
Começar a meditar pode ser difícil
Meditar pode ser difícil, seja porque temos a crença de que para o fazer precisamos de estar muito quietos, sem pensar; seja porque estamos tão desconectados de nós mesmos ou tão acelerados, que se torna penoso ou mesmo impensável “parar”; seja porque estamos tão cansados, que adormecemos à primeira tentativa… O primeiro passo está no começar, sem expectativas ou críticas. Com a consciência de que cada minuto desta gravação corresponderá a um passo dado: 5 minutos ouvidos serão 5 passos dados. Amanhã, quem sabe, dará mais… Com aceitação, humildade e gentileza no coração. Foto de William Farlow.
Transcript
Olá,
Esta meditação é para ti,
Que não costumas meditar,
Que nem sabes bem o que isso é,
Mas que sentes que consideras,
Acreditas que há algo mais que podes fazer por ti,
Algo que te ajude a libertar as preocupações,
Todas as tensões do dia-a-dia que nos vamos acumulando,
Nos músculos,
Na cabeça,
No corpo,
E tu sabes e tens essa sensação de que de facto há algo que precisas de fazer,
Não sabes bem o que fazer,
Quando,
Como,
Esta meditação pode ser um início,
Um primeiro,
Um segundo passo,
Um terceiro passo nesta tua caminhada evolutiva.
Estamos aqui para nos aperfeiçoarmos,
Estamos aqui para nos conhecermos cada vez melhor,
Para conhecermos os nossos dons,
As nossas capacidades,
Os nossos talentos,
Potencialidades,
Mas também para conhecermos aquelas partes de nós mais difíceis de suportar,
Mais difíceis de conhecer,
Mais difíceis até de ver.
Muitas vezes não queremos ver essas partes e queremos deixá-las ali na sombra.
No entanto,
A experiência diz-nos que quanto melhor uma pessoa se conhece,
Mais capaz ela fica de lidar com os problemas que vão surgindo,
Os desafios,
Os obstáculos,
E não só isso,
Também vai atraindo no fundo para a sua vida aquilo de que mais precisa,
Com a consciência de uma responsabilidade que muitas vezes está completamente perdida.
Quantas vezes nós vivemos o nosso dia-a-dia a criticar os nossos familiares,
A criticar os nossos colegas de trabalho,
Os nossos colegas,
Amigos,
Patrões,
A criticar a sociedade,
A criticar este e aquele,
A criticar governantes.
Não quero dizer com isto que de facto não haja razões para estarmos descontentes,
Para estarmos aborrecidos.
No fundo,
Há muitas vezes razões de facto para nós olharmos,
Para nós criticarmos.
No entanto,
Aquilo que temos verificado é que as pessoas que conseguem libertar-se dessa necessidade de estar sempre a criticar e julgar o outro,
E não só o outro,
Não só os outros.
Muitos de nós vivemos a vida a criticar a pessoa mais importante da nossa vida,
Que somos nós próprios.
Passamos a vida a olhar para os nossos defeitos,
Ou aquilo que consideramos defeitos,
Olhar para os nossos erros.
Erros de fabrico,
Quantas vezes consideramos que temos erros de fabrico.
Achamos que nascemos assim,
Alaçado,
Nascemos com este corpo,
Nascemos com esta forma de ser,
E achamos que não há nada a fazer,
E muitas vezes ficamos até revoltados por assim ser.
A verdade é que quando nós conseguimos aceitar quem nós somos no momento presente,
E abraçar este ser,
Amar este ser que nós somos,
Com todas as suas virtudes,
Com todos os seus supostos defeitos,
Com todos os seus erros de fabrico,
Ou seja,
Quando nós conseguimos amar,
Abraçar e aceitar este ser maravilhoso que nós somos,
A vida começa a melhorar.
Quando nós começamos a aceitar com humildade no coração,
Com generosidade,
Gentileza,
Por nós próprios e pelos outros,
Que todos,
Todos temos virtudes,
Todos temos os tais defeitos,
Ou seja,
E quando nós começamos a compreender que estamos a fazer o melhor que podemos e que sabemos,
Na maioria dos casos,
É mais fácil também aceitar o outro,
Tal como ele é.
