36:33
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Cura da Rejeição

by Elsa Santos Lima

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Avaliação
4
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Tipo
Atividade
Meditação
Indicado para
Todos
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3

Liberte-se das correntes da rejeição e cure suas feridas emocionais mais profundas com esta meditação para dormir. Se você sente que não é suficiente ou carrega dores silenciosas do passado, este áudio foi criado para reprogramar seu subconsciente enquanto você relaxa ou dorme.

Transcrição

Existem dores que não fazem barulho.

Mas silenciosamente.

Ensina uma pessoa a acreditar que não merece amor.

E talvez.

.

.

Durante muito tempo.

Uma parte de você tem esperado apenas para ser vista.

Acolhido.

Escolhido.

E hoje.

Essa parte será finalmente amparada.

Eu sou a Elsa Lee.

E você está no canal Meditação Subliminar.

E agora?

Não existe mais nada para você sustentar.

Nada que você precise provar.

Nada que precise esconder.

Agora você pode respirar.

Lenta.

E profundamente.

E enquanto você respira.

O seu corpo começa a compreender que pode descansar.

Que pode soltar.

Que pode parar de lutar.

Inspirando profundamente.

E soltando muito devagar.

Cada respiração desacelera a sua mente.

Desliga os excessos.

Silencia os ruídos.

Pouco a pouco.

Você começa a fundar.

Mais fundo.

Mais profundamente.

Como se estivesse sendo conduzido para dentro de si mesmo.

Para um lugar antigo.

Muito então.

Enquanto você é lá.

Os pés.

Aspecto.

Quadril.

Coapitão.

Sim.

O seu corpo relaxando.

Os ombros pesares.

E os braços levemente.

As mãos.

Obispos.

E os músculos do rosto relaxam.

Enquanto os olhos se aprofundam.

E agora?

A sua mente também relaxe.

Como se os pensamentos começassem a desaparecer.

Aumente.

Muito longe.

E enquanto a sua mente desacelera.

Você percebe diante de você.

Uma escada.

Antiga.

Silenciosa.

Descendo para dentro do seu subconsciente.

E você começa a descer.

Deus.

Mais profundo.

Nobre.

E cada degrau dissolve as tensões.

Sete.

Mais um.

6 e a sua mente fica mais lenta.

SE.

Como se estivesse sonhando acordar.

3.

.

.

Muito profundo.

1,

2 quase completamente entregue.

Ser.

E agora você se encontra diante de uma casa antiga.

Muito antigo.

Uma casa esquecida.

Silenciosa.

Observe essa casa.

As paredes desgastadas.

As janelas empoeiradas.

Guarpara.

E talvez você perceba que essa casa.

.

.

Guarda partes antigas da sua história emocional.

E você abre lentamente a porta.

A casa está desorganizada.

Cheia de entudos.

Objetos espalhados.

Coisas acumuladas.

Cadeiras quebradas.

Relógios sem ponteiros.

Lâmpadas queimadas.

Espelhos.

Mamas.

Livros.

Brinquedos.

Papéis espalhados pelo chão.

Objetos estranhos.

Sem sentido.

Como memórias emocionais abandonadas.

Enquanto você caminha lentamente por esta casa.

Você percebe uma criança.

Sozinha no meio dos entulhos.

Que é?

Pequeno.

Talvez assustada.

Talvez acreditando que.

.

.

Não herece nada melhor do que aquilo.

Que é insuficiente.

Que é inferior.

Esqueci.

Não amar.

Aproxime-se dessa criança bem devagar.

Olhe nos olhos dela.

E perceba o que ela sente.

Talvez ela tenha esperado alguém por muito tempo.

Talvez ela tenha acreditado que.

.

.

Precisava ser perfeita para ser amada.

Talvez ela tenha aprendido a se sentir pequena.

Agora sente-se do lado dela.

Egito.

Eu estou aqui.

E eu vejo você.

Eu entendo o que você sentiu.

E você não precisa carregar tudo isso sozinho.

