
Empreenda a Partir de um Lugar de Abundância Dentro de Você
Será que você tem empreendedido a partir de um lugar de abundância ou de escassez? Eu não estou falando de dinheiro aqui, eu estou falando de algo mais profundo, e que impacta, diretamente nos resultados do seu negócio e na forma como você vivencia ele: se é leve, pensado, difícil, fluído. Nesse podcast vou compartilhar com você um posicionamento interno que via fazer toda a diferença na forma de ver e viver seu negócio a partir de agora.
Transcrição
Empreendendo a partir de um lugar de abundância dentro de você.
Seja muito bem-vinda,
Seja muito bem-vindo.
Esse é o nosso tema do podcast de hoje e eu quero te explicar aqui.
Compartilhar com você o que é esse lugar de abundância que eu tô falando e como que a gente empreende a partir desse lugar de abundância.
Eu empreendo e eu acredito que empreender pode ser leve.
Mas é leve quando a gente de fato consegue lidar com as nossas emoções e quando isso vem a partir desse lugar de abundância.
Eu já quero te avisar que esse podcast vai ser um tanto profundo.
Então,
Prepare-se aí para que você possa seguir aqui na linha de raciocínio que eu vou trazer nessa conversa que a gente vai ter.
Então,
Vamos lá.
O que é empreender a partir de um lugar de abundância?
Primeiro,
Para que a gente possa chegar nesse lugar de abundância,
Eu quero te explicar o que seria um lugar de escassez.
Entenda que aqui eu não tô falando sobre dinheiro.
Eu tô falando realmente sobre os recursos que eu posso enxergar em mim mesma.
Então,
Eu vou te dar um exemplo.
Por exemplo,
Se eu sou uma pessoa que eu sou muito crítica comigo mesma,
Se quando eu faço alguma coisa eu olho e digo acho que isso aí não ficou bom o suficiente e nunca tá bom o suficiente aquilo que eu faço.
Eu faço,
Acho bom,
Daqui a pouquinho eu já coloco o defeito.
E eu tenho um medo grande daquilo que as outras pessoas vão pensar de receber uma crítica do outro,
De receber um julgamento do outro,
Sabe?
E quando eu faço algo,
Se alguém já critica ou se sai um pouco errado,
Se eu não tenho reconhecimento,
Sabe?
Eu fiz um post e não recebi lá o reconhecimento que eu queria,
As curtidas que eu queria,
Os comentários que eu queria,
Eu já fico chateada,
Eu já fico abalada.
O que é isso,
Né?
O que esse comportamento ele tá me dizendo?
Ele tá me dizendo que eu estou empreendendo em busca de alguma coisa,
Em busca de um reconhecimento.
Será que quando eu tô empreendendo,
Eu tô fazendo isso pra ver se alguém reconhece?
Eu tô tão em busca do reconhecimento do outro,
Do olhar do outro,
Que muitas vezes eu esqueço do foco real do meu negócio,
Que é servir com aquilo que eu tenho,
Que é servir através do meu serviço ou do meu produto.
E eu tô focada demais no reconhecimento,
Eu tô focada demais em fazer o melhor dentro da minha régua,
Daquilo que eu acredito que é o melhor,
E não necessariamente isso é o que o cliente quer.
Tá fazendo sentido?
E o que é essa busca por reconhecimento que gera um padrão de autocrítica,
De autocobrança,
Exagerado,
Excessivo?
Porque,
Gente,
É normal a gente se sentir um pouco chateado,
A gente vai buscar melhorar sempre.
E quem empreende,
Sim,
Está sempre buscando melhorar.
Eu tô sempre buscando melhorar aquilo que eu faço.
Eu tô sempre olhando e vendo onde que eu posso melhorar isso,
Como que eu posso melhorar a minha entrega,
Como que eu posso melhorar a minha comunicação,
Como que eu posso trazer mais recursos,
Facilitar a vida do meu cliente.
Eu estou atenta a isso,
Sim.
