
#09 7º Hábito - Afine o Instrumento - Percepções do Livro "Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes" por Steven Covey
Esse é o ultimo episódio dessa sequência especial que gravei com muito amor para compartilhar e promover a expansão da conciência. Eu acredito que uma mente que se abre JAMAIS voltará ao tamanho original. Gratidão por estar aqui, deixe sua mensagem para que eu possa comprender o que fez sentido e promover novos conteúdos. Com Amor, Patrícia Garcia
Transcrição
Hey,
My winners!
Welcome to my new podcast.
Oh,
Meus amados vencedores,
Salva bonas,
Espero que vocês estejam bem.
Bem-vindo a essa série especial sobre o livro dos sete hábitos das pessoas altamente eficazes.
Eu me chamo Patrícia Garcia,
Falo aqui diretamente da terra dos cangurus.
Está um dia maravilhoso aqui,
Como sempre,
Um pouquinho de frio,
Mas um sol lindo,
Um céu azul.
E eu adoro poder descrever um pouco disso para que você possa se sentir um pouquinho aqui perto de mim e eu aí perto de você.
Não importa de onde,
Que parte do mundo você está nos ouvindo,
Ou em que momento você nos encontrou,
O que importa é que agora a gente está junto,
Dividindo essa energia.
Bom,
Chegamos aqui no sétimo hábito deste livro e esse sétimo hábito traz para a gente uma reflexão que eu adoro contar essa história.
Eu vou começar contando a história e depois a gente vai falar um pouco sobre o que é esse sete hábito,
Tá?
A história é o seguinte,
Existia um velhinho que ele trabalhava cortando madeira.
E ele era o único,
Ele era o pioneiro da sociedade e ele fazia isso há muito tempo.
Chegou um dia que um jovem resolveu desafiar aquele velhinho em praça pública.
E ele falou assim,
Eu duvido que você consiga cortar o maior número de madeiras em menor tempo do que eu.
E o senhorzinho ficou um tanto admirado e espantado com a audácia daquele jovem,
Mas tudo bem,
Ele aceitou o duelo e lá foi ele para o meio da praça.
Todos os moradores daquela pequena cidade se reuniram para assistir esse duelo e ficaram horrorizados com o desafio que ali estaria.
Então,
Bem por bem,
Começou um rapaz a apresentar,
Olha,
Esse é o jovem,
Ele tem 18 anos,
Ele faz,
Enfim,
Contou lá as lutas que ele faz e tudo mais,
Era um rapaz forte,
Novo,
Bonito.
E do outro lado,
Tínhamos lá um senhorzinho que cortava lenha naquela cidade há mais de 40 anos.
Ele tinha mais de 70 anos,
Ele era um senhorzinho magrinho,
Barbudo,
Com o rostinho bem queimado do sol,
Mas que estava lá firme e forte.
O senhorzinho estava sentadinho enquanto o rapaz apresentava e o jovem todo se exibindo,
Exibindo seus músculos de regata,
Ali preparado para o duelo.
Pois bem,
O menino então deu início para o duelo e começaram eles a cortar a lenha.
O jovem mandou vendo as lenhas,
Cortou,
Cortou,
Cortou,
Estava suando,
Pingando.
Enquanto o senhorzinho cortava uma lenha,
Parava um pouquinho,
Sentava,
Ficava ali com seu machadinho na mão e o jovem olhava e dava risada,
Falava,
Meu,
Esse velho,
Ele já assumiu que ele perdeu e ele nem continuou.
Enfim,
E ali ficaram eles por horas.
Chegou um momento que o jovem estava muito cansado,
Porque ele,
Desde que ele tinha começado,
Ele não tinha parado nem para tomar uma água.
E o senhorzinho,
Muito estratégico e sábio,
Parava todo o tempo e fazia o quê?
Afiava o seu machado,
Tomava uma água,
Fazia estratégia de como organizar a sua lenha e assim foi por horas o duelo.
Final,
Né,
Conclusão dessa ópera.
O que aconteceu?
Acreditem,
O senhorzinho,
Mesmo superando e aí,
Né,
E quebrando todos os tabus,
Foi a pessoa que mais conseguiu cortar suas lenhas.
Muito mais do que o jovem,
Musculoso,
Cheio de energia,
Vitalidade e etc.
E por que isso aconteceu,
Minha gente?
Porque,
Primeiro,
Ele não tinha estratégia.
Segundo,
Ele não afiava o machado dele.
Então,
Não significava que ele não tinha força.
Ele tinha força pra caramba.
Só que ele gastou toda a força dele cortando,
Sem ter corte no seu machado.
E aí,
Eu trago uma reflexão para você.
Quantas vezes você não está lá em alto mar?
Remando,
Remando,
Remando,
Dando tudo de você.
E aí você vira e fala,
Patrícia,
Eu estou exausto,
Eu já fiz de tudo o que eu podia na minha vida.
Eu não sei mais o que fazer,
Eu não aguento mais.
E aí,
Eu olho pra você e te vejo lá no alto mar,
Num barquinho que tem potencial,
Com uns reminhos velhos e sem estratégia nenhuma.
E aí eu te falo,
Você não tem os melhores equipamentos e nem a melhor estratégia.
Então,
Pode ser mesmo que,
Mesmo você dando o seu melhor,
Pode ser que você morra aí na praia.
E o sétimo hábito,
O que o coven nos traz a reflexão?
Você precisa,
Você tem que afiar o seu machado.
Você tem que estudar,
Você tem que se desenvolver.
Porque vai chegar uma hora que vai estar ultrapassado o seu nível de conhecimento.
E aí você vai até estar dando o seu melhor.
