
Universalismo e Investigação da Verdade
by João Alencar
Será que aquele texto sagrado está realmente dizendo o que você acha que ele está dizendo? A abertura que o universalismo nos dá para investigar a verdade por trás de diferentes tradições religiosas pode nos ajudar a ligar os pontos e ter um melhor entendimento sobre a espiritualidade.
Transcrição
Olá pessoal,
Estamos começando mais um Alma Livre Cast,
Seu canal,
Seu podcast de universalismo,
Espiritualidade e independência.
Então pessoal,
A gente vai falar sobre essa questão do universalismo hoje.
Vamos bater um papinho sobre isso,
Porque eu queria deixar mais claro ainda os objetivos deste canal e como que a gente pode ter uma abordagem universalista em todas as situações que a gente se encontra em termos de espiritualidade e de religiosidade.
Vamos falar sobre as placas que apontam para a verdade,
Começando sobre uma avaliação até da nossa forma de utilizar símbolos,
De utilizar a linguagem.
As palavras,
Por exemplo,
As palavras em si são uma tecnologia,
Ou seja,
A coisa inventada por a gente para lidar melhor com situações e para estabelecer comunicação,
Que são símbolos que indicam para uma realidade,
Para uma verdade,
Para um fato lá fora.
Mas as palavras em si não são as coisas.
Você pega a palavra cadeira,
Mas a palavra cadeira em si não é uma cadeira,
Ela está só indicando a possibilidade da existência de um objeto,
Que por você conhecer o que esse símbolo,
Essa palavra quer dizer,
Você pode se aproximar da realidade,
Imaginando,
Trazendo ali o símbolo da cadeira na sua cabeça,
Não necessariamente que a cadeira que eu estou falando vai ser imaginada exatamente por você como eu pensei.
Se eu falar somente cadeira,
Então a gente já tem aí um distanciamento da realidade em si,
Feita pelo símbolo,
Pela palavra,
Que precisa de mais detalhes e precisa da experiência em si para que se haja a confirmação ou a realização daquilo que eu estou imaginando que seja que você me disse que é uma cadeira.
Então a gente começa por aí,
A palavra em si não é a coisa,
É um símbolo que aponta para a coisa.
Vocês não viram onde eu estou querendo chegar?
Eu acho que uma galera aí já deve ter entendido onde eu estou querendo chegar.
Então continuando com essa história da palavra,
Digamos que você está indo para uma cidade e aí tem o nome da cidade em uma placa no caminho e você viu lá que você está no caminho certo,
Está o nome lá da placa,
O nome da cidade na placa,
Então aquilo indica a direção para onde você deve ir para se encaminhar à realidade da cidade em si.
Tolo é aquele que para onde a placa está escrita e acha que chegou na cidade em si.
E mesmo que você chegue na cidade,
Depois pode ter lá na entrada da cidade novamente o nome da cidade,
Mas você ficar parado naquele nome da cidade não significa que você conheceu a cidade,
Que você experimentou,
Experienciou,
Teve a experiência,
O fato,
A comprovação,
A vivência de estar naquela cidade.
Somente lendo o nome em uma placa não te traz a vivência da coisa.
Estão entendendo onde eu estou querendo chegar,
Né?
Vamos lá.
No budismo,
Geralmente no budismo zen,
O Thich Nhat Hanh costuma falar sobre essa metáfora que é do dedo apontando para a lua,
Que inclusive é uma coisa que acontece muito com os cães.
Muitas vezes um cachorro está querendo alguma coisa que ele perdeu,
Pode ser uma bolinha,
Um outro objeto,
Outro brinquedo,
Ou a ração,
Ou uma coisa que você jogou para ele,
Qualquer coisa,
E aí ele busca,
Procura,
Procura e muitas vezes você aponta e ele fica olhando para o seu dedo ao invés de olhar para a coisa que você está apontando,
Né?
E às vezes vai procurar na sua mão se a coisa está ali.
Então nessa metáfora tem essa questão também de o dedo que aponta para a lua não é a lua.
Eu estou apontando uma verdade,
Mas você não tem que ficar olhando para a forma que eu estou apontando para essa verdade,
Sim para a verdade em si,
Para o objeto em si.