E agora?

Permita que essa criança fale.

Talvez ela conte como ela gostaria de ter sido acolhida.

Amada.

Proteger.

Escolhida.

Escutar.

Se sentido importante.

Permita que ela fale.

E enquanto ela fala,

Você apenas escuta.

Com compaixão.

Com acolhimento.

Então diga suavemente.

Agora eu estou aqui para fazer isso por você.

Você não está mais sozinho.

Você não precisa mais sentir essa rejeição.

Você merece amor.

Você merece cuidado.

Você merece existir.

E ser feliz.

E agora?

Pegue nas mãos dessa criança.

E a conduz até um corredor longo.

Com várias portas.

E vocês caminham juntos.

Até a primeira porta.

Abra lentamente.

E ao entrar vocês veem um quarto.

Cheio de entulhos.

Objetos aleatórios.

Madeira.

Balde.

Caixas vazias.

Banheia.

Luz.

Maus.

SACO.

Lente.

Óculos.

Esmalte.

Arma.

Não.

Objeto sem lógica.

Sem função.

Veja esses objetos surgindo aleatoriamente.

E agora?

Deixe eles desaparecerem.

Dá-me deixar.

Um por um.

Se dissolvendo.

Sumir.

Desfazendo-se no vazio.

E enquanto eles desaparecem.

Você apenas pensa em não pensar.

Não pede.

Não pense.

Não pense daquele dia.

Não o que vocês pedem hoje.

GATILHOS GATILHOS Sua base.

Que você sentiu que não merecia.

Não pense que não existe.

Não,

Que precisamos.

Que precisava diminuir a si mesma pra ser assim.

Não.

GATILHOS GATILHOS e agora?

Tudo desaparece.

Até que reche apenas.

O silêncio.

Ou não.

Não peça.

Uma luz começa a iluminar o quadro.

Uma luz morna.

Dura.

Pacífica.

E junto com essa luz,

Uma leveza.

Uma paz.

Uma sensação de alívio.

Como se algo muito antigo tivesse finalmente ido embora.

Esqueci.

Memórias esquece.

Não peça.

E agora?

Abraça essa criança.

E perceba que ela começa a relaxar nos seus braços.

Como se finalmente se sentisse segura.

Sim.

E quando vocês olham novamente ao redor.

O quarto mudo.

Agora existe espaço.

Organização.

Ae Clares.

Lhe fiz.

Sim e você sai desse quarto.

Caminhando novamente pelo corredor.

Até outra hora.

Abra lentamente.

E ao entrar.

Outro quarto desorganizado.

Entulhado.

Cheio de comparações.

Objetos distorcidos.

Troféus.

Meses.

Boa noite.

Armários.

Batins.

Caos.

Anéis.

Lentes.

Escolas.

Tomadas.

Asuras.

Observe esses objetos que surgem aleatoriamente.

E agora?

Deixe eles desaparecerem.

Amém.

Xiu.

Sumindo.

Dissolve.

Enquanto você não.

Não,

O seu subconsciente começa a ser impedido.

Pense em não pensar.

Então,

Paz.

Daquele sentimento de compasso.

GATILHOS GATILHOS e tudo desaparece.

Até restar apenas o silêncio.

Vale.

E então uma janela surge.

E dela uma luz intensa.

Pelo amor de Deus.

E essa luz reorganiza tudo.

Tudo.

Transforma tudo.

Purifica-te.

E quando você olha novamente… Existe um novo espaço.

Limpo.

Seguro.

E a criança olha pra você mais leve.

Paz viva.

E você abraça novamente.

Saem do quarto.

E percebem que toda a casa começou a se transformar.

Por que todos aqueles objetos aleatórios?

Começam a desaparecer.

GATILHOS bolsas.

Blacas.

Tintas.

Bainéis.

Luz 3.

Sapatos.

Óculos.

Toalhas.

Maravilhosos.

Quadros.

Objetos aleatórios.

Desaparecer.

