
Meditação Para TDAH E Ansiedade
Encontre um espaço de calma para desacelerar a mente e recuperar o equilíbrio emocional. Esta meditação guiada auxilia no alívio da ansiedade, TDAH, estresse, insônia, pensamentos acelerados, inquietação e fadiga mental. Com técnicas de mindfulness, respiração consciente, relaxamento profundo e atenção plena, você desenvolverá foco, concentração, serenidade e bem-estar para o dia e para uma noite de sono mais tranquila.
Transcrição
Procure fechar os olhos suavemente.
E permita que sua atenção descubra que não precisa permanecer inteira em lugar algum.
Uma parte percebe a minha voz.
Outra acompanha sua respiração.
Talvez exista uma terceira parte já começando a se afastar.
Sem esforço,
Enquanto você tenta perceber.
Onde termina um pensamento e começa o próximo.
Por alguns instantes,
Percebe que precisa interromper o pensamento para procurá-lo.
Essa é a interrupção.
Se torna um lugar de passagem.
Respire lentamente.
Na próxima inspiração.
Perceba o instante em que o ar termina de sair.
Existe ali uma pausa mínima.
Não prolongue.
Apenas reconheça.
E cada vez que essa pausa surgir naturalmente,
Permita que sua mente desça um nível abaixo.
Daquilo que estava pensando.
Agora,
Imagine diante de você Uma sala silenciosa.
Quase escura.
Nas paredes existem pequenas telas acesas.
Cada uma contendo algo que sua mente manteve aberto durante o dia.
Uma tarefa,
Uma conversa,
Uma preocupação.
Uma lembrança ou ideia incompleta.
Você não precisa descobrir o conteúdo das telas.
Observe.
Quanto mais você tenta olhar diretamente para uma tela,
Mas as outras escapam da sua visão.
Então deixe seus olhos imaginários repousarem no centro da sala.
E perceba que as telas permanecem nas bordas da sua percepção.
Isso cria profundidade.
O centro fica vazio,
As bordas ficam distantes.
E a sua atenção começa a perder a necessidade de escolher.
Talvez uma tela chame você.
Apenas reconheça.
Não precisa ser resolvido agora.
E deixe que ela diminua o brilho.
Depois a outra.
Nada precisa ser resolvido agora.
Outra tela diminui e se apaga.
E depois outra e mais uma.
Enquanto algumas permanecem acesas você pode descobrir.
Que já não sabe quantas apagaram,
Quantas ainda existem,
Ou qual momento começou a ficar difícil acompanhar essa contagem.
Essa dificuldade é útil.
Porque agora a própria tentativa de acompanhar pode começar a se apagar também.
Enquanto a própria necessidade de acompanhar as telas desaparece.
Talvez você perceba que uma única tela permanece acesa no fundo daquela sala.
Não por ser mais importante?
Mas apenas porque existe algo além dela.
Aproxime-se lentamente.
E à medida em que se aproxima,
Descubra que aquilo não é exatamente uma tela.
É uma passagem.
Você pode atravessar.
E sentir que do outro lado existe um espaço.
Ainda mais silencioso.
Onde você encontra um grande painel contendo os circuitos que mantiveram sua mente funcionando.
Agora você não precisa compreender nenhum deles.
Seu inconsciente reconhece aquilo que você pode descansar agora.
E talvez seja interessante perceber que desligar ou apagar não significa perder.
Mas suspender temporariamente.
Aquilo que poderá funcionar outra vez e melhor.
Depois.
Então você desliga o primeiro circuito,
A antecipação.
Nada precisa ser previsto ou antecipado agora.
Depois reduz a intensidade do circuito da vigilância.
Você não precisa verificar tudo o tempo todo.
Então desacelere o circuito das conversas imaginárias.
Frases se perdem,
Respostas deixam de chegar.
E desaparecem.
E quanto menos sentido existe em continuar uma sequência,
Mais profundamente você pode descer.
Enquanto eu conto dez.
