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Podcast #49 Um Ano de Íris e a Transformação da Maternidade

by Inês Nunes

Rated
5
Type
talks
Activity
Meditation
Suitable for
Everyone
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22

Dia 10 de maio de 2020 a minha vida mudou para sempre. Passei pelo maior portal de transformação com o parto e chegada da íris ao mundo. Tornei-me mãe a não poderia imaginar tudo o que iria viver e crescer. Neste episódio celebro contigo o primeiro aniversário da pessoa mais importante da minha vida, reflito sobre o último ano das nossas vidas e todas as transformações que a maternidade me trouxe.

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Transcript

Olá,

O meu nome é Inês Nunes Pimentel e este é o meu podcast,

Ou melhor,

O nosso.

Este é um lugar para conectarmos profundamente connosco e falarmos abertamente de alma para alma.

Aqui partilho as minhas histórias,

Lições,

Trago-te as pessoas que mais me inspiram e dou-te as ferramentas e inspiração que precisas para apareceres ao mundo como a tua melhor versão e manifestares a vida dos teus sonhos.

Olá a todos,

Sejam muito bem-vindos a mais um episódio,

Hoje muito especial aqui com a minha co-host que está a celebrar o seu primeiro aniversário.

Como é que é possível?

Passou tão depressa desde o dia 10 de maio de 2020,

O dia que mudou a minha vida para sempre.

Eu sempre que vejo este vídeo,

Que hoje este vídeo emociona-me,

Foi realmente o maior portal de transformação da minha vida,

Viver o parto da Iris,

Conhecê-la,

Ouvir o seu primeiro choro,

Tê-la pél com pél,

Sentir toda aquela magia,

Não há explicação e parece que sou transportada pelo momento assim que ouço o seu choro,

A minha voz e é tão bonito,

E é tão bonito agora poder olhar para trás,

Passado um ano,

Um ano que me transformou completamente enquanto pessoa,

Conhecer a Iris,

Vê-la tornar-se nesta bebé tão bonita,

Tão cheia de luz a cada dia mais e neste episódio,

Já que estamos a celebrar este primeiro ano de vida,

Vou partilhar com vocês toda esta jornada da transformação,

A transformação da maternidade,

Este primeiro ano com a Iris,

Como é que tem sido toda esta jornada,

Já que vocês aqui no podcast me têm acompanhado desde o início,

Eu sinto que o início deste podcast surgiu muito com esta transformação da maternidade,

Eu naquele momento quando estava a preparar para ser mãe,

Foi o momento que eu senti que tinha que partilhar a minha voz com o mundo ainda mais,

Que tinha que colocar esta voz ainda mais ao serviço do mundo e que surgiu toda aquela inspiração,

Meu segundo episódio é toda essa preparação para a maternidade e ao longo dos episódios seguintes vocês foram acompanhando muito toda a preparação para o parto,

O pós-parto,

Portanto sinto que este tem sido um local seguro para eu partilhar toda esta transformação que eu tenho vivido e que me tem acompanhado desde sempre nesta nova jornada da minha vida e portanto eu queria que ainda por cima o podcast vai sair uma segunda-feira dia 10 de maio,

Tinha mesmo que ser um podcast dedicado a tudo isto que eu tenho vivido e agora que eu reflito sobre este último ano parece que volto a sentir tudo aquilo que eu estava a viver de quando é que a Iris vai chegar,

Eu lembro-me de entrar em maio e já estar tão desejosa de a conhecer e é mesmo confiar no tempo e é mesmo um delegar,

Um rendermos ao universo,

Eu lembro-me que esses primeiros dias de maio agora que volta a um ano atrás eu estava cada vez mais a render-me à espera daquele momento quando é que ela vai chegar,

Podia ser qualquer dia,

Eu queria muito que ela escolhesse o seu dia e ela escolheu o dia 10 de maio e para sempre o dia 10 de maio vai ser o dia mais bonito da minha vida,

Um dia que era um dia normal e agora vai ser sempre aquele dia especial,

Aliás todos os dias 10,

Eu neste último ano todos os dias 10 temos celebrado cada mês,

Temos realmente celebrado a vida dela e lembro-me de estar tão desejosa para saber qual é que vai ser o dia e fazer a numerologia para saber qual é que ia ser a numerologia dela a cada dia,

Já estar assim tão desejosa para a conhecer e depois dia 10 de maio foi aquela transformação e eu acordei realmente a saber que aquele era o dia que eu vivi a maior transformação,

Eu partilho também o podcast do parto onde vos conto como é que eu vivi aquele momento,

Como é que eu me preparei,

Como é que foi realmente esta transição,

Passar por este portal e a partir dali tudo muda,

A vida muda completamente,

Há um renascimento de nós mães enquanto mulheres a partir daquele momento e foi isso que eu tenho vivido ao longo deste ano e por isso eu pedi-vos para vocês me deixarem perguntas e eu vou respondendo e vou falando um pouco de todas as áreas da minha vida,

Como é que a maternidade tem impactado cada uma das áreas e portanto vou responder a todas as vossas perguntas e partilhar com vocês como é que tem sido este ano da minha vida,

Este ano que foi sem dúvida o ano de maior transformação e uma das perguntas que eu mais recebi foi realmente se a maternidade nos traz uma perda de identidade,

Se foi um ano de perda de identidade ou efetivamente um encontro de identidade,

Há muito esta questão e as mulheres questionam-se muito sobre realmente vamos perder a nossa identidade,

Vamos nos tornar uma nova mulher,

Como é que é toda esta transformação,

Este portal,

A partir do momento que nós passamos pelo parto nós vivemos aquele portal e nós transformamos em mães,

Transformamos numa nova mulher e eu senti mesmo essa transição,

Eu lembro-me de depois do meu parto levantar-me,

Ir à casa de banho,

Olhar-me ao espelho e eu partilhei isto também no podcast do meu parto,

Mas realmente foi um momento que me marcou,

Ir ao espelho nua,

Ainda com sangue a escorrer-me pelas pernas,

Olhar-me ao espelho e achar-me tão bonita,

Achar-me tão incrível,

Achar-me uma deusa e eu não sabia como ia ser olhar para mim no pós-parto,

Há muito aquela questão,

Como é que vai ser olhar para nós quando já não temos o nosso bebê na nossa barriga e durante a gravidez eu senti-me tão bonita,

Tão cheia de luz,

Porque eu tinha a minha bebê comigo e portanto senti toda a luz dela através de mim e aquele momento em que eu me olho ao espelho,

Já sem a minha bebê na barriga,

A sangue a escorrer-me pelas pernas e olhar para mim,

Eu senti-me tão empoderada e eu acho que isso foi das primeiras coisas que eu senti na transformação da maternidade,

Foi um empoderamento como eu nunca tive,

Eu sinto-me tão empoderada e isso é o que as pessoas também veem muito em mim,

Essa transformação,

Esse empoderamento,

Eu sempre fui uma mulher muito empoderada em várias áreas,

Mas sinto que me levou ao próximo nível de expansão nessa área e foi logo desde o pós-parto,

Foi logo naquele pós-parto imediato em que eu me olho ao espelho e realmente há uma perda de identidade,

Nós perdemos,

Eu acredito que nós sempre que estamos a viver uma transição e um processo de autoconhecimento,

A nossa vida é um constante processo de autoconhecimento e eu acredito que quando nós estamos nesse processo de autoconhecimento nós perdemos-nos,

