
Desconstruindo a Timidez: Prática Interior para Autoconfiança
A timidez pode ser muito limitadora e até afastar pessoas de grandes realizações pessoais importantes. Convido você a experimentar uma prática interior para ajudar na desconstrução da timidez e no fortalecimento da autoconfiança e segurança para viver sua livre expressão no mundo. Tenha uma boa prática!
Transcrição
Olá,
Aqui é a Marjorie Carvalho.
Eu dou as boas-vindas a você para essa prática em que vamos trabalhar para desconstruir a timidez e o medo de se expressar de alguma forma.
É perfeitamente possível fazer essa prática deitado.
Vai começando a encontrar o seu conforto,
Fazendo todos os ajustes necessários,
Lembrando de alinhar a cabeça,
O pescoço,
A coluna.
Os braços podem ficar ao lado do corpo,
Algumas das mãos voltadas para cima,
Se fica bom assim para você,
Ou as mãos podem também ficar sobre o abdômen,
Se você preferir.
E por ser uma prática interior,
Você é convidado a fechar os olhos,
Vai soltando o corpo,
E se permitindo se entregar para essa experiência.
Vai só percebendo como está essa respiração agora,
Vai trazendo a sua consciência para a sensação física,
Do ar entrando,
Saindo do corpo.
Em cada inalação,
Sente todo o poder dessa respiração,
Te nutrindo com energia vital,
Trazendo o que você precisa.
E na exalação,
Vai soltando o ar que não te serve mais,
E solta também qualquer tensão que possa ter por aí.
E vai deixando essa respiração ser um sinal para sua mente,
Para o seu coração,
De que eles podem relaxar,
Porque está tudo bem.
Eu convido você a trazer em mente uma ou mais situações que foi muito difícil para você se expressar em público,
Ou dar a sua opinião em um grupo.
Em alguma situação que você sentiu como a timidez te limitava,
E vai entrando em contato com o medo de se expressar,
O medo de falar besteira,
O medo do julgamento.
Conscientemente,
Permita que esse medo chegue.
Eu sei que pode ser difícil,
Mas permita sentir esse medo.
Quanto mais a gente foge,
Mais nossos medos correm atrás de nós.
E quando olhamos de frente,
Eles se apequenam e perdem força.
Então,
Experimenta olhar de frente.
Estou aqui com você para fazermos isso juntos ou juntas.
Onde no seu corpo você sente mais esse medo de falar em público,
Ou de se expressar,
Ou de colocar a sua opinião?
Esse medo está a serviço do quê?
Se esse medo for do olhar dos outros,
Do que vão achar ou deixar de achar de você,
Esse medo está a serviço do seu ego,
A serviço da sua vaidade.
Então,
Ele é lixo,
Só está limitando todo o seu potencial,
Toda a sua realização.
E vai percebendo a parte de você que ainda é apegada nesse medo.
Que parte de você acredita que,
Ah,
Sou tímido mesmo,
Sempre foi assim.
E começa a se abrir para a ideia de que esse pensamento não te define.
É só uma crença que te limita,
É só um padrão na sua vida que você alimentou por algum tempo,
Ou muito tempo.
Mas que agora não te serve mais.
Quem você está honrando com esse medo?
Quem algum dia não deixou você falar?
Quem não te escutou?
Quem riu de você lá atrás?
Quem não ouviu importância na sua opinião?
Quem fez você se sentir inadequado de algum jeito?
Quem fez você passar vergonha em alguma situação quando era criança ou adolescente?
É provável que essa ou essas pessoas tenham causado marquinhas no seu menino,
Na sua menina,
Trazendo o medo dos outros.
O medo de se expor,
De se expressar.
Então,
Diga a essa pessoa,
Ou a cada uma dessas pessoas,
Eu perdoo você.
Eu perdoo cada um de vocês.
E eu vou sim subir no palco da minha vida,
Porque tem gente precisando da minha mensagem,
Da minha opinião.
Minha opinião tem valor,
Ela faz diferença.
Minha fala acrescenta no trabalho,
Acrescenta na vida de outras pessoas.
E aproveita para lembrar das pessoas que precisam e querem te ouvir se expressar,
Seja pessoalmente ou profissionalmente.
O que é um medinho bobo,
Parta de toda diferença que você pode fazer para elas.
E vai se permitindo soltar esse medo e deixar ele ir.
Como é a sua vida sem ele?
Como é ser a sua livre expressão no mundo?
E vai ocupando esse novo lugar,
Esse lugar de dono,
De dona do palco da sua vida.
Dono ou dona do direito de expor sua opinião,
Digno de atenção,
De estar em evidência.
Porque você acrescenta e vai só sentindo toda essa força interior que pulsa aí dentro.
E que talvez tenha ficado sufocada pelo medo.
Vai entrando em contato com esse poder pessoal que tem certeza que você consegue,
Tem certeza que você dá conta.
E deixa ele vibrar em cada célula do seu corpo.
Mergulha nessa sensação,
Nessa experiência.
E toda vez que você se sentir longe,
Distante dessa sua fonte de segurança,
De autoconfiança,
É só procurar aí dentro.
Porque é só uma questão de você se reconectar.
Respira.
Eu sou adequado?
Eu sou bom o bastante?
Eu sou adequada?
Eu sou boa o bastante?
E vai percebendo como você está nesse momento,
Como está saindo dessa prática.
Trazendo uma atenção para o corpo,
Para as partes que estão em contato com a superfície da cama,
Ou o tapetinho no chão,
Onde você estiver.
Trazendo pequenos movimentos aos dedos das mãos,
Dos pés.
E ouvindo o que mais o seu corpo está pedindo agora.
Talvez se alongar,
Despreguiçar um pouquinho.
Vai flexionando os joelhos,
Trazendo eles até o peito se quiser.
Aproveitando para se dar um abraço,
Massagear as costas.
E cultivar uma gratidão com você mesmo,
Por ter se permitido essa experiência.
Vai estabelecendo a sua intenção de levar essa segurança,
Essa autoconfiança para o resto do seu dia,
Ou da sua noite.
E aos pouquinhos,
Com gentileza,
Você vai abrindo os olhos.
Esse é o fim da prática.
Obrigada.
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