Esta prática tem como foco as sensações que temos quando estamos durante um aumento de ansiedade.
Então,
Perante a ansiedade existem duas abordagens possíveis,
Uma de ir ao encontro das sensações difíceis que a ansiedade traz,
Como o bater mais descontrolado do coração,
Respiração mais ofegante,
Curta,
Rápida,
Superficial,
Agitação,
Desarranjo intestinal e uma sensação difícil de explicar de medo,
Sentir-me-nos ameaçados.
Por outro lado,
Podemos escolher notar o que é que já está bem no nosso corpo,
O que é que no aqui e agora finaliza que a ansiedade provocada pela nossa mente pode ser de alguma forma apaziguada no aqui e agora.
Os meus pés,
Por exemplo,
São zonas do corpo em que é habitual a ansiedade não se expressar,
Pontos neutros para os quais eu posso redirecionar a minha atenção.
Então,
Num exercício muito simples posso trazer a atenção para notar as sensações nos pés,
E não é pensar nos pés,
É sentir,
Notar se estão quentes,
Frios,
Se os pés estão a tocar em alguma peça de roupa,
No chão,
O peito do pé e o dorso do pé,
Parte do baixo até à base dos calcanhares,
Permitindo-nos ter curiosidade para a nossa experiência do aqui e agora e na próxima inspiração,
Expandindo a atenção para a nossa respiração,
Para os sons à nossa volta e terminando assim a prática,
Que esta prática,
Que esta vida seja em benefício de todos os seres,
Que esta vida seja em benefício de todos os seres.
Vemo-nos numa próxima prática.