
Alimentação Intuitiva e Como Escutar o seu Corpo - Nutri Vale Slavieiro
A alimentação consciente (ou intuitiva) foi a única "dieta" que me libertou das regras alimentares e que eu tenho conseguido manter, por anos, muito diferente de todas as outras dietas que eu já experimentei, justamente por serem restritivas e insustentáveis a longo prazo. Para começar a buscar esse caminho da fome intuitiva, o primeiro passo é olhar para dentro, se observar e conhecer o seu corpo, para então você conseguir ouvir os sinais que ele te manda.
Transcrição
Oi,
Eu sou a Duda Sketch,
Sou health coach e criadora desse podcast,
The Seeds of Life,
Que traduzindo para o português,
Quer dizer as sementes da vida.
A cada episódio,
A minha intenção é de plantar sementes de ações,
Intenções,
Emoções,
Palavras e pensamentos dentro do seu coração,
Para você refletir,
Se questionar e se inspirar.
E hoje,
O que eu vou plantar?
Oi gente,
Sejam muito bem-vindos a mais um episódio e hoje a nossa conversa é com a Valentina Zaviero.
A Vale,
Além de ser uma amiga muito querida,
É uma nutricionista que eu admiro muito e eu fiz questão de trazê-la aqui hoje para o podcast para falar um pouco sobre alimentação intuitiva.
Ao meu ver,
É a única dieta,
Entre aspas,
Que realmente funciona a longo prazo e que é sustentável.
É uma forma de libertação das dietas fixas e restritivas que a gente vê por aí e quando a gente fala de alimentação consciente ou intuitiva,
É sobre você escutar o seu corpo,
Honrar a sua fome,
Comer quando sentir fome e até você ficar satisfeita.
Fazer as pazes com a comida,
De verdade.
Teve uma época que eu era extremamente radical com a minha alimentação,
Eu não me permitia absolutamente nada do que não estava dentro do plano alimentar e isso me deixava muito ansiosa,
Muito irritada.
Graças a Deus,
Eu caí na real,
Acordei para a vida e para o meu corpo e aos poucos eu fui me libertando de todas as regras alimentares e eu sinto que isso ainda acontece,
É uma busca diária.
Cada dia me traz um aprendizado,
Cada refeição é uma oportunidade para eu descobrir que tipo de alimento o meu corpo aceita ou rejeita.
E o mais importante de tudo é sempre a gente tem que estar atenta ao nosso corpo,
Estar atentos e saber ouvir os sinais que ele nos manda,
Porque ele manda sinal o tempo todo,
Só que infelizmente na maioria das vezes a gente está muito distraído,
A gente está muito desconectado de nós mesmos e a gente não consegue realmente ouvir.
Então é isso,
É um dia de cada vez,
É um processo longo que requer paciência,
Requer auto compaixão,
Mas com certeza é o caminho da libertação,
Eu acho que é a chave do sucesso e vale muito a pena trilhar esse caminho.
Então é isso,
A nossa conversa,
A Vale deu várias dicas de como colocar isso em prática,
Como alguns exercícios que ajudam no dia a dia você se conectar,
Aumentar o seu autoconhecimento,
Você ficar mais alinhado com o seu corpo,
Com os sinais que ele manda.
E eu espero que vocês gostem,
Deixem comentários,
Dúvidas no Instagram ou por aqui mesmo,
Que a gente vai adorar responder e interagir com vocês.
Então vamos lá para a minha conversa com a Vale.
Vale,
Você tá aí?
Oi,
Estou!
Que delícia ter você aqui,
Amiga,
Uma honra ter você como minha super convidada.
Eu te agradeço,
Duda,
Sempre,
Né?
A gente é super parceira,
Amo a novidade,
O seu conteúdo,
Então só tenho a agradecer eu pelo convite.
Imagina,
Imagina,
Para mim é uma honra ter você aqui.
Bom,
Então amiga,
Para quem ainda não te conhece,
Não sabe da sua história,
Não sabe do seu trabalho,
Eu queria que você contasse um pouquinho da sua vida,
Da sua jornada,
Enfim,
De tudo que você já passou para chegar até aqui.
Bom,
Como vocês sabem muito bem,
Também é bastante coisa,
Né?
Eu vou filtrar,
Acho que o essencial.
Então,
Meu nome é Valentina Zaviero,
Sou nutricionista,
Funcional e holística e atualmente trabalho em São Paulo,
Mas sou de Curitiba,
Mas atualmente estou trabalhando aqui só.
E assim,
Como que eu cheguei na nutrição?
É bem louco,
Porque eu sempre digo que eu tive que chegar,
Assim,
No fundo do poço da minha saúde e do meu zero,
Da minha zero consciência corporal e,
Assim,
Tudo para chegar onde eu estou hoje.
No fundo do poço,
Tipo,
Dá um exemplo.
Bom,
Eu sempre fui uma criança,
Tipo,
Nasci em uma família,
Né?
A alimentação é aquela considerada normal da sociedade hoje em dia,
Né?
Sim.
Então,
Eu comia muito mal.
Eu sempre comia muito milhojo,
Pão,
Todos industrializados,
Fritura,
Doce,
Refrigerante.
Nossa,
Minha alimentação era baseada em glúten,
Açúcar.
Tudo que vinha de ruim era eu.
Eu nem gostava de legumes,
Não gostava de nada.
Tipo,
Eu lembro que meu café da manhã na escola era pão fresco com Nutella.
Ô,
Val,
Isso foi até quantos anos?
Isso foi até eu entrar na faculdade de nutrição.
Até uns 17,
16,
17.
Nossa,
Durou bem,
Então.
Sim.
E,
Assim,
Zero consciência que,
Nossa,
A minha alimentação poderia ter um impacto na minha saúde.
Pra mim,
Era tipo,
Comer.
.
.
É engraçado que,
Se eu parar pra pensar,
Pra mim,
Naquela época,
O corpo era dividido em fragmentos,
Sabe?
Tipo,
Assim,
O meu sono não tinha nada a ver com a minha vida no geral,
Que não tinha nada a ver com a minha alimentação,
Que não tinha nada a ver com o meu intestino.
Sabe aquela coisa meio fragmentada?
Sei,
Sei.
A gente dividia o corpo,
Né?
Achava que cada um era um pedaço.
Sei,
Total.
Pra mim,
A comida era só pra me alimentar.
Não tinha nada a ver com a minha saúde,
No caso.
E,
Hoje em dia,
Meu Deus,
A gente sabe que tá tudo interligado.
Tudo.
Então,
Eu tinha essa alimentação horrível e eu sempre fui uma criança com muitos sintomas.
Então,
Na minha primeira infância,
Assim,
Eu sempre tive muita infecção urinária.
Eu passava em mil médicos e ninguém sabia porquê.
Eu tomei muito antibiótico e,
Hoje em dia,
Eu sei como isso foi,
Acabando com a minha microbiota intestinal,
Atualmente.
Daí,
Depois,
Eu até fiquei melhor da infecção urinária,
Mas eu tinha muito problema intestinal.
Eu ficava dias sem ir ao banheiro,
Sempre intestino preso.
Eu tinha que tomar laxante.
Nossa,
Eu fazia as coisas mais malucas da vida,
Assim,
Pra tentar ir ao banheiro.
Isso logo com 15,
16 anos.