Porém,
Tem um nível de autocobrança e autocrítica que é um nível que gera culpa,
Que é um nível que gera procrastinação,
Que é um nível que faz com que você ache que nada nunca está bom o suficiente,
Que te desgasta.
E esse nível,
Ele está te dizendo alguma coisa.
E muitas vezes,
Essa busca por reconhecimento,
Por aprovação,
Gerada pela autocrítica,
Pela autocobrança,
Ela é uma busca,
Lá no fundo,
De uma aprovação que eu ainda tô esperando do papai e da mamãe.
Muitas vezes,
Esse padrão de autocrítica,
De autocobrança,
Ele foi construído na educação.
Porque nós,
Quando nós somos crianças,
Nós estamos o tempo todo nos adaptando pra agradar aquele adulto que está ali,
Porque nós queremos pertencer,
Porque nós queremos sermos amados.
Consequentemente,
A gente começa a adaptar o nosso comportamento.
O que eu preciso fazer pra agradar a mamãe e o papai,
Pra agradar meu cuidador,
Seja o cuidador que estiver ali?
O que eu preciso fazer?
E a gente vai adaptando o nosso comportamento.
Muitas vezes,
A gente vai entendendo,
A criança vai interpretando,
Não quer dizer que tenha sido assim,
Mas a criança interpreta,
Porque ela ainda não tem uma capacidade de discernimento,
Que ela precisa fazer mais que aquilo que ela faz.
Não é suficiente,
Porque toda vez que eu ajudo a minha mãe em casa,
Ela olha pra mim e diz,
Poxa,
Mas tu fez isso,
Mas tu não fez aquilo.
Aí,
Quando eu acho,
Eu fiz tudo feliz,
Toda feliz,
Ajudei.
E eu acho que eu vou receber um elogio,
Um like legal,
Eu recebo uma crítica,
Eu começo a achar que eu tenho que fazer mais,
Mais,
Mais,
Mais,
Mais.
E muitas vezes,
Eu cresço e projeto isso no meu negócio,
Ainda buscando por uma aprovação e reconhecimento que eu não recebi lá atrás,
E eu mesma não consigo me reconhecer.
Falei,
Né,
Que esse papo ia ser profundo.
Então,
Muitas vezes,
Quando eu estou nessa busca desesperada por reconhecimento no meu trabalho,
Como empreendedora,
E eu começo a encontrar os desafios disso,
Porque não é uma coisa que eu faço que eu vou ter o reconhecimento.
Quando eu faço isso,
Muitas vezes,
Eu estou projetando uma necessidade de reconhecimento da minha crença interior,
Uma necessidade interna,
Minha,
No meu profissional,
No meu cliente.
E isso não é empreender a partir da abundância,
E sim,
Da escassez.
É como se eu olhasse para o meu cliente,
E eu que estou pedindo alguma coisa,
Né,
Me olha,
Me reconhece,
Ao invés de eu estar ali com o meu serviço,
Com o meu produto confiante,
Tão confiante naquilo que eu tenho para entregar,
Que eu estou ali para servir,
Eu estou transbordando o que eu tenho para entregar,
E não estou ali pedindo alguma coisa.
Faz sentido?
Da mesma forma,
Muitas vezes,
Isso vai aparecer através de um outro padrão,
Que é um padrão de ser a boazinha,
Sabe?
Aquela pessoa que tem dificuldade de dizer não,
Aquela pessoa que tem dificuldade de colocar limites no cliente,
Aquela pessoa que dá muitos descontos.
Existe também aí uma necessidade de ser reconhecida.
E essa necessidade,
Ela também nos diz alguma coisa sobre a gente,
Entende?
Poxa,
Mas eu quero fazer para ajudar.
A gente tem que observar até que ponto esse ajudar o outro está te ferindo,
Está te atrapalhando,
E até que ponto também não está atrapalhando o próprio outro que está ali,
Sabe?
E deixando ele dependente de você.
Então,
A gente tem que,
Muitas vezes,
Colocar um.
.
.
Dar um passo atrás e olhar através de uma perspectiva mais ampla para as nossas ações e ver a partir de onde eu estou agindo.