Enquanto você não pensa.

Não,

Deixa eu ver.

Deixa eu ver.

Não pense em segurança.

GATILHOS GATILHOS e então uma grande luz se ilumina a casa.

As paredes que antes pareciam tortas.

Tomam forma.

O chão se ilumina.

O árvore.

Tudo se reorganiza.

E agora?

Existe um novo espaço.

Um espaço enorme.

Aberto.

Criativo.

Livre.

Um lugar seguro onde a sua criança pode finalmente brincar.

Criar.

Existe.

Sem medo.

Sem precisar provar nada.

Sem precisar provar valor.

Sem precisar mereceram.

Porque ela já merece.

Ela sempre mereceu.

E agora,

Relaxar.

Ela sabe que essa é a casa.

Organizado.

Limpa.

Não.

E segura.

Foi criada por você.

Com amor.

Com presença.

Com agulhimento.

Observe essa criança correndo livremente.

Brincando.

Sorrindo.

Seguro.

E antes de partir,

Abrace.

Profundamente.

Ela agradece.

E você diz suavemente… Eu sempre estarei aqui.

Você jamais estará sozinho.

E agora?

Deixe essa criança brincando livremente.

E um novo quarto aparece diante de você.

Um quarto silencioso.

Aconchegante.

Onde existe uma cama macia.

Seco.

E você se dê.

Confortavelmente.

Se sentindo acolhido.

Protegido.

Ampara.

E agora você sabe que pode dormir.

Se sentindo amado.

Importante.

Suficiente.

E enquanto você dói.

O seu subconsciente continua escutando a minha voz.

Liberando memórias antigas.

Criando novas sensações de pertencimento.

De segurança.

De merecimento.

E profundo.

Muito profundamente.

Você afirma.

Eu mereço amor.

Eu mereço ser acolhido exatamente como eu sou.

Sem precisar me esconder.

Sem precisar mudar a minha essência para receber amor.

Eu sou o suficiente.

Mesmo nos dias em que eu me senti pequeno.

Mesmo nos dias em que eu duvidei do meu valor.

Eu sempre fui o suficiente.

Porque o meu valor nunca deixou de existir.

Eu pertenço à vida.

Cala a boca!

A presença.

Ao cuidar.

E sim.

Existe um lugar seguro para mim.

Um lugar amplo.

Ordem e Salva.

E agora eu sei que eu posso existir sendo quem eu sou.

Livre da necessidade de agradar.

Livre da necessidade de medir.

Livre do medo de não ser assim.

Eu me permito viver.

Eu me permito amar e ser amada.

Eu me abro para as relações saudáveis.

Néfis.

Respeitosas.

Recíprocas.

Não,

Aí eu me perco.

Um abraço e beijinhos.

Beijinhos.

Não pense.

Eu compreendo que é melhor não pensar.

Não tem nada a ver com isso.

E eu escolho viver com presença.

Cuidado.

Amor.

Não,

Eu lhe peço a compaixão,

Porque a minha existência não precisa competir comigo.

Eu reconheço a minha dignidade.

A minha história.

A minha luz.

O meu próprio caminho.

E eu me vejo com mais gentileza.

Com mais compaixão.

Com mais leveza.

Eu libero toda a sensação de inferioridade,

Porque não existe nada de errado em ser quem eu sou.

Eu mereço ocupar espaço.

Eu mereço ser ouvida.

Eu mereço ser amada.

Eu mereço existir plenamente.

Existe algo valioso em mim.

Algo verdadeiro.

Algo digno de amor.

E agora?

O meu subconsciente sabe disso.

Eu sou digno de cuidar.

Te amo.

De Gary.

De presença.

E eu posso relaxar.

Eu posso ser amada.

Eu posso ser feliz.

© 2026 Elsa Santos Lima. All rights reserved. All copyright in this work remains with the original creator. No part of this material may be reproduced, distributed, or transmitted in any form or by any means, without the prior written permission of the copyright owner.

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