Até que eu fui ao médico e falei,
Tipo,
Não,
Não tá dando.
Faz sei lá quantos dias que eu não vou ao banheiro.
Isso não é normal.
O que que eu faço?
Me ajuda.
E daí,
Eu lembro que ele pediu uma série de exames.
E,
Nos exames,
Eu fui diagnosticada com hipotireoidismo de Hashimoto,
Que é uma doença de pneumonia.
Certo.
Porque,
Na época,
Ele falou,
Olhou para os exames e falou,
Tipo,
Ah,
Então,
É por isso que teu intestino não tá funcionando.
Porque você tem hipotireoidismo.
E,
No hipotireoidismo,
Tudo no teu organismo funciona mais lento,
Né?
Então,
Tudo fica mais devagar.
Por isso que meu intestino era preso.
Essa foi a lógica dele.
Que faz sentido,
Claro.
Sim.
Mas,
Em nenhum momento,
Ninguém falou da minha alimentação.
Sério?
Ele só me passou aquele hormônio tireoideano.
Falou que eu precisava tomar todos os dias pro resto da minha vida e é isso.
E eu aceitei aquilo como verdade absoluta.
Então,
Comecei a tomar pro resto da minha vida.
E,
Enfim,
Intestino ainda ruim,
Porque nunca tinha mudado a alimentação e tudo mais.
Daí,
Continuei isso lá por uns 15,
16.
Daí,
Quando eu tava um pouquinho mais velha,
Acho que uns 17,
18,
Eu lembro que eu tava namorando o meu primeiro namorado.
E aquela coisa de primeiro namoro,
Né?
Paixão,
Blá,
Blá,
Blá.
Você acha que é o amor da sua vida.
Sim.
Total.
E eu lembro que meu namorado,
Na época,
Foi morar fora.
E foi bem a época que ele juntou.
Que ele foi morar fora e que eu coloquei aparelho.
Tipo,
Aparelho no dente.
Então,
Eu não conseguia comer direito.
Eu só tomava sopa e tudo mais.
E fiquei muito triste que ele tava morando fora.
Fiquei muito triste mesmo.
E perdi o apetite total.
Nisso que eu fui perdendo o apetite e já não tava conseguindo comer,
Consequentemente,
Eu fui emagrecendo.
Só que,
Tipo,
Eu sempre fui meio que aquela.
.
.
Nunca.
.
.
Se alguém me olhasse,
Não ia falar que eu era gorda.
Mas eu era aquela falsa magra,
Sabe?
Sei,
Sei,
Sei.
Super sei.
Eu também era assim.
Tipo,
Só a gordurinha.
É.
E,
Enfim,
Eu comecei a emagrecer e eu comecei a gostar que eu tava emagrecendo.
E isso acabou se tornando,
Então,
Se desenvolvendo em um distúrbio,
Né?
Então,
Eu cheguei à anorexia.
Ah,
Você teve anorexia?
Teve.
Quero dizer,
Tive.
Nossa!
Eu teve sim um ponto de anorexia.
Só que era muito engraçado que eu tava consciente durante todo esse momento,
Esse momento da minha vida,
Que aquilo não tava certo,
Primeiramente.
Que alguma coisa tava errada.
E eu sabia que eu tava ficando magra demais.
E eu sabia que tava perigoso,
Sabe?
Sei,
Sei.
Só que eu tava gostando daquilo também.
Então,
Eu desenvolvi um medo da comida.
Então,
Eu já não comia mais.
E,
Nossa,
Eu cheguei a pesar 41 quilos,
Amiga.
Nossa!
Tipo,
O meu normal é 47,
Por aí.
Eu cheguei a 41.
Quarenta e um?
Nossa!
Só que eu sou menorzinha.
Então,
Mesmo com 41,
Eu tava,
Tipo,
Raquítica.
Uhum.
E a minha família,
Óbvio,
Ficou super preocupada,
Né?
Super.
E eu lembro que daí,
Um dia,
Meu pai chegou pra mim e falou que,
Tipo,
Não,
Que ou eu ia pra terapia ou,
Sei lá,
O que ia acontecer.
Ahn.
E eu falei.
E eu lembro que naquela época,
As minhas amigas estavam indo em uma nutricionista.
Ahn.
E elas,
Tipo,
Comiam de três em três horas,
Comiam castanha,
Damasco,
Esse tipo de coisa.
Uhum.
E eu olhava pra elas,
Tipo,
Dava risada e falava,
Meu Deus,
Já parece que você vai na nutricionista,
Você não sabe o que você tem que comer e blá,
Blá,
Blá.
Nossa,
Não acredito.
Como esse mundo dá voltas,
Meu Deus.
Nossa,
Demais.
Daí,
Meu pai me chamou,
Então,
Falou que eu tinha que fazer terapia.
E eu falei.
Só que eles queriam,
A minha família queria que eu voltasse,
Né,
O meu peso,
Que eu engordasse,
Comendo brigadeiro.
Ahn.
Ninguém queria olhar sua saúde.
E eu falei,
Não,
Calma aí.
Então,
Beleza.
É,
Eu sei,
Eu não tô louca,
Eu falei bem assim,
Né?
Mas,
Se vocês querem que eu volte a engordar,
Eu vou voltar a engordar,
Mas eu vou numa nutricionista.
Eu vou na nutri,
Que as minhas amigas estão indo.
Ahn.
Beleza,
Naquele dia mesmo,
Eu marquei a tal nutricionista e fui.
Ahn.
Daí,
Eu contei pra ela toda a história,
Ela me passou um plano,
Que eu tinha que comer de três em três horas,
Bem aquela,
Tipo,
Nutrição tradicional,
Assim.
E eu falei pra ela,
Ó,
Eu vou confiar em você e vou seguir tudo que tá aqui.
Um mês.
E,
Amiga,
Eu fiz aquele mês,
Tipo,
Certinho tudo que tava lá.
Foi realmente uma reeducação alimentar,
A gente começou do zero,
Assim.
Ahn.
Naquela época,
Já tinha a nutrição funcional,
Já tava rolando?
Não,
Não.
Não,
Era bem aquela nutrição,
Tipo.
.
.
É pão integral,
Com peito de peru e queijo branco.
É,
Exato.
Sim,
Café com leite de soja,
Adoça com adoçante.
E é cú,
Tipo,
Peito de peru,
Esse tipo de coisa.
Mas,
Cara,
Já tava melhor do que eu comia,
Né?
Então,
Já foi um passo.
E daí,
Nesse primeiro mês.
.
.
Gente,
Eu nem lembro direito,
Eu nem sei como contar.
Porque é aquele momento da vida que,
Tipo assim,
Virou uma chave.
E eu não sei o que aconteceu,
Eu simplesmente me apaixonei pela nutrição,
Sabia que era aquilo que eu precisava fazer.
Eu me apaixonei pela ferramenta do alimento em si.
Então,
Tipo,
Meu Deus,
Olha essa ferramenta que é a nossa alimentação,
Olha o poder que a gente tem nas nossas mãos,
De realmente mudar tudo,
Cara.
Mudar a sua saúde,
Tipo,
Mudar a sua disposição,
Mudar o meu intestino.
Tipo,
Ali foi uma virada de chave mesmo,
Sabe?
Super,
Super.
