
A perna,
A coxa,
A anca.
Todo o membro inferior direito.
E depois todo o lado direito do corpo.
Desde o topo da cabeça.
Até à ponta dos dedos do pé.
Como um único campo vivo de consciência.
Milhares de milhões de células.
Vibram silenciosamente.
Cheios de vida.
O sangue circula.
Eu respiro são moves.
Tudo é sustentado por uma presença tranquila.
Permite que todo o lado direito do corpo Seja bonita.
Pela luz suave da tua atenção.
Sem esforço.
Sem tensão.
Apenas presença.
E agora deixa que a tensão regresse.
Lentamente ao centro do peito.
Repousa por um instante no espaço do coração.
E,
A partir daqui.
.
.
Começa a explorar o lado esquerdo do corpo.
Sente o lado esquerdo do peito.
O ombro esquerdo.
Permite que a atenção mergulhe profundamente na articulação do ombro.
Como se conseguisse sentir o seu interior.
O encaixe do osso.
Os músculos.
Os tendões.
Os tecidos profundos.
Toda esta região viva.
Cheia de presença.
E agora,
Deixe aqui a atenção.
Desça para a parte superior.
Do braço esquerdo.
Sinto seu núcleo.
Os moscos.
O osso.
Os tecidos vivos escondidos no interior.
Tudo pulsa silenciosamente.
Tudo participa nesta experiência.
De estarmos vivos.
Sente o cotovelo.
Articulação por dentro.
Sem visualizar,
Sem analisar.
Apenas sentindo.
E desce-se lentamente pelo outro braço.
A parte da frente,
A parte de trás.
Os músculos.
Os tendões.
Os ossos.
Toda esta região.
Iluminada.
Pela tua atenção.
E senta o pulso.
Observo por dentro.
E depois entra suavemente na palma da mão esquerda.
Sinto o interior da mão.
Os tecidos.
Calor.
A vida.
Como semelhares de milhões de células.
Despertassem sobre a tua consciência.
Leva atenção ao pulgar.
E corto toda a sua extensão até a ponta.
Depois passa ao dedo indicador.
Dedo médio.
E melhor.
Mindinho.
Sinto cada dia,
Violentamente.
As pontas dos dedos.
A riqueza das determinações nervosas.
Presentes em cada uma delas.
Sente os 5 dedos ao mesmo tempo.
A junhoz.
O espaço entre os dedos.
O dorso da mão.
A palma.
Toda a mão esquerda.
Como um único campo.
Sensações.
E expanda a consciência para todo o braço esquerdo.
A mão.
E respirar.
Graças.
Todo o membro superior esquerdo.
E sente como a homoplata esquerda repousa sobre a terra.
Sente o lado esquerdo do peito.
As costelas.
O pulmão esquerdo expandir-se suavemente com cada inspiração.
E relaxar.
A cada inspiração.
E deixa que a tensão desça pela cintura.
Até o lado esquerdo do abdômen.
Os órgãos internos,
Silenciosos.
Trabalhando naturalmente.
Sem qualquer esforço da tua parte.
E observar a bacia.
Sente profundamente.
Articulação da anca esquerda.
Os músculos profundos.
Os tecidos.
Os ligamentos.
Tudo vivo.
Tudo presente.
E percorre lentamente a coxa esquerda.
Parte da frente.
A parte de trás.
O interior profundo da coxa.
Sinto o gosto.
A sua densidade.
A circulação.
Cor.
Arritolivado.
Sinta o joelho esquerdo.
A rótula.
Todo o interior da articulação.
Observe-a simplesmente.
Uma curiosidade tranquila.
Sem necessidade de alterar.
Beijos.
A perna.
A barriga da perna.
A canela.
Todos os tecidos desta região.
Milhares de milhões de células,
Cheias de inteligência.
Cheios de vida.
E chegas ao tornozelo.
Senta o lado interno.
A desterno.
O tendão daquilos.
Coquinhar.
A planta do pé.
Tudo bem,
Tudo bem.
O interior profundo do pé esquerdo.
E percorre lentamente cada dedo.
Desgrande.
Segundo.
Outro save.
O dedo pequeno.
Sente as pontas dos dedos.
A junhas.
O espaço entre cada um deles.
Sente o pé esquerdo por completo.
Toda a perna esquerda.
Anca.
Todo o lado esquerdo do corpo.
Do topo da cabeça.
Até à ponta dos dentes do pé.
Um único campo,
Contínuo.
De consciência.
Todo o lado esquerdo do corpo.
Respirar.
A brilhar silenciosamente.
E agora sente simultaneamente.
O lado direito e esquerdo do corpo.
Os dois lados do corpo presentes ao mesmo tempo.
Como se toda a tua estrutura respirasse uma única unidade.
Essa inspiração.
Sem esforço.
Apenas presença.
E mantenha a consciência.
Em ambos os lados do corpo.
Ao mesmo tempo.
Mó viraíto.
O lado esquerdo.
Como dois rios que voltam a encontrar-se.
E deixa a atenção expandir-se.
E ainda mais.
Sinto toda a parte de trás do corpo.
Calcanhares repousados sobre a terra.
A barriga das pernas.
A parte de trás das coxas.
Do sacro.
A passar.
Todo o peso do corpo.
Entrega ao chão.
Senta a coluna,
Vertebral.
Da base da coluna.
Até ao topo da tua cabeça.
As costas apoiadas.
Puxar uma ponta.
Os braços repousados ao teu lado.
A parte de trás da cabeça.
O crânio.
