19:22

Integrar a Lua e Lilith

by André Moreira

Rated
4.3
Type
guided
Activity
Meditation
Suitable for
Everyone
Plays
30

Uma meditação sobre a forma como a Lua e a Lilith ressoam dentro de nós e empoderam os nossos desejos mais conscientes e inconscientes. A Lua como a representação das sensibilidade nos desejos e nos sonhos, alinhada com as necessidades energéticas e a integração com os ciclos naturais. A Lilith como a sombra dos desejos mais profundos, a ferida da rejeição que pode ser transformada num poder único, quando o defeito é fonte de força.

MoonSensitivityNatural CyclesVisualizationChakrasCosmic EnergyBody AwarenessDesireBreathingLilithVulnerabilitySelf AcceptancePersonal PowerMoon EnergySensitivity AwarenessNatural Cycles AlignmentSacred Space VisualizationWater VisualizationStar VisualizationCrown Chakra ActivationThird Eye Chakra ActivationCosmic EnergiesBody ExpansionDesire ExpressionDeep BreathingSelf Vulnerability

Transcript

Bem-vindos,

Bem-vindas a esta meditação sobre a ressonância e a energia da lua e da lilite dentro de nós.

Esta meditação vai despertar a nossa sensibilidade,

Os nossos sonhos,

Os nossos desejos e também a forma como estamos alinhados com os nossos ciclos naturais.

Vamos,

Portanto,

Encontrar uma posição confortável que pode ser deitada ou sentada.

Respiramos fundo para relaxar o corpo.

Importante é não termos qualquer tensão neste momento,

Qualquer desconforto.

Permitimos o corpo ganhar esse espaço,

Ganhar essa tranquilidade.

E à medida que respiramos e à medida que vamos acalmando,

Vamos observar um local no meio da luz,

Um local onde vamos perceber que existe um altar,

Um sítio sagrado,

Um sítio especial e que esse sítio está rodeado de água.

Com um círculo de água,

Um espelho refletor à nossa cabeça,

Vamos observar com atenção este círculo que nos vai apoiar e que nos vai proteger ao longo desta meditação.

Sentamos-nos neste altar,

Neste local sagrado e percebemos que a noite está a partir e que o céu começa a cintilar devagarinho.

Vamos percebendo que as estrelas vão brilhando,

Vão comunicando connosco.

Observamos as estrelas,

Mas também observamos o reflexo que elas vão fazendo neste círculo de água à nossa volta,

Como se existisse aqui um duplicar deste céu à nossa volta.

E é possível perceber que há estrelas que brilham mais do que as outras.

Há estrelas que têm um brilho mais quente,

Outro mais frio.

Há estrelas que nos parecem mais fixas,

Mais brilhantes e outras que são mais difusas e que brilham de forma um pouco mais inconstante.

Criamos esta ligação com este céu estrelado e permitimos-nos abrir e expandir o nosso chácara da croa,

Assim como o nosso terceiro olho.

Vamos abrir estes chácaras de forma a ligarmos à energia do cosmos,

De forma a ligarmos às estrelas e de forma a ligarmos àquela que é a nossa estrela natal.

Uma estrela ou um conjunto de estrelas que vai ligar de forma mais intensa e que vai comunicar connosco.

E a sua informação vai fluir e vai correr tudo o nosso corpo,

Como se fosse uma pequena descarga elétrica que vai alinhando todos os chácaras e que vai realinhando todo o nosso corpo.

Sentimos,

À medida que este alinhamento vai sendo feito,

Que a lua vai aparecendo no horizonte.

Vamos dando tempo e espaço para que ela apareça.

E à medida que esta lua vai subindo,

Vai sendo possível sentir que este círculo de água à nossa volta vai transbordar assim,

Como se a água estivesse a precisar de mais espaço,

Como se esta água já não coubesse neste círculo e,

Portanto,

Vai querer crescer,

Vai querer expandir,

Vai querer ultrapassar um pouco as margens deste rio circular.

E não só a água que está à nossa volta,

Mas também o nosso corpo.

É como se todo o nosso corpo precisasse expandir,

Precisasse crescer dentro de si mesmo.

Esta é a influência da lua sobre a água que nos compõe.

Esta é a influência da lua sobre aquilo que são os nossos desejos e a nossa sensibilidade.

Pois também os desejos e a sensibilidade vão estar à flor da pele,

Vão querer sair do corpo,

Vão querer ganhar espaço,

Ganhar voz à nossa volta.

Fazemos algumas respirações um pouco mais profundas para sentir esta expansão interior.

Como se o nosso coração quisesse crescer,

Como se os nossos pulmões precisassem de mais corpo para respirar mais profundamente.

Sentimos como se fosse este formigueiro desta ativação daquilo que é a nossa sensibilidade ao meio.

Pois não só o nosso corpo está a expandir,

A nossa energia está a mudar,

A energia deste círculo de água está a mudar.

A energia de todas as plantas à nossa volta está a mudar.

E portanto a nossa sensibilidade não só à lua,

Mas também a tudo aquilo que é natural e que nos rodeia.

Tudo vai estar em uníssono,

Tudo vai estar a expansão.

Integramos estas mudanças com as nossas próprias mudanças internas.

E vamos fazer três respirações mais profundas.

Em que vamos repetir em silêncio para nós mesmos.

Eu estou em conexão,

Eu estou em conexão,

Eu estou em conexão.

Permitimos sentir esta conexão através da própria imagem da lua.