Porque para nos encontrarmos nós perdemos-nos,

Porque certas coisas que nós pensamos que somos nós deixamos de ser e nesse processo nós vamos nos perder,

Portanto sim,

Há de facto uma perda de identidade e há coisas sobre nós que já não vão fazer sentido e há uma nova identidade que nós vamos descobrir,

Não é que nós nos tornemos uma pessoa diferente,

Nós vamos ser a mesma pessoa,

Mas vamos levar-nos àquele nível,

Ao próximo nível de expansão,

Eu tenho-vos chamado dos expanders,

Das pessoas expanders,

Situações expanders que partilhei no episódio sobre a expansão do meu negócio e eu sinto que a maternidade funciona muito como esse expander,

Expande-nos a um próximo nível e por isso vai haver essa perda de identidade sim,

Portanto esta foi das primeiras perguntas que me fizeram e realmente sim acontece em qualquer processo de autoconhecimento,

Nós vamos nos perder para nos voltarmos a encontrar e por isso é mesmo importante que tenhamos uma jornada de autoconhecimento cada vez mais profunda,

Que é muito o que eu tenho vindo a fazer e outra das perguntas que me deixaram era se a maternidade é um caminho de reconexão e eu acredito que sim,

Eu acredito que pode e deve ser esse caminho de reconexão,

Muitas vezes nós no pós-parto vamos nos perder,

Não é?

E por isso nós vamos ser chamadas a fazer essa reconexão,

Nós vamos ser chamadas a afinal quem sou eu,

Quem é esta nova mulher como mãe e isso leva-nos a essa reconexão e é normal demorar alguns meses,

Demorar mais para muitas pessoas,

Mas assim que nós sentimos que é o momento temos que nos permitir percorrer essa jornada e para mim não foi imediato,

Eu senti realmente logo um grande empoderamento,

Senti-me muito bem no pós-parto,

Mas demorei alguns meses a conhecer-me,

Eu lembro-me de haver um nos primeiros meses,

Eu tinha muita dificuldade em saber quem sou eu sem a Iris e é muito engraçado porque ainda agora,

Agora nos últimos dias estava a olhar para as minhas fotografias no Instagram e estava a comentar com a minha amiga Ju que está cá no Dubai,

Como nas últimas fotografias eu não tenho tido a Iris comigo e no pós-parto todas as,

Praticamente todas as fotografias que eu tinha era com a Iris,

Eu tinha muita dificuldade em tirar fotografias com ela,

Em estar sozinha sem ela,

Então durante nove meses eu estou a partilhar fotografias grávida,

Sou eu e a Iris e de repente eu sozinha,

Então eu reparei,

É muito engraçado reparar nisto,

Que as primeiras fotografias durante meses de pós-parto praticamente se olharem no Instagram são sempre fotografias em que eu estou com a Iris e de repente há um momento em que eu me começo a libertar,

A conectar mais comigo enquanto mulher e começo a fazer essa separação,

Essa separação de quem sou eu sem ser mãe,

Não é o outro lado de mim,

É realmente este é um tema que tem surgido muito na minha academia que estamos a fazer agora com muitas mulheres que são mães e muitas delas se questionam sobre eu sou mãe e sinto-me mal por querer ser mais do que mãe e parece que nós somos obrigadas pela sociedade,

Então eu sou mãe e tenho que ser super realizada e ser só mãe para mim tem que ser tudo na vida e para muitas mulheres não é isso,

Para muitas é e é incrível,

Para muitas ser mãe é o seu maior propósito e as mulheres sentem-se 100% realizadas naquele papel e realmente o meu trabalho é mostrar-lhes que não há certeza ou errados,

Que cada um de nós,

Cada uma de nós está aqui para criar a sua realidade de sonho,

A realidade que faz sentido para cada uma de nós e muitas das mulheres que trabalham comigo se questionam sobre isso,

As mulheres que trabalham comigo querem muito trabalhar nas várias áreas da sua vida e depois da maternidade sentem-se muito.

.

.

Eu sinto-me mal por querer mais,

Por não me sentir 100% preenchida porque a sociedade diz-me que eu tenho que me sentir super realizada e não,

Eu posso ser mais coisas,

Eu posso ser tudo e portanto na minha jornada também foi isso,

Foi eu libertar-me desse papel de mãe que é muito forte durante mais de um ano e de repente descobrir as outras facetas do meu ser e explorar todas essas áreas da minha vida e portanto é realmente um caminho de reconexão,

Caminho para dentro,

Um caminho para perceber quem é que eu sou depois da maternidade,

O que é que me faz feliz,

Quais são os meus interesses,

O que é que faz sentido para mim e portanto cada mulher vai fazer ao seu próprio ritmo e eu lembro-me que nos primeiros meses eu dediquei-me realmente à minha bebê,

Nos primeiros seis meses eu não dediquei e fiquei realmente muito dedicada a ela e nesse período eu fui-me permitindo inspirar-me,

Voltar a conectar comigo e lembro-me que foi talvez passado uns três meses que eu senti aquela necessidade aos pouquinhos voltar a mim durante esses três meses eu ia tentando fazer algumas meditações durante a amamentação mas é um período que nos esquecemos quase qual é o dia,

Qual é a noite,

Que estamos envolvidas naquele processo e a viver aquele amor e a viver toda aquela transformação que nos esquecemos muito de nós e somos quase uma pessoa e não sabemos quem somos nós sem os nossos bebés e por isso é que eu sentia muito aquela ligação e as minhas fotografias todas com a Iris e não sabia realmente quem eu era já sem ela e depois tive que fazer o processo de reconectar comigo,

De saber quem é que eu sou e foi realmente um trabalho,

Portanto a maternidade sim pode ser um grande caminho de reconexão se nos permitirmos fazer a jornada,

Se permitirmos olhar para este momento como mais um momento de expansão,

Mais um momento de autoconhecimento,

Mais um momento de conexão connosco é possível,

Eu sei que é desafiante para muitas mulheres principalmente se estão sozinhas se não têm apoio mas é possível nós encontrarmos o caminho de volta a nós,

Portanto sim é um caminho de reconexão.

Depois outra das perguntas que tem surgido muito é sobre curiosidades sobre as vidas passadas,

Curiosidades sobre a minha relação de alma com a Iris porque eu fui partilhando também muito nas minhas redes sociais sobre esta conexão de alma que eu senti com a Iris,

Ao longo dos podcasts que eu gravei eu partilhei logo muito sobre como eu tinha esta conexão muito forte com a alma desde a gravidez e depois no pós-parto eu vim a descobrir muita dessas conexões de alma,

Muitas das nossas vidas passadas e eu sou apaixonada por este tema,

Eu acredito que a nossa alma está realmente numa grande jornada de evolução,

Podem ouvir podcast sobre isso,

Sobre vidas passadas,

Jornada da alma,

Que eu já gravei e realmente no pós-parto além de fazer o meu próprio autoconhecimento eu também quis trabalhar muito no autoconhecimento através da minha bebé,

Fazer como disse numergologia,

Mapa astral,

Fazer os meus próprios mapas e começar realmente cada vez mais a fazer essa jornada de conexão,

Compreensão,

Pedir ajuda de diversas terapeutas para nos guiar nesta jornada e uma das coisas muito bonitas que eu descobri assim que fiz o mapa da minha bebé foi realmente que ela em vidas passadas,

