19:44

Diwali, o legado ancestral

by André Moreira

Rated
4.9
Type
guided
Activity
Meditation
Suitable for
Everyone
Plays
55

Meditação inspirada na tradição Hindu do festival das luzes, procuramos juntos reconhecer a nossa ancestralidade ao mesmo tempo que iluminamos as nossas sombras, medos e bloqueios. A força dos nossos ancestrais vai ajudar a que consigamos trazer os nossos medos à luz da consciência.

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Transcript

Bem-vindos a mais uma meditação do D-Valley.

É com um enorme,

Enorme,

Enorme gosto que vos recebo a todos.

Vamos começar simplesmente por encontrar uma posição confortável,

Um sítio confortável para nos podermos deitar ou sentar e desta forma usufruir da forma mais descansada e tranquila desta meditação.

Se for necessário,

Ao longo da meditação poderão mexer-se,

Trocar de posição.

O importante é que se mantenham confortáveis.

Começamos por fazer apenas três ciclos de respiração mais profundas,

De forma a relaxar o corpo físico,

De forma a aliviar a tensão nos músculos.

Lentamente vamos entrando num estado meditativo e aos poucos,

À medida que vamos relaxando a mente e o corpo,

Vamos imaginar-nos num local da natureza.

Assim num final de tarde,

Início de noite,

Onde ainda é possível vermos o meio envolvente,

Mas a noite vai caindo e nós vamos ficando mergulhados suavemente na noite,

Sem medo.

Portanto,

Caminhamos até encontrar ao longe uma luz,

Uma luz de uma fogueira que nos vai orientar,

Apesar da noite estar a cair,

Vai ser possível observar esta fogueira ao longe e vamos caminhar para ela.

À medida que vamos caminhando,

Vamos sentindo que não estamos sós e que há mais pessoas a caminhar para ela.

Porque mesmo para quem está a fazer sozinho,

Na sua casa,

Há mais pessoas que estão a usufruir desta mesma meditação,

Há muitas pessoas que estão a vibrar na mesma energia e portanto vamos sentir a energia do grupo conosco à medida que nos aproximamos desta fogueira e vamos percebendo que há todo um grupo à nossa volta que se vai juntando.

Permitindo-nos sentir o calor da fogueira,

Permitindo-nos sentir o grupo que se vai aproximando,

Aos poucos vamos todos ao mesmo tempo olhar para o céu,

Que neste momento já está de noite e portanto já está bastante estrelado e vamos olhar para as estrelas como se estivéssemos a pedir uma orientação,

Uma benção,

Se quiserem,

Dos nossos ancestrais,

Dos nossos guias,

Das pessoas importantes na nossa vida e vamos olhar cada uma destas estrelas como se elas estivessem a brilhar de forma cada vez mais intensa,

Mais brilhante.

Praticamente mesmo sabendo que estamos no meio da natureza,

No meio de um grupo,

No meio de todo um ritual à volta de uma fogueira,

Por momentos esquecemos isso tudo e olhamos apenas o céu,

Como se o céu nos quisesse cobrir,

Nos quisesse acolher e cada estrela é um ponto de luz intenso que nos vai guiar e orientar.

Com esta energia guia e orientadora connosco,

Lentamente vamos começando cada um de nós a caminhar,

Afastando-nos desta fogueira,

Entrando novamente na natureza e desta vez guiados por uma luz diferente,

Uma luz maior que está ao fundo.

Aos poucos vamos percebendo que existe todo um edifício luminoso.

Caminhamos,

Sentimos o chão por baixo de nós,

Sentimos a natureza a falar connosco à nossa volta e vamos nos aproximando deste que é como se fosse um palácio ou um mosteiro,

Tudo iluminado por velas.

Sem uma única luz elétrica este edifício vai brilhar e vai guiar a nossa caminhada para que possamos todos juntos,

Em grupo,

Chegar a ele.

À medida que vamos entrando vamos percebendo os detalhes,

Vamos vendo as decorações,

As velas,

A energia do grupo.

Vamos percebendo todos os detalhes deste grandioso edifício.

Percebemos que é um edifício erguido à consciência,

À sabedoria,

Iluminado por ela própria.

Neste ponto vamos nos preparando para separar-nos do grupo e desta forma vamos procurar individualmente cada um o seu espaço neste grande edifício,

Neste grande mosteiro.

Cada um de nós vai caminhar,

Vai explorar o sítio até encontrar um local especial,

Um local muito particular para cada um de nós.

E neste local vai ser possível encontrar uma flor de lotes.

Uma flor de lotes mais ou menos do tamanho das nossas duas mãos.

Uma flor que vai representar a nossa essência,

Que vai representar a nossa força e a nossa ligação à natureza.

Uma ligação sensível,

Uma ligação especial.

Temos o nosso tempo para sentir esta flor,

Este espaço,

Este cantinho que é só nosso neste momento.