É de um lugar de abundância?
Eu consigo me ver,
Olhar para mim e reconhecer dentro de mim as minhas forças,
As minhas qualidades,
Reconhecer o valor do meu serviço,
Do meu produto,
E estar inteira para entregar isso para o outro?
Ou eu estou entregando em busca ou eu estou entregando em busca de um reconhecimento?
Eu estou ali para servir ou eu estou ali porque.
.
.
Pela minha necessidade de ser reconhecida?
E eu não estou dizendo que não existe o desejo real de servir.
Eu sei que existe,
Mas eu preciso parar para observar.
Se não existe ali uma escassez,
Uma necessidade muito grande de ser reconhecida que está atrapalhando o meu negócio,
Que está sendo projetada no meu cliente,
Ao invés de eu estar ali realmente inteira,
Sabe?
E como,
Então,
Que eu ajo a partir desse lugar de abundância quando eu,
Primeiro,
Eu consigo me reconhecer,
Então eu cuido dessas feridas,
Eu cuido disso,
Eu olho para isso,
E eu começo a atender as minhas próprias necessidades?
E um parêntese aqui que é importante,
É claro que você vai querer reconhecimento profissional,
É natural,
Você quer,
Inclusive,
Ter feedback do teu cliente de que o teu serviço está bom,
O teu produto está bom,
Isso é essencial,
Né?
Então,
A gente não está aqui romantizando o empreendedorismo,
Não.
Feedback real é importante,
É essencial.
Reconhecimento é um sinal de que aquilo que você está fazendo está agregando valor para o teu cliente,
Tá?
Então,
Eu não estou aqui romantizando ou idealizando.
O que eu estou falando é muito mais sobre a tua ação e a tua motivação,
Né?
Qual que é a minha ação e a minha motivação?
Eu estou ali ansiosa pelo reconhecimento ou eu consigo ir ali e estar inteira,
Entregar o meu melhor,
Plantar as minhas sementes,
Regar as minhas sementes para depois eu colher os frutos?
Entende que existe uma ordem e,
Às vezes,
Eu planteio e já estou querendo ser reconhecido,
Não receber o reconhecimento,
Já estou desesperado.
Por quê?
Porque a minha motivação foi em busca de saciar uma necessidade minha e não de eu servir o meu cliente.
Porque quando eu crio um negócio,
Seja ele de produto ou serviço,
Eu crio esse negócio para servir,
Para atender a uma necessidade do outro.
Faz sentido?
Então,
É nesse ponto que a gente precisa olhar.
E,
De novo,
Vamos lá.
Como que a gente começa a se conectar com essa parte de abundância dentro da gente?
Então,
Primeiro,
Reconhecendo as nossas necessidades.
Poxa,
Eu.
.
.
Carol,
Te ouvindo,
Eu percebi que,
Às vezes,
Eu estou agindo em busca de reconhecimento,
Sim.
Será que eu estou me reconhecendo?
Será que você está se reconhecendo?
Será que você consegue reconhecer suas pequenas conquistas,
Seus pequenos progressos?
Ou a tua régua de exigência está tão grande com você mesmo que,
Quando você faz alguma coisa,
Você olha e diz que não foi o suficiente porque você ainda não chegou lá onde você queria?
Então,
Esse é o primeiro ponto.
Atender às suas necessidades.
Identificar as suas necessidades.
Que necessidade eu tenho?
Tem pessoas,
Por exemplo,
Que começam a trabalhar,
Trabalhar,
Trabalhar,
Trabalhar,
Trabalhar.
Têm dificuldade de colocar pausas e,
Muitas vezes,
Essa dificuldade de colocar pausas,
De pausar,
De descansar,
Ela também informa uma necessidade.
Às vezes,
É uma necessidade de reconhecimento,
Às vezes,
É uma necessidade de ser cuidado,
De que alguém veja o quanto é cansativo que eu faço,
O quanto eu me dou,
O quanto eu trabalho.
O que eu quero com isso?
O que eu estou buscando com isso?
Eu estou querendo chamar a atenção para quê?
