Aqui é N.
A prática de hoje foi criada a pedido de muitas pessoas.
Queriam aprofundar.
A experiência do Body Scan.
Ortação da consciência.
Por isso,
Hoje vamos dedicar bastante tempo a explorar esta técnica em particular.
Brulhando profundamente no corpo físico.
Então encontre agora a posição que te seja.
Confortável.
Acomoda-te reunindo todas as almofadas,
Mantas ou apoios de que possas precisar.
Para oferecer ao teu corpo o máximo de conforto possível.
Ao longo desta prática,
Se em algum momento sentiste desconforto ou o impulso de te mexeres,
Permite-te fazê-lo.
Ajustando o corpo sempre que precisares.
E procurando uma posição que te ofereça maior conforto.
E tranquilidade.
E confirma também se estás suficientemente quente.
Para,
Se o corpo se sente seguro.
Completamente à vontade.
E depois.
.
.
Convidam-o a instalar-se na quiétude.
Se ainda não o fizeste.
Convido aos olhos a fecharem-se suavemente.
E pergunta-te,
Será que ainda consiga encontrar mais um pequeno grau de conforto?
Talvez exista um micromovimento.
Um pequeno ajuste.
Uma dobra da roupa.
Algo quase imperceptível.
Permita ao corpo relaxar.
E ainda mais.
Faz agora esses últimos ajustes.
E enquanto o corpo se instala.
Traz uma intenção silenciosa.
Permite-te permanecer aberta às sensações.
Disponível para sentir.
Sem precisar de analisar.
Sem precisar de mudar nada.
Apenas sentir.
E vamos lançar o corpo.
Convido-te para relaxar através da respiração.
Inspira profundamente pelo nariz,
Enchendo completamente os pulmões.
Faz uma pequena pausa.
E expira pela boca,
Lentamente.
Mais uma vez,
Inspira profundamente pelo nariz.
Pause por um instante.
E expira lentamente.
Sentindo o corpo tornar-se cada vez mais pesado.
Amdvqr.
Abandona-os por nós.
Uma última vez.
Inspira profundamente.
Sem esforço,
Sem tensão.
E expira muito devagar.
Permitindo que todo o peso do corpo saia.
Seja entregue à Terra.
E deixe agora que a respiração volte ao seu ritmo natural.
Respira pelo nariz,
Sem controlar.
Essa é a outra.
Apenas observa.
Talvez leves a atenção às narinas.
Acompanhas o suave movimento à entrada.
E é isso aí.
Talvez notes alguma tensão ainda presente no rosto.
E se impressa.
Permites que ela comece a dissolver-se.
E lanças o convite ao maxilar para relaxar.
Deixes a língua repousar suavemente.
Suavizes as témporas.
Juntos.
Até isto.
Todos os pequenos músculos da face.
Como se a expressão desaparecesse completamente.
As pálpebras tornam-se macias.
Saúde.
E atrás delas acolhes simplesmente a luz ou a escuridão.
Tal como ela se apresenta neste momento.
E dás permissão aos olhos.
Para descansarem profundamente.
Dentro das órbitas.
Como se recuassem suavemente em direção ao centro da cabeça.
E talvez sintas o toque sutil do ar sobre a testa.
E continuas a libertar.
Cada pequeno musgo.
Desta região.
E agora imagina que os dois hemisférios do teu cérebro São como dois punhos.
Fortemente fechados.
Cheios de tensão.
E ao expirar.
Os espunhos começam lentamente a abrir-se.
A mente relaxa.
Descontrai.
Me liberte.
E pouco a pouco.
Convidas à atenção.
A descer da mente.
Até ao coração.
E convida.
.
.
Para repousar.
No espaço silencioso.
No centro do teu pai.
Observa as sensações que aqui existem.
Talvez calor.
Talvez espaço.
Talvez emoção.
Ou apenas presença.
Reconhece a inteligência tranquila.