Estou a falar,
Obviamente,
Daqueles que são importantes para nós.
Não somos todos iguais.
Temos diferenças,
Muitas vezes,
Bem grandes,
Que parecem limitar a convivência,
O bom estado,
Digamos assim,
O bom ambiente.
Muitas vezes apontamos o dedo,
Criticamos,
Julgamos,
E também isso nos ajuda a descer no sentido de ficarmos com humor,
Mau humor,
Ficarmos mais na vitimização,
No queixo,
Naquele estado que não nos traz bem-estar,
Não nos traz qualidade de vida,
Não nos traz nada de bom,
No fundo.
Então,
Muitas vezes,
Aquilo que funciona melhor é começar por estar neste estado de reflexão,
Ou neste estado de meditação,
Quando tentamos concentrar a nossa atenção no momento presente,
Largando o passado,
Largando as preocupações,
Os pensamentos que tanto nos torturam,
Largando as obsessões,
Largando todas as tensões,
Largando tudo aquilo que nos prejudica e nos limita,
E concentrando a atenção no corpo.
E é isso que vamos fazer.
Vamos concentrar a atenção no corpo.
E a vontade,
Muitas vezes,
Vai ser de é,
Não tenho paciência para isto.
Não,
Isto não é para mim,
Isto não é para mim.
E porquê isso acontece?
Porque estamos sob um estado de tensão tão grande,
Que nem sequer sabemos como parar.
Estamos num estado de afastamento total da nossa essência,
Daquilo que é mais sagrado para nós,
Da nossa verdade,
Do nosso interior.
Estamos afastados,
Estão afastados.
Estamos tão no piloto automático,
Que nos custa regressar a este centro,
Que nos custa estar connosco próprios.
E então começamos aqui quase a estruçar,
Com vontade de sair daqui.
E vamos buscar mais distrações.
Quantas vezes vamos nos distrair com coisas que eventualmente não acrescentam nada à nossa vida.
Fazem o tempo passar,
Mas no fundo continuamos desconectados.
No fundo continuamos aborrecidos.
Continuamos numa sensação desagradável de já não saber o que fazer,
Já não saber como ficar bem.
E é um ciclo vicioso.
É como uma roda de um rato.
O problema é que estas rodas do rato são viciantes.
Corre-se,
Corre-se,
Corre-se,
Corre-se.
Parece de facto que estamos a andar,
Mas não saímos do lugar.
Estamos sempre no mesmo sítio.
Porque nada de diferente aceitamos fazer.
Então,
Agora,
Neste preciso momento,
Neste preciso segundo,
Neste preciso momento,
Nós podemos tomar uma decisão de sair da nossa zona de conforto.
Zona de conforto,
Quantas vezes tão desconfortável,
Não é?
Tão bem conhecida,
Tão habitual,
Só que tão desconfortável.
Como é que eu vou sair desta zona de conforto?
O que é que eu posso fazer para sair desta zona de conforto?
Já estás a fazer.
Já estamos a fazer.
Parabéns.
Parabéns a nós.
Então,
Senta-te ou deita-te,
Se o teu corpo não tiver força para estar sentado.
Senta-te numa posição confortável,
Com as costas direitas.
Pode ser numa cadeira,
Pode ser com as pernas ao chinês.
Pode ser deitado,
Deitada,
Com as palmas das mãos viradas para cima,
Relaxadas.
Ombros,
Deixar cair os ombros no solo,
Ou na cama,
Ou no tapete.
Deixar as pernas relaxadas,
Algo afastadas,
Numa posição confortável.
Se estiver sentada ou sentado,
Tenta também sentir o conforto da postura.
E coloca as mãos em cima dos joelhos,
Viradas para cima ou viradas para baixo,
Como fizer sentido para ti.
E agora fica aqui,
Assim,
Uns segundos,
Só a sentir a postura.