De quem?
Para receber o quê?
E eu não tenho uma resposta exata.
Porque isso é algo que cada um precisa olhar para dentro de si.
Mas,
Na minha experiência,
Eu vejo que,
Às vezes,
É uma busca por reconhecimento.
Poxa,
Eu quero que o meu marido diga,
Reconheça,
Sabe,
O quanto eu trabalho,
O quanto eu sou determinado,
O quanto eu sou dedicado,
O quanto eu sou boa no que eu faço.
Ou eu quero ser cuidada.
Então,
Eu vou lá,
Me canso,
Me canso.
Chegou,
Eu estou tão cansada,
Porque eu quero um carinho,
Um cuidado.
E,
Ao invés de eu pedir esse cuidado,
Eu uso toda uma estratégia para receber esse cuidado.
Ao invés de eu mesmo aprender a me cuidar também,
A me permitir dar pausa,
Eu uso toda uma estratégia.
Porque eu aprendi assim.
Muitas vezes,
Nós aprendemos dessa forma.
E a gente não percebe que a gente aprendeu dessa forma,
Que a gente utiliza essa estratégia para atender uma necessidade,
Ao invés de pedir por isso,
Ou ao invés de se dar isso que a gente precisa.
E aí,
A gente está em frente ao nosso negócio a partir de um lugar de escassez,
Para atender uma necessidade interna que a gente não vai encontrar ali.
Por isso que tem tanta gente que recebe elogio,
Sabe,
Recebe feedback.
Nossa,
As pessoas falam,
Os clientes falam.
Nossa,
É maravilhoso,
Está muito bom.
E a pessoa,
Ainda assim,
Não consegue enxergar aquilo.
Percebe que não é sobre o que o cliente acha sobre você,
Percebe que não é sobre o que o cliente acha,
É sobre o que ela acha.
E muitas vezes,
Isso tem a ver,
Não mais com o que eu tenho para servir ao outro,
E sim com o que está faltando dentro de mim.
Então,
Se eu quero empreender a partir de um lugar de abundância dentro de mim,
Porque daí é leve,
Porque daí eu estou inteira,
Porque daí as coisas fluem,
Os clientes sentem,
Eu transbordo,
Eu preciso aprender a atender as minhas necessidades.
Aprender a olhar para mim como adulta e atender as necessidades que eu tenho hoje.
Aquilo que eu acho que,
De repente,
Me faltou em algum momento,
Poxa,
Eu queria ter recebido atenção,
Eu queria ter recebido apoio e não tive,
Eu queria ter recebido um parabéns e eu não tive.
Como seria eu me dar isso agora?
Eu me dar esse parabéns?
Eu me dar esse descanso merecido?
Eu me dar um momento de pausa?
Eu me permitir isso?
Como seria?
Como seria você começar a olhar para as suas necessidades,
Reconhecer suas necessidades e atender as suas necessidades?
Segunda coisa essencial aqui é que existe uma crença que eu já tive,
Inclusive,
Sobre ser arrogante,
Sobre você estar se achando quando você reconhece as suas forças,
As suas qualidades,
As suas habilidades.
É muito comum quando eu estou conversando com as minhas clientes,
As minhas mentoradas,
E a gente entra nesse tema de qualidades,
De habilidades,
O que tem de bom,
O que você admira em você,
E aí existe um conflito grande.
Nossa,
Como é difícil falar sobre isso.
Parece que eu estou me achando,
Carol.
Há um monte de defeitos na minha cabeça,
Eu escuto muito isso.
Por quê?
Porque a gente foi educado a não olhar para as nossas forças,
Sabe?
A gente foi educado a acreditar que reconhecer o que a gente tem de bom é ser orgulhoso,
É feio.
E eu não estou falando aqui sobre você pegar um megafone,
Sobre você sair falando o quanto você é bom,
O quanto você é determinada,
O quanto você é,
Sei lá,
Ótima com.
.
.
Nossa,
Me faltou o nome agora.
Estou com a imagem na cabeça.
Com Excel,
Com planilhas.
Não é sobre isso.