Sendo que à medida que vamos inspirando,

Esta lua no céu vai encher e vai se tornar cheia,

Vai se tornar crescente.

E à medida que a inspiramos,

A lua vai se tornar minguante até ficar nova.

E observamos alguns destes ciclos de respiração sem forçar,

Sem querer acelerar ou reduzir o nosso ritmo.

E simplesmente observamos.

A lua crescente,

A lua cheia,

A lua minguante,

A lua cheia,

A lua minguante.

A lua nova.

A lua crescente,

A lua cheia,

A lua minguante.

A lua crescente,

A lua cheia,

A lua minguante e a lua nova.

Permitimos-nos observar esta lua suavemente a pôr-se no horizonte.

Com a certeza de que vamos reconhecer mais facilmente os sinais,

Os ciclos naturais,

Os nossos desejos,

A forma como nós naturalmente temos impulso sobre as nossas decisões,

Sobre as nossas mudanças de humor.

De forma a que todas estas oscilações se tornem parte do nosso dia-a-dia,

Se tornem parte daquilo que nós somos e da forma como estamos no mundo.

E à medida que esta lua se vai dissolvendo no horizonte,

Vai desaparecendo no horizonte,

Há uma outra lua que surge.

Quase em oposição.

Uma lua mais escura,

Com uma aura violeta.

Estaremos na presença do nascimento de Lilith.

Onde vamos permitir que esta luz violeta vá cobrindo o nosso corpo.

Vá banhando tudo à nossa volta.

Esta Lilith e esta luz violeta no horizonte vem despertar um olhar sobre o nosso próprio corpo como não o tivemos até agora.

É como se esta luz violeta nos estivesse a despir,

A olhar em profundidade,

A olhar o nosso mais profundo inconsciente.

É como se de repente esta luz revolvesse o fundo das águas que nos circulam.

Todos os peixes e plantas que surgem à tona da água são bichos estranhos,

Ocultos,

Que só aparecem na noite,

Que só aparecem no escuro.

Mas eles não parecem ameaçadores ou não parecem intrusivos.

Eles fazem parte do ecossistema,

Eles estão lá,

Eles estão sempre lá.

Eles são apenas mais estranhos,

Mais invulgares,

Mas também mais únicos.

E com uma presença e uma função mais detalhada,

Mais cirúrgica no nosso dia-a-dia.

Mesmo que não sejam revelados pela luz do Sol ou da Lua,

Eles estão presentes.

E eles têm a sua função.

E têm a sua força.

Portanto,

Observamos o nosso próprio corpo a ser banhado por esta luz.

Sentimos-nos despidos,

Desprotegidos,

Vulneráveis a esta luz.

E vamos observar este corpo e vamos observar um ponto específico.

Vamos encontrar uma mancha,

Um sinal,

Uma parte do corpo que seja mais peculiar,

Que seja mais diferente.

Talvez até uma parte do corpo que seja mais estranha para nós.

E focamos nesse ponto.

Antes de mais,

Integramos esse ponto.

Compreendemos que ele é parte de nós,

Ele está lá,

Ele existe.

Eu vou todos os dias para o trabalho,

Eu falo com os meus amigos,

Eu falo com a minha família,

E ele está lá.

Ele está lá.

Ele está lá.

Ele está lá.

Ele está lá.

Ele está lá.

Eu vou todos os dias para o trabalho,

Eu falo com os meus amigos,

Eu falo com a minha família,

E ele está lá.

Pode ser mais ou menos visível,

Mas ele é uma parte de mim.

E sempre que eu lhe dou luz,

Sempre que eu trago à conversa,

Sempre que eu evidencio a sua existência,

Eu estou a dar força a esta minha pequena diferença.

Estou capaz de ir trabalhar,

Ir falar com a família ou com os amigos de forma mais íntegra,

Mais completa,

Mais plena,

Mais determinada.

Porque tenho plena consciência de quem sou.

E de todos os pontos que estão mais na sombra ou mais na luz.

Fazemos alguns ciclos de respiração mais profundos onde vamos repetir em silêncio para nós mesmos.

A minha diferença é a minha força.

A minha diferença é a minha força.

A minha diferença é a minha força.

A minha diferença é a minha força.

Permitimos-nos relaxar,

Sentir o céu estrelado e com suavidade sentimos o céu começar a clarear.

A lílite suavemente desaparecer no horizonte e este círculo de água à nossa volta vai ficando mais calmo,

Vai reduzir ligeiramente de tamanho.

O nosso corpo vai se preparando para regressar de forma integrada.

Sentimos o corpo pulsar na mesma medida que a lua,

As luas pulsam e interagem connosco todos os dias.

E vamos nos preparando para regressar suavemente ao nosso corpo fazendo gestos muito suaves,

Mexendo os dedos,

Respirando fundo,

Mexendo a língua dentro da boca.

Podemos espreguiçar suavemente.

E à medida que vamos abrir os olhos vamos tendo a certeza de que temos a sensibilidade para interpretar as diferenças nos outros assim como as diferenças e oscilações dentro de nós.

E que estas oscilações fazem parte do nosso poder.

Estas diferenças fazem parte do nosso poder e da nossa força pessoal.

Quanto mais integradas,

Quanto mais à luz do dia elas estiverem mais força teremos.

Meet your Teacher

André MoreiraLisboa, Portugal

4.3 (7)

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Marilene

September 18, 2024

Prática perfeita 🙂 Gratidão por me guiar 🙏🏼♥️🌹✨

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