Afastando-se do mundo externo.
9.
Permitindo que os pensamentos se dissipem no silêncio.
Esquecendo aquilo que não precisa lembrar E sua mente repousa Sete abandonando a necessidade de acompanhar a minha voz completamente.
Sim.
Entrando num ponto em que ouvir e dormir começam a se misturar.
Menos palavras,
Três.
Menos esforço,
Dois.
Menos intensidade.
Nada a fazer.
E agora existe apenas um interruptor central.
Você pode observá-lo e tocá-lo ainda.
Porque talvez ele já esteja descendo sozinho,
Lentamente enquanto parte da mente,
Que tentaria descobrir quando isso acontece,
Começa a perder o interesse.
E quanto menos você acompanha mais profundamente,
Algo continua acontecendo abaixo da sua percepção.
Preparando você silenciosamente pro próximo movimento.
Então desligue o interruptor.
E perceba-se indo mais fundo outra vez,
Agora começando em síntese.
Relaxe mais profundamente.
Quatro.
A vigilância diminui.
Três.
Deixando de pensar porque exige esforço demais.
Doe.
Deus ligando.
Agora,
Nesse estado de relaxamento tão único e profundo.
Deixe que as frases que ecoam reprogramem seus pensamentos e sua forma de funcionar mentalmente.
Apenas permita que sua mente absorva.
Sem precisar analisá-las,
Desde que sejam absorvidas.
Enquanto sua consciência relaxa cada vez mais profundamente.
Minha mente aprendeu que a noite não é o momento de resolver a vida.
Mas de interromper tranquilamente o que pode continuar amanhã.
Eu posso perceber um pensamento sem transformá-lo em uma sequência,
Preocupação ou história inteira.
Quanto menos alimento os pensamentos,
Mais rapidamente perdem força,
Urgência e importância.
Meu cérebro aprendeu a reconhecer o conforto do silêncio,
A paz e a quietude como sinais naturais de saúde,
De segurança e proteção.
Minha mente pode abandonar as ideias e continuar segura.
Repouso no vazio.
Retorne-me abrigo em minha respiração.
Enquanto meu corpo relaxa e realiza o trabalho silencioso de descansar e se recuperar.
A cada noite torna-se mais fácil diferenciar aquilo que merece minha atenção do que pode simplesmente passar.
Minha atenção não precisa perseguir cada estímulo,
Memória,
Sensação ou possibilidade que aparece em mim.
Posso deixar as perguntas abertas sem sentir que preciso encontrar respostas.
Quanto mais profundamente descanso.
Mas minha mente aprende que não precisa permanecer em vigilância para estar segura de mim.
Minha capacidade de desacelerar se fortalece cada vez que permito que um pensamento desapareça.
O sono não depende de controlar a minha mente.
E surge quando a mente percebe que finalmente,
Finalmente.
.
.
Pode abandonar o controle.
Eu confio na capacidade do meu cérebro de guardar o que importa e descartar agora tudo aquilo que apenas produz ruído.
A noite deixa de ser um território de antecipação.
Torna-se um espaço onde nenhuma decisão,
Resposta ou solução é exigida de mim.
E quanto menos tento permanecer consciente dessas palavras,
Mas facilmente minha mente pode apagá-las.
E apagar o restante do dia e permitir que o sono continue fazendo tudo aquilo que agora já não preciso.
Fazer.
Minha mente aprendeu que a noite não é o momento de resolver a vida.
Mas de interromper tranquilamente o que pode continuar amanhã.
Eu posso perceber um pensamento sem transformá-lo em uma sequência,
Preocupação ou história inteira.
Quanto menos alimentos,
Pensamentos,
Mais rapidamente perdem força,
Urgência e importância.
Meu cérebro aprendeu a reconhecer o conforto do silêncio,
A paz e a quietude como sinais naturais de saúde,
De segurança e proteção.
Minha mente pode abandonar as ideias e continuar segura.
Repouso no vazio.