No caso a lua,
Você precisa direcionar-se para a visão da pessoa que está apontando para a lua.
Então mais uma vez,
O símbolo,
O dedo,
O sinal,
A placa são simbologias,
São métodos de tentar indicar o caminho,
De indicar a realidade,
A experiência,
A vivência da coisa em si.
Então digamos que,
Chegando lá nos finalmente que eu falei,
Que eu acho que vocês sabem onde eu deveria chegar,
As religiões são símbolos,
Signos,
Significados,
Significantes que apontam para a verdade,
Uma suposta verdade relativa.
Por que eu digo relativa?
Porque nesse caso eu comecei com a palavra indicando uma cadeira,
Que é muito mais fácil se eu estiver falando de uma cadeira que está aqui perto,
Você vai logo ver do que eu estou falando.
Depois eu fui para uma coisa mais distante,
A cidade,
A placa que indica a cidade,
E aí é preciso toda uma jornada para se chegar àquela cidade,
E uma jornada dentro da própria cidade,
Para saber do que se trata.
E muitas vezes,
Depois de algum tempo naquela cidade,
Ainda assim você não pode dizer necessariamente que conhece tudo daquela cidade,
Tudo que tem ali naquele lugar,
Para dizer que conhece aquele local.
E quando é a religião apontando para a verdade superior à verdade,
Com V maiúsculo,
A gente está falando de coisas mais distantes ainda do que uma cadeira ou uma cidade,
A gente está falando de realidades espirituais,
E muitas vezes de outras dimensões,
De outros lugares que a gente não tem um acesso muito fácil.
Então,
Para ter a vivência,
A experiência da coisa,
É um pouco mais difícil e é muito mais fácil começar a se apegar ao dedo,
À palavra que indica aquela possibilidade de realidade,
Aquela possível verdade exterior.
Então,
Muitas vezes é muito mais fácil se confortar,
Se conformar com as palavras em si,
Do que buscar viver,
Vivenciar,
Experimentar aquilo que as palavras estão tentando indicar,
Que existe uma realidade,
Às vezes distante de nós,
Às vezes dentro de nós.
E aí,
O que acontece?
A gente fica buscando essa realidade fora,
Com palavras diferentes,
Porque é mais difícil definir justamente por estar longe.
Então,
A gente tem codificações diferentes,
Símbolos diferentes,
Para estabelecer uma comunicação sobre essa verdade espiritual.
E aí,
Tem uma historinha que diz o seguinte,
Que havia um grande espelho que refletia o céu e que esse espelho se quebrou em mil pedaços.
E agora,
Cada pedaço também continua refletindo uma imagem do céu,
Porém de uma forma mais limitada agora,
No seu contorno,
Na sua simbologia.
E diz-se que esse espelho que quebrou,
Na verdade,
Se transformou nas religiões que nós temos agora,
Tentando refletir o céu,
O paraíso,
A espiritualidade,
Outras dimensões.
Porém,
Nenhuma delas consegue refletir com perfeição,
Com exatidão,
E cada pedaço tem o seu próprio contorno,
O seu próprio formato,
Que traz aí uma impressão diferente do que seja esse céu que esse espelho está tentando refletir.
E aí,
Como é que a gente faz então,
Como é que eu faço,
Então,
Se cada uma está tentando refletir de alguma forma e não é exatamente aquilo,
Não é exatamente a verdade?
A gente precisa,
Então,
Sair desse apego às formas,
Aos formatos,
Aos símbolos,
Às palavras em si,
À forma de linguagem,
De abordagem,
E ter a atitude um pouco mais científica,
No sentido de ser pesquisador,
Buscador,
Estudioso,
Aquele que analisa e tenta usar a razão.
Porque é uma outra questão aí que vai embotar tudo,
Que é a emoção,
A paixão em relação às religiões.
Como a gente está falando muitas vezes de assuntos que trazem um êxtase,
Uma questão espiritual de elevação,
De arrebatamento de grandes sentimentos,
Que na verdade muitas vezes são grandes emoções e grandes paixões,
É preciso estar consciente que muitas vezes essas paixões em si podem estar distorcendo mais ainda do que aquele espelhinho limitado está querendo me mostrar sobre uma verdade exterior maior,
Mais ampla lá fora.