Que evita a curação.
A sabedoria silenciosa.
Está bom.
Esteve.
Sempre aí.
E agora?
Traz suavemente a tua consciência.
A tua intenção para esta prática.
E recebe-a com todo o teu coração.
Com todo o teu ser.
Pode ser algo comum.
Estou a relaxar profundamente.
Ou cultivo calma.
Ou até protejo a minha paz interior.
Repete estas palavras silenciosamente.
Por três vezes.
Como se fossem sussurradas pelo teu coração.
E vamos agora começar a mover.
Atenção,
Suavemente.
Pelo corpo.
Começa por sentir o corpo como um todo.
Sem julgar,
Sem tentar mudar o que quer que seja.
Apenas observa as sensações presentes.
Imagina que esta prática como uma massagem profunda.
Para todo o teu sistema nervoso.
Talvez haja áreas em que sentes calor.
Talvez formigueiro.
Peso ou beleza.
Ou talvez não sintas praticamente nada.
Tudo é válido.
Tudo é perfeito tal como é.
Não existe uma forma certa de sentir.
Apenas permanece presente.
E convida a tua atenção.
Dirigir-se ao interior da tua boca.
Senta a superfície da língua.
Seu infamoso.
O seu peso.
E a temperatura.
Observa o céu da boca.
Os dentes superiores.
Os anjinhos,
As superiores.
Repara como estas zonas.
.
.
São cheias de pequenas sensações.
Às vezes muito subtis.
Sente os dentes inferiores.
Assim se vivem os livrinhos.
Leva atenção à bochecha,
Ao interior da bochecha direita.
E observa todas as pequenas sensações presentes.
Ao interior da bochecha esquerda.
E talvez notes diferenças entre um lado e outro.
Sem procurar.
Apenas recebendo.
Sinto o lábio inferior.
O lábio superior.
Percebe o volume de ambos os lábios.
O espaço entre eles.
O toque sutil do ar sobre um lábio superior.
A pele logo acima do lábio.
A ponta do nariz.
Ambos os lados do nariz.
E depois lentamente.
Observa o interior da narina direita.
Sente a passagem do ar.
A frescura da inspiração.
Calor.
Da inspiração.
As sensações delicadas.
Que talvez nunca tenhas reparado.
E agora a nariz na esquerda.
Sinta o movimento do ar.
A temperatura.
O espaço.
As pequenas vibrações produzidas pela respiração.
E agora sente o nariz por completo.
Sua forma.
O seu volume.
O topo do nariz.
É o Jesus.
O toque do ar sobre a pele do rosto.
Permite que a tensão suba até os olhos.
Sento o olho direito.
Globo ocular.
Pequenas micro-movimentações que continuam a existir.
Mesmo quando os olhos estão fechados.
Palpo da direita.
A sobrancelha.
Da têmpora.
O osso,
Da face.
As prestanas.
Todo o olho direito.
Vivo.
Suave.
E convida todos os pequenos músculos escondidos atrás do olho.
Relaxarem profundamente.
E passa a atenção ao olho esquerdo.
Sobrancelha à esquerda.
A tempura.
Vou suar o passo a passo.
As pestanas.
A pó plura.
Todo o olho esquerdo.
Observa a vitalidade presente.
O calor.
Sua vida.
E deixa que todos os músculos escondidos atrás do olho.
Libertem também qualquer tensão.
Agora sente as cavidades dos seios perinasais.
O espaço por trás do nariz.
As zonas ocas da face.
Se visualizar.
Apenas sentindo.
Leva atenção ao ouvir o direito.
Primeiro o fio interno.
Canal auditivo.
As pregues da borilha.
Um abraço.
A parte superior da orelha.
E percebe simplesmente.
Que o ouvido está a ouvir.
Sem esforço.
Os sons chegam a Tati.
Não precisas de os procurar.
Apenas os recebos.
Passa a atenção para o ouvido esquerdo.