É sobre você conseguir olhar e ter,
Poxa,
Eu tenho essa,
Essa,
Essa habilidade,
E lembrando,
Toda habilidade pode ser lapidada,
Tá?
Então,
Você não precisa ser perfeito nisso,
Mas se você tem uma habilidade em alguma coisa,
Você conseguir reconhecer,
Eu tenho essa,
Essa,
Essa habilidade,
Eu sou boa em fazer tal coisa,
Eu sou boa em fazer tal coisa,
Eu sou boa em fazer tal coisa também,
Porque quando você reconhece as suas habilidades,
As suas qualidades,
Você consegue usá-las a teu favor,
Usá-las a favor do teu cliente para entregar melhor.
Então,
Se eu sou uma pessoa muito alegre,
Eu vou prestar o meu serviço com alegria,
Não vou levar só o meu produto ou o meu serviço.
Eu vou levar o meu produto,
O meu serviço com alegria.
Será que isso não vai fazer mais diferença na vida do meu cliente?
Pois é.
Quando eu reconheço as minhas habilidades,
As minhas qualidades,
Eu direciono elas conscientemente para agregarem valor no meu serviço,
No meu produto,
E para impactar a vida do meu cliente.
Isso é leve,
Porque isso já está dentro de você.
Você não vai na falta lá,
Eu não tenho isso,
Eu não sou boa naquilo,
Eu não sou aquele outro,
E você vai sem brilho no olho,
Entende?
Você vai com o seu melhor.
Por mais que você tenha várias outras coisas para você melhorar.
Inclusive,
Quando a gente reconhece aquilo de bom que a gente tem dentro da gente,
A gente aproveita disso para aprender coisas novas.
A gente se sente forte o suficiente para aprender coisas novas.
Agora,
Se eu nunca sou boa em nada,
Se eu não sei nada,
Eu digo,
Ah,
Nem quero aprender mesmo,
Porque eu nunca vou ser boa.
Eu não é verdade.
Então,
Além de atender as minhas necessidades,
É fundamental eu me permitir reconhecer as minhas forças,
As minhas qualidades,
As minhas habilidades.
Eu costumo dizer que só é possível eu servir com aquilo que eu reconheço que eu tenho.
Eu só posso servir com aquilo que eu reconheço que eu tenho.
É como você chegar num restaurante e a pessoa te entregar um cardápio,
E esse cardápio está em branco.
E aí,
Você diz,
E aí,
O que vocês têm para servir?
Pois é,
Ah,
A gente até sabe fazer peixe,
Mas a gente não é tão bom assim.
Entende?
É a mesma coisa.
Você tem algo para servir aí dentro de você.
Só que você só vai poder servir com isso,
Levar isso para o teu cliente,
Quando você reconhecer isso que você tem.
E o terceiro ponto que eu quero trazer aqui,
Que está conectado com isso,
É que eu acredito que um negócio só é leve,
Que a gente só faz ele a partir de um lugar de abundância quando a gente vive o nosso propósito na nossa vida.
E não essa ideia que se criou de que propósito é algo só profissional.
Sabe?
Propósito tem a ver só com o meu trabalho.
Não,
Eu acredito que o propósito é a gente utilizar o nosso melhor,
É a gente transportar o nosso melhor,
É a gente ser como o sol.
Que radia a luz dele para todos os lados.
Então,
Você vai utilizar as suas forças,
As suas qualidades,
As suas habilidades,
Em todas as áreas da tua vida.
É muito mais fácil assim,
É muito mais gostoso assim.
Eu não vou ser alegre só no meu ambiente de trabalho,
Só com o meu cliente.
Se eu sou uma pessoa,
Se eu tenho alegria aqui dentro de mim,
Por que não trazer essa alegria para a minha casa,
Trazer essa alegria para a minha amizade?
E pode parecer até óbvio,
Não,
Carol,
Mas se eu sou alegre,
Eu sou alegre em tudo.
Sabe que muitas vezes não é assim.
