45:57
45:57

Branca De Neve: História Para Dormir E Relaxar

by Juliana Tamietti | Canal Meditando

rating.1a6a70b7
Avaliação
4.7
Group
Tipo
Atividade
Meditação
Indicado para
Todos
Plays
145

História para Dormir e Relaxar: Branca de Neve Uma versão calma e relaxante do clássico conto, narrada com voz suave para te levar a um sono profundo e tranquilo. Deite-se, feche os olhos e deixe a história te embalar. Esta meditação contada é ideal para acalmar a mente, relaxar o corpo e dormir rápido e profundamente. Perfeita para adultos e para toda a família. Obrigada pela presença!

Transcrição

Olá!

Eu sou a Juliana Tamiete e esta noite eu vou te contar uma história antiga,

Conhecida,

Mas contada bem devagar.

Bem calma.

Feita só pra uma coisa.

Te levar para um sono profundo e tranquilo.

Agora preste atenção na minha voz enquanto eu conto a história da Branca de Neve.

Feche os olhos.

Encontre uma posição confortável.

E vamos começar.

A Branca de Neve a princesa e o castelo.

Era uma vez,

Num reino muito distante,

Uma princesa.

Seus cabelos eram pretos como a noite.

Os lábios vermelhos como framboesas maduras.

E a pele branquinha,

Branquinha,

Como a neve que caía lá fora no inverno.

E foi por isso que a chamaram de Branca de Neve.

Branca de Neve morava em um castelo grande.

Um castelo de pedra,

Cheio de salões enormes,

De corredores compridos,

De janelas altas,

Mas era um castelo frio.

Num frio de temperatura.

Frio de sentimento.

A madrasta da Branca de Neve,

A rainha,

Era uma mulher de coração distante,

Vaidoso,

Ocupada consigo mesma com seus próprios espelhos.

E nunca teve muito carinho para dar.

E assim,

Apesar de morar num palácio,

Branca de Neve sentia falta de uma coisa bem simples.

Aconchego.

Um cantinho quentinho.

Um lugar onde ela pudesse,

Enfim,

Descansar em paz.

A ida para a floresta.

Numa tarde macia de fim de outono,

Quando o sol já se punha devagar.

E pintava o céu de laranja e dourado Branca de Neve olhou pela janela do castelo.

Lá longe,

Para além dos jardins e dos muros,

Começava a floresta.

E a floresta,

Aquela hora.

.

.

Parecia chamá-la.

Tão verde.

Tão tranquila.

Tão cheia de vida mansa.

E Branca de Neve teve vontade de ir.

Uma vontade calma de caminhar entre as árvores.

Respirar o ar puro.

E encontrar um pouco de paz.

Então,

Ela vestiu uma capa quentinha.

Atravessou o jardim sem pressa.

E entrou na floresta.

A floresta.

Assim que Branca de Neve pisou entre as primeiras árvores,

Ela sentiu a floresta a receber com carinho.

O chão era macio,

Coberto de folhas secas que estalavam de leve sobre seus pés.

E de musgo,

Um musgo verde e fofo.

Tão fofinho que dava vontade de encostar a mão nele.

As árvores eram altas,

Muito altas.

Os troncos,

Grossos e antigos,

Cobertos de líquen.

E lá no alto,

Os galhos se encontravam,

Formando um teto de folhas por onde passavam fios de luz dourada do entardecer.

Uma luz suave,

Quebrada em mil raiozinhos que dançavam no ar.

O ar da floresta era fresco e limpo.

Cheirava a terra molhada.

A folha A flor do campo.

A madeira.

Um cheiro bom,

Que enchia o peito e acalmava.

Branca de Neve caminhava devagar.

Sem pressa nenhuma,

Ouvindo os sons daquele lugar.

O farfalhar suave das folhas ao vento.

O gorjeio baixinho de um passarinho aqui,

Outro ali.