Naquele que eu já voltei pra consulta dela no retorno,
Falando que eu ia fazer nutrição,
Eu já mudei a minha faculdade que eu tava fazendo administração na época.
No meio do ano,
Em julho,
Eu já mudei pra nutrição na PUC.
E aí foi,
Nossa,
Abriu essa porta pro meu caminho de nutrição,
Né?
E me apaixonei,
Me apaixonei pela faculdade,
Por tudo.
Aí,
Assim,
Eu vi que eu tava num lugar certo.
Osar,
E eu gostei isso que você falou,
Que você teve essa percepção de como realmente a gente tem uma ferramenta,
Né?
Talvez,
Acho que uma das mais poderosas que existem ao nosso favor.
E,
Infelizmente,
Assim,
Tem pessoas ainda que não dão valor,
Né?
No poder que tem,
Assim,
O impacto que tem a comida que a gente come em tudo no nosso corpo,
Né?
Desde o nosso sono,
O nosso humor,
Energia,
Foco,
Produtividade.
Sim,
Exatamente.
Já começa por aquela questão de parar de olhar o indivíduo,
Ou nós mesmos,
O nosso corpo,
Como coisas fragmentadas.
Que era a visão que eu tinha antes.
Então,
Muitos dos meus pacientes que chegam em primeira consulta comigo,
Eles não têm noção,
Por exemplo,
Duda,
Que a insônia que eles têm à noite é da alimentação deles,
Que a dor de cabeça que a pessoa tem todos os dias é da alimentação dela,
Que aquela alergia que ela tem,
Que ela nasceu com aquilo pode ser da alimentação dela.
Tipo,
As pessoas,
Elas não têm essa consciência.
Porque não foi ensinado isso pra gente.
Primeiro que não nos foi ensinado,
Que nós somos um corpo holístico e daí muito que vem no meu trabalho da questão de nutrição holística.
Então,
Primeiro,
Ver o organismo do paciente como um todo.
Então,
Não fragmentar as coisas.
Então,
Olhar também pro sono,
Pro estresse,
Pro relacionamento dele,
Pra como ele tá em casa,
Pro relacionamento do trabalho,
Como ele se vê,
Será que ele se ama,
Será que ele não se ama.
E daí a alimentação,
Intestino,
Sono,
Atividade física,
Exposição solar,
Por exemplo,
Tudo isso,
Né?
O Vale,
Só fazendo um parênteses,
Pra quem não é familiarizado com o termo holístico,
Explica um pouquinho como que funciona essa abordagem,
Essa visão da nutrição que você segue,
Essa linha.
Então,
O holístico,
Ele é ver o todo.
Então,
Nós,
Seres humanos,
A gente tem três esferas,
Né?
Que é a esfera corporal,
Que é o material em si,
A nossa saúde física,
A esfera espiritual,
Que é a nossa fé,
A nossa alma,
A gente pode se dizer,
As coisas que a gente acredita e tudo mais,
E o nosso mental.
Então,
O holístico é ele olhar pra esse todo,
Pra essas três esferas da pessoa,
Né?
Então,
O mental,
Espiritual e o físico,
O corporal.
Então,
Isso que é a nutrição holística.
A nutrição funcional,
Que eu falo muito também,
Não é de alimento funcional,
De alimento antioxidante,
E sim de também ver o funcionamento total do nosso corpo em todos os sistemas.
Então,
O sistema gastrointestinal,
O sistema de fígado,
O sistema de detox,
Então,
O sistema renal,
A mente,
De novo,
O espírito.
Então,
É olhar esse corpo funcionante,
Né?
O organismo por inteiro.
Certo.
Eu acho,
Gente,
Eu acho fascinante isso.
Porque quando a gente realmente entende,
Quando a gente sente na pele,
Porque eu também passei por um processo parecido com o seu,
Não tão,
Eu diria,
Não assim tão idêntico,
Porque eu não tive tantos problemas como você teve,
De questão de intestino,
Esse rachimote,
Etc.
Mas eu também tive uma mudança muito grande de lifestyle,
Principalmente de alimentação,
E eu senti.
É absurdo quando,
Realmente,
Quando você muda o que você,
O alimento que você dá pro seu corpo,
Quando você muda o combustível,
Essa máquina que a gente tem,
Ela fica outra coisa.
É assim,
É de um Fusca pra uma Ferrari.
Exatamente.
Então,
É uma coisa muito,
Realmente,
Acho que quem passa por isso na pele,
Que consegue,
Que sabe o poder que tem isso,
Né?
Até no evento que você fez,
Agora no sábado,
No talk que você deu,
Teve uma frase que eu achei muito legal,
Porque você falou,
Assim,
Como que a gente quer viver 100% se a gente não se sente 100%?
Então,
Eu acho muito legal trazer essa consciência pro nosso corpo,
Né?
Porque ele dá os sinais.
É,
Exatamente.
Ele sinaliza.
Ele tá sempre dando os sinais.
Basta a gente estar consciente deles e saber escutar eles.
Sim.
O problema atual,
Na minha visão hoje,
De saúde,
É que as pessoas estão completamente desconectadas do corpo delas.
Então,
O teu corpo,
Vou dar um exemplo aqui.
Esses meus pacientes.
A pessoa chega e já fala,
Já se apresenta.
Tipo,
Eu sou a Valentina,
Tenho azia todos os dias.
Entendeu?
Tenho dor de cabeça todos os dias.
Enfim,
Qualquer sintoma que a gente tem todos os dias,
Gente,
Não é normal.
Não é normal.
Tem até uma frase que fala assim,
Né?
É comum,
Mas não é normal.
É,
Exato.
Eles podem acontecer,
Sim.
Eles vão acontecer pontualmente.
Sim.
Mas não é normal ter todos os dias.
Nenhum sintoma é normal ter todos os dias.
Então.
.
.
A gente nasceu,
O nosso corpo nasceu pra funcionar 100%.
Não é?
O nosso estado natural é pra funcionar.
Não é pra ter dor,
Não é pra ter incômodo.
Não é pra ter nada disso.
Então,
Qualquer coisinha que tem,
Tem que investigar,
Né,
Vale?
Tem que ir na raiz,
Tem que olhar pra dentro.
Tem que ver o que é.
Porque não é normal.
Então,
É bem o que você falou.
Nosso corpo é uma máquina perfeita.
Então,
Tipo,
Se a gente parar pra pensar,
Meu Deus,
Como tudo no nosso corpo funciona perfeitamente.
Então,
Óbvio que tem uma coisa maior que criou tudo isso.
E cada um é perfeito do jeito que é.
Então,
Por que a gente não pode viver nesse estado de perfeição de saúde?
Que é realmente viver o nosso mais alto potencial.
Viver no nosso 100%.
Se sentir 100% todos os dias.
Então,
Tipo assim,
Isso é possível.
A gente merece isso.
Cada um merece isso.
E é muito,
Tipo,
Gratificante quando o paciente volta na segunda consulta que ele tinha zero essa consciência na primeira consulta.
E ele volta falando,
Meu Deus,
Olha como eu me sentia antes.
Eu nunca mais quero voltar praquele estado que eu tava.
E a pessoa,
Quando ela começa nesse caminho,
Você sabe.
Não.
É o que a gente sempre fala,
É um bichinho que picou e que,
Tipo,
Meu,
Não tem volta.
