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Atributos Conscienciais e Energias

by João Alencar

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Identificar-se em um signo do zodíaco ou como filho de algum orixá são exemplos de identificação de atributos conscienciais, mas precisamos esperar as forças dos astros ou dos orixás agirem para que possamos desenvolver qualidades? Ou podemos modificar nossa atuação na vida intencionalmente?

Transcrição

Olá pessoal,

Está começando mais um episódio do AlmaLivreCast,

Hoje eu gostaria de conversar com vocês sobre orixás,

Energias,

Traços,

Atributos,

Conscienciais e a gente vai falar até de astrologia um pouquinho,

Vocês vão entender o que será que tem a ver orixás com astrologia e energia e tudo mais,

Vamos lá,

Vamos falar um pouco sobre orixás primeiro.

Bom,

Como eu já falei aqui em outros episódios,

Em todas as religiões existem conhecimentos que a gente pode olhar de uma forma mais superficial,

Mais leiga e pode aprofundar e trazer um conhecimento mais esotérico,

Mais profundo,

Mais intimista,

Que vai mexer com a nossa consciência e vai nos fazer crescer através dessa mudança,

Transformação,

Transmutação interior,

Que os alquimistas chamavam de mudar o metal bruto em ouro,

Que é a mudança da nossa consciência através dessa purificação,

Dessa nossa energia.

Então,

Começando aqui para falar com vocês sobre orixás.

Os orixás,

Como eu tenho observado,

São cultuados de duas formas distintas.

Há aqueles que cultuam os orixás como se fossem realmente deuses,

Como se fosse o panteão grego,

Os deuses gregos,

A gente tem os orixás,

E são feitas oferendas,

E são feitas adorações,

E têm histórias,

E como que eles têm esses atributos humanos,

Traços de personalidade,

E como que eles interagiam entre eles e tudo mais com aquelas histórias,

Como tem as histórias lá do panteão grego,

Dos deuses gregos.

Mas há uma compreensão mais esotérica,

Mais profunda,

De que os orixás são,

Na verdade,

Forças divinas,

Energias divinas,

Que eles não são necessariamente entidades,

Não são deuses,

Não são pessoas,

Mas são forças,

Energias,

E energias são também atributos conscienciais,

Neste caso.

Vou tentar explicar um pouquinho mais essa coisa de energia ser atributo consciencial.

Por exemplo,

Na conscienciologia se fala muito do pensene.

Pensene é um trinômio,

Que seria a união de três palavras,

Pensamento,

Sentimento e energia.

E quando a gente fala de sentimento,

Também pode ser emoção,

As emoções junto desse trinômio.

E por que é um trinômio?

Por que está tudo junto?

Porque quando a gente fala de energia,

Ainda mais quando a gente está falando da energia que nós,

Seres humanos,

Trabalhamos,

Direcionamos com a nossa intenção,

Que passa por nós,

Pela nossa consciência,

Então,

Tem esse trinômio que é pensamento,

Sentimento e energia,

Porque a energia não é pura em si.

Tem todo um processo de ter a nossa intencionalidade,

Que modifica esses atributos,

Essas energias,

E faz com que elas tenham um teor.

Digamos que ela teria um sabor diferente,

Ela teria as qualidades delas modificadas,

Dessas energias,

De acordo com a consciência,

Com o pensamento e com o sentimento,

Que vão dar,

Digamos,

Um formato para essa energia.

Então,

Sentir energias também é,

Ao mesmo tempo,

Sentir sentimentos e perceber pensamentos.

Tem um conteúdo naquela energia que é um conteúdo inteligente,

Intencional.

Então,

Aqui a gente não está falando de energia imanente,

Energia pura da natureza,

Por exemplo.

A natureza mais das plantas,

Que não teria um atributo consciencial muito forte presente na modificação daquelas energias,

E sim de energias relacionadas à nossa consciência humana.

E aí,

Quando a gente fala de orixás como sendo energias,

A gente está trazendo para essa questão humana,

Porque as orixás,

Como esses deuses gregos também,

São representações de personalidades,

São pessoas,

Entre aspas,

Os orixás,

O Gung,

O Xun,

Oxóssi,

Emanjá,

Etc.