E aí a gente precisa,
Então,
Incluir na equação nós mesmos,
Os próprios buscadores.
Porque é como se a gente tem lá as pistas,
Os símbolos,
As mensagens,
As palavras,
As religiões que são externos,
Mas também tem a minha lente.
E eu não sei exatamente se a minha lente,
Ao analisar essas pistas,
Está sendo uma lente que está limpa,
Sem arranhões,
Sem tendências,
Sem defeitos,
Sem distorções daquela realidade,
Daquela suposta realidade que está sendo apresentada para mim através desses símbolos,
Signos,
Dessas palavras,
Desses textos sagrados e dessas metodologias,
Desses rituais,
Enfim.
Então,
É preciso sempre haver aquilo que é o antigo conhece-te a ti mesmo,
Conhecer a si mesmo,
Conhecer a forma como a sua consciência está se relacionando com aquelas coisas que estão sendo colocadas para você,
A sua forma de enxergar.
Então,
Você vai olhar para a forma como você olha,
Tentar ver como que você interpreta se você não tem as suas tendências,
A sua história,
A sua criação,
O seu histórico de vida ou de vidas,
Como que pode estar influindo em determinar aquilo que é aparentemente uma verdade para você.
Então,
Autopesquisa.
A gente tem a pesquisa do que existe lá fora e a autopesquisa,
A autoobservação,
Que é muito nessa questão de observar onde eu estou,
O que eu estou fazendo aqui.
Mas,
Por exemplo,
No sentido do peixe,
Que dentro da água não percebe que está na água,
Só percebe de repente quando cai fora dela.
Então,
O peixe dentro da água é difícil de compreender o oceano em si,
É difícil de compreender,
De abranger toda essa imagem maior,
Mais ampla,
Como eu falei,
Do espelho que reflete um céu inteiro e como que eu estou vendo somente um pedaço daquela verdade,
Um pedaço daquela realidade e tentando,
Às vezes,
Fazer generalizações,
Extrapolações com base naquilo que,
Muitas vezes,
Não é o ideal,
Não é o mais correto,
Não se encaixa na realidade maior,
Mais ampla,
Porque eu não estou vendo o quadro maior,
A imagem maior de tudo.
Então,
Por isso que a gente precisa usar a razão,
A lógica na busca e tentar sair da paixão com exemplos bem mais simples de que,
Muitas vezes,
Tem ali uma pessoinha e aquela pessoinha você não sabe nada dela e,
De repente,
Só de vista você já se apaixonou,
Você já criou todo um cenário,
Já criou o projeto de vida para você na sua cabeça do que pode ser,
O que é,
O que vai ser,
O que eu tenho certeza de que é,
Que,
Na verdade,
Pode passar nada mais do que de expectativas,
De projeções mentais,
De fantasia,
De cenário que está criando aquela suposta realidade ali na minha cabeça e está embotando minha percepção,
Meu raciocínio,
Minha compreensão da realidade e essa paixão,
Então,
Pode acontecer em outras situações também,
Pode acontecer,
Né,
Time de futebol,
O meu time é o melhor do mundo,
Partido político,
O meu partido,
A minha linha de pensamento,
A minha filosofia,
A minha ideologia é a correta e eu defendo aquilo de,
Com unhas e dentes,
Com toda a garra possível e não aceito questionamento,
Se a gente quer ser buscador,
Pesquisador,
Tentar encontrar uma verdade maior,
A gente precisa ser,
Não só aceitar questionamentos como ser o próprio questionador,
Ter mais perguntas do que respostas prontas,
O problema é que nós,
Como seres humanos,
Nós nos sentimos inseguros e queremos ter o controle de tudo,
Queremos ter respostas para se sentir bem,
Se sentir confortável numa zona de segurança em que eu tenho mais ou menos controlado o que acontece comigo,
O que vai acontecer comigo agora e até depois que eu morrer,
Né,
Vou para o céu,
Já tenho essa certeza porque eu sigo ali uma lista de 10 prescrições para eu ir para o céu,
Então,
Está tudo certo e aí a gente fica mais tranquilo,
Até demais,
Acomodado às vezes com aquela situação e aí ficar acomodado significa que a gente está atrasando,
Relaxando na nossa própria evolução consciencial no infinito,
Então,
O que a gente pode fazer?