E nesta flor,

No centro da flor,

Vai ser possível colocar uma vela.

Uma vela que vamos acender com a intenção de iluminar o nosso ser.

Mas à medida que vamos acendendo a vela e que vamos fazendo este pequeno ritual,

Vai ser possível entender que a luz da vela vai projetar algumas sombras no espaço que está à nossa volta.

Vamos observá-las,

Vamos ver o seu movimento,

Vamos ver o que é que nos mostram estas sombras.

Estas sombras são um reflexo dos nossos medos,

Reflexos dos nossos pontos vulneráveis,

Uns mais conscientes do que outros.

Serão a representação daquilo que nos bloqueia,

Que nos trava e que temos,

Por vezes,

Guardado connosco.

Que por vezes ignoramos que existe.

Ou mesmo não ignorando,

Sabemos que é difícil falar sobre estes temas,

É difícil falar sobre estas sombras.

E é por isso que estamos aqui hoje.

Para poder trazer luz,

Para poder trazer conhecimento,

Sabedoria.

Para poder tocar cada uma destas sombras de forma consciente.

Cada uma destas sombras de forma consciente e positiva.

Tiremos mais uns minutos para entender que sombras são estas e porque é que estão a aparecer.

O que é que eu preciso de trabalhar em cada uma destas sombras.

Aos poucos,

Vamos enchendo o peito de Ás.

E com uma respiração mais profunda,

A luz da vela vai expandir e vai crescer.

Ao ritmo da nossa própria respiração,

Nós vamos pedir por iluminação.

E a luz desta vela vai ganhar tanta força que estas sombras vão ficar mais claras.

A sua informação vai ficando mais clara.

E há uma grande certeza.

Esta sombra existe connosco.

Cabe-nos a nós iluminá-la.

Cabe-nos a nós falar com ela.

E cabe-nos a nós compreender como é que podemos tornar esta vulnerabilidade,

Compreender como é que podemos tornar esta vulnerabilidade numa força pessoal.

Porque cada uma das sombras que surgiram,

Cada momento,

Cada memória que surgiu,

É um ponto de força no futuro.

Permitimos que a luz da vela expanda e cresça uma vez mais.

E à medida que o processo acontece,

Suavemente vamos nos levantando e afastando um pouco deste espaço sagrado onde estávamos.

Com muita calma,

Com muita tranquilidade.

Permitimos-nos recuar,

Permitimos-nos observar,

Sentir o corpo diferente,

Sentir estas mensagens que foram surgindo,

Refletindo um bocadinho sobre elas.

E à medida que nos vamos afastando,

Vamos reencontrando algumas pessoas do grupo.

O grupo vai se formando novamente no centro deste edifício,

Deste palácio,

Deste mosteiro luminoso.

E todos juntos vamos caminhar suavemente para uma zona aberta onde vai ser possível ver o horizonte.

Vamos caminhando até encontrar esta zona onde vai ser possível ver o horizonte ainda estrelado,

Onde é possível sentirmos a energia do grupo connosco.

E à medida que todos vão chegando e todos terminam o seu ritual,

Vamos em conjunto observar o céu a começar a clarear e o sol a começar a nascer.

Permitimos-nos ver os primeiros raios de sol.

O sol que é a libertador,

Que nos alimenta,

Que nos dá esperança,

Que nos traz muito amor.

Sentimos o calor a percorrer o nosso corpo.

Sentimos não só a nossa energia diferente,

Mas também a energia do grupo diferente.

E aos poucos este sol vai se tornar tão luminoso,

Tão luminoso,

Que vai ser difícil vermos o horizonte e vermos o ambiente em que estamos.

Como se este sol tivesse tanta energia,

Que no fundo só vamos sentir pura energia a vir na direção deste sol.

Como se estivéssemos a ser banhados de uma luz branca dourada tão intensa que acaba por não ser possível ver muito mais além.

Apenas sentir.

E sentimos esta energia percorrer o nosso corpo como um formigueiro.

Como um formigueiro que traz luz,

Que traz conhecimento sobre tudo aquilo que foi sendo refletido ao longo da meditação.

Como se estivéssemos a atravessar um grande portal de luz.

Vamos aos poucos recordar o sítio onde estamos.

Fazemos uma respiração mais profunda para acordar o corpo físico.

Vamos nos mexendo com calma,

Com tranquilidade,

De forma a sentir as diferenças no corpo físico antes e depois da meditação.

Com suavidade podes abrir os olhos.

Como se estivéssemos a preparar para acordar uma segunda vez hoje.

Com muita calma,

Com muita serenidade.

Estou muito grato pela tua presença e pela tua partilha.

Até breve.

Meet your Teacher

André MoreiraLisboa, Portugal

4.9 (9)

Recent Reviews

Marilene

November 17, 2023

Brilhante 💖🌟 sua voz suave e aconchegante ✨🙏🏼me proporcionou um momento de paz e amor ❤️ gratidão 🙏🏼

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