
Três Formas De Lidar Com O Sofrimento
by Willy Mona
Nesta conversa, irei lhe proporcionar três formas maravilhosas de lidar com o sofrimento. A maioria de nós passamos por momentos difíceis só que na maioria das vezes fugimos ou reprimimos essas sensações. Vamos aprender a realmente transcender o sofrimento e acolher ele.
Transcrição
Olá,
Meus amigos,
Sejam bem-vindos!
Hoje nós vamos falar sobre o sofrimento,
Este tópico que é tão importante de se falar nas nossas vidas,
Porque todos nós iremos sofrer na vida.
Todos nós teremos momentos de sofrimento.
Talvez você não esteja sofrendo hoje,
Mas talvez algum dia você irá passar por isso.
E justamente nos momentos em que a gente está sofrendo,
A gente busca por respostas,
Por soluções.
E muitas vezes nós fugimos do sofrimento,
Nós reprimimos.
E na realidade,
Eu falaria e afirmaria que a maioria das pessoas não sabe lidar com o sofrimento.
A gente apenas foge,
Reprime e se distrai.
Então hoje,
Eu gostaria de trazer aqui um texto do professor espiritual Rupert Spira sobre o sofrimento.
Esse texto foi retirado,
Eu traduzi do inglês para o português,
Ele foi retirado de retiros que o Rupert Spira dá,
Retiros espirituais lá fora do país.
E daí,
Neste texto que eu vou trazer para vocês,
Ele fala sobre três formas de lidar com o sofrimento.
E eu peço que você escute.
Esse vídeo talvez vai ser um pouquinho longo,
Talvez vai ter uns 15,
20 minutos,
Mas eu tenho certeza que se você escutar este vídeo,
Essa conversa,
Com certeza você vai aprender a lidar melhor com o seu sofrimento.
Então vamos explorar um pouquinho esse tópico chamado sofrimento,
Para que você aprenda a lidar com mais sabedoria com o sofrimento,
Para que você não tenha que fugir ou reprimir,
Tá bem?
Então eu vou ler aqui do celular,
Que eu salvei aqui o texto,
Né?
Eu gostaria de falar algo sobre o sofrimento.
O sofrimento pode ser lidado de várias formas nessa abordagem.
E cada uma dessas formas depende das circunstâncias que a pessoa está passando.
Então,
Não existe uma forma específica de abordar o sofrimento.
Mas eu gostaria de começar falando sobre a maior abordagem,
A mais leal e a mais radical forma de abordar o sofrimento.
Essa abordagem que eu irei passar,
Ela não é muito falada,
Porque é tão difícil para o ego compreender essa abordagem.
E essa abordagem é a compreensão de que o sofrimento é inexistente,
Que ele não existe realmente.
E é claro que na maioria dos círculos,
Se alguém falasse isso,
As pessoas iriam ignorar,
Iriam achar que essa pessoa está doida.
E por boas razões,
Não é muito falado essa abordagem.
As pessoas falam,
Olha,
Ao seu redor há tanto sofrimento no mundo,
Na minha vida,
Na vida das pessoas.
Como você poderia afirmar isso?
Como o ensinamento pode dizer o sofrimento não é real?
Mas,
Se você olhar,
No decorrer dos milênios,
Os mestres sempre afirmaram isso,
Os mestres,
Os sábios,
As sábias,
Que o sofrimento não é real.
Então,
Apenas olhe para a experiência do sofrimento.
Olhe para a sua experiência presente agora,
Se você está sofrendo,
Ou apenas lembre-se de uma experiência do passado,
Onde você estava sofrendo.
Então,
Vamos explorar juntos agora.
O sofrimento sempre,
Por definição,
Envolve uma rejeição da situação atual.
Na realidade,
Todo sofrimento é uma variação da rejeição da situação ou circunstância atual.
Por exemplo,
Eu não gosto do que está presente,
Pensamento e sentimento.
Ou,
O outro lado da moeda,
Eu gostaria do que não está presente,
Pensamento e sentimento.
O primeiro é a resistência e o segundo é o desejo.
São dois lados da mesma moeda.
