Começamos.
Colocar-nos numa posição confortável.
Seja sentado.
Seja deitado.
Mas colocando os pés.
O chão.
Ou com a zona dos nossos pés em contacto.
Concussão.
E começamos.
A voltar à nossa atenção.
A nossa respiração.
Dá uma respiração lenta.
Solta.
Uma respiração mais abdominal.
Ou será que a nossa respiração.
.
.
Está aí mais para o peito.
Trazer consciência à nossa respiração.
Que é tão importante.
Vamos,
Então,
Controlando esta respiração.
Forma a respirarmos mais para a nossa barriga.
Permitindo que ela expanda.
Que receba este ato.
E os despendir.
Permite que haja um relaxamento.
Cada vez mais.
E fazemos três longas respirações.
Inspirando pelo nariz.
Expirando pela boca.
Mais uma vez.
E outra vez.
Na próxima respiração,
Vamos voltar a nossa atenção para a sola dos nossos pés.
Sentir.
A textura.
.
.
A temperatura.
Onde os nossos pés estão em contato.
Sentir que ambos os pés estão em contacto com toda a superfície.
Seja do chão,
Do colchão.
Ou até da Terra,
Se estiveres.
No exterior fazer esta meditação.
E vamos imaginar.
.
.
Raízes branca.
Forte.
E luminosa.
Perfurarem o sol.
E atravessarem.
Escrevamos a vida.
Atravessando o mar.
Tu.
Quatro.
5.
.
.
Segue.
Certo.
Infinitas camadas de terra.
Pelo caminho.
Sentimos,
Observamos.
Apenas intuímos.
Várias outras raízes.
A fazer o mesmo processo.
Todas elas.
Peixes fortes e luminosos.
E todas chegando a este sol central.
Grande Mimosa.
Observando a sua luz.
Sentindo.
Todo amor.
Toda a presença.
Sentindo.
E quando estivermos preparados.
Vamos abraçar este som.
Conectando-nos a ele.
E bebendo desta energia de puro amor.
E a cada inspiração.
Vamos sentir,
Intuir.
De visualizar.
Esta luz a subir pelas nossas raízes.
Carregando todo o amor.
Toda a tranquilidade.
Toda a presença.
Chegando aos nossos pés.
Passando pelos nossos pés.
A paz nessas coisas.
Da nossa base.
E entrando como uma espiral no nosso acúmulo.
Esta espiral.
Sobe o cadáver de tudo.
Expandindo cada vez mais a sua luz.
Trazendo este amor.
Esta presença.
Esta energia te cura.
E vai subindo lentamente,
Verto para verto.
Até ficarmos com a nossa coluna preenchida.
Desta luz branca.
Em nós.
Para criar espaço.
Necessitamos nos libertar.
Das tensões.
Limitações.
Então podemos aproveitar a inspiração para enviar,
Para libertar,
Tudo aquilo que já nos serve através destas raízes,
Libertando para a Terra.
Acaba a inspiração.
Libertamos.
E acaba a inspiração recebendo.
Depois de libertarmos tudo aquilo que já nos era.
E te recebemos neste encher de puro amor.
Mas nos sentimos preenchidos.
Que podemos visualizar,
Intuir.
Ou apenas sentir.
Como se tivesse uma cápsula de luz estretada em todo o nosso corpo.
Criando nova erreira.
Onde apenas um lembra.
Na presença dos nossos queridos.
Anjos ou equipa,
Como gostaste de chamar.
Apenas energia.
Podemos pedir uma mensagem.
Podemos agradecer.
Eu vos suporto pela presença constante no nosso dia-a-dia,
Nos nossos desafios,
Nas nossas vitórias.
Devemos sempre agradecer as nossas vitórias,
Não só a eles,
Mas a nós.
Devemos celebrá-los com eles.
E comece.
Tão importante celebrar as nossas vitórias,
Por mais pequenas que sejam.
Aquela frase que gostou tanto de dizer.
E coragem de ser cada vez mais autêntico.
A coragem de ser leal àquilo que sinto.
Aquilo que acreditamos.
Independentemente dos julgamentos de outros e próprios.
Exprimir o que sentimos.
Aquilo que acreditamos.
Sem medo do julgamento.
Sem medo,
Voando.
Sem medo de regressão.
Mas para isso temos que aceitar primeiro nós próprios.
Que nós somos.
Temos de ser os primeiros a não julgar.
Temos de ser os primeiros a acreditar em nós e a confiar naquilo que sentimos.
Por mais louco que pareça.
Afirmar quem eu sou.
Firmar o meu caminho.
Para nos encontrar.
Para recordar-nos.
Quem somos.
Para recordarmos a nossa essência.
Para nos sentirmos cada vez mais vivos.
Para nos sentirmos.
No lugar certo.
Para nos sentirmos.
É amor.
Posso confiar cada vez mais.
Em todos os meus sentidos.
Visual,
Auditivo.
Afetivo.
Até o destetivo.
Acho que principalmente.
Ou intuitivo.
Aquilo que sou eu.
Posso sentir.
O que é por dentro dele?
Para terminar.
Vamos agradecer-nos a nós próprios.
Por todos os pequenos e grandes passos que tínhamos feito.
E agradeço todas as oportunidades.
A gente se dá.
Até aqui.
E até onde iria chegar.
Finalizando,
Cada vez mais uma vez a mim.
As mosquinhas.
E todos aqueles.
.
.
Que me acompanha neste caminho.
E eu não se tendo.
Vamos trazendo.
A presença,
O que hoga a hora no corpo.
Deixando os nossos mal.
Nossos pés.
E ao nosso tempo abrimos nosso sol.