Mas,
Às vezes,
O seu melhor pode não ser o suficiente para aquele desafio,
Para aquele projeto,
Para aquele momento da sua vida.
Então,
A importância de afiar o machado.
Porque isso faz com que você vá muito mais longe,
Que você corte muito mais lenho,
Que você gaste menos energia.
E tá aí um ponto importante.
Não adianta só você dar o seu melhor,
Entregar tudo de você.
Cara,
Você tem que ter estratégia.
Você não precisa entregar tudo,
Você pode entregar o suficiente para aquela missão.
E,
Às vezes,
Você está trabalhando em um projeto,
Em uma empresa,
Em um lugar,
Onde você está dando tudo de você.
Tudo,
Tudo,
Tudo.
Sabe o que acontece depois?
Você chega na sua casa,
Você não tem energia para fazer mais nada.
Você entregou tudo ali.
E aí,
Isso adiantou?
Você cumpriu a sua missão do dia?
Não,
Porque sua missão não é só trabalho.
Você não ocupa só um papel na sua vida.
Nós temos vários papéis.
Muitos de nós somos filhos.
Muitos de nós somos marido ou mulher.
Muitos de nós somos estudantes.
Muitos de nós somos profissionais.
Pai,
Mãe,
Irmão,
Primo,
Amigo.
Nós temos vários papéis na nossa vida.
E se você está gastando muita energia com um papel só,
E não te sobra energia para os demais,
Você precisa afiar o seu machado.
Para que você possa,
Nesse papel principal que você entende hoje na sua vida,
Porque tudo é prioridade,
E é onde a gente coloca mais a nossa energia,
Significa que a gente escolheu aquilo como a nossa prioridade.
Se você não afiar o seu machado,
Você não vai conseguir dar conta de tudo.
Então,
É apenas isso.
É simples assim.
Nós nunca sabemos tudo.
E afiar o machado é estar ouvindo um podcast que vai te levar à reflexão,
É estar assistindo um vídeo no YouTube,
É estar lendo um livro,
É estar fazendo um curso,
É estar se desenvolvendo sempre,
Entendendo que essa é uma constante eterna na nossa vida.
Eu acho muito triste quando as pessoas falam,
Mas agora eu já tenho até um doutorado,
Não tenho mais o que eu faço.
Meu amigo,
Vai aprender um idioma novo.
Ah,
Mas eu já falo inglês,
Já falo espanhol.
Beleza,
Vai aprender francês,
Vai aprender árabe,
Vai aprender chinês.
Vai aprender o que você quiser,
Mas vai aprender,
Vai estudar.
Porque dali não vem só o conhecimento da língua.
E eu falo isso para vocês em um ano morando fora do Brasil.
No começo eu achava,
Estou indo aprender inglês.
Meu Deus do céu,
Eu aprendi inglês?
Aprendi,
Mas o inglês é 10% do que eu aprendo aqui.
Porque o que a gente aprende convivendo com culturas diferentes,
Com tudo diferente,
É muito enriquecedor.
Isso faz com que eu afio meu machado todo o tempo,
Faz com que eu tenha novos pontos de vista,
Novas ideias.
Eu não paro de criar projetos.
Eu acho que eu vou ter projetos para executar,
No mínimo para os próximos 10 anos.
Por quê?
Porque quando você resolve expandir,
Você começa a ver infinitas possibilidades.
E é disso que é feito o mundo,
De infinitas possibilidades.
E quando você está preso com seu machado sem corte,
Você só vê aquela madeira na sua frente.
Você fica preso naquele cenário.
E aí você quer sempre cortar a madeira do jeito que você cortou há 20 anos.
E aí você briga porque aquela madeira não está cortando mais.
Porque o mundo mudou.
O mercado é outro.
A necessidade do mundo hoje é diferente.
A maneira com que eu trabalhava com marketing há 3 anos atrás,
Se eu usar a mesma campanha para hoje,
Eu vou fracassar.
Porque o mercado,
O cenário,
As pessoas,
Tudo já mudou.
E se eu não afio meu machado,
Eu fico querendo cortar madeira da mesma maneira que eu fiz a vida inteira.
Faz sentido isso para você?
Então,
Se você quer ter novos resultados,
E eu sempre falo isso,
E desculpem até ficar repetindo,
Não dá para fazer da mesma maneira.
Não dá para usar o mesmo machado,
Cortando a mesma lenha,
Na mesma posição,
Da mesma forma.
O mundo muda.
E você também precisa sofrer as mudanças.
E esse sofrimento pode ser maravilhoso.
Pode assustar no começo,
Como tudo que é novo.
Dói um pouquinho.
Porque você vai fazer novas sinapses,
Novas conexões neurais.
Você vai gastar mais energia,
Você vai ter que pensar,
Você vai se sentir exposto,
Você vai ter medo,
É arriscado.
Mas é tão enriquecedor.
Não tem outro caminho.
Isso é viver.
Se joga na arena,
Se põe aí.
Se desafie a trocar o machado se for preciso.
A trocar a maneira de cortar.
A trocar a maneira de posicionar a sua lenha.
Pense sobre isso.
Se desafie.
Saia um pouquinho da caixa.
Desperta.
É isso,
Meus amados vencedores.
E que venham as próximas séries especiais de outros livros,
Outras reflexões,
Meditações,
Exercícios de cura,
De autoconhecimento.
Espero que essa série especial tenha feito sentido para você e que leve você para um próximo nível de expansão,
De conhecimento e de cura.
É para isso que a gente está aqui.
Imensa gratidão.
Até o próximo.
Conheça seu professor
4.9 (20)
Avaliações Recentes
More from Patricia Garcia
Meditações Relacionadas
Professores Relacionados
Trusted by 35 million people. It's free.

Get the app