Eu não quero passar por isso,
Eu não quero sentir isso,
Eu não quero essa experiência na minha vida.
Isso é resistência.
Ou,
Eu gostaria que as coisas fossem assim,
Eu gostaria que as coisas fossem assado.
Isso é desejo.
E,
Nos ensinamentos espirituais,
A gente aprende que desejo e resistência são dois lados da mesma moeda e ambos causam sofrimento.
Então,
Existe a situação real,
A circunstância que está acontecendo e,
Daí,
Existe depois a resistência à aquela situação que está acontecendo.
O que é que está resistindo a essa situação?
Reflita,
Explore.
Não apenas escute,
Mas explore o que é que está dizendo eu não gosto do que está presente.
Em que forma essa resistência toma forma em nossa experiência?
O eu não gosto,
O que está presente,
Disso que está acontecendo,
É sempre um pensamento acompanhado de uma sensação no corpo.
Então,
Explore isso.
Eu não gosto disso que está presente.
Eu não gosto é apenas um pensamento.
Esse pensamento vem de uma sensação no corpo,
Uma sensação que você não está gostando,
Que você não está aceitando.
Resistência.
Então,
Vá para o sofrimento atual,
Caso você esteja infeliz,
Ou lembre-se de um momento em que você esteve infeliz e veja que a infelicidade consiste de um pensamento.
Eu não gosto do que está presente.
E esse pensamento tem uma outra parte no corpo como sensação.
Então,
Agora,
Nós temos a situação,
Eu não gosto,
Pensamento,
E uma sensação neutra.
A sensação é neutra.
É o pensamento,
Eu não gosto,
Que julga a sensação neutra.
A situação em si mesma não é sofrimento,
Obviamente.
A situação que a gente está passando na nossa vida,
Ela não causa sofrimento,
Porque tem pessoas que vão passar pelo mesmo que você está passando e não vão sofrer.
Então,
Não é a situação que causa sofrimento.
Mas,
Continue comigo para a gente poder entender.
A sensação em si mesma não é sofrimento,
Obviamente.
Então,
A sensação que você está sentindo no seu corpo é neutra.
Ela não tem uma definição como sendo boa ou ruim.
Quem define somos nós.
A sensação é ruim.
Eu não gosto dessa sensação.
Então,
O pensamento,
Ele em si mesmo não é sofrimento.
A sensação não é sofrimento.
Normalmente,
Nós sentimos uma sensação no peito ou na barriga,
Quando a gente está sofrendo.
A sensação no peito é uma sensação neutra.
Explore isso.
A sensação na barriga é uma sensação neutra e nem pode um pensamento sofrer.
Um pensamento é apenas um pensamento.
Eu não gosto disso.
Dura alguns momentos,
Alguns instantes,
Mas um pensamento não consegue sofrer.
Quem é que sofre,
Então?
É o pequeno eu,
Que não gosta da situação atual.
Mas,
Aí,
Se é esse eu que não gosta,
A gente tem que explorar esse eu.
O que é esse eu na situação?
Ele,
Obviamente,
Não é a consciência,
A sua essência,
Porque a sua essência é como o espaço.
O espaço não conhece resistência.
Assim como o espaço que está aí na sua sala ou no seu quarto,
Ele não conhece resistência.
As coisas passam nesse espaço e tudo passa livremente.
Então,
A sua essência é como o espaço e ela não conhece resistência.
Então,
A situação em si mesma,
O que está acontecendo de fato,
Não é sofrimento.
A sensação no corpo é neutra e sem definições.
A sensação é,
Normalmente,
Uma contração no peito ou na barriga.
E um pensamento é apenas um pensamento.
O pensamento não pode ser feliz ou infeliz.
A consciência,
Obviamente,
Não pode sofrer.
Ela é pura abertura.
Então,
Investigue onde está o eu que diz eu não gosto do que está presente.
Procure por esse eu agora,
Porque todo o nosso sofrimento pertence a esse eu.
Não apenas explore essa ideia de forma leviana,
Não apenas acredite no que eu estou falando.
Realmente,
Explore esse eu que aparenta estar sofrendo.
