Agora vou fazer-lhe companhia para que esteja uns minutos consigo.
Aqui e agora.
Treinando a capacidade de reconhecer as sensações no corpo com mais clareza e detalhe.
Encontrando uma posição que traga alguma estabilidade e algum conforto,
E começando por chegar.
Sentindo o contato do corpo com a superfície.
E talvez fazendo algumas respirações um pouco mais profundas.
E depois deixando a respiração seguir o seu ritmo natural.
Ao longo desta prática,
O convite é a notar as sensações no corpo.
E treinar a nutação mental como forma de aumentar a resolução,
A resolução do sensor do corpo.
Usando palavras simples,
Quase como um sussurro interno.
Para reconhecer o que está presente.
Pode ser aperto,
Pressão.
Tensão.
.
.
Calor,
Frio.
.
.
Ou vibração,
Pulsação.
Às vezes é um formigueiro ou comichão.
Pesulveza!
Expansão.
Ou ter ausência de sensação clara.
Não para analisar,
Mas para ver com mais detalhes.
E começando pelos pés e pelas pernas.
Sentindo o contato.
O peso.
Talvez pressão.
Temperatura.
Ou diferenças de temperatura.
Ou uma sensação mais difusa.
Subindo para as nádegas.
E estiver na posição sentada,
Sentindo o contacto com a superfície.
Nutendo.
Pressão,
Peso.
Calor,
Frio.
E subindo por outro.
Abdomen,
Peito,
Costas.
E aqui podem surgir sensações mais internas,
Talvez pulsação.
Expansão com a respiração ou contração.
Tensão,
Aperto ou leveza.
Usando a notação mental.
Acompanhando o que surge.
Acompanhando o que está a presente.
Continuando pelo pescoço.
Cabeça,
Rosto,
Maxilar.
Talvez tensão,
Rigidez.
Ou suavidade,
Descontração.
Ombros,
Braços.
Antebraços,
Pulso.
.
.
Notando o contato com o corpo,
Com a roupa.
Temperatura,
Calor,
Frio.
E agora trazendo a atenção para a sua mão dominante,
A mão que costuma usar para escrever.
Começando pelo exterior.
O contacto com a perna ou com a superfície onde está posada.
Quais são as partes da mão que estão em contato?
E quais não estão.
Notando a temperatura,
As zonas mais quentes ou mais frescas.
No fundo,
As sensações na pele.
Da mão do minério.
E agora levantando ligeiramente a mão,
Um ou dois centímetros.
O que surge?
O que mudou?
Talvez tensão,
Um tremor sutil.
Uma sensação de peso ou de leveza.
E agora fechando a mão em punho,
Com alguma força.
Notando pressão,
Contração,
Pulsação.
O que é que está presente?
E largando.
Deixando a mão voltar a repousar.
Notando o que está presente,
As sensações na pele.
E as sensações internas na mão.
Talvez formigueiro,
Pulsação,
Vibração.
Ou uma sensação mais difusa,
Uma ausência de sensação clara.
E experimentando,
Comparar com a outra mão.
Há diferenças?
Ficando alguns momentos a repousar nas sensações das duas mãos.
Observando com interesse.
E se as sensações parecerem subtis ou pouco claras,
Isso também é natural.
Este é o treino.
E quando amendo-se de distrair,
Reconhecendo,
Voltando ao corpo.
Tomando a notação,
A notação mental,
Se ajudar.
E a partir das mãos,
Alargando a atenção ao corpo como um todo.
Deixando a atenção ser cativada por sensações no corpo.
Não tendo,
Não me endo.
As diferentes sensações.
Acompanhando o que surge com palavras simples,
Sempre que fizer sentido.
E preparando para terminar.
.
.
Trazendo novamente a atenção ao contato com a superfície.
A respiração.
Ouvindo o corpo.
E abrindo os olhos.
Terminando esta prática.
Obrigada por praticar comigo.
Até a próxima!