Na maior parte das suas vidas passadas viveu como homem e nas vidas que viveu como mulher sofria muito e nas vidas que vivia como homem teve muito sucesso,

Muito poder e portanto nesta vida o seu grande objetivo é transformar esse poder masculino em poder feminino e portanto ela vem com muitos,

Ela é touro com o ascendente em balança,

Portanto ela está muito regida por venus,

Muito conectada com essa energia feminina,

Ela é muito chamada a essa energia feminina nessa vida e eu sou uma pessoa que precisa muito desta energia feminina,

Eu brinco sempre que realmente eu amo estar rodeada de mulheres,

Eu adoro energia feminina,

Eu adoro trabalhar a energia feminina em mim,

Sempre estive rodeada de mulheres,

Sempre soube que ia ter uma filha mulher porque tenho muita essa conexão com o lado feminino,

O Dany também diz muitas vezes que eu mesmo os amigos dele e meus amigos rapazes,

Eu conecto sempre com homens que têm muita energia feminina,

Então eu tenho muito esse lado feminino,

Então naquele momento eu percebi que a Iris me tinha uma energia feminina muito equilibrada,

Eu acho que tanto um como o outro temos as energias bastante equilibradas e portanto ele é um homem mas com uma energia feminina muito equilibrada,

Então eu sinto que ela nos escolheu porque vem trabalhar esse poder feminino,

Ela vem cá para ser uma mulher cheia de garra e poder e precisava realmente ter esse núcleo e portanto é muito bonito percebermos este crescimento e compreender toda esta evolução da alma,

Porque realmente nós estamos numa jornada de evolução e estamos aqui nesta passagem,

Nesta vida,

Mas é muito mais do que isso e portanto tenho feito esse processo de compreender esta evolução da alma da Iris para a guiar da melhor forma no propósito que ela vem cá cumprir e portanto é muito importante esta conexão com a energia feminina e ela encontrar todo este poder feminino e depois em todo este processo também nos meus próprios mapas e nas minhas próprias leituras cheguei à conclusão que eu já tinha sido mãe da Iris numa vida passada e essa leitura foi muito bonita e eu partilhei e por isso é que vocês também me fazem estas perguntas porque eu tenho vindo a partilhar muito esta jornada e realmente nessa leitura eu percebi que a Iris tinha sido minha filha e que eu morri no parto e portanto eu naquele momento,

Isto já foi há muito tempo atrás,

Isto aconteceu no Peru,

No Machu Picchu e naquele momento eu virei muito contra o plano material,

Naquele momento em que eu não podia ter sido mãe da minha bebé e eu tive que me libertar,

Eu virei contra esse mundo material e portanto dediquei-me muito mais ao mundo espiritual e desde então eu sou muito conectada com o mundo espiritual e sinto que eu agora tenho feito esta cura e naquela leitura quando eu estava a viver tudo aquilo,

A reviver todas aquelas sensações e de repente eu percebi que aquele bebé que eu tinha deixado era a Iris e que agora estamos a cumprir esse propósito de eu ser mãe dela milhares de vidas depois,

É mesmo muito bonito e perceber que eu agora estou a cumprir esse propósito e ao mesmo tempo finalmente a sentir-me em total conexão também com a parte material e isso foi uma grande transformação também que a maternidade me trouxe,

Vocês como sabem que me acompanham já sabem que eu sou peixinha,

Dependente em caranguejo,

Vata,

Super aérea,

Super conectada com os meus chakras superiores,

Super intuitiva mas sempre muito desconectada da parte de raiz,

Sempre a viajar pelo mundo,

Sem coisas materiais e das grandes transformações que eu vivi com a maternidade foi também esta conexão com o lado material e o empoderamento que eu falei há pouco trouxe-me também para este empoderamento material pela relação com o dinheiro,

Que é algo que eu tenho partilhado muito nos podcasts também,

Esta conexão com o meu negócio,

Conexão com o dinheiro,

Foi algo que me trouxe muito,

Foi quase como se eu ao ser mãe fizesse as pazes com o mundo material e percebesse que eu sou um ser espiritual a viver esta experiência humana e que eu tenho que estar em total alinhamento para viver o meu propósito,

Para estar em total equilíbrio e nesta vida eu estou a cumprir esse propósito de unir o mundo espiritual ao mundo material e é por isso que eu sinto que estou a ser muito chamada a ajudar-vos nessa jornada,

Nessa jornada de cumprirem o vosso propósito,

Que é a vossa intuição,

A vossa conexão e a receberem toda a abundância pelo trabalho incrível que vocês fazem,

Saber que não é só dar,

É dar e receber e todo esse equilíbrio que eu tenho estado a viver estou a ser chamada a partilhar isso com o mundo porque é este equilíbrio que nós estamos a viver e então a maternidade trouxe-me muito esse enraizamento e compreender as vidas passadas dá-nos um alinhamento total e uma compreensão total do que nós estamos a viver e ajuda-nos muito nesta,

Nesta vida e nesta conexão com aquilo que viemos cá fazer,

Portanto foi muito bonito compreender estas vidas passadas da Iri,

Nossas em conjunto,

Para que possamos viver esta vida da melhor forma e percebemos realmente como é que estamos a fazer esta evolução como almas,

Portanto é super bonito saber que estamos a cumprir esse propósito e finalmente eu posso ser mãe da Iris nesta vida.

E outras perguntas que me fizeram,

Achas que o hipnobirding influenciou a forma como a Iris entrou no mundo?

Vocês que me acompanharam ao longo dos podcast sabem que eu fiz o curso de hipnobirding,

Que eu partilhei bastante desta experiência e sim,

Eu aconselho a todas as pessoas fazerem uma preparação para o parto,

Uma preparação mental,

Espiritual para o parto e o hipnobirding é algo incrível e eu espero que seja cada vez mais divulgada em Portugal porque internacionalmente já é muito conhecido e em Portugal está a começar a ser cada vez mais e parte do meu trabalho também partilhar tudo o que me ajuda a ser a minha melhor versão e sem dúvida que isto foi algo que me ajudou muito na minha jornada e tenho a certeza que influenciou a forma como a Iris entrou no mundo porque tudo o que nos acontece desde o momento em que nós estamos na barriga das nossas mães vai influenciar a nossa vida,

Ou seja,

A comunicação com que nós temos com o nosso bebê vai influenciar a forma como nós estamos a viver vai influenciar,

O parto do nosso bebê vai influenciar,

Portanto,

Tudo fica em nós,

Ou seja,

Quando nós temos um parto que é um parto muito positivo,

Um parto que é vivido muito em conexão,

Um parto que não importa o resultado,

Isto não tem a ver com ser um parto natural,

Um parto que não tem nada a ver,

Tem a ver com a forma como o vivemos,

A forma como nos preparamos para ele e eu sinto que o facto de eu ter preparado desta forma,

De eu ter feito toda esta mudança de mindset,

Porque acima de tudo o curso de Deepenow Learning é uma total mudança de mindset,

Porque nós somos preparados na nossa sociedade,

Na vida,

Pelas pessoas à nossa volta com o parto é algo super negativo,

Cheio de dores e é coisa do mundo e é muito difícil,

Mas depois fica tudo bem,

Porque temos o nosso bebê e não,

O parto é o portal,

O parto é a magia,

Não é o parto é a coisa pior para depois termos o nosso bebê e recuperar,

Não,

O parto é todo o processo e nós podemos vivê-lo dessa forma,

Não importa o que aconteça,

É o nosso mindset,

É a forma como entramos para a experiência,

É a forma como mergulhamos na experiência e,

Portanto,

Eu acredito que todas as mulheres devem fazer preparação para o parto,

Devem fazer toda esta mudança de mindset,

Libertar-se de todos estes medos,

É um pouco como eu tenho partilhado sobre a nossa relação com o dinheiro,

Não é?