Existe uma sensação,
Uma sensação aqui,
E um pensamento surge em relação a essa sensação e esse pensamento diz eu não gosto disso.
E outra parte desse pensamento surge como uma sensação neutra no corpo.
E tudo isso flui na consciência sem deixar um rastro.
Então,
Onde está esse eu que sofre?
Quando você procura,
Ele não está lá.
Você encontra um pensamento,
Uma sensação e uma situação.
Mas esse eu,
Quando você procura ele,
Você encontra?
Por isso que nós estamos explorando.
Onde está a experiência do sofrimento sem esse eu?
Se não existe eu,
Onde é que está o sofrimento?
A situação que está acontecendo não é sofrimento.
Uma sensação não pode sofrer,
Um pensamento não pode sofrer,
A consciência não pode sofrer.
Então,
Todo o nosso sofrimento é um sofrimento de um eu que não existe,
Que a gente não acha que é apenas uma ideia.
O sofrimento é apenas real como esse eu que o pensamento imagina ser nós mesmos.
Então,
Essa ideia de ser um eu é apenas uma ideia.
E o sofrimento é tão real ou irreal quanto esse eu irreal que nós acreditamos ser.
Mas na compreensão clara que esse eu é absolutamente inexistente,
O sofrimento não pode sobreviver.
Quando eu exploro,
Eu,
Willi,
Falando as minhas próprias palavras,
Quando eu exploro a minha experiência,
Eu encontro uma situação que está acontecendo na minha vida e essa situação está causando sensações.
Mas as sensações em si são neutras.
Claro,
Às vezes a sensação é um aperto no peito ou na barriga,
Uma contração.
Mas essa sensação não tem um nome específico.
Daí surge um pensamento.
Eu não quero sentir isso.
E daí,
Através desse pensamento e dessa resistência,
Surge o sofrimento.
Por mais que nós lutemos contra essa ideia de que o sofrimento não existe,
Nós não podemos escapar desse fato.
A gente está explorando aqui ao vivo e a gente vê o fato acontecendo ao vivo.
Na realidade,
Requer uma coragem em encarar este fato.
Sabe por que coragem?
Sabe por que é tão difícil aceitar isso que eu estou falando agora?
Porque o eu separado,
O eu separado que sofre,
Ele luta em indignação quando ouve essas palavras.
Porque ele sente que o seu precioso sofrimento,
Onde sua existência acontece,
Não está sendo dado carinho e atenção.
Tem alguém que não está acreditando no seu sofrimento.
Mas se nós olharmos claramente de perto,
Nós não podemos escapar do fato disso.
As pessoas às vezes falam que não pode existir um Deus amoroso.
Como um Deus amoroso iria permitir o sofrimento no mundo?
Esse é o argumento ateísta.
Como pode um Deus amoroso permitir o sofrimento?
Na realidade,
Um Deus que permite sofrimento não seria um Deus amoroso.
Um Deus que permitisse sofrimento seria um Deus que conhece a separação.
E um Deus que conhece a resistência.
Um Deus que conhece o julgamento.
Um Deus que conhece o bem e o mal.
Você está certo,
Você está errado.
Como Deus poderia ser chamado de um Deus amoroso?
Um Deus amoroso tem que ser um Deus que não julga a pessoa como sendo ruim ou boa,
Certo ou errada.
O Deus amoroso tem que ser incondicionalmente amoroso.
E como pode um Deus incondicionalmente amoroso conhecer resistência de qualquer forma?
O fato de que Deus não conhece o sofrimento e não se importa com o sofrimento é justamente a prova da sua existência.
Não é a sua prova da sua ausência.
É claro que você compreende que estou falando da consciência eterna,
Não daquele Deus fictício que é criado.
Então,
Para aqueles de nós que vê isso claramente e tem a coragem de encarar este fato,
Essa é a forma real e leal de encarar o sofrimento.
É a forma mais leal de encarar o sofrimento.
Porém,
Para aqueles de nós que não podem encarar este fato do sofrimento dessa forma,
Dois caminhos adicionais são proporcionados.