O som de um riacho ao longe,

Correndo manso sobre as pedras.

Um som de água tão tranquilo,

Tão constante.

Que parecia uma canção de ninar da própria floresta.

Conforme a tarde ia caindo,

A floresta foi ficando ainda mais mágica.

Pequenos vagalumes começavam a acender suas luzinhas douradas,

Aqui e ali.

Piscando devagar entre os arbustos,

Como estrelinhas que resolveram descer para perto da terra.

E branca de neve seguia por entre as árvores,

Embalada pelo som da água e pela luz macia dos vagalunes.

Os animais.

Foi então que ela percebeu que não estava sozinha.

Um coelhinho branco,

De orelhas compridas,

Saltitava ao lado dela.

Olhando pra cima com seus olhinhos curiosos e mansos.

Um esquilo de rabo peludo desceu de uma árvore e ficou observando sem nenhum medo.

Dois servos de olhos grandes e calmos apareceram entre as árvores e caminharam junto devagar.

Acompanhando os passos dela.

Era como se todos os animais da floresta tivessem sentido que Branca de Neve era gentil e tivessem decidido cuidar dela.

Os passarinhos voavam à frente,

De galho em galho,

Como se mostrassem o caminho.

O coelhinho ia na frente aos saltinhos.

Os céus ao lado e branca de neve seguia,

No meio de todos eles,

Sentindo-se acolhida,

Protegida,

Acompanhada.

Os animais a levaram por uma trilha estreita entre as árvores.

Uma trilha que subia bem de leve por uma colina coberta de flores do campo,

Fechadas agora para dormir.

E quando chegaram no alto da colina.

Branca de Neve parou.

E sorriu.

A casinha.

Lá embaixo,

Numa pequena clareira aconchegante,

Cercada de árvores e de um jardinzinho,

Havia uma casa,

Uma casinha pequena.

De madeira escura.

E telhado de palha.

Com uma chaminé de pedra de onde subia um fiozinho fininho de fumaça.

As janelas eram pequenininhas,

Com vidros redondos,

E uma luz morna e alaranjada brilhava lá dentro,

Gostosa de se ver.

Era a casa mais aconchegante que Branca de Neve já tinha visto na vida.

Os animais a levaram colina abaixo até a porta da casinha e Branca de Neve com delicadeza bateu.

Toque,

Toque,

Toque.

Ninguém respondeu.

Ela empurrou a porta de leve.

E a porta se abriu com um rangidinho suave.

Tem alguém em casa?

Perguntou Branca de Neve baixinho.

Só o silêncio respondeu.

A casa estava vazia.

Mas era um vazio quentinho.

Convidativo.

Então Branca de Neve entrou.

Dentro da casinha.

Lá dentro.

Tudo era pequenininho.

E tudo era um encanto.

No centro da sala havia uma mesa de madeira com sete cadeirinhas em volta.

E sobre a mesa sete pratinhos.

Sete xicrinhos,

Sete colherinhas.

Tudo em miniatura.

Tudo arrumadinho.

De um lado,

Uma lareira acesa,

Com um fogo manso crepitando baixinho,

Espalhando um calor gostoso pela sala inteira.

Na frente do fogo,

Um tapete macio.

O ar da casinha cheirava a lenha queimando.

A pão,

A sopa fervendo devagar numa panelinha pendurada sobre o fogo.

Branca de Neve foi caminhando pela casa,

Encantada com cada detalhe.

As panelinhas de cobre penduradas na parede,

Brilhando a luz do fogo.

Os potinhos de tempero na prateleira.

As janelinhas com cortina de tecido xabrez.

E então ela subiu uma escadinha estreita e chegou ao quartinho.

E no quartinho,

Lado a lado,

Havia sete caminhas.

Sete camas pequeninas,

Baixinhas,

Cada uma com uma coberta de retalhos coloridos,

Macia e fofa,

E um travesseirinho branco quentinho.