Não tem volta,
Não tem volta.
Você vai querer cada vez descobrindo mais e mais e mais.
Então,
Isso é muito legal.
Então,
Além de você,
Na sua prática,
Ensinar a pessoa o que ela tem que comer,
O que é mais saudável,
O que.
.
.
Uma linha,
Assim,
Pra ela seguir.
Porque acho que também tem tanta gente que fala tanta coisa.
Então,
O que eu acho legal é que você também,
Junto,
Você coloca,
Vamos dizer,
Algumas práticas que a pessoa consegue se conhecer.
Você coloca junto um outro conhecimento,
Né?
Não é só um cardápio.
Aliás,
Segue isso,
Isso e isso.
Na realidade,
Eu não trago nada.
Eu sempre falo pra pessoa que,
Assim,
Ali na consulta,
Eu vou ser esse bichinho que vai picar ela.
Eu vou plantar a sementinha.
Plantar a sementinha.
E falar assim,
Ó,
Isso não tá normal.
Comece a olhar pra isso.
Eu vou ensinar.
Porque,
Hoje em dia,
A gente não sabe,
Por exemplo,
Qual a noticiação funcional.
Quando a pessoa me conta a rotina dela,
Eu já consigo ter,
Mais ou menos,
Uma base do que que tá fazendo mal pra ela.
Certo.
Explico o que que tá fazendo mal pra ela.
E por que que aquilo tá fazendo mal pra ela.
Eu peço pra que ela teste um mês.
E,
A partir daí,
Ela já se torna mais consciente.
Ela consegue ver,
Na próxima consulta,
Ela fala,
Putz,
Eu não comi aquilo.
Fiquei muito melhor.
E daí,
Quando eu fui lá tal dia e comi de novo,
Eu vi que eu senti isso,
Isso e isso.
Ela vai se sentindo mais consciente também.
Mas eu sempre transfiro a responsabilidade pra pessoa.
Pra pessoa.
Sim.
Porque a nossa saúde,
Nós,
Eu como núcleo,
Nós,
Profissionais de saúde,
A gente só dá o caminho.
Se a pessoa quiser sair da minha sala e não fazer nada que eu falei,
Tipo,
Ela tem toda essa responsabilidade.
Sim.
É assumir a nossa responsabilidade de saúde.
Quando a gente assume isso,
É muito poderoso.
Porque só nós somos responsáveis pela vida que a gente tem hoje e se a gente tá satisfeito com ela ou não.
Exato.
Acho que é só,
Tipo,
Tá em nossas mãos o dom da gente se transformar,
Né?
É nosso.
E,
Por exemplo,
Se ela fala que ela tem muita vontade de doce quando ela tá no trabalho à tarde ou que ela não para de dormir.
.
.
Isso eu acho até legal a gente falar,
Que é um ponto muito forte pra maioria das pessoas,
Inclusive mulheres,
Da gente falar dessa questão,
Daquela vontade de doce das 4,
6 da tarde,
Né?
Uma das coisas,
Só voltando um pouquinho nesse questionamento de consciência,
Quando a pessoa me fala isso,
Então,
Ai,
Nossa,
Mas eu chego no trabalho e não sei o que acontece e começo a beliscar.
Ou,
Ai,
Eu chego às 4 da tarde e tô morrendo de vontade de doce.
Coisas que eu pergunto é,
Você gosta de trabalhar onde você trabalha?
Hum.
.
.
Então,
Tipo,
Isso é muito importante.
E é pra pessoa voltar pra casa e ficar se questionando,
Sabe?
Exato.
Por que falta essa ansiedade no lugar de trabalho dela?
O que que tá gerando essa ansiedade?
Ela quer se entupir de comida.
Tipo,
Do que que ela tá querendo fugir?
Exato.
Que daí a gente entra naquele conceito de que a gente não.
.
.
O nosso corpo,
Ele não tem forma só de comida,
Né?
Sim.
Ele se alimenta de muitas outras coisas,
Basicamente de tudo que a gente faz na vida,
Do que a gente vê,
Do que a gente consome,
Do que a gente ouve,
Do que a gente escuta,
Do nosso trabalho,
Enfim.
Então,
É.
.
.
A nossa alimentação em si,
Não importa se a comida é saudável ou não,
Eles são,
Ele é.
.
.
São,
Na realidade,
A nossa alimentação secundária,
Né?
Exato.
Dos nossos alimentos secundários.
Os nossos alimentos primários são os nossos relacionamentos,
Tanto amoroso,
Quanto de trabalho,
Quanto de amizade.
O nosso relacionamento com nós mesmos,
Então,
Com meu amor próprio.
Se eu não tenho amor próprio,
Eu vou utilizar a comida,
O meu alimento secundário,
Como punição,
Como forma de auto-punição.
Porque ou eu vou querer me preencher daquilo,
Até passar mal,
Que é a compulsão,
Ou eu vou querer fugir daquilo,
Eu vou ter medo,
Que é a anorexia,
Que foi onde eu cheguei,
Entendeu?
É uma forma de auto-punição também,
Você levar até o ponto que você,
Cara,
Tá morrendo de fome e não come porque você tem medo.
Nossa,
Sim.
Então,
Hoje em dia,
Eu vejo que nossa alimentação,
Em si,
Ela é muito mais baseada a partir do nosso estado emocional do que as nossas reais necessidades fisiológicas.
Então,
Eu até gravei,
Anotei aqui uma outra frase que você falou,
Que eu adorei.
Você disse assim,
Que a nossa alimentação é mais baseada no nosso estado emocional do que nas nossas necessidades fisiológicas.
Explica um pouco pra gente,
Melhor,
Pra as pessoas entenderem realmente o efeito disso,
Das nossas emoções no nosso corpo.
Então,
Bom,
Como eu falei,
Temos os alimentos primários.
Então,
Antes,
Pra eu ter um bom alimento secundário,
Que é a minha alimentação em si,
Pra eu conseguir me alimentar de uma forma saudável,
Autocontrolada e tudo mais,
Equilibrada,
Eu preciso estar com esses alimentos primários antes,
Em equilíbrio.
Então,
Como que eu vou,
Por exemplo,
Cuidar da minha alimentação se eu tô super estressada no trabalho,
Se eu tô passando por um divórcio,
Enfim,
Se eu não gosto de mim.
Então,
Tem todas essas questões antes,
Que vão determinar o meu tipo de fome,
Por exemplo.
Então,
Pode ser,
Se eu tô me sentindo mais sozinha,
Ou se eu tô me sentindo carente,
Eu vou comer,
Eu vou ver a comida como uma forma de auto-preenchimento.
Então,
Eu vou comer até eu saciar essa sensação de preenchimento.
Entende?
Daí que vem,
Por exemplo,
A compulsão.
Ou,
Se eu tô ansiosa,
Eu não tô prestando atenção no que eu tô comendo.
Então,
Eu vou lá e como a mais.
Eu vou comer rápido.
Também até passar mal.
Uma forma de auto-punição também é a compulsão.
Porque você come mais do que a tua capacidade digestiva aguenta.
Então,
Você tá fazendo uma forma de auto-sofrimento pro teu corpo.
Ou você parar de comer é uma forma de punição também.
Porque você sente fome,
Mas você não come.
Entende?
Então,
Daí vem as nossas fomes.