E essas pessoas,

Essas personalidades,

Têm os seus traços,

Os seus atributos,

As suas características,

Os seus sentimentos e as suas emoções,

Que têm esses traços de energia,

Que são essa energia com todas essas qualidades envolvidas ali.

E aí,

Quando a gente fala,

Então,

Sobre ser filho de tal orixá,

O fulano é filho de Emanjá,

Filho de Oxum,

Filho de Oxóssi,

Filho de Ogum,

E aí tem,

Novamente,

Duas interpretações.

Tem aquela interpretação de,

Bom,

Eu tenho esses traços,

Eu tenho essas qualidades,

Eu sou filho do fulano,

Então,

Eu vou adorar fulano,

Eu vou fazer oferendas para esse fulano,

E eu vou me sentir protegido por esse orixá como realmente um deus,

Como uma entidade,

Como um ser que está ali acima de mim,

Me olhando,

Me protegendo.

E tem a outra interpretação,

Que é essa interpretação relacionada como se fosse um signo do zodíaco.

Você tem aqueles traços,

Você tem aquelas qualidades,

Aqueles atributos que são comuns a esse tipo de signo,

Que são comuns a esse tipo de orixá.

Então,

Você está ligado nesse orixá e você tem esses traços porque vocês compartilham dessa energia,

Você está sintonizado nessa energia,

Você tem esse padrão energético,

Você tem esses traços,

Você tem esses padrões de sentimentos e emoções.

E aí,

Então,

A gente tem um bom começo para o autoconhecimento,

Que muitas vezes as pessoas realmente não percebem como que elas próprias funcionam.

Então,

Inicialmente,

Tanto o zodíaco,

Tanto os signos ali,

A astrologia,

Quanto essa questão de ser filho de orixá XYZ,

Pode nos ajudar a entender um pouco mais a nós mesmos,

A olhar mais para os nossos próprios traços e compreender mais quem nós somos,

Ter a nossa identidade mais bem definida.

Mas,

A partir daí,

É importante que a gente faça alguma coisa com isso,

Porque senão pode cair de novo,

Mais uma vez,

Naquela questão que eu sempre falo aqui,

Que é da síndrome da Gabriela.

Para quem ainda não conhece,

É a musiquinha da Gabriela,

Da novela dos anos 80,

90,

Que cantava eu nasci assim,

Eu cresci assim,

Eu fui sempre assim,

Você sempre assim,

Gabriela.

Então,

Eu tenho esses traços,

Eu sou filho de orixá tal,

Eu sou do signo tal,

Então,

Eu sou assim mesmo,

Então,

Você tem que me aturar porque eu sou assim,

Porque eu nasci assim e eu sou desse jeito mesmo,

E ame ou deixe,

Ame ou deixe.

Então,

A gente vê,

De vez em quando,

Algumas pessoas reclamando das outras pessoas que utilizam signos como justificação dos seus traços mais negativos,

Que isso pode acontecer tanto nos signos,

No zodíaco,

Quanto na questão dos orixás,

Que,

Por exemplo,

Você tem algum traço e aquele traço está pendendo para um lado mais negativo e você utiliza aquela explicação do orixá ou do signo como.

.

.

Ok,

Então,

Eu tenho esse traço,

Então,

É isso mesmo,

Então,

Acabou.

E você não se esforça para trabalhar aquele traço em você.

Vou dar um exemplo bem simples aqui,

Digamos que você é paciente,

Você é bem calmo,

É paciente e tal,

É um traço bom,

É um traço força,

É um atributo de uma qualidade.

Mas,

Digamos,

Então,

Que essa sua calma,

Essa sua paciência está deixando que as pessoas façam coisas que não deveriam estar fazendo com você.

Você está sendo leniente,

Você está tolerando coisas que não deveriam ser toleradas.

E aí,

Você começa,

Então,

A ter um lado negativo,

Um lado pendente para uma perversão desse traço,

Levando para um desequilíbrio,

Uma coisa mais extrema que não te traz um funcionamento ideal na vida com as pessoas.