O ouvido interno.
Canal auditivo.
A urina.
As suas pregas.
Um abraço.
A parte superior.
E nota como também este ouvido.
Permanece aberto.
Esponhe aí bem.
Recetivo.
E sente os dois ouvidos.
Abertos.
A receberem naturalmente todos os sons presentes.
Sem preferência.
Sem resistência.
Apenas escuta.
E deixa que a atenção se expanda.
Ao coro cabudo.
Acabou.
A toda a superfície da cabeça.
Sinto o torro pela cabeça.
Percebe como toda esta região está viva.
Com pequenas sensações.
Como se milhares de pequenos pontos.
Despertassem suavemente.
Sobre a tua atenção.
Depois deixa essa presença.
Escorrer lentamente.
Até à testa.
Sinta a pele da testa.
Cada músculo,
Cada fibra.
E todos eles se começam a suavizar.
Ainda mais.
Permite que a atenção repouse por um instante.
No centro da testa.
Como se observasses silenciosamente o espaço escuro.
Por trás da testa.
Sem procurar imagens.
Sem imaginar nada.
Apenas repousando.
Na presença.
E deixa a tensão descer lentamente.
Até a garganta.
Sinta a base da língua.
Maxilar.
Toda esta região.
Cheio de sensações.
E liberta qualquer necessidade de pensar.
Permite-te simplesmente sentir.
A garganta.
O pescoço.
Toda a cabeça.
Como um único campo vivo.
Do consciência.
Réveillon.
Presente.
Cheio de vida.
E deixa,
Quieta a sondeja,
Suavemente,
Até a base da garganta.
Sente a pequena gravidade entre as clavículas.
Clavícula direita.
Acabei com a esquerda.
O centro do peito.
Como se toda esta região despertasse.
Sob a luz tranquila da tua consciência.
E move lentamente a atenção para o lado direito do peito.
Ombro direito.
Sinto profundamente a articulação do ombro.
Não só a sua superfície.
Mas o seu interior.
Como se conseguisses sentir a esfera da articulação encaixada suavemente na cavidade.
Observe os músculos que envolvem o ombro,
Os tendões.
Os ligamentos.
O calor.
A vida.
As sensações presentes neste lugar.
E deixa que a tensão desça para o braço direito.
Primeira parte superior.
Sentindo os tecidos mais profundos.
Como se atravessasses lentamente os músculos.
Até chegar já aos.
.
.
Sinto os tecidos vivos,
Escondidos no interior do braço.
Tudo pulsa silenciosamente com a vida.
Deixa até o cotovelo.
Observe a articulação por dentro.
Como se estivesse a sentir desde o seu centro.
Sem visualizar.
Apenas sentir.
Recorre lentamente o antebraço.
Parte da frente.
A parte de trás.
Os músculos,
Os tendões.
Os ossos.
Os vasos.
Todo o outro braço vivo.
De pequenas sensações.
E chega a chegar ao pulso.
Observa-o por dentro.
E depois deixar a tensão penetrar a palma da mão.
Sente o interior da mão.
Como se milhões de células.
.
.
Despertassem suavemente sobre a tua consciência.
Uma mão viva.
Cheia de presença.
Leva atenção ao pulgar direito.
Sinta toda a sua extensão.
Até a ponta do dedo.
Percebe a enorme sensibilidade que existe nesta pequena área.
Sente o dedo,
Indicador.
Toda a sua extensão.
A ponta do dedo.
O dedo médio.
Vivem no ar.
Bebe mindinho.
E percorre cada dedo,
Lentamente.
Sem pressa.
Agora sente os cinco dedos ao mesmo tempo.
O interior dos dedos Jóssi.
Os tecidos vivos.
Do urso da mão.
O espaço entre os dedos.
Os passos à volta da mão.
Como se a própria mão respirasse.
Dentro de um campo de consciência.
Observa as unhas.