Tudo sustentável.
Não há nada.
Que precises segurar.
A Terra faz esse trabalho por ti.
Permite-te confiar um pouco mais nesse apoio.
Entrega mais de um pouco do teu peso.
Mais um pouco.
E mais um pouco.
E agora leva suavemente.
Atenção até o toque da cabeça.
Observa simplesmente as sensações presentes nessa região.
Talvez calor.
Talvez um ligeiro formigueiro.
Talvez passo.
E na próxima inspiração.
Imagina.
Que o ar entra.
Através do topo da cabeça.
Como se a respiração percorresse suavemente todo o baixo da coluna.
Descendo até a base da coluna vertebral.
E ao inspirar.
Deixe a atenção permanecer nesse mesmo caminho.
E expira novamente,
Desta vez a respiração nasce na base da coluna.
E sobe por todo o eixo central do corpo.
Até o topo.
E ao respirar também.
Essa corrente suave.
Progresso.
Novamente,
A base da coluna.
Sem esforço.
Sem tentar visualizar com precisão.
Apenas sentindo.
Como se a tensão deslizasse naturalmente.
Neste interior.
A inspiração sobe.
A inspiração desce.
Talvez a inspiração deixa.
E a inspiração sua.
Não importa.
Permite que o movimento encontre.
O seu próprio ritmo.
Apenas acompanha.
Como se a consciência flutuasse.
Ao longo da tua coluna.
Muito suavemente.
Muito naturalmente.
Com cada respiração.
Todo o corpo.
Se torna mais paçoso.
Mais tranquilo.
Mais silencioso.
E sente.
Como a terra te sustenta.
Completamente.
Não existe aqui nada para fazer.
Existe apenas este momento.
Isto curta.
Esta respiração.
Esta presença.
Pousa aqui.
Permite que a quietude te envolva.
Como se flutuasses num lago.
Era absolutamente sereno.
Sem esforço.
Sem destino.
Apenas descanso.
E deixa que a tua consciência se torne ampla.
Espessosa.
Aberto.
O corpo inteiro repousa.
A respiração acontece sozinha.
A Terra continua a sustentar-te.
E tu simplesmente descansas.
Sem nada para fazer.
Sem nada para alcançar.
Sem nada para corrigir.
Talvez te apercebas de uma sensação de paz.
Tal vigilância.
Tome espaço.
Seja qual for a tua experiência.
Recebe-a exatamente como ela é.
E permite que cada inspiração te leve.
Um pouco mais profundamente.
Para dentro deste descanso.
Cada inspiração chega naturalmente.
Cada respiração.
Disso.
Um pouco mais.
Qualquer necessidade de esforço.
E à medida que o corpo continua a relaxar.
Recorda suavemente o teu sancalpa.
A tua intenção mais profunda.
Escolheste uma frase para esta prática?
Volta agora a repeti-la interiormente,
Com calma,
Clareza.
Como se estivesse a plantar.
Em solo fértil.
E se utilizaste a intenção sugerida,
Podes repetir.
Estou a relaxar profundamente.
Ou cultivo calma.
Ou protejo a minha paz interior.
Permite que estas palavras ressoem suavemente dentro de ti.
Sem força,
Sem expectativa.
Como uma semente que não precisa ser forçada a crescer.
E agora deixa que a consciência regresse lentamente à respiração.
Observa o ar entrar.
E é isso aí.
Sente novamente o corpo inteiro.
Os braços.
As pernas.
O tronco.
A cabeça.
Percebe todas as camadas do teu ser.
E enchidas.
Com uma sensação de tranquilidade.
Como se deixasses que a paz surgisse naturalmente.
Da simples experiência.
De estares presente.
E observa essa capacidade inata de repousar.
De regressar ao equilíbrio.
Ela nunca esteve fora de ti.
E então começa lentamente.
A trazer a atenção para o espaço à tua volta.
Percebe a temperatura do ar.
Pessoas mais próximas.
São os mais distantes.
A estrutura da divisão em que te encontras.
O espaço que envolve o teu corpo.
Sem perderes a serenidade que cultivaste.
E convidas a respiração a aprofundar-se.
Talvez a inspiração se torne mais profunda.
E a inspiração lenta.
Mais uma vez inspira profundamente.
E expira completamente.
Uma última vez,
Inspira profundamente.
E expira devagar.
E começa a sentir o corpo.
Notando se lhe podes devolver pequenos movimentos.
Talvez.
.
.
Começas a mover suavemente os dedos das mãos.
Dos pés.
Talvez faças pequenos círculos com os tornozelos ou os pulsos.
Talvez o corpo queira espreguiçar-se.
Vai notando.
Como quem desperta depois de um sono profundo.
Reparador.
E quando o sentires,
Vira-te para um dos lados.
Permanece aí alguns instantes.
Honrando tudo o que aconteceu nesta prática.
E quando sentires que é o momento.
Volta lentamente a uma posição sentada.
Ainda com os olhos fechados.
Nota como te sentes agora.
Talvez exista mais espaço.
Mais leveza.
A silêncio.
Ou talvez uma subtil sensação de regresso à casa.
Não precisa ser nada extraordinário.
Estas práticas trabalham muitas vezes de forma silenciosa.
E os seus efeitos vão-se sentindo,
Pouco a pouco.
Talvez na respiração.
Talvez na forma como encaramos os desafios.
Ou talvez na forma como encontramos mais facilmente o equilíbrio.
Confia nesse processo.
Eu agradeço-te por praticares comigo.
Até breve.