De acordo com esse seu suposto traço de qualidade,

Né?

E aí,

Então,

Seria interessante você tentar trabalhar outros traços em você.

E aí,

Nessa questão dos orixás,

Eu acho que seria interessante isso,

Mais do que se preocupar,

Saber sobre eu sou filho de algum,

Filho de amanhã,

De quem que eu sou filho.

É realmente depois que você descobrir os seus traços,

Você perceber quais traços estão faltando,

Quais traços que você pode desenvolver ou quais traços que estão servindo como fardo,

Como defeito em você,

Né?

Que nem eu dei o exemplo aqui da calma,

Da paciência,

Que,

Às vezes,

Pode ser aí uma síndrome do bonzinho que quer ser político e agradar a todo mundo,

E acaba se dando mal no final das contas e depois vem com aquela frase de o bonzinho só se lasca,

Né?

E aí,

Eu estou utilizando muita coisa aqui da conscienciologia,

Essa questão dos traços,

Né?

Eles têm lá vários neologismos,

Que são palavras novas para tratar desses assuntos,

Que seria trafar,

Trafor e trafal.

Trafar,

Traço fardo,

Defeito.

Trafor,

Traço força,

Qualidade.

Trafal é um traço faltante,

Algo que eu não tenho nem no positivo nem no negativo.

Simplesmente está faltando ali,

Né?

E eu posso ir atrás.

E nessa questão de ir atrás é que seria interessante,

Né?

Além de você saber dos seus traços,

Dos seus signos,

Dos seus orixás,

Das suas qualidades ou dos seus defeitos,

Você fazer alguma coisa de buscar a mudança,

Buscar o exercício de desenvolver aqueles traços que você já identificou que seria interessante que você desenvolvesse e tentar praticar a internalização desses traços na sua vida,

Na sua manifestação diária,

Cotidiana.

Por que eu estou falando isso?

Tem dois motivos aqui.

Primeiro,

Quando a gente fala eu sou filho de Oxóssio,

Eu sou filho de Oxalá,

É porque praticamente você viu quais são os atributos ali,

Que é interessante o livro Umbanda Pé no Chão,

Tem umas inscrições bem interessantes de como você pode identificar esses traços nos filhos,

Os filhos e filhas desses orixás.

E esses traços,

Então,

Você provavelmente tem um funcionamento dele de forma natural,

Você não precisa fazer força,

Você simplesmente age daquela forma,

Com aqueles traços de forma já automática,

Já internalizada,

Já faz parte da sua manifestação e você faz e nem pensa naquilo,

Já é sua natureza.

E aqueles outros traços que você não tem,

Que você precisaria desenvolver,

Você precisa fazer o esforço consciente de agir de acordo com aqueles traços e trazer a sua atitude para aquele sentido,

Para aquela energia,

Para aquele sentimento com a sua intenção.

Ou seja,

Não é algo que é natural para você,

Não é algo que já está no piloto automático,

Você precisa aprender a colocar aquilo no seu piloto automático,

Aquilo que você já identificou que seria interessante para você funcionar daquela forma,

Que você perceberia que teria uma atuação mais interessante na vida,

Com as pessoas,

No dia a dia.

Eu enfatizei essa coisa do dia a dia,

Porque muitas vezes o que a gente vê nas práticas espiritualistas e religiosas de todas as linhas de filosofias é de eu estar lá naquele momento,

Na missa,

Na gira,

No desenvolvimento,

Na sessão mediúnica,

Naquele local.

Ali eu trabalho aqueles atributos,

Eu trabalho aquele meu sentimento mais elevado,

Aquela minha postura,

Porém,

Quando eu saio dali,

Eu esqueço de tudo,

Eu já não sou mais aquilo,

Eu virei abóbora.

Eu saio lá do baile,

A minha carruagem se transforma de volta em abóbora.

E aí,

Eu simplesmente deixo de atuar naquilo e eu volto para o meu padrão normal,

Que já é de piloto automático e eu já não percebo mais se eu estou incorporando ou não aqueles traços que lá,

Durante a sessão,

Durante aquele momento de prática,

Eu estava trabalhando.