As pontas dos dedos.
Toda mão.
Tudo graças.
Todo o ombro direito.
Como uma única unidade.
Sinto todo o volume do braço direito.
Não apenas a superfície,
Mas também o espaço interior.
A forma completa do braço.
E regressa ao lado direito do peito.
Sinto o pulmão de lei.
Uma plata pousada sobre o chão.
Observa o ar a mover-se suavemente dentro do pulmão.
Sente-se forçado.
Apenas respiração.
E deixa a tensão descer pela cintura.
Até lá à direita,
O abdômen.
Sinta os órgãos internos.
Desempenho o seu trabalho silenciosamente.
Tudo acontece sem que precises de controlar nada.
Agora desce até a bacia.
Sente a articulação da ânca,
Direita.
Os músculos profundos.
Os tecidos.
Os ligamentos.
Toda esta região viva.
Do Zim.
Percorre lentamente a coxa direita.
Primeiro frente.
Depois a parte de trás.
Depois o interior profundo da coxa.
Sinta os jossos.
A sua densidade.
O fluxo constante da circulação.
Calor.
Vida livre.
Sinta o joelho direito.
A rotura.
Todo o interior da articulação.
Como se observasse o joelho por dentro.
Curiosidade.
Sem qualquer necessidade de mudar o que existe.
E continuas até a parte de baixo da perna.
A barriga da perna.
A canela.
Todos os tecidos vivos nesta região.
Milhares de milhões de células cheias de vida.
Centro do Museu.
O lado interno,
O lado externo.
O tendão daqueles.
O calcanhar.
A planta do pé.
Opa e dupe.
O interior profundo do pé direito.
E percorre lentamente,
Cada vez do pé.
Ou do outro lado.
O segundo dedo.
O terceiro dedo.
O quarto dedo.
E o dedo mais pequeno.
Sente todos os dedos ao mesmo tempo.
As unhas.
O espaço entre os dedos.
E agora sente todo o pé direito completo.
Sinto o tornozelo,
A perna,
A coxa,
A anca.
Todo o membro inferior direito.
E depois todo o lado direito do corpo.
Desde o topo da cabeça.
Até à ponta dos dedos do pé.
Como um único campo vivo de consciência.
Milhares de milhões de células.
Vibram silenciosamente.
Cheios de vida.
O sangue circula.
Eu respiro são morros.
Tudo é sustentado por uma presença tranquila.
Permite que todo o lado direito do corpo.
.
.
Seja banhado pela luz suave da tua atenção.
Sem esforço.
Sem tensão.
Apenas presença.
E agora deixa que a tensão regresse.
Lentamente ao centro do peito.
A pousa por um instante no espaço do coração.
E a partir daqui.
.
.
Começa a explorar o lado esquerdo do corpo.
Sente o lado esquerdo do peito.
O ombro esquerdo.
Permite que a atenção mergulhe profundamente na articulação do ombro.
Como se conseguisse sentir o seu interior.
O encaixe do osso.
Mux-mux.
Gostei de dois.
Os tecidos profundos.
Toda esta região viva.
Cheia de presença.
E agora,
Deixa aqui a atenção.
Desça para a parte superior.
Do braço esquerdo.
Sinto o seu nome corrigido.
Puxa mosca.
Gosto.
Os tecidos vivos escondidos no interior.
Tudo pulsa silenciosamente.
Tudo participa nesta experiência.
Estamos vivos.
Sente o cotovelo.
Articulação por dentro.
Sem visualizar,
Sem analisar.
Apenas sentindo.
E desce lentamente pelo outro braço.
A parte da frente,
A parte de trás.
Os músculos.
Tem dois.
Os nossos.
Toda esta região.
Iluminada.
Pela tua atenção.
E sento o pulso.
Observo por dentro.
E depois entra suavemente na palma da mão esquerda.
Sinto o interior da mão.
Os tecidos.
Camorra.
Da vida.