Branca de Neve olhou para as sete caminhas e sentiu um cansaço bom tomar conta do corpo dela.

A caminhada pela floresta,

O ar puro.

O calor da lareira.

Tudo isso foi deixando as pálpebras dela pesadas.

O descanso enquanto espera.

Mas antes de descansar,

Branca de Neve,

Que era caprichosa e grata,

Quis retribuir aquele acolhimento.

Então,

Com todo o carinho.

Ela arrumou a casinha.

Mexeu a sopa na panela devagar com a colher de pau,

Sentindo o vapor morno subir e o cheiro bom espalhar.

Ajeitou os pratinhos na mesa.

Dobrou uns paninhos.

Varreu de leve o chão de madeira.

E a cada tarefinha simples,

Feita sem pressa,

Ela ia se sentindo mais calma,

Mais em paz.

Como se aquela casa fosse de algum jeito o lugar onde ela sempre deveria ter estado.

Quando terminou,

Ela se sentou no tapete macio em frente à lareira.

O fogo estalava baixinho.

O calor batia no rosto dela,

Gostoso.

E Branca de Neve foi ficando com sono com mais e mais sono.

Lá fora,

A noite já tinha caído por completo.

O céu estava cheio de estrelas.

E uma lua crescente,

Fininha e prateada,

Subia por cima das árvores da floresta.

E foi então que Branca de Neve ouviu,

Ao longe,

Um som muito doce se aproximando.

Os sete anões voltam para casa.

Era um cantarolar.

Um som suave,

Alegre e baixinho que vinha lá da floresta se aproximando devagar da casinha.

Eram os sete donos da casa voltando para casa depois de um dia de trabalho.

Eram sete pequeninos.

Sete anõezinhos de barbas compridas,

Gorros coloridos.

E lanterninhas nas mãos que iluminavam o caminho na noite.

Eles voltavam da mina.

Lá do fundo da floresta,

Onde passavam o dia cavando pedrinhas que brilhavam.

E voltavam a cantarolando cansados,

Mas contentes,

Em fila,

Um atrás do outro.

Pela trilha iluminada pela lua.

As lanterninhas deles balançavam de leve.

Espalhando pontinhos de luz dourada pela floresta escura.

Cada um deles era de um jeitinho.

O primeiro era o mais velho,

De barba branca e comprida,

Sábio e tranquilo,

Que ia na frente.

O segundo estava sempre sorrindo,

De bochechas rosadas e olhos apertadinhos de alegria.

O terceiro era o mais quietinho.

Tímido,

Que falava baixinho.

O quarto vivia com soninho,

Bocejando pelo caminho,

Os olhinhos sempre semicerrados.

Quinto,

Usava óculos redondos na ponta do nariz.

O sexto espirrava de vez em quando,

Um espirrinho engraçado.

E o sétimo,

O menorzinho de todos.

Ia no fim da fila,

Saltitando,

Encantado com tudo.

Eles chegaram na porta da casinha e pararam surpresos.

A luz da lareira estava mais viva.

A casa mais arrumada.

A sopa mexida.

Alguém havia estado ali.

Sem fazer barulho,

Eles entraram.

E subiram a escadinha do quartinho.

Pé ante pé.

Pé em cima de pé.

E lá no quartinho.

Encontraram Branca de Neve.

Que sem perceber tinha subido e se alinhado nas caminhas.

E dormia serena,

Respirando calma e leve.

O acolhimento.

Os sete anõezinhos ficaram olhando para ela ao redor das caminhas e seus coraçõezinhos se encheram de ternura.

Coitadinha,

Deve ter vindo de longe,

Sussurrou o mais velho para não acordá-la.

Como ela é gentil,

Arrumou toda a nossa casa.

Disse o das bochechas rosadas sorrindo.

Vamos deixá-la descansar,

Falou baixinho mais tímido.

E assim,

Sem fazer barulho.

Com todo o cuidado do mundo,

Os sete anõezinhos decidiram cuidar dela.

