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Crenças Limitantes: O Que São e Como Transformá-las!

by Alfarrábios da Alma

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Com certeza! Aqui está o resumo sobre crenças limitantes, com foco na identificação e transformação, sem menção a vídeos ou plataformas online: Você já parou para refletir sobre como suas crenças moldam sua vida? Vamos explorar como crenças limitantes, formadas na infância ou pela cultura, podem estar impedindo seu sucesso e afetando decisões, emoções e relacionamentos. Muitas vezes, padrões como a baixa autoestima nos aprisionam, determinando o que achamos possível. É essencial compreender a diferença entre acreditar e ter fé, pois nem sempre aquilo em que acreditamos nos impulsiona. É fundamental aprender como identificar crenças limitantes (medo do fracasso, insegurança) e reconhecer esses bloqueios. A boa notícia é que a mudança é possível. Você pode usar estratégias de autodesenvolvimento e reprogramação para reestruturar pensamentos negativos.

Transcrição

Sabe aquele problema que você tem que se repete com frequência e você nunca consegue se livrar dele?

Por exemplo,

Você sempre atrai o mesmo tipo de relacionamento que faz você sofrer e acaba sozinha.

Ou você tem medo de alguma coisa e nunca consegue se livrar desse medo,

E isso paralisa você e te impede de seguir em frente.

Tal como o medo de falar em público,

Ou medo de fazer avião,

Medo de dirigir,

E você deixa de fazer as coisas por causa desse medo.

Pois saiba que esses medos podem estar ligados às suas crenças limitantes.

E você tem ideia do que são crenças limitantes?

Será que são religiões que limitam?

Ou será que é uma espécie de culto sagrado que limita as pessoas que frequentam?

Será que é uma crendice popular ou uma superstição?

Ou será que é algo em que acreditamos e que nos impede de obter resultados?

Ou algo que nos impede de atingir as nossas metas?

Supondo que seja isso,

Será que nós conseguimos nos livrar dessas crenças limitantes?

Quem sabe com um galho de arruda ou com uma mandinga forte?

Será que tem alguma solução mágica para eliminar isso?

Então eu vou apresentar aqui para você um guia completo sobre as crenças limitantes.

O que elas são?

Como elas se formam em nós?

Quais as fontes dessas crenças?

E por fim eu vou te mostrar três passos com muitos exercícios práticos para você eliminar as suas crenças limitantes.

De modo que você possa viver de acordo com os seus valores,

Seus princípios,

Mas sem conflito com as pessoas.

E que você possa realizar os seus sonhos e atingir as suas metas e os objetivos que você deseja,

Sem a interferência dessas crenças limitantes.

Para começar,

Eu vou contar a você a história de uma mulher de 20 e poucos anos chamada Chatita,

Que quer muito se casar.

Desde menina,

Os pais da Chatita eram muito protetores e gostavam de cercá-la com muitos cuidados e mimos.

A Chatita vivia praticamente uma bolha.

Por causa dessa proteção,

A Chatita recebia tudo o que ela precisava,

Das coisas mais simples às mais sofisticadas.

Alimentos,

Roupas,

Higiene,

Cursos,

Educação,

Além de presentes e todo tipo de agrados para deixar a Chatita feliz.

Tudo que a Chatita queria ela tinha nas mãos,

Sem nunca sentir falta de nada.

Seus pais se desdobravam para suprir e agradar a menina.

Na escola,

A Chatita começou a ter algumas dificuldades,

Porque os professores não conseguiam dar conta de oferecer a ela tudo que os pais ofereciam.

E os coleguinhas da Chatita não tratavam muito bem,

Porque ela não tinha iniciativa e era pouco participativa,

Sempre arrumando encrenca com os coleguinhas.

Por ela ter sempre tudo à mão,

Ela não conseguia se adaptar bem com as brincadeiras das outras crianças,

Que pareciam brutas para ela,

Já que ela não ganhava sempre,

Não é?

Se ela era contrariada de alguma forma,

Ela se irritava e chorava muito,

De modo que ela foi ficando cada vez mais isolada das outras crianças.

E assim,

Ela não conseguia nem se defender,

Nem interagir com ninguém,

Mas os seus pais sempre a consolavam e a compensavam com presentes e mimos.

A Chatita cresceu e se tornou uma pessoa muito melindrosa,

Com dificuldade de se relacionar com as outras pessoas,

Não conseguia se sair bem nos estudos nem no trabalho.

Quanto mais os pais viam as dificuldades da Chatita,

Mais eles a protegiam,

Para que ela não sofresse.