Os tipos de fome que a gente tem.
Que são três tipos.
Que é a fome fisiológica.
Então,
É a real fome que,
Por exemplo,
Quando a gente come,
A gente faz a digestão e depois dessa digestão a gente tá pronto pra comer de novo.
Porque as nossas células se nutriram,
Elas se esgotaram de nutrientes e elas estão prontas pra receber novos nutrientes.
Essa é a nossa fome fisiológica.
Que é aquela fome que dá a dor de estômago.
Você precisa comer.
Que é o que eu falo também no exercício.
Então,
Por exemplo,
Toda vez que você tiver com fome ou vontade de comer,
Se perguntar antes.
Será que agora eu comeria um prato de arroz e feijão?
Porque se você responder que sim,
Você comeria um prato de arroz e feijão,
É porque você tá no tipo 1.
Então,
Na fome fisiológica.
Então,
Bora lá comer.
Sim,
Perfeito.
Muito boa essa tática,
Hein?
É,
É boa.
Eu sempre faço isso.
Mas se você responde não,
Eu não comeria um prato de arroz e feijão agora,
Então daí a gente vai pra segundo tipo de fome,
Que é a fome emocional.
A fome emocional é isso.
É um momento de suprir carência.
Então,
Carência,
Ou solidão,
Ou estresse.
Então,
É quando a gente tá triste porque alguma coisa aconteceu.
Então,
Por exemplo,
Meu chefe me respondeu atravessado.
Ou eu acabei de terminar meu namoro.
Ontem eu briguei com a minha mãe.
Qualquer tipo de coisa.
Aquilo fica no nosso inconsciente.
Então,
Apesar de você ter,
Sei lá,
Brigado com o seu namorado ontem,
E hoje é um novo dia,
Aquilo ainda tá no teu inconsciente.
Então,
Aquele sentimento de carência,
De tristeza,
De solidão,
Ele nos acompanha.
E daí,
O que acontece?
Vai lá,
Uma hora,
Sei lá,
No meio da tarde,
Você vai lá e come tudo,
E come até passar mal,
Porque você tá querendo suprir esse sentimento de carência,
De solidão.
Então,
É realmente ver a comida como uma forma de preenchimento,
Entendeu?
Só que,
Isso não preenche.
Então,
Não dá aquela saciedade.
Por isso que a gente come tanto e come a mais.
Porque não deu a saciedade.
Olha,
Que interessante.
Sim,
E daí,
Você.
.
.
Nada te sacia,
Porque não é uma fome fisiológica,
É uma fome emocional.
Então,
É uma fome,
Talvez,
De você suprir essa carência,
De você se resolver com a sua mãe,
De você se resolver com o seu namorado,
Ou,
Se você tá se sentindo sozinha,
Ligar pra sua amiga e conversar com ela,
Ou ligar pra tua avó.
Enfim,
Fazer alguma coisa diferente de comida,
Mas que também vá suprir essa carência,
Porque nós somos seres sociais,
Seres emocionais.
Então,
Sempre vai vir essa fome emocional.
Então,
Assim,
Jale,
De repente,
Eu tô numa situação que eu acho que eu tô com fome,
Mas,
Sei lá,
Meu corpo tá pedindo uma coisa mais jaca,
Vamos dizer,
Uma coisa mais trash.
Então,
Eu faço essa pergunta e,
Beleza,
Descobri que eu não comeria um prato de arroz e feijão,
Que realmente é uma fome emocional.
O que a gente faz pra ir aprendendo a lidar com isso?
Então,
Jale,
Isso são exercícios também,
Né?
Não é de uma hora pra outra que você vai parar de descontar na comida,
Por exemplo.
É isso que eu sempre falo também pros meus pacientes,
Mas o primeiro passo é você trazer pro consciente.
É ter a consciência,
Né?
É.
Quando a gente traz luz pra um problema,
Aquele problema já tá 50% resolvido.
Hum,
Verdade.
Por exemplo,
Trazer pra consciência.
Beleza,
Você se perguntou e respondeu que não,
Você não comeria um arroz e feijão agora.
Então,
Daí,
Você já trouxe pro consciente.
Agora,
Você vai se perguntar de novo.
Tá.
Então,
Por que eu quero comer agora?
E daí,
Faz um auto-scanner mesmo.
Volta um pouquinho pra trás.
Então,
Se pergunta será que eu tô me sentindo ansiosa?
Será que eu tô me sentindo carente?
O que tá acontecendo?
O que eu tô sentindo?
Por que eu quero comer agora?
Sabe?
Então,
São essas perguntas É um questionamento mesmo,
Né?
É uma conversa,
Né?
Que a gente tem que ter sempre com a gente.
Sim,
É um questionamento.
Daí,
Às vezes,
Vai ser fácil você identificar.
Tipo,
Não,
Putz,
É porque o meu chefe me respondeu desse jeito e eu engoli sabe,
Não gostei e eu tô irritada.
Ou não,
É porque aconteceu outra coisa.
No fundo,
Se a gente conseguir parar um pouquinho e se perguntar,
A resposta,
Ela vai vir.
Aquilo que a gente falou,
Né?
O nosso corpo,
Ele manda os sinais.
A gente tem que.
.
.
É.
.
.
O momento que você recebeu o sinal e você sabe,
Por exemplo,
Putz,
Então agora eu tô assim porque eu tô me sentindo carente,
Daí você vai fazer outra pergunta.
Ok,
Entendi que eu tô carente.
Tem alguma coisa que eu possa fazer agora que vai diminuir esse sentimento de carência?
Ou não?
Ou eu vou realmente me dar por vencida e eu vou comer isso daqui e.
.
.
Ponto final.
Entendeu?
Hum.
.
.
É nesse momento daí que você vai.
.
.
Vai explodir,
De fato.
Entendi.
Que daí você falou que de repente você pode ligar pra alguém,
Né?
Você pode tentar encontrar alguém.
E é impressionante.
Aconteceu muito isso comigo.
Assim,
Várias vezes em,
Sei lá,
Em algumas,
Vamos dizer,
Uma semana lá eu tava,
Tipo,
Ansiosa e preocupada e com medo de qualquer coisa.
Gente,
Era só eu encontrar uma amiga ou eu falar com a minha mãe no telefone,
Qualquer coisa.
Eu já.
.
.
Parecia que já curava.
Porque eu não tinha vontade,
Não tinha mais esse desejo de.
.
.
De preencher nada,
Sabe?
Sim,
Porque você compartilhou com alguém,
Né?
Você não ficou só guardando pra você.
Sim.
É muito poderoso.
Então,
Talvez,
Sei lá,
Escutar uma música.
.
.
Isso!
Fazer alguma coisa pra você,
Né?
É,
Exato.
Fazer alguma coisa que você goste que vai suprir aquele sentimento de carência,
Solidão do momento.
Que te dá prazer.
Só pra finalizar,
Também,
Assim,
Se você foi lá,
Identificou que era carência,
E mesmo assim você comeu a vida.
.
.
É,
Tem isso também.
Vai ter momentos que,
Cara,
A gente vai descontando com isso,
Mas tá tudo bem,
Entendeu?
Tipo,
O problema não.
.
.
O problema é quando isso se torna um hábito diário.
Mas,
De vez em quando,
É também se olhar um pouco com compaixão.
