
Durma Profundamente Ao Som Da Chuva
Permita que o som suave da chuva acalme sua mente e embale seu coração nesta meditação para dormir profundamente. Através de uma jornada de relaxamento profundo, sua respiração desacelera, seu corpo libera as tensões do dia e sua mente encontra um refúgio de paz, onde pensamentos inquietos se dissolvem como gotas de chuva que escorrem suavemente pela janela.
Transcrição
Olá.
Seja bem-vindo.
Seja bem-vindo.
Eu sou a Elsa Lima.
E hoje eu vou conduzir você.
Por um sonho pronto.
Ao som suave da chuva.
E antes mesmo de você relaxar.
Existe um som que já começou a cuidar de você.
Escute.
A chuva.
Ela não pede licença para cair.
Não faz perguntas.
Não exige nada.
Ela simplesmente chega.
E curiosamente.
Sempre que a chuva cai.
O mundo inteiro parece desacelerar.
As ruas ficam mais silenciosas.
As árvores deixam o vento falar mais baixo.
Os pássaros recolhem as asas.
As casas acendem pequenas luzes.
E por alguns instantes.
.
.
Parece que toda a vida.
.
.
Recebe permissão para descansar.
E talvez seja por isso que existe algo dentro de nós.
Muito antigo.
Que reconheces o som.
Muito antes de aprendermos a falar.
Muito antes de compreendermos o mundo.
O seu corpo já conhecia esse ritmo.
O ritmo constante.
Suave.
Da água caindo.
Guto.
Agum.
E talvez sem perceber.
Enquanto você escuta essa chuva.
O seu cérebro já está começando a desacelerar.
Porque ele conhece esse caminho.
Sempre conhecer.
E agora não existe nenhuma tarefa para cumprir.
Nenhum pensamento importante.
Nenhuma decisão urgente.
Nada precisa ser resolvido esta noite.
A única coisa que acontece.
É a chuva.
E ela continua caindo.
Guto.
Após o gol.
Como se cada pequena gota levasse embora um pensamento.
Preste atenção.
Guto.
Protocolo.
Outra gota.
Outra preocupação.
Outra gota.
Outro amor.
Outra gota.
Outra tensão.
Outra cor.
Até que reste apenas você.
E esse sonho em ti.
Que sabe exatamente como embalar uma alma cansada.
Respire profundamente.
Naturalmente.
Porque talvez você já perceba que há chuva.
Está respirando com você.
Inspirando.
Um ângulo.
Expirando.
Outra cor.
Mais uma vez.
Inspirando.
Uma gorda.
Expirando.
Outra cor.
Peraí.
.
.
E pouco a pouco você deixa de ouvir a chuva.
Para começar a sentir.
Como se cada gota caísse dentro da sua mente.
Levando lentamente.
Tudo aquilo que não precisa permanecer aí.
E agora?
Inspire lentamente pelo nariz.
Enquanto a chuva limpa os pensamentos.
Imagine que todo o peso do dia.
.
.
Escorre para fora do seu corpo.
Como uma água escorrendo sobre uma janela.
Inspire mais uma vez.
E sol.
Obrigado.
Muito bem.
Agora.
Leve a sua atenção até os músculos ao redor dos seus olhos.
Esses pequenos músculos trabalharam o dia inteiro.
Permitindo que você enxergasse.
Liceo.
Observar-se.
Interpretar seu mundo.
E agora eles podem descansar.
Imagine uma gota delicada caindo sobre as suas pálpebras.
Dissolvendo uma pequena tensão.
Até que os seus olhos fiquem completamente relaxados.
Tão profundamente relaxados.
Que permanecer fechados parece infinitamente.
Mais confortável do que qualquer outra possibilidade.
E quantos músculos dos olhos aprendem agora esse relaxamento?
É como se enviasse uma mensagem silenciosa para o cérebro.
Diminua o ritmo.
De mim.
Bye!
Mais.
Muito bem.
E agora esse relaxamento começa a escorrer como uma água morna.
Até a próxima.
Para o rosto.
Mangíbula.
Pescoço.
Ombros.
Imagine que a chuva toca os seus ombros.
E cada gota leva embora cada pequeno peso invisível.
Responsabilidades.
Preocupações.
Ansiedade.
Tudo começa a escorrer.
E os braços ficam pesados.
Deus.
Enquanto as mãos se posam completamente.
