24:13

Yoga nidra: para paz e plenitude

by Ana Neto

Rated
4.6
Type
guided
Activity
Meditation
Suitable for
Everyone
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431

Nesta prática de Yoga Nidra convido-te a entrar num estado de relaxamento profundo e renovador. Deitando confortavelmente, serás guiada/o por uma série de passos para relaxar o corpo e a mente, permitindo uma restauração completa. Ideal para reduzir o stress e melhorar a qualidade do sono, esta meditação promove uma sensação de paz interior e bem-estar. Encontra um lugar tranquilo, deita-te confortavelmente e deixa-te levar por esta viagem de relaxamento e auto-cuidado. Experimenta a serenidade total do Yoga Nidra.

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Transcript

Vamos então começar por leitar em Postura de Shavasana.

Começas por fechar os olhos,

Se ainda não o fizeste,

E vais convidando todo o teu corpo a ficar na quietude,

Sentindo essa superfície sólida por baixo de ti,

Essa superfície que sustenta o teu corpo,

E vais convidando o teu corpo a soltar-se e a relaxar,

Entrando na quietude,

No descanso,

Como se entrasses num refúgio,

Num lugar muito tranquilo,

Sentindo como os pés descansam,

Soltando-se,

Percebendo o contacto,

Os calcanhares,

As sensações na planta dos pés,

No peito,

No pé,

Nos dedos,

Sentindo o contacto das pernas com essa superfície onde estás,

Notando se há zonas em que as pernas não tocam,

Notando as sensações na pele dessas superfícies que não tocam,

E notando as sensações na pele das pernas que estão em contacto com a roupa,

E deixas que essa atenção se mova um pouquinho mais para cima,

Para a tua pele,

Notando o contacto com essa superfície,

Notando o seu peso,

O contacto com as roupas,

E levas a atenção a percorrer a tua coluna,

Notando também como cada pedaço das tuas costas se apoia aqui,

Nesta superfície em que estás,

Notando todas as sensações na pele,

E deixas esse olhar dirigir-se aos braços,

Notando e sentindo,

Reparando como o ar toca as tuas mãos,

Como elas se apoiam nesse espaço em que pousam,

E vais aqui notando a cabeça,

O contato da cabeça com o chão ou a almofada,

E convidas a cabeça a soltar-se por completo,

E notas agora todo o corpo aqui,

Todo o corpo apoiado pela Terra,

Aqui presente,

Abrindo-se a possibilidade de descansar,

Sem nada para fazer,

Notando tudo que vai surgindo e emergindo,

Quando te permites estar aqui,

Presente,

A esta experiência de que é tudo silêncio,

Notando como este espaço que é tudo e silêncio é,

Como se abrisse uma grande janela em direção ao teu eu interior,

Que te permite estar consciente de como está o corpo,

De como está a mente,

De como estão as tuas emoções.

E repara aqui,

Quais são as sensações mais notórias do corpo físico,

E abre-se a possibilidade de repousares o teu olhar sobre esta paisagem bela e rica,

Em direção a ti,

Com um olhar maravilhoso,

Sempre fresco e novo,

Reconhecendo e também acolhendo tudo que agora pode estar presente,

Até mesmo aquilo que se manifesta em forma de desconforto,

Inquietação,

Distração,

Tanto no interior como no exterior,

Fazendo deste o espaço em que acolhes tudo,

Tudo o que é,

Tudo o que está.

Convido-te a observar como está a tua boca neste momento,

Nota como está toda a tua boca.

Convida o maxilar a soltar-se,

Os dentes a separarem-se um pouco e os lábios a entreabrirem-se ligeiramente.

Este gesto dá todo o corpo um sinal de que pode relaxar,

De que se pode entregar.

Agora percebe como o corpo respira,

Sem intenção de modificar o seu ritmo.

Nota onde está o movimento,

Observa a profundidade,

Observa o ar entrar pelas narinas,

Passando pela garganta,

Em direção aos pulmões.

E fazendo depois o movimento inverso,

A inspiração,

Notando como cada inspiração traz nutrição ao corpo.

Como a cada inspiração o corpo se solta um pouco mais,

Nutrindo e libertando,

Sem que nada tenhas de fazer.

Sem nenhum esforço,

Apenas confiando e observando,

Confiando e libertando cada ciclo.

E vai reparando como o corpo se afunda cada vez mais nesta possibilidade do relaxamento.

Como a mente o segue,

Rebrandando,

E repara como estão estas emoções,

Permitindo a surgir,

Apenas observando.

Eleva agora a tua atenção a repousar no espaço entre as tuas sobrancelhas.

Podes imaginar que aqui se forma uma bola de luz.

Podes imaginar que a cada inspiração,

Dois feixes de luz entram pelas tuas narinas,

Para se unirem neste espaço.

E que a cada inspiração,

Esta bola expande um pouco mais.

E podes brincar aqui um pouquinho com ela.

Podes começar a tentar expandi-la e contrai-la,

Mantendo aí bem no centro as tuas sobrancelhas.

Podes imaginar que ela agora contrai até ficar o mais pequena possível.

Esta bola branca,

Bem pequena,

Concentrada no ponto das tuas sobrancelhas.

E deixas que ela comece a expandir.

Esta bola de paz,

Claridade.

E vais deixando que ela expanda até abarcar todo o teu corpo.

Todo o teu corpo envolto nessa luz,

De calma,

Sem esforço.

Permitindo aqui que ele se afunda um pouco mais no relaxamento.

Enquanto te apanhas por essa luz.

Aqui não há nada para fazer.

Apenas soltar.

Deixar-te ir.

Deixar-te cair.

E flutuar.

Nesse banho de luz branca.

E deixa agora que essa bola traspasse o teu corpo para além da tua pele.

Enchendo este espaço que estás.

Podes deixá-la ir também além deste espaço.

Até à rua.

Tornando-a maior que conseguires,

Que quiseres.

Levando essa calma.

Isso aqui é tudo.

É tudo à tua volta.

Podes agora lentamente começar a contraí-la novamente.

Trazendo-a até ti.

Deixando-a ficar cada vez mais pequena.

Até se concentrar no centro das tuas sobrancelhas.

E observa.

Deixando fluir o que quer que vá do teu interior.

Sem julgar.

Sem rotular.

Apenas notando.

Observando.

O meu testemunho.

E deixa agora que essa bola de luz se dissolva.

Deixa que a tua atenção se espalhe a todo o corpo.

Aqui deitado.

Sente cada ponto em que o teu corpo toca o chão.

Para como a respiração faz-me ouvir.

Como todo o corpo respira.

Começa a ouvir os sons deste espaço em que estás.

Os sons lá fora.

Deixa que a tua língua se solte.

Repara se há algum sabor na tua boca.

Se há algum aroma no ar.

E bem devagar.

Apenas se o sentires.

Podes começar a trazer movimento subtil às mãos e aos pés.

Ainda de olhos fechados.

Mas se o corpo te pedir.

Permite-te permanecer na quietude.

E quando sentires,

Deixas-te ir até uma postura lateral.

Em posição fetal.

Em posição de novos começos.

Novos inícios.

E nota aqui como está calma a tua respiração.

Nota o batimento cardíaco.

Silencioso.

E deixa que dentro do teu peito se desenvolva esse sentido de gratidão.

Gratidão por te dar este bocadinho.

Por cuidar-te de ti.

Regista aqui as sensações.

Saboreia estas sensações.

Repara como estás.

E permite-te ficar mais um pouco.

Eu te despeço-me aqui.

Até breve.

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Ana NetoPorto, Portugal

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