Bem-vindo em relações,
Em relação à dúvida,
Em relação a não saber,
Não ter a certeza final absoluta de tudo,
De ter a consciência,
Como eu falei,
Que a verdade que eu tenho acesso no momento pode muito bem ser uma verdade relativa nesse momento consciencial que eu estou agora,
O que a humanidade está agora e que pode vir a ser derrubada com novas informações,
Novos conhecimentos,
Reflexão,
Percepção sobre aquilo que está acontecendo,
O que vai acontecer,
Ou seja,
Com a experiência,
Com a vivência em si que vai muito além das palavras,
Das minhas teorias,
Das minhas conjecturas do que eu acho que pode vir a ser e realmente acontecer comigo na prática,
Na experiência,
Ter a sua própria experiência e aí a gente vai saindo então dessa questão da fantasia da paixão,
Das paixões em relação ao que a gente acredita e vai simplesmente passando para levar em consideração e se acreditar de uma forma mais racional,
Mais lógica,
Mais algo que faça sentido mesmo na nossa alma em relação àquilo que é espiritualidade.
E aí,
Para mim,
Como já coloquei aqui,
O universalismo,
O ideal mesmo é fazer um estudo mesmo,
Às vezes,
Comparativo,
Entre diferentes filosofias,
Diferentes religiões,
Muitas vezes,
De forma a identificar o que há por trás das palavras,
Por trás dos signos,
Por trás daqueles símbolos que apontam para uma verdade que eu ainda estou tentando descobrir qual é.
Então,
A melhor forma,
Muitas vezes,
De descobrir um significado de uma palavra é ver os seus sinônimos,
Ver outras palavras em relação a ela,
Ver outras explicações em relação àquilo.
E aí,
Muitas vezes,
Como a gente vê em religiões,
A gente vê aí,
Muitas vezes,
Vocabulários diferentes,
Textos sagrados diferentes que apontam para uma mesma verdade,
Para uma mesma realidade superior.
E a gente precisa ter essa abertura,
Esse abertismo de não achar que está traindo uma fé,
De estar saindo da sua zona de segurança,
De conforto,
E se sentir inseguro de estar pisando em terreno desconhecido,
Que,
Muitas vezes,
Esse terreno desconhecido pode ser nada mais,
Nada menos do que explicações adicionais que vão te ajudar a compreender aquilo que você achava que já compreendia.
E aí,
Isso vai só acrescentar e te ajudar a continuar aprimorando sua consciência,
Ampliando a sua percepção dessa verdade maior que é refletida pelos diferentes pequenos espelhos.
É como se você estivesse juntando,
Então,
Dois caquinhos ali do espelho da verdade do céu e tentando compreender como que eles se encaixam para te trazer uma imagem maior da realidade superior.
Não é verdade?
Da verdade,
Com V maiúsculo.
Então,
Há muita gente que critica isso,
Né?
Ah,
Você não é nem uma coisa nem outra,
Você fica estudando de tudo um pouco,
Você não para em nada,
Mas isso aí depende,
Né?
Tem a coisa da moda,
Do modismo,
Né?
A pessoa está ali,
De repente,
Numa religião ou num local espiritualista,
E aquilo ali satisfaz a pessoa,
Mas até a pessoa se decepcionar.
E a decepção é sempre uma queda dessa paixão que eu falei,
Né?
Eu tinha a impressão daquelas pessoas,
Daquele líder religioso,
Eu tinha aquela situação ali que,
Para mim,
Parecia ser ideal e,
De repente,
Acontece algo que me decepciona porque mostra que não é exatamente aquilo que eu pensava.
E a pessoa vai e muda e vai para outro lugar.