Sim.
E falar,
Tipo,
Putz,
Nossa,
Eu,
Duda,
Comi um monte agora,
Mas,
Cara,
Tá tudo bem.
Tem uma coisa que eu acho legal a gente falar,
Porque eu acho que hoje em dia,
A maioria das pessoas,
Pelo menos as minhas amigas,
As mulheres,
A minha vó,
Todo mundo tem medo de comer.
Porque parece que hoje em dia tudo é proibido.
Você não pode sair da jaca,
Você não pode sair da dieta,
Você não pode isso,
Você não pode aquilo.
Eu já passei muito por isso,
Já fui muito dessas,
Muito radical,
De não me permitir,
De não me deixar nada,
De pesar em todas as refeições,
De comer tudo certinho,
Com ninguém,
Sim.
É um caos,
Isso não é sustentável,
Né?
E eu acho.
.
.
E eu acho que naquela época me faltava muito auto-compaixão,
Que é o que você falou agora,
A gente tem que ter compaixão,
Tipo,
Tem hora que tá tudo bem se atacar qualquer coisa,
Que tá tudo bem se comer uma barra de chocolate,
Que tá tudo bem,
Né,
Você querer comer o sorvete inteiro,
Tipo,
Tá tudo bem.
É a questão do equilíbrio.
É equilíbrio.
Contanto que um ato destrutivo não esteja na sua vida diariamente,
Não esteja te fazendo mal,
Cara,
Esse é o equilíbrio,
Tá tudo bem.
Você considera,
Por exemplo,
Quem tem um episódio desse,
Sei lá,
Duas,
Três vezes no mês,
Você considera ok,
Tá indo tudo bem ou é muito?
Só pra entender,
Assim,
Pra eu ter uma noção.
Não,
Não,
Eu acho que até seria ok,
Só que eu acho que a pessoa vale ela se questionar,
Né?
É,
Não pode largar,
Terminar,
Tá tudo bem,
Tá tudo bem e.
.
.
É,
Exato.
Daí a gente entra no terceiro tipo de fome,
Que é o intuitivo.
Sim,
Que esse eu acho mais maravilhoso.
É,
Esse é maravilhoso,
Né?
Não,
Eu acho mais maravilhoso,
E é um caminho pra conseguir,
Né,
Atingir esse.
.
.
E não é do dia pra noite que você já chega a saber escutar a sua fome de uma forma intuitiva.
Então,
Passa por um desbocado,
Né?
Começando pela reeducação alimentar e tudo mais.
Porque se não,
Toda vez que a gente olhar pra um chocolate,
A gente vai falar esse é o corpo que está pedindo esse chocolate,
Então eu vou comer.
Não,
Talvez seja porque você está viciada nesse chocolate ou está viciada no pão que você come todos os dias.
É um vício,
Né?
É um vício que já tá entalado.
Sim,
Isso é um vício,
Não é uma fome,
Não é uma intuição.
Tem gente que ainda tem coragem,
Né,
De falar que é intuição.
É,
Exato.
Então,
Primeiro,
A gente precisa se desviciar.
Então,
Diminuir o açúcar de todos os dias,
O pão de todos os dias,
O leite de todos os dias,
Aí sim a gente vai ficando cada vez mais consciente do nosso corpo,
Da nossa fome,
E aí sim a gente vai exercitando essa fome da intuição,
Né?
Que é um exercício,
Realmente.
Então,
Voltando nisso que você falou dos episódios compulsivos,
Por exemplo,
Durante o mês,
A fome da intuição ela entra aí.
Porque isso você vai concordar comigo,
Porque eu acho que é o patamar que mais ou menos eu e você estamos hoje.
Então,
Eu vou dar dois exemplos.
Exemplo,
Beleza,
Eu tô com um objetivo específico de,
Enfim,
Algum objetivo do meu corpo ou de alguma redução de sintoma,
E fui na casa de fulano e não me organizei na minha alimentação,
Não comi antes alguma coisa e cheguei lá e só tinha uma massa.
Esse é o exemplo.
Uma massa que eu nem gosto,
Tô com pessoas nesse evento que eu nem conheço,
Porque é uma reunião de XYZ,
Mas eu vou ter que comer essa massa porque eu não me programei e é só isso.
Cara,
Você come essa massa e depois você vai ficar com gases,
Você vai ficar se sentindo culpada.
Você não vai ficar legal.
Isso não era uma coisa que você queria.
Diferente do exemplo tipo dois.
Eu vou dar um exemplo da minha vida real.
Foi agora no carnaval,
Eu viajei pra enfim,
Viajei pra Miami e eu tava num restaurante maravilhoso que eu super queria ir,
Feliz,
Animada.
E eu falei,
Cara,
Eu quero pedir esse prato de massa trufada que fazia anos que eu não pedia um prato de massa só pra mim,
Porque eu vivia naquelas coisas de restrição.
Sim.
E eu fui lá e pedi aquele prato de massa,
Que era o que eu queria naquele momento.
Foi maravilhoso,
Eu não tive nada,
Não tive nem gases,
Nem me senti culpada depois,
Porque realmente era aquilo que eu queria no momento.
Nossa.
Amiga,
Me identifica assim um milhão por cento.
Então,
É.
Se esse momento de compulsão que você disse,
Por exemplo,
Que acontece de duas a três vezes no mês,
Era um baita doce que você queria comer,
Que você ganhou,
Que você tava com as suas amigas,
Ou foi uma sorveteria que você foi com a tua família e você quis comer,
Meu,
Bola pra frente,
Porque aquilo era o que você queria no momento,
Sabe?
Então,
É saber escutar o teu corpo se você realmente quer aquilo ou não.
Nossa,
Gente,
Você falou isso e me lembrou muito uma época minha também,
Que era bem isso,
Tipo,
Quando eu era super restritiva,
Caia numa situação dessa que eu tinha que comer,
Juro,
A amiga,
Eu chegava em casa e eu me sentia mal,
Eu ficava me culpando,
Tipo,
Meu,
Por que você comeu isso?
E a gente se culpa de comer e a gente se culpa de não ter se organizado e levado a algo saudável.
Então,
Assim,
Né?
É uma nóia assim,
Sim.
E agora,
Que eu tava viajando com a minha família,
Gente,
Teve um dia que eu comi pizza e depois comi um doce,
Comi sorvete,
Enfim.
Não aconteceu nada.
Antes eu lembro que eu tomava,
Nossa senhora,
Um monte de como é que fala?
Tipo,
Ai,
Shot antes,
Shot depois,
Enzima,
Carbonatizado,
Gente,
Eu fazia um.
.
.
Nossa,
Eu tava no ritual ali pra comer um pedaço de pizza.
Sim,
Sim,
Eu sei.
Claro,
Se tiver uma enzima digestiva,
Eu vou tomar,
Se tiver fácil na bolsa,
Mas se não tiver,
Whatever,
Entendeu?
Eu vou comer,
Nem entro nem aí.
É,
Exatamente.
E outra questão também da fome intuitiva,
É que às vezes o nosso corpo,
Ele pede nutrientes específicos,
Né?
Foi o que a gente falou um pouquinho no evento.
Tipo assim,
Às vezes você tá com uma vontade louca de comer carne vermelha e faz anos que você não come carne vermelha.
