Em contacto com a tua respiração.
Convido-te a colocares-te numa posição que te seja confortável e a notares a tua respiração.
Entrar em contacto com a respiração não é alterá-la,
Modificá-la de alguma forma.
É simplesmente conhecê-la,
Como ela é neste momento.
E podes começar por sentir a respiração onde for mais fácil para ti.
Nas narinas,
No peito,
Na barriga ou na garganta.
Ou até a sensação dos pulmões estarem mais cheios ou mais vazios.
Entrar em contacto é conhecer,
É notar o ar entrar e o ar sair.
Podes fazer este exercício de olhos abertos ou fechados,
Em qualquer lugar onde te encontres.
E ao entrar em contacto com a tua respiração,
Podes perceber se a respiração é um recurso para ti.
Observar a respiração pode ser uma fonte de calma e tranquilidade.
E sabendo que é um recurso para ti,
Podes usá-la ao longo do dia para te lembrar a estar presente,
A vir para dentro,
Para o teu centro.
Também ao entrar em contacto com a respiração,
Podes perceber se ela ativa o teu sistema nervoso de alguma forma.
E se isso acontecer,
O meu convite é para que encontres outras formas de regressar ao momento presente.
Podes,
Por exemplo,
Abrir os olhos e olhar à tua volta.
Podes colocar uma mão na tua barriga ou no teu peito.
Ou então descobrir onde é que o toque da tua mão pode ajudar-te a regular.
Pode ser no rosto,
No braço,
Nas coxas.
Quando entramos em contacto com a respiração e com o nosso corpo,
Também descobrimos fontes de ativação e outras de regulação e de aposiguamento.
A ideia deste exercício não é regular através da respiração,
É apenas entrar em contacto.
E perceber como está a respiração neste momento.
E se for possível,
Ficar com a respiração,
Com o ar a entrar e o ar a sair.
Fica o tempo que for confortável e possível.
Notando também os efeitos que isso traz no teu corpo,
Nos teus pensamentos e na forma como vais continuar o teu dia após esta pausa.