Olharmos para trás e pensar quais são as experiências que eu tenho com o parto,

O que é que a minha família me falava sobre o parto,

O que é que as pessoas à minha volta falavam sobre o parto,

Qual é a minha história,

Quais são as histórias que eu ouço sobre o parto e o que é que eu quero criar,

Não é só pensar dessas histórias de medo,

Pessoas a correr,

Pessoas que estão ali a sofrer,

Cheias de dor,

Libertarmos dessa experiência e formarmos a nossa experiência e,

Para mim,

O parto,

Eu quis tanto viver com esse momento de portal,

Esse momento de transformação e hoje eu só queria voltar àquele dia porque,

Para mim,

Foi mesmo o momento mais mágico da minha vida,

Um momento que,

Se eu pudesse escolher um momento da minha vida para reviver,

Seria aquele momento,

Seria o momento,

Não quando eu via a íris,

Mas todo o processo,

O processo todo de viver a chegada da minha bebé e viver toda aquela transformação,

Sentir a magia do meu corpo,

O meu corpo a preparar-se para aquele momento e,

Portanto,

Sim,

Tenho a certeza que influenciou a chegada da íris ao mundo porque,

Ao ter vivido uma experiência de parto positiva,

Com esta mudança de mindset que eu vivi,

Com todo esse processo de hipnobarding,

Que ela venha ao mundo com toda essa experiência e que ela própria vai querer viver,

Caso queira ser mãe ou nos seus processos de descoberta e evolução,

Vai viver a vida dessa forma,

Portanto,

Tenho a certeza que sim e recomendo a todas as mamães mesmo.

Depois,

Uma pergunta que tem sido muito feita também é,

Quais são os meus maiores desafios como mãe e mãe empreendedora?

Como é que é gerir toda a maternidade e carreira?

Como é que é ter sucesso nos dois campos?

Como é que eu concilio cuidar dela,

Cuidar do meu trabalho?

E,

Portanto,

Esta foi,

Assim,

Das perguntas mais feitas porque,

Realmente,

Eu tenho,

Nesta fase,

Compartilhado muito do meu trabalho,

Tenho estado bastante focada também na minha vida profissional,

Mas também sempre a partilhar a minha vida com a íris e,

Portanto,

As pessoas questionam-se muito como é que eu faço isso,

Como é que eu equilibro isso e para dar,

Realmente,

Todas as ferramentas sobre este campo e,

Realmente,

Como é que eu equilibro os dois e como é que é possível ter sucesso com os dois.

E é muito engraçado que eu sinto que,

Mesmo antes de ser mãe,

Eu sempre soube que um dia,

Uma das minhas missões iria ser mostrar às mulheres.

Na verdade,

A minha missão é empoderar mulheres na sua vida,

Para vivermos a vida a nossa maneira,

Para realizarmos os nossos sonhos e parte da minha missão é mostrar que nós podemos ser tudo.

Nós não temos que ser uma coisa ou outra coisa,

Nós podemos ser tudo o que quisermos,

Não é?

Há mulheres que decidem,

Eu quero ser mãe e esta é a minha missão,

Eu quero viver exclusivamente para os meus filhos e acho lindo,

Acho maravilhoso essa missão,

A missão de ser mãe.

É,

Realmente,

Um trabalho a tempo inteiro ser mãe e é maravilhoso podermos acompanhar os nossos filhos exclusivamente e estar ali com eles e,

Portanto,

Há muitas mulheres que sentem que essa é a sua missão.

Há outras mulheres que sentem que a sua missão é impactar o mundo através da sua carreira e nem sequer pensam em ter filhos e há muito aquela coisa para ser realizada,

Então eu vou ter que ter filhos,

Mas eu nem quero ter filhos.

Não,

Nós podemos ser realizadas só com a nossa carreira,

Portanto,

Se sentes que a tua realização é ser,

É trabalhar,

É criar um impacto no mundo e se calhar nem passa pela tua mente,

Pela tua alma ser mãe,

É ok.

Eu conheço tantas mulheres incríveis e tão inspiradoras que escolheram impactar o mundo,

Sendo elas,

E não é por não terem sido mães,

Que não cumpriram o seu propósito,

Porque cumpriram,

Realmente,

O seu propósito através do seu trabalho,

Através da sua missão.

E depois há outras mulheres que querem fazer as duas coisas e eu sou essa mulher,

Eu sou uma mulher que quer ter o seu negócio,

Criar um impacto gigante no mundo,

Impactar milhares de pessoas e também quero ser uma mãe presente para a minha filha e também quero viver intensamente toda esta maternidade,

Viver intensamente todas as mudanças da íris,

Viver intensamente todos os momentos da vida dela,

Estar para ela.

Passado um ano eu continuo a amamentar em livre demanda,

Estar ali para ela porque foi um desejo que eu quis,

Não é que há certos ou errados.

Na maternidade da vida,

Na vida,

Não há certos ou errados,

Nós devemos fazer aquilo que faz sentido para nós,

Eu partilho a minha verdade,

Aquilo que é verdade para mim e para mim era isto que eu queria e,

Portanto,

Eu,

Desde cedo,

Soube que uma das minhas missões ia ser mostrar que nós podemos ter sucesso profissional e sermos mães e é possível,

Com equilíbrio,

Não é sobre trabalhar imenso e estarmos super cansadas para fazer tudo,

Não.

Com equilíbrio,

Com felicidade,

Com bem-estar,

É possível fazer as duas coisas,

É possível estarmos bem,

Termos o nosso negócio que nós amamos ou a nossa carreira que nós amamos e ter os nossos filhos e estar ali para eles e,

Portanto,

Como é que eu tenho feito esse equilíbrio?

Eu senti muita necessidade de parar profissionalmente,

Aliás,

Fui obrigada a parar,

Eu acho que foi quase como se foi a primeira vez que eu parei realmente o meu trabalho e eu já partilhei muito também desta transformação que eu vivi sobre o momento em que eu parei e tive que perceber que eu não sou o meu trabalho e apesar desta ser a minha missão e de eu amar,

Eu não sou o meu trabalho,

Eu lembro-me de,

Logo quando a Iris nasceu e eu ainda estava na maternidade,

Eu olhava para ela e pensava,

Isto é tudo o que importa,

Isto é tudo o que importa,

Como é que eu coloquei tanta importância em tantas coisas,

Tanto stress em tantas coisas,

Tanta ansiedade em certas coisas que não importavam?