Muitas vezes,
Essa questão de buscar,
De ser o buscador,
Não é de todo mal se for realizado realmente de forma,
Como eu falei,
De pesquisa,
Né?
De tentativa de entender,
De tentar associar ideias,
De tentar trazer uma compreensão maior,
De trazer uma lucidez,
De trazer uma ampliação dos seus horizontes em termos de compreensão da realidade espiritual.
E aí,
A gente tem,
Então,
Algumas pessoas que seguem isso e,
Por terem seguido isso,
Foram amaldiçoadas porque abandonaram.
É como se estivesse abandonando tudo,
Né?
Você não segue nenhuma linha religiosa e nem outra?
Quem és tu?
O que você faz?
Você se atreve a desafiar tudo que a gente colocou aqui,
Né?
Acho que vocês já entenderam aí que eu estou falando mais ou menos de Jesus,
Né?
Então,
Jesus não era cristão.
Buda não era budista.
Eram dois grandes líderes que,
Através das suas experiências,
Seus estudos e passaram,
Sim,
Ambos por religiões,
Estudaram,
Sim,
Os textos sagrados relacionados ali.
No caso,
Jesus estudando muito o judaísmo.
Buda estudando ali a questão dos assetas,
Né?
E diferentes formas de expressão religiosa,
Que são muitas ali na Índia e tudo mais.
Foi tendo suas próprias experiências,
Trazendo ali o seu conhecimento junto com aquela teoria e identificando outras verdades,
Trazendo verdades relativas,
Avançadas para as suas épocas,
Que depois,
Por terem trazido isso,
Foram sistematizadas em novas religiões.
E aí,
Há o problema quando se faz isso de sistematizar uma coisa numa religião,
Que você pode estar simplesmente emoldurando aquele espelho quebrado,
Aquele caquinho de espelho que reflete parte da verdade superior,
Parte da realidade.
E aí,
Você emoldura ele de forma que você não pode encaixar ele com nenhum outro pedacinho de vidro,
Caquinho de espelho da realidade maior,
Que esteja repartido,
Que poderia ajudar a complementar aquele ali,
Trazendo uma visão maior da realidade em si.
E aí,
Isso pode acabar engessando a nossa pesquisa,
A nossa busca pela verdade maior.
Então,
Mais uma vez,
Essa questão da busca da verdade,
É preciso olhar para si,
Olhar para a forma que você está tendo a sua abordagem,
Para ver se você não está se obrigando a se manter fechado numa moldura que te impede de ter amplitude na sua compreensão maior das relações com a verdade superior da vida.
Então,
Pessoal,
Terminando esse podcast aqui,
Eu vou aproveitar para passar para vocês algumas das pessoas que eu considero que são espiritualistas universalistas,
Que pesquisam de forma independente a verdade,
Superior,
Espiritual,
Para trazer para nós com uma forma mais ampla,
Sem se fecharem em caixinhas de religião.
Um deles que eu gosto muito é o Wagner Borges.
O Wagner Borges tem canal no YouTube e tem o seu site também lá.
Outro que eu gosto muito é o Laércio Fonseca.
Faz um tempo que eu não assisto o Laércio,
Porque eu assisti tanta coisa que você acaba depois não conseguindo ter mais o conteúdo novo da pessoa,
Que às vezes começa a se repetir.
Outro que eu admiro bastante é o Luiz Gasparetto.
Luiz Gasparetto é um pouco controverso nas suas colocações,
Porque ele rompeu de forma um pouquinho mais radical.
E teve uma outra pessoinha também que fez um rompimento mais ou menos radical,
Que é o Valdo Vieira,
E criou o IIPC,
A Conscienciologia,
Ou o Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia,
Que também trouxe uma abordagem um pouco mais científica,
Trazendo uma bibliografia que abordou o tema da projeção astral em diferentes linhas ocultistas,
Espiritualistas e tudo mais,
E trazendo depois que,
Por trás do fenômeno em si,
É mais importante estudar a consciência que está tendo a experiência do fenômeno.
Então,
Eu vou ficando por aqui.
Esse foi mais um Alma Livrecast.
E até a próxima,
Pessoal!
Conheça seu professor
5.0 (3)