E o peito relaxe.
A respiração desacelera.
O abdômen e a moleza.
Os quadris.
As pernas.
Os pés.
Até que o corpo inteiro parece completamente descansar.
Descanse.
E agora?
Imagine que enquanto a chuva continua caindo.
Você não está apenas ouvindo.
Você está dentro dela.
Sem se molhar.
Sem sentir frio.
Porque essa não é apenas uma chuva comum.
Ela é feita de paz.
E cada gota toca um pensamento.
Dissolvendo.
E você percebe que existe cada vez mais.
Menos conversa.
Menos palavras.
Menos imagens.
E mais.
Mais silêncio.
Apenas a chuva.
O sol.
Eu vou iniciar uma contagem regressiva.
Você não precisa acompanhar.
Basta prestar atenção no som da chuva.
Gorda.
Volto com ela.
E quanto menos você prestar atenção nos números.
Mais profundamente você relaxa.
Sim.
Noventa e nove Noventa e um.
E cada número cai como uma gorda.
Sobre um lago tranquilo.
97 96 95.
As ondas se espalham.
E desaparece.
Noventa e quatro noventa e três Agora os números já começaram a perder a importância.
Eles ficam borrados.
Como tinta dissolvida pela chuva.
Noventa.
89 e 10.
88 Talvez você nem saiba mais em qual número estamos.
Isso é maravilhoso.
Porque o cérebro começa a fazer exatamente aquilo que faz.
Antes dos sonhos nascerem.
Ele deixa de contar.
E comece apenas a sentir.
E logo nenhum número permanece.
Apenas o silêncio.
E a chuva.
Aguarde.
Imagine que você está caminhando lentamente por uma antiga floresta.
É noite.
Uma chuva suave cai sobre as árvores.
O cheiro da terra molhada enche o ar.
Não existe medo.
Apenas paz.
E ao longo do dia.
Você percebe uma pequena cabana iluminada.
As janelas têm uma luz dourada.
Uma fumaça delicada sobe pela chaminé.
E você caminha até ela.
Abre a porta.
E imediatamente sente um calor acolhedor.
Lá dentro.
Tudo é silêncio.
Uma cadeira confortável.
Uma manda é macia.
Uma lareira cessa.
E o som da chuva continua.
Agora mais distante.
Ainda mais suave.
E você percebe que essa cabana sempre existiu.
Ela fica dentro de você.
É o lugar onde nenhuma preocupação consegue entrar.
Nenhum medo permanece.
Onde a sua mente finalmente compreende.
Que pode descansar.
Você senta diante da lareira.
A chuva canta do lado de fora.
O fogo aquece o seu coração.
E pouco a pouco.
Você percebe algo extraordinário.
Você já não sabe se está ouvindo a chuva.
Ou se a própria chuva está sonhando por você?
Cada gota que cai sobre o telhado.
É como um dedo delicado acariciando a sua mente.
Dizendo baixinho.
Tchau.
Está tudo bem.
Eu cuido da mente.
E você apenas descansa.
Tudo se calava fora.
A chuva de sol.
E aqui dentro apenas a paz.
Corte.
O acolhimento.
Enquanto você dorme.
E enquanto você dorme.
O seu corpo restau.
A sua mente se reorganiza.
E o seu coração encontre equilíbrio.
Cada respiração sua profunda o descanso.
Cada gota da chuva leva embora qualquer tensão restante.
E o seu sono se torna pro fundo.
Consciente.
Natural.
O seu cérebro produz sonhos tranquilos.
O seu corpo desperta a renovar.
A sua mente acorda leve.
O seu coração desperta em um barco.
E durante toda esta noite.
Sempre que ouvir o som da chuva.
O seu subconsciente lembrará dessa sensação de acolhimento.
Porque é churro.
Conhece um segredo muito antigo.
Ela nunca luta contra a terra.
Ela apenas cai.
E justamente por isso.
Ela é capaz de transformar tudo o que ela toca.
E agora?
Deixe que a chuva continue falando.
Enquanto as minhas palavras silenciosamente desaparecem.
E apenas o sono permanece.
Então.
.
.
Profundamente.
Dormir em paz.
Dorma até que amanhã.
Encontre você completamente renovado.
Do que ele precisa ser.
Beijos.
Porque precisa ser disso.
E aí,
Como é que você acorda?
Esse aqui é bom,
Né?
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