E assim,

A Chatita nunca teve forças para reagir,

E acabou se tornando uma pessoa problemática,

Cheia de transtornos emocionais.

Agora,

Observe bem essa história.

O que você vê?

Vamos analisar um pouco a história da Chatita.

Uma mulher que foi criada por pais superprotetores,

E que sempre teve tudo o que queria,

Sem precisar fazer nenhum esforço.

Como ela vai se desenvolver?

Possivelmente,

Ao se deparar com o mundo lá fora,

Ela vai se chocar e ter dificuldades,

Porque não aprendeu a se defender,

A se proteger,

A conquistar o que ela deseja.

Porque ela sempre teve tudo isso,

Sem nenhum esforço.

E assim se formaram as crenças da Chatita,

Que vão fazer com que ela haja no mundo,

Com base nisso tudo que ela aprendeu.

E agora que ela cresceu,

E que ela quer muito se casar,

É possível que ela tenha dificuldades em conquistar um parceiro,

Que talvez seja difícil encontrar um homem que faça tudo que os pais dela costumavam fazer por ela.

E a Chatita começa a ter problemas repetitivos,

Que ela não consegue resolver.

Porque ela sempre tenta conquistar algum rapaz que ela acha interessante,

E até consegue temporariamente.

Mas aos poucos,

O rapaz perde o interesse por ela.

E aquela cena se repete à exaustão.

Os anos vão passando,

E a Chatita não consegue namorar firme com ninguém.

E por que isso acontece?

Porque a Chatita vive sempre a mesma cena de horror,

Com os mesmos personagens,

E o mesmo resultado devastador.

É devido às crenças que ela tem sobre si mesma,

E sobre a vida,

Que se tornaram limitantes.

Mas afinal,

O que são essas crenças limitantes?

Vamos primeiro conversar sobre o que é a crença,

E depois sobre o que é a limitante.

Então,

Podemos formar um conceito do termo composto,

Mais bem definido,

A partir das suas palavras de base.

A crença pode ser algo em que você acredita,

E também pode ser algo em que você tem fé.

E acreditar e ter fé são a mesma coisa?

Talvez.

Mas pode ter uma sutil diferença.

Acreditar em algo pode ser definido como dar crédito,

Dar valor,

Ou confirmar que algo existe.

Quando você diz,

Eu acredito em você,

Pode significar que você está me dando crédito,

E que você tem confiança na minha pessoa.

Quando você diz que acredita em um candidato,

É porque você confia nele,

No sentido de ele ter um valor para você.

Algumas características desse candidato levam você a confiar nele,

Porque ele tem ideias semelhantes às suas,

Porque ele tem muita experiência política,

Ou ele tem muito jogo de cintura,

Seja o que for,

Mas tem algo nele que faz você acreditar.

No entanto,

Quando você diz que acredita em Papai Noel,

Você está dizendo algo um pouco diferente.

Não necessariamente que você acredita que existe um velhinho que mora no Polo Norte,

E que vem todo Natal colocar os presentes no seu pé de meia,

Lá na sua janela.

Não,

Não.

Você está dizendo algo mais abstrato,

Mais relacionado a um sentimento de que você se identifica com a magia do Natal,

Com o simbolismo dos presentes,

Com a reunião em família.

Então,

Papai Noel tem uma representação simbólica para você,

Que seria o espírito de Natal.

Essa seria a crença como fé,

Que parece ser a definição mais próxima do significado original de crença.

A palavra crença vem do latim credere,

Que por sua vez vem do indo-europeu querde,

Que significa coração.

E de significa colocar.

E o sufixo encia,

Do latim entia,

Como em consciência,

Que é a qualidade do que é consciente.

Ou como em ausência,

Que é a qualidade do que está ausente.

Então,

Esse final ensa,

Que vem de entia,

Ele é um sufixo para substantivar a palavra e torná-la uma qualidade.

Então,

Nós podemos definir a palavra crença,

Literalmente,

Como qualidade do que é colocado no coração,

Ou do que está no coração.

Ou seja,

Quando cremos,

É como se colocássemos aquela coisa em que acreditamos dentro do nosso coração,

Tornando aquilo inerente a nós.

E passamos a agir com base naquela crença.

Então,

Podemos dizer que a crença,

No sentido de acreditar,

De dar crédito,

Ela está mais ligada à veracidade de uma coisa que pode ser confirmada.

Mas quando falamos em crença,

No sentido de ter fé,

Nós estamos falando de algo mais profundo,

Que não tem a ver com a qualidade da coisa em que você acredita,

E sim com o que aquela coisa representa para nós.

Está mais ligado ao simbolismo do que a coisa em si.