Muitas vezes a gente não está percebendo,
Mas a gente está em casa empurrado,
A gente está,
Sabe,
A gente começa a se colocar à defesa,
A gente não está vivendo o nosso propósito em todas as áreas da nossa vida.
E de novo,
Quando eu digo viver o nosso propósito,
Eu estou dizendo aqui viver as suas qualidades,
Transbordar,
Sabe,
O teu melhor,
Para as pessoas que estão à tua volta.
Faz sentido?
Isso nos ajuda.
Por quê?
Porque eu sou uma única pessoa.
Então,
Se eu estou transbordando isso no meu relacionamento,
Se eu estou transbordando isso com a minha família,
Se eu estou transbordando isso quando eu saio na rua,
Vai ficar muito mais fácil de eu fazer isso no meu negócio.
Estou sendo inteira ali,
Né.
E é muito importante eu falar aqui também que eu não estou dizendo que a gente não tem dias difíceis,
Que a gente não tem dias que está triste,
E dias que isso faz parte,
Né.
Então,
Não estou falando aqui sobre nossa,
Eu estou alegre e feliz o tempo todo.
Não,
Bem pelo contrário.
Eu verdadeiramente acredito que,
Para que a gente possa estar inteira,
A gente precisa entrar em contato com as nossas emoções.
E todas elas são bem-vindas.
Eu preciso aprender a escutar,
Né.
Quando eu falo lá no primeiro passo sobre atender as necessidades,
Para eu fazer isso,
Eu preciso entrar em contato comigo.
Eu preciso,
Se eu estou triste,
Me permitir sentir essa tristeza,
Entender o que essa tristeza está me trazendo.
Então,
Para eu estar num lugar de abundância,
Para eu empreender a partir de um lugar de abundância dentro de mim,
É importante eu atender as minhas necessidades,
Eu estar atento a essas necessidades.
É importante eu reconhecer o que eu tenho de melhor,
As minhas qualidades,
As minhas habilidades,
Os meus talentos,
Me apropriar disso,
Sabe,
Sem vergonha.
Sem acreditar que é feio.
Eu me apropriar disso,
Porque quando eu me aproprio,
Eu digo,
Poxa,
É isso aqui que eu tenho para entregar,
Olha que maravilhoso.
E aí eu sirvo com o meu melhor.
E três,
Viver esse meu propósito em todas as áreas da minha vida.
E eu posso colocar aqui um quarto ponto,
Né.
Já me alonguei bastante na nossa conversa,
Mas eu quero trazer isso aqui.
Depois eu posso fazer um podcast só sobre isso,
Né,
Que é o efeito cascata do nosso negócio.
O que é o efeito cascata?
Quanto mais clareza eu tenho dos benefícios que o meu serviço,
O meu produto leva para a vida do meu cliente,
Mais eu consigo ter confiança na hora de oferecer,
Né,
Os meus produtos,
Na hora de oferecer o meu serviço.
Então isso também nos ajuda a ir para o negócio nesse lugar de abundância,
Sabe,
Reconhecendo o que o meu serviço tem de bom e vai agregar na vida do outro.
Não simplesmente lá vender,
Ah,
Eu vendo isso,
Eu tenho isso.
Não,
Poxa,
Isso aqui faz diferente,
Isso aqui tem um impacto.
Essa pessoa está abrindo a casa dela para ter um produto meu lá dentro.
Isso tem um impacto.
Então eu vou valorizar isso,
Né.
E aí a gente consegue empreender a partir de um lugar de abundância e fica mais leve,
Fica mais gostoso.
Inclusive o nosso poder de atração,
De atração,
De atração,
Inclusive o nosso poder de atração,
De atrair clientes,
Fica mais fácil,
Faz sentido.
Então esse era o assunto que eu gostaria de trazer aqui hoje.
Espero que tenha feito sentido para você e me conta o que você achou,
Se isso fez sentido,
Se você ficou com dúvida,
Se você concorda,
Se você tem outra opinião,
Comenta aqui para que a gente possa ter esse diálogo.
Muito obrigada,
Um grande abraço e até a nossa próxima conversa.
Conheça seu professor
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