Então,
A gente falou agora sobre o primeiro caminho,
A primeira via,
A primeira alternativa de que o sofrimento não existe.
Sim,
Existem sensações,
Mas o sofrimento só existe quando há resistência a aquelas sensações.
E a resistência sempre surge de um eu separado e nós podemos reconhecer que esse eu separado não existe.
Então,
O que seria da sensação sem o julgamento e a resistência de um eu separado?
Sensação seria apenas uma sensação.
Então,
Dois caminhos são proporcionados.
Um é o caminho da auto-investigação,
A exploração do eu que sofre e o segundo é o caminho da rendição,
Onde nós,
O eu separado que o pensamento presume ser,
Vira para si mesmo e encara o sofrimento.
Nós saímos do caminho leal e nós admitimos o sofrimento.
Então,
Esses dois caminhos são proporcionados para nós,
Já que o caminho leal não aparenta ser real para nós.
Então,
Esses dois caminhos são proporcionados.
O caminho da investigação ou o da rendição.
Eu quero que você preste muita atenção nessa forma que a gente vai falar agora sobre o sofrimento,
Sobre como lidar com ele,
Porque é uma forma muito especial.
Normalmente,
Quando nós sentimos sofrimento,
Nós automaticamente evitamos.
O sofrimento é,
Por definição,
Desconfortável para o eu separado.
Então,
O primeiro impulso que surge é eu vou para o que?
Eu vou para a geladeira,
Para a garrafa de vinho,
De cerveja,
Vou para a TV.
Você sabe,
Todas essas formas que nós usamos para evitar o sofrimento e desconforto.
O desconforto,
Ele é uma resistência ao sofrimento.
Porém,
O sofrimento já é feito de resistência.
Lembra,
Na nossa investigação do caminho leal,
O sofrimento é a resistência da situação atual.
O sofrimento é o eu não gosto,
É o pensamento eu não gosto.
A motivação para escapar do sofrimento,
Para tentar aliviá-lo,
É outra resistência.
Escuta bem,
A motivação para escapar do sofrimento para tentar aliviá-lo,
É outra resistência.
Então,
Existe a resistência inicial,
Que é eu não gosto disso que está acontecendo e a resistência ao que está acontecendo.
Então,
Isso causa sofrimento.
E existe a próxima resistência,
Que é eu vou evitar esse sofrimento.
Então,
É uma resistência criada em cima da primeira resistência.
Existe a resistência inicial e a resistência secundária.
Então,
Existe a primeira resistência,
Que nós chamamos de sofrimento,
E a nossa tentativa de aliviar o sofrimento,
É a segunda resistência.
E você tem que ver isso claramente na sua própria experiência para você entender esse sentido que eu estou falando aqui.
Então,
O sofrimento é a primeira resistência.
Existe a situação neutra e existe o pensamento,
Eu não gosto disso.
Essa é a primeira resistência,
Eu não gosto disso.
E a segunda resistência é,
Eu não gosto do sofrimento,
Eu não gosto da experiência do sofrimento.
Em qualquer coisa que nós fazemos,
Seja a forma convencional,
Nós vamos para a TV,
Para a geladeira,
Para a bebida,
Para os relacionamentos,
As nossas fugas,
Ou as formas espirituais.
Então,
Muitas pessoas utilizam formas espirituais para fugir do sofrimento.
Os mantras,
Os rituais,
Os retiros,
Os livros espirituais,
As técnicas espirituais.
Se nós realizamos essas formas com a intenção de nos livrar do sofrimento,
Nós estamos sutilmente adicionando mais resistência àquilo que já é resistência.
No momento que você está usando uma técnica espiritual ou uma distração espiritual para se livrar do sofrimento,
Você está criando mais resistência àquilo que já é resistência.
Então,
O caminho da rendição não é para agir no impulso de evitar o sofrimento.
O sofrimento é a primeira resistência.
E o segundo sofrimento é,
Eu não gosto do sofrimento,
Eu vou fugir dele,
Eu vou evitar ele.
Mas,
Ao invés de fazer o que esse segundo pensamento quer fazer,
Essa segunda resistência,
Nós viramos e encaramos a primeira resistência,
A frustração,
A dor,
O medo.
