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Para quem busca Transformação

by Patricia de Abreu

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5
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Meditação
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Om Namaḥ Śivāya Śiva é o arquétipo daquele que venceu a ignorância existencial e reconheceu a essência. Representa a força da trasnformação. Este mantra nos convida a silenciar, a dissolver as distrações do ego e a repousar na presença consciente. Ao repetir Om Namaḥ Śivāya, cultivamos clareza, estabilidade interior e lembrança do que é essencial. Uma linda meditação, Hariḥ Oṁ

Transcrição

Sejam bem-vindos,

Bem-vindas a essa prática,

A esse momento de meditação,

E a gente vai começar encontrando uma posição confortável para sentar.

Almofada,

Bloquinho ou o que você quiser para conseguir manter as suas costas bem estendidas.

Relaxa seus ombros,

Polegares e indicadores unidos,

Os olhos fechados,

Sorriso nos lábios.

A partir de agora,

Começamos esse mergulho em terra.

OM SAHANÁVAVATU SAHANÁVANÁKITU SAHAVIRAM KARAVÁVAHAYI EJASVINÁVADITAMASTU MÁVIDVISHÁVAHAYI OM,

Chante,

Chante,

Chante.

Primeiro,

Eu preciso dar um comando por parte da mente para que o meu corpo relaxe.

Relaxa os pés,

As pernas,

Os glúteos e o quadril.

Dê um comando por parte da mente para relaxar os ombros,

Os braços,

Os punhos e as mãos.

Relaxa as chaves energéticas,

Região abdominal,

Peito,

Coração.

Relaxa a coluna vertebral.

Embora a sua coluna esteja estendida,

Há um relaxamento,

Há uma descontração.

Igualmente,

Relaxa o rosto,

Trazendo aquela expressão mais tranquila.

Coloca aquele sorriso nos lábios,

Mesmo que de forma artificial,

O natural vem depois.

A partir desse relaxamento,

Sinto a respiração natural acontecendo.

Tento não fazer nada em relação à respiração.

Não vou respirar fundo,

Não vou colocar ritmo,

Tampouco controlar.

Pelo contrário,

Apenas observo a respiração natural,

Sem interferência.

O ar entra,

Eu observo.

O ar sai,

Eu observo.

Como testemunho,

Fico ali por alguns instantes,

Apenas percebendo o ir e vir natural da respiração.

A mente pode se distrair.

Isso pode acontecer,

É natural,

Porque a natureza da mente é movimento.

Nesse ir e vir,

A mente se distrai,

Eu amorosamente trago ela de volta.

Eu continuo ali,

Percebendo o ir e vir natural da respiração.

A mente vai se aquietando.

Um estado maior de presença começa a surgir pelo foco na respiração.

Nessa presença,

Nessa tranquilidade,

É que temos ou criamos condições de nos aproximar da realidade,

De quem realmente somos,

Em essência.

Há uma ignorância que nos afasta desse eu maior.

Morra,

É a confusão.

Confundimos o nosso ser,

O eu,

Com o calma dos nossos desejos.

Achamos que precisamos ter para ser feliz.

E às vezes,

Na ausência de ter,

Croda raiva,

Me frustra,

Não tenho o que eu quero,

Não posso ser feliz.

E loba a ganância,

Me faz continuar tentando ter,

Querer ser algo que é diferente daquilo que é a minha realidade.

Tudo isso é uma ilusão que nos deixa penduradas no externo.

Desejar,

Sentir raiva,

Sentir ganância.

Eu quero,

Então,

Sair dessa confusão.

Eu quero acessar esse eu feliz para além de tudo isso que é externo.

Shiva é aquele que acessou esse conhecimento.

Ele é Tapas,

Acese,

Ele é aquele que tem o poder sobre essa ignorância e que consegue transformar cama,

Croda e loba,

Desejo,

Raiva e ganância em cinzas.

E cinzas é aquilo que não retorna.

Uma vez que a gente faz com que a nossa ignorância se transforme em cinzas,

Ela não retorna mais.

O conhecimento chega e eu passo a viver a partir deste conhecimento.

Shiva,

Então,

É aquele que destrói a ignorância.

E através dessa destruição,

A transformação é o resultado.

Um novo indivíduo capaz de viver a partir do entendimento da sua própria natureza.

Om Namah Shivaya.

Minha saudação a esse símbolo da luz,

A esse que já encontrou o caminho para destruir tudo aquilo que lhe impede de viver em plenitude.

Om Namah Shivaya.

Que eu possa sair da ilusão e da confusão e florescer,

Despertar na luz.

Ao invés agora de contemplar a respiração,

Esse ir e vir,

A minha mente muda o objeto de foco para o japa,

Para a repetição do mantra.

Om Namah Shivaya.

Não é cantado,

Não é lento,

É como uma respiração ir e vir.

Om Namah Shivaya.

E se a mente mesmo assim se distrair exatamente como eu fiz com a respiração,

Observo e volto agora para o mantra.

Om Namah Shivaya.

E assim por diante,

Na tentativa de eliminar toda essa confusão,

Todo esse veneno que tem,

Que existe na nossa mente e que nos afasta de nós mesmos,

Da nossa própria realidade,

Que é ilimitada,

Que é felicidade,

Que é plenitude.

Cento e oito vezes.

Om Namah Shivaya.

Respira.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Om Namah Shivaya.

Depois do mantra,

A contemplação.

Observo onde a mente está e trago ela de volta para a respiração.

Novamente,

Eu me conecto com o ir e vir do respirar.

Como consciência das sensações.

Ar saindo,

Observo também o movimento,

As sensações.

A mente se distrai,

Trago ela de volta.

Quantas vezes forem necessárias.

E agora eu me permito respirar um pouco mais profundamente.

Sentindo o esforço de puxar o ar e perceber que há uma amplitude maior.

Respira como um suspiro,

Relaxando,

Recolhendo-se.

Ali externaliza totalmente a tensão e inspira profundo.

Dá uma consciência novamente do corpo,

Pernas,

Braços,

Mãos.

E une as mãos frente do coração.

Nossa meditação termina aqui.

Inspira profundo.

Om.

Chante,

Chante,

Chante.

© 2026 Patricia de Abreu. All rights reserved. All copyright in this work remains with the original creator. No part of this material may be reproduced, distributed, or transmitted in any form or by any means, without the prior written permission of the copyright owner.

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