FAZER ESPAÇO PARA RESPIRAR Começamos por fazer uma mudança definitiva na nossa postura,
De forma a estarmos sentados ou a pé,
Com uma atitude totalmente desperta,
Uma atitude digna.
E permitimos que os olhos se fechem,
Se isso for confortável para nós,
Senão baixamos apenas o olhar.
No primeiro passo,
Ganhamos consciência.
Assim,
Prestamos atenção para nos apercebermos do que se passa no corpo e na mente neste momento.
Talvez sensações físicas,
Emoções,
Notar algum pensamento que surja.
E trazer um certo interesse ao que encontramos aqui.
Não é preciso mudarmos nada,
Estamos apenas a reconhecer o que está presente aqui,
Em nós mesmos.
E no segundo passo,
Recolhemos,
Concentramos o foco da atenção,
De forma a repousar nas sensações da respiração.
Aproximámonos destas sensações aqui.
Quase como sintonizar a nossa atenção com a duração completa da inspiração e a duração completa da expiração.
E também nos pontos de viragem entre a inspiração e a expiração.
Notamos alguma pressão,
Calor,
Perigo,
Expansão ou contração ou algo mais.
Apenas notamos toda e qualquer sensação que nos percorre.
Iniciamente devagar,
Preparamos para onde viajou e com gentileza,
Guiamos a mente de volta a esta âncora,
Às sensações,
Aqui.
E no terceiro passo,
Ampliamos.
Portanto,
Começamos agora a ampliar delicadamente o âmbito de consciência,
Para englobar todo o corpo em consciência.
O corpo,
Tal como é aqui,
À medida que respira.
E vemos como será suavizar a nossa percepção.
Abrirmo-nos a esta experiência.
E por fim,
Quando estivermos prontos,
Abrimos os olhos e tentamos perceber como nos sentimos ao trazer esta atitude de consciência e abertura aos próximos momentos do nosso dia.