Por isso que muito se fala sobre essa prática ser necessário que seja feita no dia a dia,

Na vida,

Para você internalizar e trazer aqueles atributos para você desenvolver aquilo.

E falando nisso também,

Então,

Seria interessante,

Além de eu querer saber quais orixás eu sou filho,

É saber quais orixás que eu poderia tentar me sintonizar em sentido de energia e de atuação na vida para poder desenvolver aqueles traços que eu acho que faltam em mim.

Então,

Mais importante do que saber que eu sou filho de Oxóssio,

Sou filho de Emanjá,

Seria perceber de quem que eu estou distante em termos de traços conscienciais importantes para minha manifestação.

Por exemplo,

No meu caso,

Eu estudando essas questões,

Eu percebi que eu sou muito mais próximo de ser filho de Oxóssio e ser filho de Oxalá,

Pelos atributos que eu vi lá nas descrições desses dois orixás.

Mas,

Ao mesmo tempo,

Eu percebo que eu preciso me sintonizar mais com algum,

Que seriam os traços que eu acho que,

No meu histórico de vida,

Eu não tive.

Eu tive momentos de dificuldade,

Eu tive dificuldades relacionadas a não ter esses traços.

Que seriam traços de algum,

Que seriam de coragem,

De proatividade,

De ação,

De atitude,

De essa energia expansiva de você conseguir ir para frente e romper obstáculos.

Então,

Trazer esse atributo,

Trazer esse trabalho de incorporação,

Incorporação do orixá,

O que seria essa incorporação?

Estou incorporando uma entidade?

Estou incorporando um espírito?

Não necessariamente,

Eu estou ali trazendo as energias daqueles traços,

Daqueles atributos conscienciais para que eu possa desenvolver ele em mim e que eu possa tentar,

Cada vez mais,

Deixar de forma natural,

Criar uma segunda natureza em mim que se relaciona com esses traços,

Que traz esses traços e faz deles uma manifestação da minha atitude.

E é importante levar isso para o dia a dia,

Lembrar de fazer isso no dia a dia.

No budismo se fala muito,

Eu tenho assistido muito,

Hoje em dia,

A monja Jetsuma Tensin Palmo,

E ela fala,

Muitas vezes,

Sobre pessoas que reclamam de não ter tempo para praticar as meditações.

E ela diz que todo momento é tempo de praticar a meditação,

Qualquer momento do dia a dia.

E é essa a ideia também da atenção plena,

Você não vai estar só no momento sentadinho lá na meditação com os seus objetivos,

Fazendo a prática,

Você vai tentar trazer aqueles objetivos também para todos os momentos do dia,

Você vai tentar trazer a sua consciência,

A sua lucidez para a sua manifestação em todos os momentos e você não vai sair disso,

Você não vai dormir,

Se distrair,

Entrar nas fantasias,

No devaneio,

E não perceber mais como você atua na vida,

Como você está,

Se colocando,

Se manifestando ou percebendo o mundo ao seu redor e percebendo a si mesmo nessa interação constante.

Então,

Todo momento é momento de prática e eu acho que isso se aplica também a todas as religiões,

Como eu estava explicando antes.

Sei lá,

Eu sou cristão e eu tenho Cristo como meu modelo de ideal de evolução,

Mas como é que está o meu esforço para alcançar aqueles atributos que eu acho que são interessantes para uma pessoa ter,

Que Cristo teria,

Que Jesus Cristo teria?

Porque senão eu vou ser mais ou menos hipócrita no sentido de que Jesus é super paciente,

Eu sou totalmente impaciente,

Mas,

Pô,

É Jesus lá no céu e eu aqui,

Também não sou santo,

E aí eu não faço esforço nenhum,

Eu fico na minha zona de conforto e eu sou assim mesmo,

Porque eu sou do signo X,

Porque eu sou filho de orixá Y.

E eu tenho esse traço e é isso,

E eu vou,

Então,

Demorar uns 10,

20 vidas,

Encarnações para ir trabalhando nesses traços,

Sendo empurrado pela vida,

Pelos tropeços,

Pelas coisas que não funcionam bem,

Porque eu estou batendo o pé e teimando que aquele traço ali é o meu traço e eu sou isso mesmo,

E acabou identificado com aquilo,

Uma identificação egóica.