Então,

Como vimos,

Existe uma sutil,

Mas importante diferença entre o significado de crença como dar crédito e o significado de crença como ter fé.

Vamos esclarecer isso com um exemplo.

Você acredita na sua mãe porque ela é uma pessoa que você admira,

Porque ela é muito correta em tudo que ela faz,

Ela procura ser justa e generosa com todos,

E ela sempre ajuda as pessoas quando precisa.

Essa é uma crença que você tem sobre a pessoa sua mãe,

E não tem a ver com você,

Tem a ver com ela,

Com as características dela como pessoa,

O modo como ela age e se comporta no mundo,

Com as pessoas e com você.

Mas há um outro tipo de crença que você pode ter sobre a sua mãe que não diz respeito ao que ela é,

E sim há algo que você sente sobre ela que diz respeito a você.

Por exemplo,

Você sente que a sua mãe privilegia o seu irmão e deixa você de lado.

Então,

A sua crença é,

Minha mãe não gosta de mim,

Eu estou sempre em segundo lugar.

Então,

Essa crença diz respeito à sua mãe em relação a você.

Percebe a diferença?

No primeiro caso,

Você está considerando a sua mãe como uma pessoa independente de você e dos seus sentimentos.

Você está considerando ela por ela mesma.

Mas no segundo caso,

Você está considerando a sua mãe como alguém que está interferindo diretamente nos seus sentimentos.

Então,

Tem tudo a ver com você.

No primeiro exemplo,

Tem a ver com as características da sua mãe.

No segundo exemplo,

Tem a ver com você e como a sua mãe interfere na sua vida.

Ou seja,

Há crenças que são sobre os outros seres ou sobre coisas e situações,

E não interferem diretamente nos nossos sentimentos e emoções.

São crenças mais objetivas,

Mais ligadas ao objeto,

Que tem a ver com a crença como dar crédito.

E está tudo bem você ter essas crenças,

Porque elas vão ajudar você a viver em sociedade,

A resolver as questões práticas da vida.

Mas há crenças que mexem diretamente com a gente,

Que mexem com o nosso coração,

Que tem a ver com a crença como ter fé.

E são essas que formam a nossa personalidade,

O nosso modo de ser no mundo.

Essas são as crenças subjetivas,

Porque elas mexem com o sujeito que é você.

No segundo caso,

Seja qual for a posição da sua mãe em relação a você e ao seu irmão,

Vai causar um impacto na sua mente,

No seu emocional,

No seu comportamento,

Na sua maneira de pensar e de agir.

E isso vai se enraizar em você na forma de crenças.

Mas,

Por enquanto,

Talvez ainda não sejam crenças limitantes,

São apenas crenças.

Então,

As crenças são a forma de você absorver do meio externo tudo aquilo que move o seu coração.

E até certo ponto,

Isso é saudável,

Porque precisamos entender como o mundo funciona para criar raízes e viver nesse mundo.

E precisamos descobrir coisas que nos impulsionem no mundo,

Que mexam com o nosso coração para dar um rumo para a nossa vida.

Senão,

Vai ser difícil nós reagirmos e seguirmos em frente,

E vamos ficar parados no mesmo lugar.

O problema é que muitas vezes nós não analisamos o que nós estamos absorvendo do mundo.

Nós simplesmente aceitamos aquilo como se fosse a coisa certa e verdadeira,

Porque só temos contato com aquela realidade,

Com aquelas pessoas e aqueles ambientes.

E se por acaso nós duvidamos,

Normalmente a rebeldia e o questionamento são indesejados e até punidos,

De modo que acabamos nos conformando e deixando seguir a correnteza da avalanche das crenças que vem dos outros.

E isso acaba gerando algumas crenças que são limitantes,

Que nos impedem ou dificultam a nossa jornada.

Então,

Você precisa rever as suas crenças,

Identificar aquelas que são limitantes e se libertar delas,

Ou ajustar elas de forma que conhecidam fiquem mais próximas do seu jeito de ser,

Da sua alma.

Assim,

Você vai poder viver no mundo interior e no mundo exterior,

Com equilíbrio e harmonia,

No caminho do meio.

Agora,

Vamos entender um pouco mais sobre a palavra limitante.

A própria palavra já traz em si o seu significado.

Limitante é algo que impõe limites.

É uma divisa,

Uma fronteira ou uma barreira.

É algo que não permite que você ultrapasse ou que você siga adiante.

O limite,

Ele pode ser algo bom para as pessoas,

Especialmente quando elas são crianças ou adolescentes.

Os limites,

Eles fazem parte da disciplina,

Da educação,

Do respeito,

Do convívio em sociedade.