Bom,
Então talvez esteja faltando ferro,
Esteja faltando vitamina B12,
Zinco.
Então tem alguns tipos,
São sinais muito específicos de alimento.
Nossa,
Eu tô com muita vontade de comer castanha do Pará.
Meu Deus,
Que vontade é essa?
Então pode ser que esteja faltando selênio no teu organismo.
Então essa fome intuitiva também que a gente quer exercitar.
O que o corpo está pedindo.
O vale.
E quando.
.
.
Por exemplo,
Vou te dar um exemplo que aconteceu comigo agora,
Bem bom até,
Que acho que tem tudo a ver.
Normalmente,
Nesse horário,
Eu comeria uma fruta com meio scoop de uma proteína,
Colocaria ali uma granola,
Enfim.
Só que hoje,
Eu falei,
Gente,
Tô com vontade de comer tâmara com manteiga de amêndoas.
Sabe assim,
Veio na minha cabeça?
Duda,
Tâmara com manteiga de amêndoas.
Eu falei assim.
E antes,
Eu falava,
Gente,
Mas será que eu vou comer tâmara?
Tem muito carboidrato.
Não,
Não.
Acho que eu vou passar a tâmara.
Vou com uma frutinha mais.
.
.
Mais louca.
Menos açúcar e tal.
E eu peguei e falei,
Você quer saber de uma coisa?
Eu vou comer essa tâmara com manteiga de amêndoas.
Amiga,
Ainda não comi uma,
Comi duas.
Que eu tô com vontade de comer duas.
E assim,
A gente vê como é libertador,
Como é gostoso.
Você se dá esse prazer e você vê que não aconteceu nada.
Exatamente.
É a mesma coisa do.
.
.
Tem aquela questão,
A pessoa tá com vontade de comer um brigadeiro,
Por exemplo.
Ela vai lá e come uma banana.
Depois ela vai lá e come um whey de chocolate.
Ela vai lá e come um chocolatinho com xilitol.
E daí,
No fim,
Ela comeu muito mais calorias do que ela teria comido se ela só tivesse comido o brigadeiro que ela queria.
Total.
Se você sentiu que é uma forma intuitiva,
Vai lá e come.
Mas também pode ser que teu corpo tava pedindo uma coisa um pouquinho mais energética,
Como a tâmara.
Tava precisando de mais energia.
Então,
O corpo não sabe dizer,
Realmente.
Você foi lá e comeu.
É.
Mas assim,
É que você sabe,
Eu sou muito curiosa,
Sabe?
Eu gosto muito de entender as coisas,
Entender meu corpo,
De saber do que ele tá pedindo.
Essa questão meio de biohacker,
Da gente realmente ter controle de tudo que acontece aqui,
Usar as nossas táticas,
Os nossos truques,
Pra sempre a gente tá na nossa melhor versão.
E eu fiquei me questionando,
Mas assim,
Numa boa,
Sem julgamento total,
Eu fiquei me questionando.
Será que pede alguma coisa mais doce,
Né?
Quer dizer,
Uma coisa bem doce,
Porque a tâmara tem bastante açúcar.
Você pode fazer esse questionamento se você achar incomum de,
Por exemplo,
Será que tem algum sentimento meu que me fez procurar uma coisa mais doce,
Por exemplo.
Ou não,
Ou foi só uma coisa momentânea.
Só que pra minha tâmara com manteiga de amêndoas.
Uma coisa pontual,
Né?
Agora tem que analisar ao longo dessa semana como que meu corpo vai,
Se vai continuar pedindo isso ou não.
Sim,
Exatamente.
Osari,
Você indica pros seus pacientes o Food Journal,
Que é o diário de alimentação?
Então,
Depende.
Depende da pessoa.
Isso é muito individual.
Porque,
Por exemplo,
Tem pacientes minhas que adoram fazer Food Journal.
Escrever tudo o que comem e o que comeram.
Porque elas gostam de visualizar aquilo,
Ver onde elas estão errando ou não.
Elas colocam metas e tudo,
Elas escrevem.
Tem paciente minha que faz tipo calendário,
Realmente.
Porque ela gosta daquilo.
E tem paciente que não.
Eu sou o tipo de pessoa que,
Cara,
Eu não ia gostar de ficar escrevendo tudo o que eu como.
Sim,
É.
Mas eu acho muito legal se a pessoa primeiro gosta daquilo e se ela,
Vai ser uma boa ferramenta pra ela ver aonde que ela tá errando,
Sabe?
Também pode ser uma coisa que gere mais ansiedade na pessoa.
Mais ansiedade.
Mas,
Por exemplo,
Pra quem tá buscando essa alimentação mais intuitiva,
Você acha que é uma boa estratégia ou não?
Eu acho que sim.
Ela vai anotar e,
Por exemplo,
Se algum dia,
Em x horário,
Ela viu que ela tava com vontade de doce,
Por exemplo,
Se ela já tá um tempo mais executando essa forma intuitiva,
Ela pode voltar um pouquinho e pensar o que aconteceu naquele dia,
O que aconteceu no dia anterior.
Fazer esses questionamentos e escrever também.
Nesse diário.
Nesse diário alimentar.
Tem alguma outra coisa?
Uma outra dica que você daria pras pessoas que querem realmente buscar?
Porque eu acho que a maioria das pessoas tão buscando isso.
Porque eu acho que ninguém gosta de seguir dieta.
Ninguém gosta de ter aquela coisa engessada,
Tem que comer isso,
Tem que comer aquilo.
As pessoas,
O que mais elas querem mesmo é a liberdade,
Né?
De se alimentar de acordo com o que faz sentido pro corpo delas,
O que é melhor.
Quais seriam os passos ou dicas que você daria pra essas pessoas que tão iniciando esse caminho?
Então,
O primeiro passo é que não tem fórmula de voo,
Né?
Como que eu vou chegar nesse patamar de forma intuitiva?
O primeiro passo é,
Na realidade,
O autoconhecimento.
Concordo,
100%.
Por exemplo,
Vou fazer uma linha do tempo.
Começa com você parar na sua situação atual.
Olhar pra você,
Pra tua rotina diária e falar,
Bom,
O que que eu estou fazendo hoje que ainda tá me deixando longe do meu objetivo,
Por exemplo?
Então,
Vamos dizer que teu objetivo seja essa forma intuitiva,
Saber escutar a sua forma intuitiva.
Então,
O que que você tá fazendo hoje que ainda tá te tirando desse objetivo?
Então,
Por exemplo,
Nossa,
Eu realmente estou viciada em doce e como doce todos os dias.
Ou,
Ah,
Eu não tomo líquido suficiente.
Ou,
Eu não como frutas e legumes.
Começar do básico.
Pega uma coisa,
Né?
Enfim,
Pode ser que essa lista seja grande ou pode ser que ela seja pequena.
E daí você vai começando um por ver.
Então,
Semana que vem,
Eu vou só aumentar a injeção de água.
A próxima semana,
Eu vou comer mais fibra pro meu IPX.
E aí vai,
Daí você vai ficando cada vez mais consciente do seu corpo.
Quando você vai ficando mais consciente do teu corpo e da tua saúde,
Você vai diminuindo os sintomas e vivendo mais plenamente,
Naquele 100% que a gente falou.
