
Se a Vida é Uma Viagem, Que Tipo de Viajante Sou Eu?
by Vilmar Braga
Essa visualização lhe conduz a um estado interior de tranquilidade e paz, ao mesmo tempo em que explora a forma como vivemos nossa vida e nos aproximamos dos outros. Se enxergamos a vida como uma viagem, entendemos a importância de cuidar da forma como nos conectamos com outros viajantes. Não existe um viajante perfeito, e também não existe nenhuma viagem livre de obstáculos. Saber viajar nessa estrada da vida é essencial para aumentar a satisfação no percurso e construir relacionamentos satisfatórios com outros viajantes.
Transcrição
A conexão com outros viajantes.
A vida é uma viagem.
E agora faremos uma pausa na nossa caminhada.
Sento confortavelmente.
E por alguns momentos esqueço as estradas que me trouxeram até aqui.
E por alguns momentos deixo de lado todos os projetos para trilhar novas estradas no futuro.
Concentro a minha atenção somente neste momento de descanso.
Enquanto meu corpo descansa confortavelmente,
Respiro de uma forma profunda e natural.
E na medida que vou deixando a um lado a minha identidade mais funcional,
O nome,
O sobrenome,
Títulos,
Vou entrando em conexão com a minha própria essência.
E por alguns momentos,
De ser o viajante que caminha,
Me coloco no acostamento para observar os diferentes viajantes.
Companheiros de viagem nessa estrada chamada vida.
Não existe viajante perfeito.
E também não existe nenhuma viagem livre de qualquer obstáculo.
E parece que tudo isso faz com que as experiências nessa viagem sejam mais enriquecedoras.
Então aqui do acostamento observo os diferentes viajantes.
Vejo encontros e desencontros.
Feições alegres e também feições tristes.
Viajantes com muita pressa e também aqueles que já desistiram da viagem.
Esse é o movimento da vida.
Não existe uma única forma de viver.
E não existe um único tipo de viajante.
Então eu me pergunto,
Que tipo de viajante sou eu?
O que é que mais me interessa nessa viagem?
De que maneira eu me conecto com os outros viajantes?
Permaneço alguns momentos em silêncio,
Permitindo que essas respostas alcancem o meu coração.
Enquanto essas respostas vão construindo o quebra-cabeça,
Observo que mais viajantes se colocam no acostamento.
E então aqui,
Fora da estrada,
Observo que todos somos muito parecidos.
Deixando de lado os aspectos mais superficiais,
Deixando de lado o aspecto funcional dessa viagem,
Todos compartilhamos uma essência similar.
Enquanto compartilhando esses momentos com outros viajantes,
Enquanto estamos fora da estrada,
Estamos em comunhão.
Somos um só corpo,
Uma só essência.
Somos uma constelação de estrelas.
Na medida em que eu me aceito como sou,
É mais fácil aceitar o outro,
Exatamente como ele é,
Pois a nossa essência é a mesma.
Isso faz com que viajar seja uma experiência grata.
Permaneço alguns momentos mais neste acostamento,
Contemplando aqueles viajantes que estão fora da estrada e também aqueles que continuam circulando.
Lentamente,
Me preparo para voltar à estrada.
Novamente,
Me conecto com a minha identidade mais funcional,
Meu nome,
Sobrenome,
A minha forma física e concentro a minha atenção no centro da testa.
Vou movimentando os dedos dos pés e das mãos.
Respiro de uma forma profunda e natural.
Suavemente,
Vou abrindo os meus olhos.
Vou voltando desse exercício e trago comigo essa experiência de tranquilidade e paz.
E também a capacidade de olhar para outro ser humano e saber que somos companheiros de viagem,
Que compartilhamos a mesma essência.
Somos luz.
Somos paz.
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