Pegaram uma coberta a mais e a ajeitaram sobre branca de neve,

Para que ela ficasse bem quentinha.

Apagaram as lanterninhas uma a uma para que a luz não a incomodasse,

Deixando só o brilho manso e alaranjado das brasas da lareira lá embaixo,

Subindo pela escadinha.

E foram também eles se ajeitar para dormir.

Alguns no tapete macio da sala,

Junto ao fogo.

Outros em almofadas fofas,

Todos aconchegados.

Todos adormecem.

E a casinha ali no meio da floresta foi ficando quieta,

Quietinha.

Só se ouvia o estalar suave das brasas na lareira.

Um vento leve passando por entre as árvores lá fora.

E o riacho ao longe cantando sua canção de água mansa.

Os animais da floresta dormiam em suas tocas e ninhos,

Aquecidos e quentes.

Os sete anõezinhos dormiam,

Respirando fundo e calmo,

Com pequenos sorrisos no rosto.

E branca de neve dormir,

Enfim,

O sono mais gostoso da vida dela.

Aquele sono que ela tanto procurava.

Um sono profundo,

Quentinho.

Seguro.

Cercado de carinho.

Num lugar onde ela era finalmente cuidada.

O corpo dela estava pesado e relaxado nas caminhas macias.

A respiração lenta e tranquila.

Um rosto sereno iluminado de leve pela luz dourada do fogo.

Nada a preocupava.

Nada doía.

Tudo era paz.

Lá em cima,

No céu limpo,

A lua crescente velava por todos.

E as estrelas piscavam devagar,

Como se também elas fossem aos poucos adormecendo.

E a noite seguia,

Mansa e longa,

Embalando a casinha e todos que dormiam dentro dela.

E agora?

Esse mesmo aconchego.

Esse mesmo sono.

É pra você.

Você também está em um lugar seguro esta noite.

Na sua cama.

Quentinho.

Protegido.

Exatamente onde precisa estar.

Deixe o corpo pesar ainda mais no colchão,

Como branca de neve pesava nas caminhas macias.

Deixe a respiração ficar lenta e calma.

Como a respiração de todos que dormiam naquela casinha,

Embalados pelo fogo e pelo riacho.

E se algum pensamento ainda aparecia na sua mente.

Não tem problema.

Apenas deixe ele ir embora.

Leve como um vagalume que acende a sua luzinha.

Pisca devagar.

E some entre as árvores.

Você fez o que tinha pra fazer hoje.

Cuidou do que precisava Agora é a sua vez de ser cuidado.

Agora é hora de descansar.

Seu corpo merece descansar.

Sua mente merece descansar.

Seu coração merece descansar.

Deixe o silêncio da floresta te levar.

Cada vez mais fundo.

Cada vez mais leve.

Para um sono profundo.

Refigurante.

Reparador Um sono que vai cuidar de você a noite inteira.

E que vai te devolver amanhã descansado.

Renovado.

Em paz.

Bom descanso Bons sonhos.

Durma bem.

Você sente cada parte do seu corpo sendo acolhida suavemente.

Você sente os seus pés descansando ainda mais.

Relaxando.

Os dedos,

Os pés.

Relaxando e pesando em direção ao chão.

Sente este relaxamento subindo pelas suas pernas.

Relaxando a panturrilha.

A camela Chegando nos seus joelhos e soltando todo o peso.

Todo o estresse.

E subindo pelas coxas.

Mardigas.

Sentindo a sua perna e os pés soltando toda a tensão que carregaram ao longo do seu dia hoje.

E relaxando,

Relaxando profundamente.

E esse cuidado.

Esse relaxamento.

Segue subindo pelo seu corpo.

Pela sua barriga.

Relaxando cada órgão.

Relaxando a pele.

Ouvi-go.

O intestino.

Relaxando o seu peito.

O tórax cada órgão dentro de você.