Mas,

Eventualmente,

Eles podem ser algo ruim,

Quando impedem uma pessoa de atingir o seu objetivo,

De ir além das suas capacidades,

De progredir,

De se projetar.

Exemplo,

Quando os seus pais dizem para você não chegar em casa depois das 10 da noite.

É um fator limitante que eles estão impondo a você.

Isso pode ser bom ou ruim.

Bom do ponto de vista deles,

Porque estão garantindo sua segurança,

Seu bem-estar,

Que você tenha disciplina,

Que durma cedo,

Que não fique incomodando na casa dos outros ou em festas e baladas.

Mas pode ser ruim do seu ponto de vista,

Porque você preferia ficar mais tempo com seus amigos ou com a sua namorada.

E você acha que à noite é uma criança e poderia aproveitar mais a vida.

Nesse caso,

Alguém está impondo limites a você.

E isso é bom para quem impõe limite,

Os seus pais.

E ruim para quem está sendo limitado,

Você.

Um outro exemplo,

Quando sua namorada diz que não aceita que você saia com outras meninas.

Ela está limitando você.

Pode ser bom do ponto de vista dela,

Mas pode ser ruim do seu ponto de vista,

Não é?

Ou você pode concordar com ela,

Desde que ela não saia com outros garotos também.

Aí até parece mais justo os dois se impondo limites um ao outro.

Um outro exemplo,

Quando você participa de uma competição ou de um concurso e precisa seguir as regras para ganhar o jogo.

Essas regras estão limitando você.

Isso pode ser ruim,

Porque seria mais fácil para você se tivesse menos regras.

Mas também seria mais fácil para os outros competidores.

Nesse caso,

O limite acaba se tornando o critério de desempate da competição.

Ou seja,

Aquele que for capaz de cumprir bem as regras,

Ele vai ser beneficiado e ele pode vencer.

Então,

Nesse caso,

O limite parece bom.

E um último exemplo,

Quando seu patrão diz que seu horário é das 8 às 18,

Ele está limitando você.

Isso pode ser ruim,

Porque você tem que chegar cedo e bater o ponto.

Mas pode ser bom,

Porque você pode sair no horário,

Não tem que fazer horas extras.

E você pode planejar outros aspectos da sua vida.

Não se dedicar exclusivamente ao trabalho o tempo todo.

Então,

Há muitas situações na vida que nos impõem os limites.

Mas você também impõe os seus limites aos outros,

Certo?

Quando você é criança,

Em algum momento lá pelos seus dois ou três anos,

Você começa a dizer não.

Começa a impor seus limites.

Quando você é adolescente,

Você também decide não contar certas coisas para os seus pais,

Pois você sabe que eles vão brigar com você.

Quando você se torna adulta e se casa,

Você diz para o seu marido que não aceita que ele vá à academia sozinho,

Sem você.

Ou,

Quando você diz para sua esposa que todo domingo você vai jogar futebol com seus amigos.

Nesses casos,

É você impondo os limites aos outros.

Outros exemplos,

Quando você se torna mais madura,

Você se determina a seguir uma dieta rígida para emagrecer e ficar lindona.

Ou então você decide estudar nos seus horários livres para passar em um concurso,

Ou fazer cursos para melhorar sua carreira.

Nesses casos,

É você que está impondo o limite a si mesmo.

Enfim,

O limite pode ser imposto por você a si mesmo,

Por você aos outros,

E pode ser imposto pelos outros a você.

E isso pode ser bom ou ruim,

Dependendo do ponto de vista.

Tudo depende do resultado que está tendo e para quem.

Nesses exemplos que usamos,

Você pode perceber que algumas vezes você é limitado,

E isso é ruim para você.

Outras vezes,

Você é quem limita,

E isso é ruim para o outro.

E outras vezes ainda,

Você é limitado pelo outro,

Mas isso é bom para você.

E outras vezes,

Você mesmo se limita,

E isso é muito bom para você.

Então,

Como tudo na vida,

Em um mundo dual,

O limite pode ser algo positivo ou negativo.

Mas no caso específico das crenças limitantes,

A junção dessas duas palavras é quase sempre usada em um sentido negativo,

Em que a crença está cerceando ou bloqueando você,

Mesmo que algum dia ela tenha sido boa para você.

Atualmente,

Não é mais.

O que seria a crença limitante?

É uma crença em algo que limita,

De alguma forma,

A pessoa que tem a crença.

Essa crença,

Ela pode ser relativa a acreditar,

A dar crédito a alguma coisa ou alguém,

E pode ser relativa a ter fé em algo ou alguém.

