Convido-vos a sentarem-se confortavelmente,
Ou a deitarem-se como preferirem.
Se estiverem sentados,
Mantenham as costas direitas,
Os ombros e os braços relaxados,
As mãos posadas no colo,
As pernas descruzadas e os pés assentes no chão.
Se estiverem deitados,
Tenham os vossos braços estendidos ao longo do corpo,
As palmas das mãos para cima,
As pernas estendidas,
Ligeiramente afastadas uma da outra.
E sintam-se confortáveis,
Tentando manter esta mesma posição ao longo dos próximos minutos.
Devagar,
Começem a fechar os olhos.
Tragam o vosso foco para a respiração.
Inspirem profundamente.
Expirem.
Inspirem profundamente.
Expirem.
Inspirem profundamente.
Expirem.
E continuem a manter o foco na respiração.
Se a mente vaguear,
Não faz mal.
Assim que repararem,
É só trazer de volta a atenção para a respiração.
À medida que inspiram e que expiram,
Sintam-se cada vez mais relaxados,
Pesados,
Cada vez mais relaxados,
Mantendo sempre o foco na respiração.
A inspiração nutre e energiza.
A expiração limpa e relaxa.
Voltem a vossa atenção para dentro.
Hoje é tempo de aceitar,
De reconhecer que há coisas que não posso mudar.
Que não dependem de mim.
Restam,
Portanto,
Aceitar.
Mais ainda,
Aceitar sem julgar.
E agir a partir desse lugar.
Um lugar onde mora a serenidade.
Onde se desenvolve a força.
De onde brota a coragem.
E daqui,
Deste lugar em que acolho a vulnerabilidade humana,
Muro-me desta coragem e ergo-me para ajudar no que posso.
Mudar o que posso.
Fazer a diferença onde posso.
Hoje,
Amanhã e depois.
Aceito,
Mas não me resino.
Aceito,
Mas não me detenho.
Aceito,
Mas levanto-me e vou à luta.
Na mente e no corpo.
Em casa e lá fora.
Da janela ou de onde quer que esteja.
Hoje,
Eu vou aceitar.
Vagarinho,
Comecem a trazer a vossa consciência de volta ao corpo.
Mexendo os dedos das mãos.
Os dedos dos pés.
As mãos.
E os pés.
Se vos apetecer,
Espreguiçem-se.
E devagarinho,
Quando estiverem prontos,
Podem abrir os olhos.
Muito obrigada.