E aí,

Então,

A gente tem essa frase no Espiritismo que costuma dizer que ou você evolui pelo amor ou pela dor,

Ou você sai de uma situação pelo amor ou pela dor.

E eu não diria que seria só pela dor ou pelo amor,

Não.

Na verdade,

Essa coisa pela dor,

Como eu estava explicando aqui,

As coisas começam a não funcionar,

Começam a não dar certo,

Um traço que você tem que não funciona começa a fazer as coisas da vida não funcionar,

E aí você precisa,

Então,

Ser empurrado para mudar aquilo através das situações de dor que vão te obrigar a abrir mão daquilo ou a tentar algo diferente,

Tentar ser diferente.

Mas como é que a gente se adianta a essas mudanças e estabelece essas mudanças em nós antes de que a dor chegue?

Seria através do amor,

Mas o amor em si pode não estar lúcido do que seria,

O que é necessário.

Então,

A auto-observação,

Eu acho que seria também mais interessante até nesse sentido de você poder observar que traços e que atributos você pode desenvolver na sua vida,

Na sua manifestação,

No seu dia a dia,

Que vão facilitar as coisas para você,

Que vão melhorar a sua vida,

Que vão trazer relacionamentos mais saudáveis,

Vão trazer situações mais interessantes no trabalho,

No dia a dia,

Na sua convivência,

Em todos os sentidos.

Então,

Como que a gente pode ter uma transformação real,

Palpável da nossa personalidade rumo a uma evolução consciente?

Porque depois que a gente já amadureceu,

Depois que a gente já cresceu,

Já passou da infância e da adolescência,

A gente já está na vida adulta,

Já com algumas questões cristalizadas em nós,

A nossa evolução só vai se dar se nós realmente voltarmos a atenção para nós mesmos e tentar compreender aonde que nós podemos melhorar através dessa auto-pesquisa que precisa ser lúcida,

Que não deve ser através da culpa nem da punição de se martirizar por ter defeito x,

Y ou z,

E sim por ter a consciência de onde que as coisas funcionam ou funcionariam melhor caso eu conseguisse desenvolver uma natureza de atuação diferente da que eu tenho e que eu possa me sintonizar nessas energias de atuação diferente quando necessário,

Até que eu aprenda a andar sem as rodinhas,

De forma mais natural,

Sem precisar depender das rodinhas no sentido de muletas,

De trazer,

Preciso do orixá tal,

Preciso do atributo tal e preciso sintonizar na energia tal e simplesmente incorporar aquilo no sentido de naturalizar aquilo na nossa manifestação para que a gente possa,

Então,

Atuar daquela forma sem esforço e,

Ao mesmo tempo,

Com a consciência de que aquilo está fazendo as coisas funcionarem melhor.

Mas sem esforço vai ser depois que a gente já alcançou a fluência,

Digamos,

Naquele assunto,

Naquela energia e que,

No início,

A gente vai precisar ter sim o esforço de direcionar a consciência,

Direcionar os pensamentos e os sentimentos e a sua energia para que,

Com a sua intenção,

Você consiga estabelecer aquela atuação consciencial que é a que você percebeu que precisa ser estabelecida na sua vida.

Então,

Que a gente possa,

Cada vez mais,

Utilizar todas essas situações,

Orixás,

Religiões,

Mestres e guias como exemplos de traços que a gente pode incorporar no nosso dia a dia,

Na nossa vida,

Não só nos momentos de estudo,

Não só nos momentos de reunião,

Mas,

Realmente,

Como modelos de incorporação para a nossa manifestação espiritual consciencial.

Eu vou ficando por aqui.

Eu espero que este episódio tenha trazido reflexões importantes para você.

E até o próximo episódio,

Pessoal.

© 2026 João Alencar. All rights reserved. All copyright in this work remains with the original creator. No part of this material may be reproduced, distributed, or transmitted in any form or by any means, without the prior written permission of the copyright owner.

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