Era uma vez uma ovelhinha chamada Lana.
A Lana era uma vinha simpática,
Tinha um pelo muito fofo e encaracolado,
E todos diziam que tinha os olhos da cor do pudim delicioso da avó.
Alana adorava brincar durante o dia,
Tal como tu.
Tu e a Lana são parecidos.
Ambos gostam de correr,
Saltar,
Rir.
Alana sentia-se cansada depois de um dia tão alegre e divertido.
E lá fora.
A lua já estava lá em cima.
A iluminar a noite.
A Mãe da Luana levou-a até à sua caminha.
A lana deitou-se e sorriu.
Parecia que tinha entrado dentro de um albutão gigante.
Amei a concha-cor.
E deitou as gotinhas mágicas na almofada.
Hum!
Que cheirinho tão bom!
Alana ficou quietinha.
Sentiu a cabeça pousada na almofada macia.
Sentiu o cheirinho bom das gotinhas mágicas.
Sentiu o corpo quentinho debaixo do edredom fofo.
Mas os seus olhinhos ainda queriam continuar abertos.
A Luana olhou para a Janel.
Estava tudo tão sereno lá fora.
Com os seus olhinhos ainda não queriam fechar.
Começou a imaginar que estava a caminhar por um caminho muito especial.
Era um caminho com várias cores,
Cores suaves como no arco-íris.
O ar era tranquilo.
E sentia uma brisa suave e deliciosa a passar pelos seus caracóis.
Quando davam um passo.
Parecia que estava a pôr a patinha em gelatina.
Helena caminhava de fogueirinho.
Estavas ali.
Num mundo imaginário da lana,
Lado a lado com ela.
Os vossos passos eram lentos.
Muito lento.
Cada passo era mais lento que o anterior.
E caminhavam.
Lado a lado.
Notificating.
Muito devagarinho.
Um pouco mais à frente.
Uma nuvem leve.
Branca.
Redondinha e muito fofa,
Começou a descer em vossa direção.
Estava tão baixa que quase tocava no chão.
Parecia uma enorme almofada.
Helena,
Apróximos.
Tocou nela com uma petinha.
Era macia,
Mesmo como o algodão.
Muito macia.
A fada dos sonhos apareceu junto à nuvem.
Tinha um vestido azul e dourado.
E as suas asas.
Pareciam ter luz.
A fada sorriu.
Soprou um pouco de pó mágico sobre a nuvem.
O pó era dourado e brilhava no ar.
Esta nuvem é muito especial,
Disse a fada.
É uma nuvem para descansar.
Nela,
Os olhinhos não resistem a fechar.
Alana olhou para a nuvem.
Parecia mesmo confortável.
Tinha tanta vontade de se deitar naquela nuvem tão especial.
Supiu devagarinho.
Primeiro colocou uma patinha.
Era fofa,
Sentia a sua pata afundar na nuvem.
Depois,
A outra patinha.
E deitos.
A nuvem era tão fofinha.
.
.
Parecia abraçar o corpo da lana.
As suas costas ficaram muito aconchegadas.
As suas patinhas afundaram na nuvem.
Os seus ombros estavam leves.
A lana sentia a nuvem envolver todo o seu corpo.
Como se estivesse enrolada no seu Edredão fofo.
Era muito confortável.
Ficou ali.
Quietinha.
.
.
Muito quietinha.
A nuvem começou a subir lentamente.
Alana sentiu o corpo a ficar cada vez mais leve.
E a nuvem.
Subiu um pouco mais.
E mais um pouco.
As estrelas pareciam cada vez mais próximas.
A lana sentia-se a flutuar.
A nuvem subia e descia suavemente,
Embalada pela brisa.
Sobe para cima.
E para paz.
GATILHOS GATILHOS e para baixo.
Alana sentiu as patinhas cada vez mais pesadas.
Mas o corpo.
.
.
Parecia cada vez mais leve.
Era uma sensação muito boa.
A fada dos sonhos.
Voava ao asa nuvem.
Não dizia nada.
Estava lá para proteger Olana.
Alana deixou a cabeça repousar.
A nuvem era macia,
Leve.
O céu estava tranquilo.
E Alana já não queria fazer mais nada.
Só descansar naquela nuvem.
A nuvem continuou a subir.
Lentamente.
Sem pressa.
Até chegar junto das estrelas.
Helena olhou para a fada dos sonhos.
Sentias tão bem naquela nuvem.
E os seus olhos foram ficando cada vez mais pesados.
Tão pesados.
Até que se fechado.
Já quase não sentia a nuvem balançar.
Estava quentinha.
E o sono de mexer gato.
A lana adormeceu profundamente.
No meio das estrelas.
Bons sonhos.
Boa noite,
Len.
Boa noite.
Pequeno sonhador.