Nós encaramos essa primeira resistência,
O sofrimento.
E nós temos que permitir que essa resistência venha tão completamente a nós.
Nós precisamos encarar sem um centímetro de rastro de resistência.
Nós temos que acolher em nós completamente.
Esse é o caminho da rendição que está sendo ensinado aqui.
E para nós podermos dizer,
Esse é o teste,
Dizer esse sentimento,
Esse sentimento de sofrimento pode viver em mim para sempre.
Se nós podemos dizer isso para o sofrimento,
Então nós sabemos que estamos verdadeiramente acolhendo o sofrimento e a resistência.
Se nós não podemos dizer isso,
Então apenas estamos traindo a nossa tentativa de aliviar o sofrimento.
Então esse é o teste,
Nós encaramos e acolhemos o sentimento,
O medo,
A dor,
A falta,
A perda,
A frustração,
A tensão.
E nós acolhemos tão completamente que não há nenhuma resistência para esse sofrimento.
E então nós perguntamos a pergunta,
O que é a experiência do sofrimento quando não há nenhuma resistência?
O que é a experiência do sofrimento quando não há nenhuma resistência a ela?
E eu não vou responder essa pergunta para você,
Cada um de nós temos que responder em nossa própria experiência.
A próxima vez que nós sentirmos essa dor,
Ao invés de tentarmos escapar por meios convencionais ou por meios espirituais,
Vire e encare,
Se abra para isso totalmente e completamente.
Tão completamente que você pode dizer honestamente,
Eu estou acolhendo você por completo,
Você pode ficar aqui para sempre.
Então olhe para o sofrimento e veja o que restou depois que você o acolheu por completo.
Então esses são os três caminhos,
O caminho leal em que não admitimos o sofrimento em primeiro lugar,
Vemos que ele é apenas uma ilusão,
Uma alucinação e quando examinado de perto não está lá,
Só está lá porque nós não examinamos,
Está nas sombras e esse é o caminho leal.
E também há as outras duas vias,
Explorar o eu que sofre através da investigação ou a segunda via que é render-se,
Abrir-se tão completamente,
Encarar tão completamente,
Acolher tão completamente que nós podemos dizer que o sofrimento é bem-vindo para sempre e ver então o que resta do sofrimento.
Então,
Meus amigos,
Minhas amigas,
Essas são algumas formas de lidar com o sofrimento e que pelo menos na minha experiência,
Sempre que eu tenho tido esses momentos,
Elas são totalmente verdadeiras.
Muitas vezes,
Para mim é o suficiente reconhecer que não é real aquele eu,
Eu não consigo achar ele,
Então o que resta é apenas a sensação,
Apenas a sensação,
Mas se for necessário,
Eu também percebo se existe alguma resistência ao sofrimento ou se eu posso acolher ele por completo e dizer honestamente,
Eu acolho você,
Sofrimento,
Pelo resto da sua vida,
Nenhuma parte de mim quer que você vá embora.
Então,
Essas são as formas que eu encontrei mais diretas e que realmente funcionaram na minha vida.
Eu gostaria de deixar essas recomendações para você,
Para que você também possa lidar com o sofrimento de uma forma sábia e madura,
Porque saiba que o sofrimento tem solução.
O sofrimento não é um lugar que a gente deve ficar preso,
O sofrimento,
Na essência do sofrimento existe luz,
Na essência do sofrimento também é a consciência ali,
Se nós investigarmos o sofrimento,
Na essência dele há alegria ali.
Então,
Eu deixo para vocês essa exploração e,
Por favor,
Escute quantas vezes for necessário esse áudio.
Talvez agora não sirva para a sua vida,
Mas talvez daqui a alguns meses,
Semanas ou anos,
Você esteja passando por algo e daí você escuta novamente esse áudio.
E compartilhe com seus amigos,
Com suas amigas,
Com seus familiares,
Para que eles também possam aprender a lidar um pouquinho melhor com esse sofrimento,
Que todos nós passamos,
Tá bem?
Então,
Muita gratidão e nos vemos no nosso próximo encontro.
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