Meditação da Respiração Consciente Vamos nos sentar e encontrar uma posição em que nos sintamos confortáveis.
Talvez numa cadeira,
Com os pés bem assentos no chão e mantendo a coluna direita mas relaxada.
Libertamos qualquer tensão que possamos ter acumulada no corpo,
Nas pernas,
Nos braços,
Nos ombros,
No maxilar.
Colocamos as mãos a repousar gentilmente sobre as pernas ou sobre o colo e fechamos suavemente os olhos num convite a mergulhar na nossa experiência interna.
Começamos a prestar atenção à respiração.
Sentimos o ar a entrar pelas narinas,
A encher os pulmões e depois a esvaziá-los e a sair novamente pelas narinas.
Focamo-nos nas idas e vindas da respiração,
Mas sem mudar o seu ritmo,
Apenas observamos.
Para ajudar a manter o foco,
Podemos contar as respirações.
Inspiramos e expiramos e contamos em silêncio 1.
Inspiramos e expiramos e contamos em silêncio 2.
Continuamos a contar até chegarmos às 40 respirações.
E se a nossa mente começar a divagar,
O que é perfeitamente normal,
Simplesmente reconhecemos os pensamentos e,
Gentilmente,
Trazemos a atenção de volta à respiração e à contagem.
Se em algum momento nos perdermos,
Recomeçamos a partir do ponto onde achamos que estávamos,
Mas sem nos agarrarmos muito a isso,
Não nos julgamos por esta distração porque faz parte.
A prática da meditação é sobre perceber quando isso acontece e redirecionar o foco sem julgamento.
Quando chegamos ao final das 40 respirações,
Ou do tempo que estipulamos para a prática,
Começamos a trazer a atenção de regresso ao mundo à nossa volta,
Dando conta dos ruídos que nos envolvem,
Do mundo que nos acolhe neste nosso regresso.
Abrimos os olhos e agradecemos pelo tempo que dispensámos a cuidar de nós.