E observa como o ar entra nas narinas.
Imagina o ar entrar pelo nariz,
Ir à farincha.
Depois ir à traqueia,
Espalhar-se pelos bronquios,
Pelos bronquíolos,
Pelos alvéolos.
São os saquinhos para onde vai o oxigênio que nós inspiramos nos pulmões.
De cada vez que inspiras,
Imagina o ar a fazer este percurso até aos pulmões.
E depois imagina-o a libertar o oxigênio para o sangue,
Que vai,
Por sua vez,
Levar esse oxigênio ao coração,
Para depois ser bombeado para todas as tuas células.
Ao mesmo tempo que expiras,
Podes imaginar o ar,
Que entretanto foi recolhido de todas as tuas células,
Agora com os produtos de iluminação,
O dióxido de carbono.
E esse ar com o dióxido de carbono sai dos alvéolos,
Dos bronquíolos,
Dos bronquíos,
Vem pela traqueia,
Sobe para a farincha,
Nariz,
E depois é expulido cá para fora.
E esse ar com o dióxido de carbono vai ser aproveitado pelas plantas,
Que vão,
Com a fotossíntese,
Transformá-lo.
Transformar o ar,
Digamos assim.
Transformar o dióxido de carbono em oxigênio novamente.
E esta sintonia,
Esta parceria que nós temos com as plantas,
Faz este planeta tão especial.
Então continua.
Se te vierem pensamentos à mente,
De não tenho tempo para isto,
Isto não é para mim,
Deixa vir os pensamentos e pensa.
Eu estou a fazer alguma coisa diferente por mim próprio,
Por mim próprio.
Eu estou a dar passos no sentido de me conhecer melhor.
No sentido de parar,
De dar tempo ao tempo,
Para me conhecer melhor,
Para conhecer melhor.
O tipo de pensamentos que vêm à minha mente constantemente,
Para compreender melhor o que é o sentir,
Para conhecer melhor o meu corpo.
Se mesmo assim não conseguires,
Não tem mal,
Interrompes e voltas,
Amanhã ou depois de amanhã,
Quando sentires que é o momento.
O mais importante é dar passos,
Pequenos passos.
Se não consegues ouvir todo este áudio,
Não tem mal.
Se não consegues chegar ao ponto de fazer a meditação,
Não tem mal.
De qualquer forma estás de parabéns de teres conseguido chegar até aqui.
Já fizeste algo de diferente.
Isso é espetacular.
Tudo a seu tempo.
Sem sentimentos de culpa,
Largando culpas,
Sendo gentil.
Vamos agora então continuar.
Vou agora dar aqui uns segundos para fazeres o exercício de respiração novamente.
Inspirando fundo,
Imaginando o ar a percorrer toda a árvore respiratória.
E inspirando e imaginando o ar a percorrer no sentido oposto toda a árvore respiratória,
Ao teu ritmo.
E observa qual é a parte do teu corpo que se movimenta à medida que vais inspirando e expirando.
Repara nos movimentos do corpo feitos pelo ato de inspirar.
Produzidos pelo ato de inspirar e pelo ato de expirar.
Mais uns segundos para poderes observar isso.
Verifica se é o peito que mexe,
A barriga,
As costas,
Se os ombros mexem ou não,
A cabeça,
Se há algum movimento.
Verifica se é desconfortável ou confortável respirar,
Se o ar que entra está frio ou está quente.
Se tens alguma tensão em algum lado do corpo quando expiras ou quando expiras.
Tenta prolongar a respiração,
Tornando-a mais longa do que a inspiração.
Observa o fundo da tua visão de olhos fechados.
Observa as pálpebras.
Parte inteira das pálpebras.
Verifica se há alguma cor.
Mexe os olhos para cima.
Com os olhos fechados,
Movimenta os teus olhos.
Para cima,
Para o lado direito.
Pode ser um bocadinho desconfortável.
Não tem mal,
Estás a estirar os músculos dos olhos,
O que é bom.
Olha para baixo,
Com os olhos fechados.
Para o lado esquerdo.