Conforme você vai vivendo mais,
Né,
Nesse 100% do teu potencial de saúde,
Você vai sempre sentindo as reações de cada alimento do teu corpo.
Então,
Quando você for lá e comer alguma outra coisa,
Você vai saber o que aquele alimento fez pro teu corpo ou não.
Então,
Você vai ficando mais consciente.
Quando a gente fica mais consciente,
A gente também quer exercitar mais a nossa consciência.
Então,
Eu acho que práticas como ter ferramentas como meditação,
Terapia,
Alinhamento de chakras,
Às vezes acender um incenso,
Ficar em silêncio,
Praticar uma respiração,
Voltar pra dentro,
Sentir as suas reações corporais,
Fazer esses questionamentos,
Cada vez mais você vai nesse caminho de autoconsciência.
E quanto mais a gente se torna mais consciente,
Através dessas práticas,
Dessas ferramentas de consciência que a gente tem,
A gente vai exercitando a nossa intuição.
Então,
Fica cada vez mais fácil também saber o que o nosso corpo tá pedindo.
Faz sentido isso?
Nossa,
Muito!
Achei maravilhoso.
Então,
Assim,
Gente,
Resumindo,
Tudo começa em você,
Na sua consciência,
Em você parar,
Igual ela falou,
Parar e olhar.
Como eu tô me sentindo hoje?
O que eu tô fazendo?
O que tá me distanciando do que eu quero ser?
Parar e olhar pro hoje,
Pro agora,
Pra você e ver quem é você hoje.
Sim,
Exatamente.
Onde estou?
Onde estou?
O que eu tô fazendo?
Será que eu tô fazendo tudo isso que eu tô fazendo por mim ou por todos os outros?
Será que eu sou o que eu sou ou eu sou o que os outros querem que eu seja?
Enfim,
É que entra nessa questão,
Né?
É muito amplo esse assunto.
Mas.
.
.
Nossa,
A gente podia ficar aqui até amanhã.
Mas.
.
.
Então,
Basicamente é isso,
Né,
Vale?
É trazer a consciência pro seu momento presente de vida.
E,
Ó,
Se você.
.
.
Talvez uma coisa um pouco mais prática.
Se você é uma pessoa que não cuida da sua alimentação,
Comece,
Então,
Fazendo o que eu acabei de falar.
Que prática,
Hoje,
Você pode começar a mudar.
Então,
Ó,
Ou beber mais líquido,
Ou comer mais fibra,
Ou levar seu lanchinho na tarde,
Ou melhorar seu cacá da manhã,
Ou diminuir o doce,
Ou diminuir o pão,
Ou diminuir o leite.
Esse tipo de coisa,
Tá?
Se você é uma pessoa.
.
.
Daí,
Você vai começar nesse caminho.
Mas,
Se você é uma pessoa que já se cuida.
.
.
Então,
Tipo assim,
Mas eu já treino 5 vezes na semana,
Eu já como certinho.
O que eu posso fazer agora?
Então,
Começa com essas ferramentas de consciência.
Começa com a meditação,
Começa com o incenso,
Começa com a terapia,
Começa com o chakra,
Começa com a respiração.
Que daí você vai pra esse outro caminho.
Sim.
É interessante,
Né,
Porque também tem essa parcela de pessoas,
Inclusive eu já fui uma delas,
Que faz tudo certinho,
Né,
Come tudo certinho,
Treina,
Faz tudo,
Mas ainda não não se achou,
Ainda não tá,
Né,
Não tá se sentindo assim,
Que tá vivendo num propósito,
Que tá completo.
Ainda falta alguma coisa,
Né?
Porque só sofreu a esfera física,
Não a esfera mental nem espiritual.
Pois é.
Impressionante,
Né?
Não adianta a gente querer ignorar,
Enfim,
Tem.
.
.
Não adianta,
Gente.
É tudo uma coisa só,
Não adianta a gente querer olhar a nossa cabeça de um jeito,
Nosso corpo físico de outro,
Nossa alma de outro.
Perda de tempo,
Né?
Sim,
Exatamente.
Ai,
Mas.
.
.
Bom,
Tem mais alguma outra coisa que você.
.
.
Que você quer falar,
Que você.
.
.
Enfim,
Alguma outra dica?
Alguma outra sugestão?
Pra quem tá buscando esse caminho?
Não,
Mas eu acho que,
Assim,
Só finalizar com uma coisa de,
Tipo,
Assim,
Ter esse olhar mais compaix.
.
.
Mais,
Né,
De compaixão para nós mesmos.
Isso é super importante,
Gente.
Eu acho que vale isso.
Depois que você falou no negócio da consciência,
Depois que você adquiriu a consciência,
Segunda coisa,
Compaixão por você mesma,
Porque é um processo,
Né?
É,
Se respeitar nesse processo.
Não ficar se comparando,
Né,
Com com fulana ciclana.
Exatamente.
Dar um passo por ver,
Não querer abraçar o mundo de uma vez só.
E saber que a cada dia você está dando o seu melhor.
Então,
Se no teu dia você conseguiu fazer o que você se propôs para aquele dia,
Maravilhoso.
Se um dia você não conseguiu,
Ok,
Também foi aquele dia que você tentou dar o teu melhor.
No dia seguinte você tenta de novo.
Exato.
E lembrar que não somos máquinas,
Somos seres humanos.
A gente tem sentimentos,
Tem emoção,
Tem problema,
Tem dificuldade,
Tem perrengue.
Enfim,
Tem desacito em tudo.
Então,
É um passo de cada vez com compaixão,
Com consciência.
E o importante é começar,
Né?
Exatamente,
O importante é começar.
Ai,
Mas então é isso,
Vale,
Eu adorei.
Nossa,
Foi incrível tudo isso que você compartilhou com a gente.
Muito,
Muito,
Muito muito,
Muito obrigada.
Amei.
Amiga,
Fala então onde as pessoas se acham,
Onde que você,
No seu Instagram,
Onde que você tá atendendo em São Paulo,
Enfim,
Dá umas informações.
Eu,
Bom,
Tô trabalhando agora,
Sou atualmente em São Paulo,
Trabalho em Pinheiros,
No espaço da Fernanda Scher,
Que é uma nutricionista,
Então nós somos uma equipe de Nutris.
O meu Instagram é valentineslaviero,
Arroba nutri valentineslaviero,
E tem o meu site também na internet,
Que é www.
Valentineslaviero.
Com.
Br Tá,
Eu vou marcar isso tudo nos detalhes do episódio,
E gente,
Só um parênteses,
O Insta da Vale é muito bom,
Tem um conteúdo incrível,
Ela dá milhões de receitas,
Dicas,
Enfim,
É muito bom mesmo,
Amiga.
Parabéns até,
Eu tava até olhando esses dias,
Parabéns,
Você tá fazendo um trabalho incrível,
A gente sabe realmente de ensinar,
De criar conteúdo,
De gerar conhecimento,
Enfim,
As receitas são ótimas,
Já peguei várias,
E vale muito a pena seguir.
Então,
Tá bom,
Obrigada,
Amiga,
Por toda essa troca,
Foi incrível,
Tenho certeza que vai ajudar muitas pessoas.
Então,
Mari,
Qualquer dúvida,
A gente nos procura em contexto.
Isso.
Então tá bom,
Amiga,
Um beijo.
Beijos.
Conheça seu professor
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