Da quiena.
Prática de yoga nidra.
Foi criada para os dias em que nos começamos.
Vai aproximar da lua cheia.
Esta é uma fase em que muitas pessoas.
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Sentimento mais ativo.
Emoções mais intensas.
Dificuldade em desligar.
Ou simplesmente uma sensação de excesso de energia no corpo.
Alô,
Cheia!
Trás-luz Mas por vezes.
.
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Também traz agitação.
E por isso.
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Esta prática foi criada como um convite para abrandar.
Um espaço para libertar tensão,
Suavizar o sistema nervoso.
E para nos entregarmos ao descanso.
Ao longo desta sessão.
Vamos trabalhar com sensações de calma,
Leveza.
E enraizamento.
Não precisas fazer nada de especial.
Apenas dar-te permissão.
Para descansar.
Espero que esta prática te ajude.
A sentir-te.
Com mais tranquilidade.
A segurança no corpo.
E mais disponibilidade para um sono profundo.
E restauradora.
Vamos começar?
Começa por encontrar uma posição confortável.
Permite ao corpo.
Com a chave.
E descansar completamente.
Não há nada para fazer.
Em um lugar onde chegar.
E dá permissão ao corpo para lentamente.
Começar a entregar o seu peso à Terra.
Sente os pontos de contacto com a superfície em que estás.
O peso dos calcanhares.
Das pernas.
Das ancas.
O peso das costas.
Dos braços.
E permite que a Terra desistente.
Completo.
E deixas aqui que a respiração se desenrole naturalmente.
Sem esforço.
E com cada expiração.
Arreparando-se o corpo.
Amolece um pouco mais.
E talvez notes que a energia da lua cheia.
Se move dentro de ti.
Pensamentos.
Emoções.
Sensações.
Como maréas internas.
E não precisas afastar nada.
Apenas observa o seu movimento.
Pode ser que tudo se esteja a mover.
Que os pensamentos corram.
Mas tu permites-te.
É verdade.
Observar.
Convido-te agora.
Vamos ver a consciência pelo ponto de vista.
Sem esforço,
Sem.
.
.
Precisar visualizar com intensidade.
Sempre nos sentindo.
Deixando a atenção no cheiro.
Lentamente pelo corpo.
Podes imaginar que a luz da lua.
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Aparece em cada um dos pontos que vou nomear.
Convida a tua consciência.
A repousar.
No topo da cabeça.
Me podes imaginar essa luz?
Da lua no topo da cabeça.
E ela espalha-se a todo o teu corpo,
Abludo.
A testa.
Sobrancelhas.
Há espaço entre as sobrancelhas.
Olhos.
Palpebras.
TEMPURAS O xixis.
Maxilar.
A língua repousar suavemente dentro da boca.
A garganta.
Pescoço.
As colabícolas.
Ombro direito.
O topo do braço direito.
O cotovelo.
Entra em paz.
Pouso.
Palma da mão.
O lugar.
Indicador.
É do maio.
Enlade.
Bem digno.
Toda a mão direita.
E agora o ombro esquerdo.
Parte de cima do braço.
O cotovelo.
Quanto prazo?
O poço.
A palma da mão.
Pulgar esquerdo.
Indicador.
DEDO MEDIO ANLAD.
Bem-vindo!
Toda a mão esquerda.
E levas a luz da lua.
Ao centro do peito.
O coração.
À parte superior das costas.
Parte média.
Suna Lombardi ao vento.
A pelvis.
Anca direita.
Coxa direita.
Joinha de lei.
A parte baixo da perna.
Tornoceu.
Calcanhar.
Planta do pé.
Topo do pé.
Dedo grande.
Escondido.
Terceiro dedo.
Quarto dedo.
Dedo mendigo.
O teu dupé direito.
E agora arranca a esquerda.
Coxa.
O joelho.
Departe,
Baixa a perna.
Tornozelo.
Coquinhada.
Planta rupee.
Topo do pé.
Dedo grande.
Sou um dedo?
Terceiro dedo.
Quarto dedo.
DEDMINDING Tudo o que pés querdam.
Sente agora ambos os pés ao mesmo tempo.
As pernas,
Ambas as pernas,
Por inteiro.
Outro.
Os braços.
Cabeça.
O corpo inteiro.
Sente todo o teu corpo aqui.
Repousar.
Sente todo o corpo talvez mais pesado.
Então,
Veja mais quieto.
Mais sustentado.
E bem suavemente.
Como ele respira.
Nota como a respiração se desenvolve.
Sem alterar nada.
Apenas observando o movimento suave.
Da respiração.
Mundos.
Que se vão aproximando da praia.
E depois se afastam novamente.
Inspiração.
E a inspiração.
Talvez a inspiração se torne mais longa.
Mais lenta.
Mais pesada.
Como uma maré.
Que recua.
A luz da lua.
E imagina agora.
E assim merece.
Se calma.
Imagina as suas águas.
A superfície da água quase imóvel.
Eu o acharia.
Refletir.
Repetida na água.
Prateada.
Suave.
E sentes o ar fresco na tua pele.
Notas o silêncio.
E lentamente.
As nuvens começam.
Atravessar o céu.
Muito devagar.
E a luz da lua torna-se mais suave.
Mais difusa.
A água continua tranquila.
E tudo abranda.
E das permissão.
Ao que já não precisas carregar.
Para se dissolver nesta água.
Sem esforço.
Ser racionalizado.
Apenas.
.
.
Notas.
Que há algo que naturalmente.
.
.
Se afasta com a maré.
Talvez seja.
.
.
Os pensamentos que se afastam.
Talvez seja tensão.
O que se faz de mim?
Talvez seja.
.
.
Sexta energia.
Que se afasta.
E o corpo torna-se mais pesado.
Mais quieto.
Mas é poeira.
E agora?
Das permissões.
Para que haja.
.
.
Apenas descanso.
A lua mais suave no céu.
Água imóvel.
A noite silenciosa.
O corpo,
Seguro?
Não há nada aqui a fazer.
Apenas.
Descansar.
Apenas ser.
E talvez o sono surja.
Ou talvez permaneces.
Entre o sono e a vigília.
Qualquer experiência.
Evolvido.
Porque estás a descansar.
Pode dar.
Promissão.
Ocorre.
Para se render.
Este descanso.
E podes dar permissão ao corpo.
Para se render.
A este silêncio.