Como se milhares de milhões de células despertassem sobre a tua consciência.
Leva atenção ao pulgar.
Corre toda a sua extensão até a ponta.
Depois passa ao V de indicador.
Dedo médio.
E amor.
Mindinho.
Sinto cada dedo lentamente.
As pontas dos dedos.
A riqueza das terminações nervosas.
Presentes em cada uma delas.
Sente os cinco dedos ao mesmo tempo.
Às unhas.
O espaço entre os dedos.
O doce da mão.
A palma.
Toda a mão esquerda.
Um único campo.
Sensações.
E expanda a consciência para todo o braço esquerdo.
A mão.
E o braço.
Graças.
Todo o membro superior esquerdo.
E sente como a homoplata esquerda repousa sobre a terra.
Sente o lado esquerdo do peito.
Delas.
O pulmão esquerdo a expandir-se suavemente com cada inspiração.
E relaxar.
A cada inspiração.
E deixa que a tensão desça pela cintura.
Até o lado esquerdo do abdômen.
Os órgãos internos,
Silenciosos.
Trabalhando naturalmente.
Sem qualquer esforço da tua parte.
E observar a bacia.
Sente profundamente.
A articulação da anca esquerda.
Os músculos profundos,
Os tecidos.
Os ligamentos.
Tudo vivo.
Tudo presente.
E percorre lentamente a coxa esquerda.
Parte da frente.
A parte de trás.
O interior profundo da coxa.
Sinta o gozo.
A sua delta e vaga.
A circulação.
Cor.
Arritolíbia.
Senta o joelho esquerdo.
A rotula.
Todo o interior da articulação.
Observe-a simplesmente.
Com uma curiosidade tranquila.
Sem necessidade de alterar.
Beijos.
Até a perna.
A barriga da perna.
A canela.
Todos os tecidos desta região.
Milhares de milhões de células.
Cheias de inteligência.
Seis de vida.
E chegas ao tornozelo.
Sento o lado interno.
Lá do externo.
O tendão daquilos.
Coconhado.
A planta do pé.
Oi,
Tudo bem?
O interior profundo do pé esquerdo.
E percorre lentamente cada dedo.
Desgrande.
Sum.
Três,
Seis.
.
.
O dedo pequeno.
Sente as pontas dos dedos.
A junhas.
O espaço entre cada um deles.
Sinto o pé esquerdo por completo.
Toda a perna esquerda.
Anca.
Todo o lado esquerdo do corpo.
Do topo da cabeça.
Até à ponta dos dentes do pé.
Um único campo,
Contínuo.
De consciência.
Todo o lado esquerdo do corpo.
Respirar.
A brilhar silenciosamente.
E agora sente simultaneamente.
O lado direito e esquerdo do corpo.
Os dois lados do corpo presentes ao mesmo tempo.
Como se toda a tua estrutura respirasse uma única unidade.
Essa inspiração.
Sem esforço.
Apenas presença.
E mantém a consciência.
Em ambos os lados do corpo.
Ao mesmo tempo.
Um abraço.
O lado esquerdo.
Como dois rios que voltam a encontrar-se.
E deixa a tensão expandir-se.
Ainda mais.
Sinto tudo da parte de trás do corpo.
Os calcanhares repousados sobre a terra.
A barriga das pernas.
A parte de trás das coxas.
O sacro.
A paciência.
Todo o peso do corpo.
Entrega o chão.
Senta a coluna,
Vertebral.
Damas da Cuna.
Até ao topo da tua cabeça.
As costas apoiadas.
Puxar uma planta.
Os braços repousados ao teu lado.
Parte de trás da cabeça.
O crânio.
Tudo sustentado.
Não há nada.
Que precises durar.
A Terra faz esse trabalho por ti.
Permite-te confiar um pouco mais nesse apoio.
Entrega mais de um pouco do teu peso.
Mais um pouco.
E mais um pouco.