Ou seja,

A pessoa colocou o coração em algo que não está fazendo bem para ela.

A crença limitante,

Ela vai impedir que a pessoa vá além de um certo limite,

Que ela poderia e deveria ultrapassar,

Se a crença não estivesse ali impedindo.

E por isso,

A crença limitante,

Ela é considerada algo prejudicial à pessoa.

Normalmente,

As crenças limitantes,

Elas estão mais relacionadas a ter fé em algo ou alguém,

Porque a crença de dar crédito,

Ela tem mais a ver com coisas práticas e materiais.

Nesse caso,

Vamos definir a crença limitante da seguinte forma.

Crenças limitantes são aquelas ideias que a pessoa adota como suas e que movem o seu coração,

Porque lhe parecem ser a coisa certa a pensar e a sentir.

Mas em algum momento,

Essas crenças passam a limitar a sua capacidade de agir e de prosseguir em determinados aspectos da vida,

Provocando paralisia e retrocessos.

E por isso,

Precisam ser avaliadas e modificadas para que a pessoa extrapole essas limitações.

Agora,

Vamos voltar ao exemplo da chatita e tentar entender quais são as crenças limitantes que estão atrapalhando a vida dela.

Então,

A chatita se torna adulta,

Se apaixona por um rapaz e quer muito namorar e se casar com ele.

Ela é muito bonita,

Mas o rapaz não se interessa por ela devido ao modo como ela se comporta.

Ela leva um fora e fica frustrada.

Então,

Ela se apaixona por outro,

Por outro e por outro,

E nunca consegue namorar por muito tempo com nenhum deles.

Só então é que a chatita vai perceber que tem algo errado com ela.

Assim,

A chatita assiste a essa série sobre crenças limitantes aqui no Alparrabras e ela faz uma autoanálise.

E ela chega à conclusão muito sincera de quais são as crenças limitantes que ela tem sobre si mesma,

Sobre a vida e sobre o mundo,

Que são as seguintes.

Para ser amada,

Eu não preciso fazer nada.

Para ter recompensas,

Eu não preciso me esforçar.

Se meus pais fazem tudo por mim,

Todos devem fazer tudo por mim.

As pessoas existem para me servir.

Eu preciso ser protegida.

Não sou capaz de fazer nada por mim mesma.

O sofrimento é insuportável,

Não vou aguentar.

Alguém sempre vai me proteger.

Essas são as crenças da chatita.

No entanto,

Será que o fato de a chatita ser tão protegida e tão amada pelos seus pais indica que ela se sinta realmente amada e protegida?

E que ela ame e respeite a si mesma?

É bem provável que não,

Pois se ela já recebe tanto amor dos pais e sem reciprocidade,

Por que ela precisaria amar a si mesma?

Os pais já fazem tudo isso por ela,

Muito além do necessário.

E tudo fica muito confortável quando estamos no seio da nossa família.

O problema é quando saímos para viver no mundo,

Quando não temos mais os nossos pais e familiares para nos proteger.

Então a chatita não aprendeu a amar a si mesma.

E as suas crenças dela são sempre uma expectativa de que o outro vai amar ela incondicionalmente.

Ela aprendeu que ela está ali só como um bebezinho para receber o amor.

E é por isso que é bem provável que a chatita vai ter muitas dificuldades com as pessoas lá fora.

E isso vai se refletir no interior dela e fazer ela sofrer.

Assim,

A chatita fica muito triste ao perceber as suas crenças limitantes.

Mas agora ela tem um motivo para lutar e para combater essas crenças,

Porque ela quer muito ter um parceiro legal.

Por muito tempo essas crenças da chatita não limitavam a vida dela de forma nenhuma,

Pois ela não tinha nenhum sonho,

Nenhum objetivo,

Não tinha nada pelo que lutar.

Mas por algo que ela não consegue conquistar,

Ela sente essas limitações.

Por isso é que a chatita quer entender mais sobre como ela adquiriu essas crenças e como ela pode se livrar delas.

Então,

Vamos entender mais a fundo a origem ou a fonte das nossas crenças.

No próximo capítulo,

Nós vamos falar sobre as fontes ou origem das crenças limitantes.

De onde vem essas crenças?

Será que elas vêm dos nossos pais?

Dos nossos familiares?

Ou talvez dos nossos amigos?

Será que já nascemos com elas?

Ou será que tem algum chip implantado em nós com essas crenças gravadas?

Você não faz a mínima ideia?

Então,

Assista o próximo capítulo para saber.

Desejo a todos os seres uma vida plena,

Com muita luz,

E que você siga o seu caminho na mais santa paz.

Namastê!

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