Faz um círculo com os olhos.
Para um lado,
Para o outro.
Senta a tua testa.
Verifica como está a testa.
Relaxa os músculos dos olhos.
Relaxa os músculos da testa.
Vê se há alguma tensão aqui.
Observa o teu peito.
Vê se há alguma tensão no peito.
Inspira e expira profundamente.
Observa o movimento do peito e sente o peito.
Faz agora uma inspiração profunda e retenha o ar.
Uns segundinhos e depois liberta o ar.
Verifica se sentes o bater do coração.
Ou não.
Sente os teus ombros.
Vê se eles estão tensos ou relaxados.
Deixa-os relaxar.
Ajusta a tua postura se necessário.
Põe o teu pescoço longo.
Queixo um bocadinho dirigido para o peito,
Relaxado.
Observa as tuas pernas.
Verifica se estão relaxadas.
Deixa as pernas relaxarem.
E se não conseguires ver a diferença entre o relaxado e o não relaxado,
Não tem mal.
Neste momento,
O que estás a fazer é apenas um exercício de observação.
Um exercício de atenção plena.
À medida que fores treinando este tipo de exercícios,
Vais conseguindo perceber melhor como é que o teu corpo está.
Se está tenso,
Se está relaxado.
Observa agora a tua região.
Torção,
As tuas costas entre as omoplatas.
Põe os ombros para trás,
Para baixo.
Abre o peito.
Inspira fundo.
Sente esta região.
Verifica se há alguma dor,
Alguma tensão.
Vá inspirando e expirando.
Concentra agora a tua atenção no teu pescoço,
Na tua nuca.
Vê se há alguma tensão.
Se for necessário,
Ajusta um bocadinho a posição para ficares confortável ou mais confortável.
Deixa os ombros caírem.
Relaxados.
Observa agora a tua garganta,
A região anterior do teu pescoço.
E vê se há alguma tensão nesta região.
Faz uma expiração pela boca.
Deita o ar tudo fora.
Inspira profundamente.
Deita o ar outra vez pela boca fora.
Vê se há tensões nesta região.
Faz uma nova expiração pela boca.
E agora inspira fundo pelo nariz.
E volta a expirar pelas narinas.
E concentra a tua atenção na região mandibular,
Na região maxilar,
Na região da tua boca.
As cochechas.
Vê como é que estão os teus dentes.
Estão a fazer força?
Estão relaxados?
Os músculos da mastigação,
No fundo.
Tenta relaxar estes músculos.
Verifica se estão tensos.
Tenta soltar a mandíbula.
Engole.
Verifica se há algum desconforto nesta zona.
Muitas vezes acumulamos tensão aqui nos maceteiros,
Nos músculos da mastigação.
Temos tendência a trincar no vazio,
Digamos assim.
Trincar os dentes.
Apertar os dentes.
Às vezes até arranjar os dentes.
Muitas vezes durante a noite.
Inspira fundo.
Concentra agora a tua atenção na região lombar.
Na parte mais baixa da coluna.
Verifica se tens alguma dor.
Algum desconforto.
E vai inspirando fundo.
Prolongando a expiração.
Deitando o ar tudo para fora.
Como se estivesse a inspirar um ar limpo.
Purifica.
Um ar cheio de oxigênio.
E um ar mais denso.
Um ar mais sujo,
Digamos assim.
Que liberta toxinas.
Liberta tudo aquilo que tu já não precisas.
Concentra agora a tua atenção no teu abdômen.
Na região do estômago.
Verifica se há algo para sentir aqui.
E depois passa para a região abaixo do umbigo.
Até à simfise pública.
Aqui até à zona da bexiga.
E verifica se há algo para sentir aqui.
Como está o teu corpo.
Sente os pés.
A planta dos pés.
O peito dos pés.
E se por acaso adormeceres-te.
Ou se por acaso te perdeste.
Ou deixaste de ouvir a minha voz.
Não tem mal.
Faz parte do treino.
Faz parte do exercício.
É mesmo assim.
É mesmo assim.