Relaxando as suas costas.

Da base até o topo.

Cada músculo,

Cada vértebra.

Cada órgão.

Relaxando.

Ficando em paz.

Recebendo amor.

Carinho.

O seu peito respira mais leve com este relaxamento.

Sem esforço.

Relaxamentos chegam até os seus ombros,

Soltando profundamente,

Intensamente.

Tirando todo o peso que você carregou.

Ao longo do dia.

Soltando todo o peso que você carrega.

Ao longo da vida.

Soltando e liberando.

Massageando os seus ombros delicadamente e suavemente.

Subindo pelo pescoço,

Nuca.

Relaxando,

Soltando a tensão.

Liberando o nervosismo.

Liberando as magos que possam estar entaladas aí.

Solte Libere Deixe subindo pela sua cabeça,

Pelo seu rosto,

Relaxando e soltando cada músculo.

Cada pedacinho.

Massageando o seu rosto.

Relaxando a boca.

A garganta.

A língua os lábios.

As bochechas.

Maxilar,

Solte,

Deixe ir,

Relaxe.

As têm por as As pálpebras,

Relaxe os seus olhos.

Deixe-os descansar agora.

Ate esta.

Solte as linhas de expressão da testa.

As preocupações.

Libere a sobrancelha.

Suavize o seu rosto.

Suavize os músculos do rosto.

E também para a sua mente.

A sua mente.

Não precisa desacelerar.

É como se você estivesse sendo cuidadosamente colocada em descanso.

E a sua mente relaxa.

Naturalmente.

E desacelera naturalmente.

Sem esforço.

Sem forçar nada.

E quanto mais você permite,

Mais o sono vem.

Naturalmente.

E mais cuidado e carinho você recebe.

Naturalmente.

Você sente essa energia preenchendo o seu corpo.

Relaxando o seu corpo,

A alma Mente.

Tudo está bem.

Você está bem?

Perceba como a cada número que eu disser,

Você fica mais relaxado.

Mais em paz.

Deus.

9 Oito,

Se entregando a um estado de relaxamento e conforto.

Sete.

6 Cinco.

Quatro,

Caindo ainda mais em um relaxamento profundo.

3.

.

.

Do Luiz Hum.

Zero.

Você está em um profundo estado de relaxamento.

Conforto.

E paz.

Você se permite viver este momento?

Esse cuidado.

E se relaxa,

Amém.

E você se permite dormir um sono profundo.

Sendo tão cuidada.

Então você se entrega a um sono profundo.

Tranquilo Você dorme bem e a noite inteira.

E você sabe que amanhã acordará na hora certa.

Sem atrasos.

E terá um dia incrível.

Maravilhoso.

Como você merece.

Você merece dormir bem.

Relaxar.

E você se permite este descanso.

Deste sono.

Este momento.

Está tudo bem.

E você pode dormir.

Em paz.

Tranquilamente.

Você dorme de forma serena.

Tenha uma noite tranquila.

Segura.

Em que nada de mal pode te alcançar.

Pois você está aqui.

Tranquilo.

Protegido.

Seguro.

E você dorme.

Relaxe.

Terá sonhos incríveis.

Lindos.

Tranquilos.

Suaves.

Talvez sonhe com o seu dia ideal.

Um dia feliz,

Produtivo.

Alegre Talvez sonhe com pessoas queridas,

Amadas,

Talvez sonhe com você realizando os seus sonhos,

Os seus desejos.

Não importa o sonho.

Você sabe que está seguro aqui e agora.

Que nada pode te machucar de verdade.

Bons sonhos.

Boa noite.

© 2026 Juliana Tamietti | Canal Meditando. All rights reserved. All copyright in this work remains with the original creator. No part of this material may be reproduced, distributed, or transmitted in any form or by any means, without the prior written permission of the copyright owner.

How can we help?

Sleep better
Reduce stress or anxiety
Meditation
Spirituality
Something else