Realmente aquilo é que era o mais importante do mundo e eu queria viver aquilo intensamente e por isso naquele momento eu percebi que o meu trabalho não me define,

Eu amo o meu trabalho mas não me define,

Eu tenho que viver intensamente este momento que eu estou a viver e portanto eu permiti-me estar cerca de seis meses,

Praticamente cinco meses,

Praticamente seis,

Em que eu,

Como é óbvio,

Há sempre uma outra coisa que eu vou fazer porque estou a gerir um negócio e há certas coisas como,

Por exemplo,

Pagar os ordenados,

Que é uma coisa que sou eu a fazer,

Mas isso se calhar era uma coisa que acontecia uma vez por mês,

Há ali um ou outro detalhe que eu tenha que cuidar,

Que a minha equipa precisa de mim,

Mas são detalhes muito pequenos,

O estar a criar,

O estar a conduzir,

O estar na criatividade profissional,

Tudo isso ficou em pausa,

Eu deixei de estar a criar,

Eu deixei de estar a fazer e portanto eu fui obrigada a estar ali a viver a minha maternidade,

A viver aquele momento e eu acho que é mesmo importante nós darmos esse presente,

Nós darmos aquele presente de viver a maternidade e de viver aquele momento e desligar,

Aquilo é um momento único,

É uma passagem,

É realmente aquele portal de passagem que nós temos que viver intensamente com os nossos bebés e portanto para mim isso foi muito importante,

Eu viver toda aquela fase exclusivamente para ela e eu lembro-me de depois partilhar esse post onde eu vos contei que realmente sentia que não estava a ser boa o suficiente,

Porque ligava o Instagram e via todas as pessoas a fazerem mil e uma coisas e eu que achava que só ia ser boa o suficiente se estivesse a criar,

Não me sentia boa o suficiente e sentia-me super mal e tive que enfrentar todas estas sombras e ter de perceber que isto não me define,

Eu não posso comparar,

O trabalho não me define,

Eu sou única,

Eu estou a viver este processo de transformação e esse processo vai-me levar a outros níveis de expansão portanto eu tenho que me permitir parar e saber que na nossa jornada nós vamos ter momentos em que estamos a criar e estamos a ser super produtivos e outros momentos em que temos que estar a viver,

Em que temos que estar a aprender e portanto cada vez mais eu me dou essa permissão de ter esses momentos e na maternidade,

No pós-parto foi muito intenso,

Mas mesmo agora eu não trabalho todos os dias de semana ou todas as horas da semana,

Eu tenho dias só para mim ou dias para estar só com a Iris e permite-me estar a viver tudo isso e sei que quanto mais eu estou comigo,

Quanto mais eu sou,

Mais eu vou ter sucesso no meu trabalho e portanto eu permito-me fazer isso e construir um negócio que me permita viver dessa forma e portanto para mim foi dessa forma,

Eu permiti-me realmente ter aquele tempo para mim,

Dedicar-me muito àquela fase de pós-parto,

Maternidade,

Estar com a Iris e viver tudo intensamente e depois quando a Iris fez 5 meses nós fomos a Portugal e foi o momento que vivemos realmente uma grande transformação com a doença do Dany,

Que eu também já partilhei muito nos podcasts e naquela fase da doença do Dany,

Quando ele ficou internado,

Isto foi em novembro,

Portanto ele estava internado,

Eu estava ali com os meus pais,

Estava em casa dos meus pais com a Iris,

Naquele momento eu estava muito perdida,

Não sabia o que ia ser da minha vida,

Não sabia o que ia acontecer,

Já não ia poder voltar para a nossa casa no Dubai,

Estava a pensar o que é que vai ser da minha vida,

Porque a minha ideia era ok,

Vou voltar para o Dubai,

Depois vou retomar o trabalho,

Vou ter esta ajuda e de repente eu não me apetecia nada trabalhar,

Fazer nada,

Eu estava a viver toda aquela transformação e o que eu fiz muito foi inspirar-me,

Fazer muitos cursos,

Fazer muitas formações,

Como disse em outros podcasts,

Investir imenso,

Investir em informações,

Em mentores,

Em muita ajuda para crescer enquanto pessoa e portanto eu sinto que esse foi um passo muito importante que eu dei,

Fazer todo esse trabalho de ok,

Não estou a trabalhar,

Mas estou a inspirar-me,

Estou a conhecer-me,

Estou a mergulhar em mim e depois ali passado os 5,

6 meses,

Quando eu estava em Portugal,

Lembro-me que foi em dezembro,

Quando eu realmente pensei ok,

Eu estou pronta e é muito bonito porque eu permiti-me dizer eu estou pronta,

Eu não coloquei aquele deadline de eu ok,

Naquele dia vou ter que começar e eu sei que não é possível para todas as mulheres,

Eu tenho amigas que têm que ir trabalhar mais cedo do que gostariam porque têm um trabalho e têm que voltar para o trabalho e deixar os seus bebés e eu agradeço realmente todos os dias ter essa possibilidade,

Ter criado um negócio que me permite eu poder escolher o dia em que quero retomar o trabalho e portanto eu permiti-me escolher,

Decidir intuitivamente quando é que eu queria retomar,

Portanto eu não tinha nenhuma pressão para voltar a trabalhar,

Eu podia ter ficado um ano sem trabalhar mas eu amo a minha missão profissional,

Eu amo o meu trabalho,

É algo que me ilumina e eu tinha tanta vontade de voltar e senti tanta falta depois de fazer todo este trabalho interno de realmente dizer eu não sou o meu trabalho,

Mas é algo que me inspira,

É algo que me move,

É algo que eu amo e por isso naquele momento eu senti a viver toda esta transformação o Dani estava internado,

Estava com a minha bebê em casa com os meus pais e naquele momento eu senti mesmo,

Eu estou pronta e fiz uma reunião de trabalho,

Olhei para o calendário lembro naquele momento,

Olhei para 2021,

Defini os meus objetivos,

Defini as minhas intenções,

O que é que eu quero criar,

Quais são os meus objetivos para o próximo ano e motivei-me muito para começar 2021,

Muito conectada com a minha missão profissional e portanto lembro-me de começar toda esta preparação em dezembro e depois em janeiro eu arranquei logo,

Comecei novamente o podcast fiz um evento para iniciar o ano,

Comecei a preparar tudo para a academia,

Novas ideias,

Novos projetos surgiram e portanto isto tudo aconteceu porque eu me permiti parar,

Eu me permiti meter aquele tempo para mim esse é dos maiores conselhos que eu dou é que usem mesmo o momento que estão no pós-parto para conectarem,

Para pararem,

Para viverem intensamente e para se permitirem voltarem sem inspirar para depois começarem a trabalhar e portanto quando eu começo a trabalhar há que gerir todo este estar com a minha bebê e estar a trabalhar,

Eu fui começando aos poucos e tinha o apoio da minha família e de repente nós voltamos para o Dubai e não temos essa ajuda,

Ainda não nos consegue dar apoio e então aí foi assim um bocadinho desafiante,

Eu estava a lançar a minha academia,

Estava com a bebê em casa sozinhos mas tudo se fez com confiança,

Com amor,

Tudo se conseguiu organizar e depois eu manifestei assim algo que eu estava a manifestar já há algum tempo,

Que era algo que nós já conversávamos que era ter ajuda,

Era ter alguém que nos ajudasse em casa porque tanto eu como o Denis estamos a trabalhar,

Estamos sozinhos,

Não temos apoio de pais porque vivemos num outro país,

Não temos ninguém aqui que nos ajude,

Temos a nossa bebê e então quisemos manifestar alguém para nos apoiar com a nossa bebê em casa e conseguimos uma pessoa tão querida que eu amo e tem sido incrível,

