E vamos ajustar o nosso corpo ao tapete,
Braços ao longo do corpo,
Com as palmas das mãos para cima os pés completamente descontraídos fechamos os nossos olhos,
Inspiramos até ao fundo da barriga e expiramos suavemente uma última vez o corpo à postura,
Queixo ligeiramente recolhido a cada inspiração sentimos a energia acender os pontos necessários do nosso corpo onde passa todo o fluxo de ar inspiramos e a cada inspiração sentimos que iluminamos por dentro expiramos e começamos por descontrair os músculos do nosso rosto deixando que todo o cansaço abandone as nossas feições inspiramos e as nossas almaplatas relaxam os nossos braços ficam pesados expiramos e sentimos as nossas costas,
Nadagas e pernas completamente coladas ao tapete completamente relaxadas o nosso corpo está de tal forma colado ao tapete,
Relaxado,
Que nem que quiséssemos o conseguiríamos mover e inspiramos profundamente,
Relaxando assim a parte interna os nossos olhos,
O nosso estômago,
O nosso fígado,
Que é o rolador das nossas emoções os nossos rins,
Que purificam o nosso sangue,
Purificam a nossa vida os nossos pulmões,
Que são nada mais nada menos que copas frondosas de árvores ou seja,
É a natureza dentro de nós e por último,
Não menos importante na próxima inspiração,
Sentimos que estamos a iluminar completamente o nosso coração conseguimos ver os contornos completos e repletos de ar e luz o nosso coração ganha assim mais e mais dimensão dentro de nós conseguimos agora vê-lo à nossa frente o nosso coração transbordou do nosso peito grande,
Forte,
Iluminado inspiras e aproximas as mãos dele abrindo duas pequenas portinhas,
Como se de uma janela se tratasse abre-se a janela de par a par inspira e olha o seu interior parece uma biblioteca de memórias,
De emoções guardas dentro dele o positivo e o negativo os acontecimentos bons e aqueles que foram lições por terem sido mais dolorosas de aprender vais a cada uma das prateleiras vendo,
Desarrumando momentos desarrumando emoções desarrumando vibrações desarrumando intuições estamos assim a arrumar a nossa casa a nossa casa do amor distância-te um pouco dos sofrimentos das agonias e dos adunos tens agora uma bolinha de cristal à frente pegas nela com a mão esquerda e com a mão direita vais retirando e colocando dentro dela todos esses sentimentos que ainda te trazem mágoa que ainda te trazem rancor vais colocando um a um dentro dessa bola de cristal colocas dentro da bola de cristal a bola do perdão a bola do deixar ir a bola do momento de dar um passo em frente depois de colocaste tudo dentro dessa bola de cristal colocas a bola no centro das tuas mãos visualizando o sentimento de perdão com tanto fervor com tanto amor com tanta compaixão até ela se extinguir em pequenas gotículas que serão absorvidas pelo ar à tua frente inspira profundamente e expira suavemente inspira amor expira perdão expira perdão expira amor olha agora novamente para dentro do teu coração e veja as emoções todas fora do sítio todas desarrumadas todas aquelas que guardaste mas que queres continuar a manter dentro de ti volta a colocar cada uma delas todos os bons sentimentos os bons momentos as alegrias nas prateleiras do teu coração porque só tudo compartimentado guardado perdoado e acarinhado fará com que estejas na vibração certa equilibrada e balanceada colocas tudo com muito cuidado etictando as prateleiras do amor com tanta dedicação com tanta harmonia permitindo-te assim organizar-te para te sentires inteira repleta de cura paz e amor sorri para as tuas emoções e despede-te mas não é um despedir é um até já fechamos novamente as portadas do nosso coração tocamos ligeiramente com a ponta dos dedos no nosso amor por nós próprias e trazemos o coração de volta ao nosso peito preparando-nos assim neste sentimento de felicidade tenura para enunciar o nosso Sankalpa o nosso propósito a nossa intenção começando uma frase forma curta e clara o coração é repetindo a frase mentalmente 3 vezes o coração é o coração é neste sentimento de pureza de amor harmonia e alegria começamos a sentir novamente os nossos órgãos internos a acordarem a espreguiçarem-se inspiramos e sentimos todas as folhinhas dos nossos pulmões a ondularem o nosso estômago a contorcer-se de ternura a nossa bexiga os nossos rins os nossos intestinos o nosso fígado agora com menos fel e mais mel sentimos a alegria a transbordar de dentro para fora o amor a apaziguar de uma forma ternurante ao nosso corpo os nossos músculos e neste carinhoso toque de dentro para fora começas a mexer os teus pés as tuas mãos espreguiça-te reflete agora as tuas pernas rodando para fora e para o teu lado direito e com as pernas numa postura fetal com a ajuda da mão esquerda adotas novamente uma postura de sentada