A mente foge.
O cansaço aperta.
Por isso é que muitas vezes é mais fácil fazer esta meditação sentado do que deitado.
Mas logo que te percebes que a tua mente fugiu.
Ou que adormeceste.
Então adormecendo podes ficar relaxada.
Relaxada.
E aproveitar para descansar.
É porque estás a precisar.
Se calhar,
Não?
Se estiveres simplesmente com dificuldade em manter o foco a tua atenção.
Quando te percebes.
Voltas.
Ao exercício.
E podes agora sentir o corpo cabeludo.
A cabeça.
E verificar se há algo para sentir aqui.
Se há alguma tensão.
Hoje fizemos um exercício saltitante.
Não fomos a todas as partes do corpo.
Fomos a algumas.
E fomos saltando.
Nem sempre o exercício é assim.
Hoje foi assim.
Agora vais inspirar fundo enquanto contas até quatro.
Um.
Dois.
Três.
Quatro.
E agora expiras fundo e contas até seis.
Um.
Dois.
Três.
Quatro.
Cinco.
Seis.
Inspiras fundo outra vez.
Contas até quatro.
Um.
Dois.
Três.
Quatro.
E expiras fundo contando até seis.
Um.
Dois.
Três.
Quatro.
Cinco.
Seis.
Novamente tentando agora.
Inspirar em cinco.
Um.
Dois.
Três.
Quatro.
Cinco.
E expirar em oito.
Um.
Dois.
Três.
Quatro.
Cinco.
Seis.
Sete.
Oito.
Isso.
Respira agora o teu ritmo normalmente.
Movimenta um bocadinho o corpo.
Movimenta um bocadinho as partes do corpo que tu sentes que precisam de movimento.
Faz o movimento que o teu corpo te pede.
Começa a ouvir o teu corpo.
O teu corpo fala contigo de múltiplas maneiras.
Movimenta o teu corpo.
Sente cada pedacinho do teu corpo nesse movimento.
Vê como é que se sentem as partes que estão a pedir movimento quando tu as movimentas.
Observa.
Cada corpo é diferente.
Cada pessoa é diferente.
Explora.
Conhece-te.
Seja gentil.
Se tiveres alguma dor ou algum desconforto,
Massaja um pouco essa região.
Aceita o que estás a sentir.
As dores,
Os desconfortos são muitas vezes visos,
Chamadas de atenção.
É o corpo a dizer que algo não está bem,
Que precisa de atenção,
Precisa de equilíbrio,
Precisa de uma mudança,
Pode precisar de um médico também.
Pode precisar de uma massagem,
De um banho de água salgada.
Pode precisar de uma banheira,
De hidromassagem.
Pode precisar apenas de um passeio na natureza,
De pisar uma relva molhada.
O corpo muda consolente aquilo que nós lhe damos,
As oportunidades que lhe damos.
Se ficarmos sempre no mesmo registro,
A fazer sempre a mesma coisa,
É natural que o corpo se comece a questionar.
Se não ouvirmos o nosso corpo,
Se não o conhecermos,
Como é que ele vai comunicar connosco?
Assim,
Se nós formos aprendendo a ouvir o corpo,
E quanto mais cedo,
Melhor.
Será mais fácil ouvir o corpo antes de ele começar a gritar ou a chorar com dores mais violentas,
Avisos mais difíceis de suportar.
Estamos sempre a tempo.
Estamos sempre a horas de recomeçar.
Este minuto,
Este momento,
Pode ser considerado um ponto de início.
Passado já passou.
O que importa é o momento presente,
É o agora.
E é construindo o agora,
Que nós construímos o futuro.
Era esta a mensagem que te queria deixar hoje.
Muita força,
Muita coragem e parabéns.
Eu gosto de dar os parabéns a mim própria e a todos aqueles que dão passos no sentido da sua evolução,
Da sua melhoria.
Estamos juntos no processo,
Cada um no seu.
Mãos no coração,
Muito amor,
Muita generosidade,
Muita aceitação.
Namastê.