Ela é do Sri Lanka e é tão querida e gosta mesmo da nossa bebê e eu senti logo,

Eu só vi 4 pessoas e soube logo que não é ela e assim que ela chegou a nós ficámos mesmo super felizes portanto isso tem sido a única coisa que realmente nos tem ajudado porque eu acredito que é mesmo importante pedirmos ajuda,

Termos ajuda connosco e eu sei que para muitas pessoas pode não ser possível ter ajuda a full time mas se tivermos alguma ajuda durante o dia já é possível nós irmos tendo esse equilíbrio,

Quando eu comecei tinha apenas alguma ajuda e ia aproveitando os momentinhos da cesta da Iris para me reorganizar no meu trabalho porque eu estava muito inspirada para trabalhar quando ela estava a dormir eu queria ir fazer coisas,

Eu queria ir inspirar-me e eu acho que devemos esperar por esse momento,

Esse momento de inspiração,

Esse momento que nos leva àquele momento de fazer acontecer e portanto eu estava muito inspirada para começar e depois com essa ajuda consigo encontrar este equilíbrio por exemplo agora para gravar este podcast eu tenho que ter essa ajuda,

A nossa bebê teve aqui comigo mas ela teve um bocadinho e depois ela não quer estar aqui sentada porque ela quer explorar tudo,

Ela agora está nesta fase que quer explorar tudo e portanto é muito importante ter essa ajuda portanto é desta forma que eu faço,

Que eu me fui encontrando em termos profissionais,

É possível termos as duas coisas,

É possível termos sucesso nas duas coisas,

É possível eu estar aqui com toda a presença a gravar este podcast e desligar e estar com toda a presença com a minha bebê é sobre estarmos presentes em cada momento e não estou aqui mas estou a pensar na minha bebê,

Será que ela está bem ou estou com a minha bebê e estou a pensar se o trabalho tem que ser feito,

Não,

Realmente organizarmos a nossa aginda,

Organizarmos o nosso tempo,

Pedirmos ajuda,

Estarmos em alinhamento para conseguirmos fazer aquilo que faz sentido para nós e portanto para mim tem sido muito importante estar organizada nestas áreas e hoje tenho mesmo este equilíbrio que estou a encontrar passado um ano,

Portanto não é de um dia para o outro,

Eu sei que não é de um dia para o outro,

Para muitas mães pode demorar mais tempo,

Para mim demorou cerca de 10 meses para eu encontrar um total equilíbrio em termos profissionais e portanto é possível e com organização,

Com presença,

Com ajuda é mesmo possível portanto é assim que eu consigo e se eu consigo todas as mamães podem fazer isso e podem viver a sua missão profissional e serem as melhores mães do mundo presentes com os seus bebês.

E depois perguntam também muito como é que eu lidei com privação de sono que tive,

Maiores desafios na prática,

Sono,

Amamentação,

Como é que é o sono da Iris,

Portanto isto é algo que questionam muito,

Eu sei que é daquelas coisas que quando temos bebês questionamos muito,

Quando vamos ter bebês há muito aquela coisa,

Será que vão dormir bem,

Como é que é o sono,

Como é que vai ser o sono do bebê,

Será que dorme bem,

Esta é uma questão que se coloca muito e eu sei que é muito difícil para muitos casais,

Em termos de sono,

Como é óbvio nos primeiros tempos é muito desafiante,

Eu sempre fui aquela pessoa que adora dormir,

Sempre dormi 8 horas ou mais,

Sem acordar,

Durmo super bem e há uma transição naquele momento em que temos os nossos bebês e eles estão a acordar para mamar,

Para se alimentar,

Para chorar,

É muito difícil porque há uma adaptação,

É desafiante,

Eu não gosto de dizer que é difícil,

É desafiante e portanto há toda uma adaptação e aqueles primeiros meses,

Primeiras semanas principalmente são bastante desafiantes,

Mas felizmente a Iris sempre dormiu bem,

Eu me habituei logo a acordar,

A Iris sempre dormiu ao meu lado,

Continua a dormir ao meu lado e portanto ela vai despertando algumas vezes para mamar,

Mama e nós continuamos a dormir,

Eu tenho sorte de adormecer realmente muito facilmente,

Eu desperto para dar de mamar mas ela mama deitada,

Estamos as duas deitadas a mamar e eu adormeço logo de seguida,

Ela hoje em dia mama cerca de duas vezes,

Duas vezes,

Às vezes três,

Mas normalmente duas vezes por noite,

Faz assim só um chorinho,

Eu a ponho a mamar e ela continua,

Portanto na nossa experiência tem corrido muito bem,

Eu acho que ajuda muito nós estarmos a dormir ao pé dos nossos bebês e portanto o facto de ela estar ao meu lado tem-me ajudado muito porque facilita muito em termos de amamentação,

Em termos de voltar a adormecer,

E portanto ter certas rotinas de sono para conseguirmos ter esse equilíbrio,

Mas eu acho que também muda de bebê para bebê,

Portanto é realmente sabermos que é uma fase,

Mesmo que seja desafiante,

É apenas uma fase,

Vai passar e as boas noites vão voltar,

Eu não imagino quando é que vou voltar a dormir uma noite completa,

Mas eu já me habituei,

Consigo descansar na mesma e eu lembro-me de nos primeiros meses o meu self-care principal e rotina matinal era garantir que eu estava a dormir bem,

Portanto se tivermos que dormir mais um bocadinho dormimos e é isso que eu faço,

Garanto que estou bem descansada,

Durmo bem,

Mesmo que tenha que dormir até mais tarde e aos pouquinhos encontrei o meu equilíbrio,

Portanto tenho a certeza que todas as mamães vão encontrar.

A amamentação,

Como disse,

É algo que eu tenho continuado a fazer,

Eu tinha muito desejo de amamentar,

Aliás para mim a amamentação sempre foi uma coisa muito natural,

Era algo que eu imaginava que realmente todas as mulheres faziam,

Que era a coisa mais natural do mundo,

Super fácil,

Depois no processo,

Realmente os primeiros tempos foram mais desafiantes,

Até ela aprender,

Passei por algumas mastites,

Que é assim bem desafiante,

Mas com muito amor por mim,

Com muito sabendo que isso que é só uma fase,

Que vai passar,

Tudo se foi organizando,

Eu lembro-me que quando eu comecei a trabalhar e ter alguns momentos em que estava um bocadinho mais longe da iris,

Eu lembro-me de começar a ficar com o peito mais cheio,

Com mais dor,

Principalmente no momento em que eu estava a fazer gravações,

Em fevereiro estava a fazer as gravações da academia e ficava umas 4 horas sem iris e ficava mesmo com o peito todo cheio.

Eu lembro-me que voltei a ter mastite nessa altura,

Mas tirando isso tem sido um bom equilíbrio,

Principalmente por eu estar em casa,

Como eu estou em casa e isto é daquelas coisas que eu agradeço mesmo diariamente,

Trabalhar de casa,

Estar com a minha bebé,

Eu estou aqui a gravar e logo a seguir vou ali dar de mamar quando chegar à sala e consigo estar o dia todo,

Posso estar a trabalhar,

Posso estar a fazer coisas e estou a amamentar.