Retorne-me abrigo em minha respiração.
Enquanto meu corpo relaxa e realiza o trabalho silencioso de descansar e se recuperar.
A cada noite torna-se mais fácil diferenciar aquilo que merece minha atenção do que pode simplesmente passar.
Minha atenção não precisa perseguir cada estímulo,
Memória,
Sensação ou possibilidade que aparece em mim.
Posso deixar as perguntas abertas sem sentir que preciso encontrar respostas agora.
E quanto mais profundamente descanso.
Mas minha mente aprende que não precisa permanecer em vigilância para estar segura.
Minha capacidade de desacelerar se fortalece cada vez que permito que um pensamento desapareça.
O sono não depende de controlar a minha mente E surge quando a mente percebe que finalmente,
Finalmente Pode abandonar o controle.
Eu confio na capacidade do meu cérebro de guardar o que importa e descartar agora tudo aquilo que apenas produz ruído.
A noite deixa de ser um território de antecipação.
Torna-se um espaço onde nenhuma decisão,
Resposta ou solução é exigida de mim.
E quanto menos tento permanecer consciente dessas palavras,
Mas facilmente minha mente pode apagá-las.
E apagar o restante do dia e permitir que o sono continue fazendo tudo aquilo que agora já não preciso.
Fazer.
Minha mente aprendeu que a noite não é o momento de resolver a vida.
Mas de interromper tranquilamente o que pode continuar amanhã.
Eu posso perceber um pensamento sem transformá-lo em uma sequência,
Preocupação ou história inteira.
Quanto menos alimento os pensamentos,
Mais rapidamente perdem força,
Urgência e importância.
Meu cérebro aprendeu a reconhecer o conforto do silêncio,
A paz e a quietude.
Como sinais naturais de saúde,
De segurança e proteção.
Minha mente pode abandonar as ideias e continuar segura.
Repouso no vazio.
Retorne-me abrigo em minha respiração.
Enquanto meu corpo relaxa e realiza o trabalho silencioso de descansar e se recuperar.
A cada noite torna-se mais fácil diferenciar aquilo que merece minha atenção do que pode simplesmente passar.
Minha atenção não precisa perseguir cada estímulo,
Memória,
Sensação ou possibilidade que aparece em mim.
Posso deixar as perguntas abertas sem sentir que preciso encontrar respostas agora.
Quanto mais profundamente descanso.
Mas minha mente aprende que não precisa permanecer em vigilância para estar segura.
Minha capacidade de desacelerar se fortalece cada vez que permito que um pensamento desapareça.
O sono não depende de controlar a minha mente.
E surge quando a mente percebe que finalmente,
Finalmente,
Pode abandonar o controle.
Eu confio na capacidade do meu cérebro de guardar o que importa e descartar agora tudo aquilo que apenas produz ruído.
A noite deixa de ser um território de antecipação.
Torna-se um espaço onde nenhuma decisão,
Resposta ou solução é exigida de mim.
E quanto menos tento permanecer consciente dessas palavras,
Mas facilmente minha mente pode apagá-las.
E apagar o restante do dia e permitir que o sono continue fazendo tudo aquilo que agora já não preciso.
Fazer.
Minha mente aprendeu que a noite não é o momento de resolver a vida.
Mas de interromper tranquilamente o que pode continuar amanhã.
Eu posso perceber um pensamento sem transformá-lo em uma sequência,
Preocupação ou história inteira.
Quanto menos alimento os pensamentos,
Mais rapidamente perdem força,
Urgência e importância.
Meu cérebro aprendeu a reconhecer o conforto do silêncio,
A paz e a quietude como sinais naturais de saúde,
De segurança e proteção.
Minha mente pode abandonar as ideias e continuar segura.
Repouso no vazio.
Retorne-me abrigo em minha respiração.
Enquanto meu corpo relaxa e realiza o trabalho silencioso de descansar e se recuperar.
A cada noite torna-se mais fácil.
Diferenciar aquilo que.
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