Em termos da nossa independência é um pouco difícil porque eu sei que não posso fazer muita coisa longe da minha bebé,

Às vezes penso,

Ai gostava de ir fazer alguma coisa e penso sempre,

Ok,

Mas tenho que me organizar porque eu não posso estar mais de 4,

5 horas sem ela para ela poder mamar,

Então só agora,

Passado um ano,

É que eu me estou a organizar nesse sentido,

Agora eu tenho tido amigas cá no Dubai,

Convidam-me para várias coisas e eu estou a começar a sair mais de casa também,

Porque vivemos toda esta fase de pandemia em que ficámos muito em casa e portanto isso também facilitou muito e agora estou a encontrar esse equilíbrio,

Mas ainda estou um bocadinho dependendo dela nesse sentido da amamentação,

Mas como eu trabalho em casa,

Como eu estou com ela na maior parte do tempo,

Estou aberta a continuar e se pudermos eu quero mesmo continuar e estar 2 anos,

Pelo menos 2 anos.

A amamentar porque é realmente um desejo que sempre tive,

Sei que é realmente muito positivo para os nossos bebés,

Mas realmente o melhor é fazermos sempre o que é melhor para nós também e portanto cada mãe deve decidir o que faz sentido para si e para o meu estilo de vida é possível e por isso é algo que eu quero muito continuar e é algo que eu tenho gostado muito de fazer.

Há os seus desafios sim,

Mas com informação,

Com apoio,

Procurem ajuda,

Procurem apoio de pessoas que vos possam guiar nesta jornada da amamentação,

Eu sei que muitas mulheres acabam por desistir porque não têm esse apoio e cada vez mais é importante sabermos que podemos pedir ajuda,

Podemos ter apoio de pessoas que nos vão guiar da melhor forma nesta jornada da amamentação.

Portanto esta tem sido assim a minha experiência com o sono,

A amamentação,

Tem corrido bem no geral,

Há certos desafios,

Mas com amor tudo se consegue e portanto é enviar aqui muito amor para as mamãs que estejam a passar por este desafio,

Seja no sono,

Seja na amamentação,

É mesmo possível também encontrarmos o equilíbrio nesta área.

E depois perguntam também,

Tipo de alimentação,

Suplementação da Iris,

Se iniciou aos 6 meses,

Portanto esta também é uma pergunta muito feita,

Como é que é todo este estilo de vida da Iris e realmente a Iris até cerca de 6 meses esteve em amamentação exclusiva,

Hoje em dia continua em amamentação em livre demanda,

Mas ali na altura dos 7,

Mais ou menos dos 6,

Nós introduzimos o Baby Lead Weaning,

Que eu penso que até já partilhei aqui no podcast sim,

Partilhei num episódio que eu fiz também quando,

Exatamente no episódio quando eu retomei o podcast,

Que eu contei-vos um pouco desta experiência e tinha estado a viver o BLW,

Portanto já vos tinha contado e portanto ali a partir dos 6 meses introduzimos o BLW,

Eu fiz um curso com a Clínica Amamentos,

Que eu recomendo a todas as pessoas fazerem,

Porque me ajudou muito neste processo de introdução alimentar no BLW,

Nós damos todos os alimentos com certos cortes,

Com certas texturas e portanto ela é super independente a comer,

Ela começou logo a comer tudo,

Nós fazemos uma alimentação plant-based,

Muitos legumes,

Leguminosas,

Cereais e ela adaptou-se super bem,

Ela adora comer,

Na fase de crescimento dos dentes ela diminuiu um pouco a quantidade de comida,

Sempre que ela está a dentes a nascer ela não come tão bem,

Mas com até um ano a amamentação é o mais importante no BLW,

A amamentação é sempre muito importante e portanto há momentos em que ela tem dois dentes e acaba custar muito amamentar muito,

Não comer tão bem,

Mas em geral tem corrido super bem,

Ela é super independente,

Ela desenvolveu muito rápido através do BLW,

Porque os bebês pegam na sua comida,

Fazem todos esses movimentos e portanto recomendo mesmo,

A nossa experiência tem sido incrível,

É desafiante no sentido de muita coisa suja,

Muita coisa para limpar,

Mas a maternidade também é sobre descomplicar,

Sobre saber que está tudo ok e portanto tem corrido super bem no geral e ela come muito bem,

Tem se adaptado muito bem aos alimentos e eu adoro fazer o BLW,

Portanto recomendo muito,

Suplementação também faz,

Ela faz a vitamina D,

A vitamina B12 e ferro,

São assim os três suplementos que ela toma,

Nós tivemos uma nutricionista que nos ajudou nesse processo e estas são normalmente as vitaminas que se recomendam,

Mas recomendo mesmo que procurem apoio e acompanhamento para os vossos bebês na alimentação,

Mas tem sido realmente uma jornada que eu adoro,

Vê-la a pegar nas coisas,

A explorar e passar-lhe também este estilo de vida saudável desde sempre,

Este estilo de vida de se alimentar bem,

Não é?

Eu adoro,

Hoje em dia que nós fizemos toda esta jornada de nos transformarmos,

De cuidarmos de nós,

Queremos passar também isso para os nossos bebês e muitas vezes são os bebês que nos fazem a se despertar de mudarmos a alimentação,

Sermos mais saudáveis,

Comermos melhor,

Porque no BLW eles comem as mesmas coisas que nós,

Então como estamos a cozinhar para nós e para os nossos bebês,

Acabamos por cozinhar coisas mais saudáveis,

Portanto tem sido assim toda uma descoberta incrível e vê-la a desenvolver-se,

Vê-la a crescer,

É muito giro ver toda essa jornada,

Ela começou a andar também agora recentemente e é muito giro,

E a minha mãe já me tinha dito que ela ia ser assim muito despachada porque eu também fui,

Realmente cada bebê é único,

Mas ela é super curiosa,

Então com 6 meses começou a gatilhar,

Mesmo um bocadinho antes dos 11 começou a andar e é muito giro assistir a tudo isto,

E este ano tem sido mesmo,

É tão transformador,

Eu acho que o primeiro ano passa tão rápido e é tanta coisa nova que nós só queremos colocar ali no botão de pause e eu acho que realmente que outra das grandes transformações que eu vivi foi ter aprendido a viver mais no momento presente,

Porque realmente eu era aquela pessoa que estava sempre com sonhos,

Projetos para o futuro,

Tinha sempre novas coisas que estava a pensar e quando me tornei mãe,

Assim que a Iris nasceu,

Eu só estava,

Mas eu não quero que passe o tempo porque ela está a crescer,

Porque ela está a mudar,

Por favor,

Eu quero voltar ao dia do parto,

Por favor,

Eu não quero que pare,

Não quero que pare,

Não quero que pare,

E eu percebi que eu não posso estar focada nem no futuro,

Nem no passado,

Eu tenho que viver o presente porque ela está sempre a mudar e é muito giro porque eu olho para vídeos,

Olho para fotos e ao mesmo tempo que eu quando estou com ela parece que ela é sempre igual e que nunca mudou,

De repente quando eu olho para fotos e vídeos penso,

Mas ela mudou tanto,

Ela já está uma menininha,

Ela já está a começar a ter o cabelinho,

Já anda de um lado para o outro,

Já é toda independente,

Ela é muito independente porque ela é o número 1 na numerologia e ela é mesmo independente e super despachada e eu só penso,

Está tão grande,

Mas temos que realmente saber que a vida é assim,

Passa a correr e é por isso que temos que aproveitar cada momento porque cada momento é mesmo único.

E depois perguntaram também como gerir a relação com o Daniel no pós-parto,

Depois de sermos pais muda tudo,

Eu fiz um podcast com ele onde falámos um pouco,

Mas este tem sido um tema também bastante desafiante,

Eu acredito que é desafiante para os casais o pós-parto porque muda tudo e as coisas vêm todas ao de cima,

Traz muitas nossas sombras,

Temos menos tempo para a relação,

Nós vivíamos ali exclusivamente para uma relação e de repente as coisas mudam,

Num primeiro filho de repente mudam as rotinas,

Muda tudo,

Para nós foi bastante desafiante adobrar porque o Danny passou por uma doença em que teve que estar dois meses separado da família,

Em que teve que viver muito para a sua recuperação e eu sinto que nós enquanto casal acabámos por nos desencontrar um pouco e isto é super normal e por isso eu queria deixar também aqui esta mensagem para quem me está a ouvir,

É normal haver esse desencontro porque nós estamos nos a transformar enquanto pessoas,

Eu não estou a transformar enquanto mulher,

Eu sou uma mulher completamente diferente do que era há um ano atrás,

O Danny também com a paternidade e ainda mais com toda esta transformação que ele viveu com a sua doença e portanto nós somos pessoas diferentes e estamos tão focados em toda esta transformação que estamos a viver que há um desencontro enquanto casal,

Há menos tempo para o casal,

Há menos momentos para o casal e é muito bonito que agora recentemente,

Foi mesmo agora,

Agora nestes últimos dias nós tivemos uma conversa super importante em que voltámos a conectar,

A reconectar,

Realmente às vezes só basta fazer uma pergunta,

Está tudo bem,

Como é que tu estás,

Haver momentos para conversa,

Eu acho que a conversa muda tudo e portanto nós conversámos muito e tentámos recomeçar esse reencontro que é super importante e voltarmos a nos encontrar enquanto casal,

Voltarmos a perceber quem é que nós somos enquanto casal porque a jornada do casal é esta,

É fazermos o trabalho interior e depois encontrarmos e às vezes na nossa transformação individual nós vamos nos separando e eu sinto que nós fizemos esta jornada e acabámos por nos separar um pouco porque cada um de nós estava a viver as suas transformações mas se queremos crescer como casal,

Se continuamos a ter uma visão de futuro para o casal e isso é muito importante focar,

Qual é que é a nossa visão de futuro e foi muito esse trabalho que estivemos a fazer,

Qual é a nossa visão de futuro,

Quais são os nossos valores,

A nossa visão ainda está alinhada e se sim como é que nós podemos continuar a crescer,

Como é que nós podemos fazer este reencontro e continuar o nosso caminho enquanto casal e portanto agora que celebro um ano de íris também estou a celebrar 5 anos de casamento e muitos mais de namoro,

Muitos mais juntos,

Quase 10 anos a viver juntos e portanto é super importante sabermos que vão haver momentos que nos vamos encontrar mas o caminho de um casal é continuar enquanto fizer sentido a fazer esta jornada de encontro um ao outro portanto para nós tem sido importante fazer este encontro e eu sinto que agora,

E atenção,

Um ano depois de sermos pais,

Portanto é normal que demore tempo,

Só um ano depois de sermos pais,

De vivermos toda a transformação enquanto pessoas,

É que estamos agora a fazer o nosso reencontro enquanto casal portanto é possível,

Pode demorar,

Mas é ok,

Contempo,

Dedicação,

As relações são como flores,

Nós temos que regar e portanto terem um pequeno encontro semanal,

Terem conversas,

Terem momentos para vocês e aos poucos vocês vão encontrar esse equilíbrio,

Essa chama do amor,

Comunicação,

Conexão,

É mesmo possível e portanto tem sido assim que nós temos feito este caminho em conjunto e realmente tem sido assim um ano incrível,

É tão bom olhar para trás,

É tão bom permitir-me ter este momento aqui com vocês para olhar para trás,

Para refletir sobre todas estas transformações,

Para refletir sobre tudo isto que vivi e nunca vou conseguir descrever realmente tudo o que acontece neste processo desta transformação,

De nos tornarmos pais,

De vivermos com um novo ser,

Com uma nova alma,

Cheia de luz,

Que tem tanto para nos ensinar,

Essa também tem sido uma das grandes lições,

Perceber que realmente nós achamos que temos tanto para ensinar aos nossos filhos,

Mas eles ensinam-nos tanto,

Porque eles estão tão conectados com a sua essência,

Eles são um puro amor e ensinam-nos mesmo muito e a Iris é assim uma alma muito velhinha que me ensina tanto e ela é mesmo assim o meu amor e tem sido incrível viver tudo isto com ela,

Conhecer-la,

Simplesmente estar na presença dela,

Eu agradeço todos os dias e para mim eu sinto que é uma honra poder estar na presença dela,

Poder ser mãe dela e eu acho que esse é o nosso caminho como pais,

É realmente sabermos que sim,

Nós estamos aqui para guiar,

Mas que eles são um ser único,

Que estão aqui para viver,

Para ser a sua melhor versão e para seguirem o seu caminho,

Para serem eles aquilo que fizer sentido para eles e portanto para mim tem sido essa jornada de me sentir tão honrada por poder estar na presença deste ser tão único e que tem tanto para me ensinar e que é tão maravilhosa e só posso agradecer estar na presença dela,

Ser mãe dela,

Viver toda esta transformação e que venham muitos,

Muitos,

Muitos,

Muitos,

Muitos mais anos a vê-la crescer,

A vê-la tornar-se uma menina,

Uma mulher e acima de tudo viver intensamente o momento presente,

Viver intensamente o hoje,

Eu agora só quero voltar para ela porque já estou cheia de saudades e é o que acontece sempre que eu estou assim muito tempo e depois começo a falar sobre ela eu fico,

Ai eu quero voltar porque ela é tão linda,

É tão querida e portanto só quero voltar para ela e continuar a viver no momento presente todos estes momentos incríveis e continuarmos a crescer juntas e sim a maternidade é desafiante,

É um novo autoconhecimento,

É uma nova reconexão,

Perdemos para nos encontrarmos,

Mas é um grande amor e é uma honra podermos estar neste papel de pais e poder receber uma nova alma no mundo e poder guiar essa alma na sua jornada e por isso eu agradeço todos os dias e muito obrigada a vocês que me têm acompanhado em toda esta jornada de transformação,

Em todos estes momentos da minha vida,

Todos estes novos começos,

Novas transformações e sem dúvida que eu agradeço também poder ter-vos comigo nesta jornada,

Todo o amor que eu recebo diariamente,

Que a Iris recebe,

Nós recebemos mesmo muito carinho,

Muito amor,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho,

Muito carinho muito amor e eu só posso mesmo agradecer,

É muito bonito sentir que vocês olham para nós e vêem-nos como família e que nos enviam tanto amor,

Por isso só posso agradecer,

Muito obrigada por estarem desse lado,

Por nos acompanharem,

Muitos parabéns à Iris,

Vamos celebrá-la,

Enfiar muito amor para ela,

Muito amor para vocês que nos estão a ouvir,

Para todas as crianças,

Pessoas do mundo e um dia muito feliz,

Obrigada por me ouvirem,

Um grande,

Grande beijinho e até ao próximo episódio!

Tchau,

Tchau!

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Inês NunesLisbon, Portugal

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